sábado, 2 de janeiro de 2016

Menina baleada após morte de PM no litoral

Polícia Civil investiga o caso de uma menina de 16 anos que foi baleada cerca de cinco minutos depois da morte do policial militar Maysson Fagundes da Silva, atingido por um tiro no rosto na madrugada de sexta-feira na beira da praia, em Tramandaí. O delegado Paulo Perez investiga a relação entre as duas ocorrências.
Segundo ele, um dos amigos do PM, que estava com ele no momento do crime, confessou à polícia ter pego a arma do brigadiano após o disparo e perseguido os criminosos. O homem afirmou que efetuou pelo menos um disparo contra os suspeitos.
A menina foi atingida por um tiro nas costas e foi hospitalizada no município, depois transferida para Porto Alegre para retirada do projetil. Ela está internada com quadro estável. 
Conforme imagens das câmeras de segurança, o PM foi morto às 3h25 desta madrugada. Em menos de cinco minutos depois, a adolescente foi baleada. "Somente a perícia na arma do PM para comprovar se a adolescente foi vítima do disparo dado pelo amigo do brigadiano", afirma o delegado.
Ele também diz que o policial teria sido morto por um traficante de Alvorada, preso por ele anteriormente. O agente do 11º Batalhão estava com um grupo de amigos quando foi abordado por suspeitos. Ele levou um tiro no rosto.
Antes de morrer, Maysson disse aos amigos que reconheceu um dos bandidos, preso por ele em uma operação contra o tráfico de drogas. Um suspeito preso pela manhã foi solto por não ter envolvimento com o crime. Ele estava envolvido em outra ocorrência, de porte ilegal de arma de fogo.
Durante a tarde, a Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão temporária de um dos suspeitos de ter participado da morte.O suspeito, identificado como Nelson José Paiano, de 19 anos, foi detido na Vila Umbú, em Alvorada. Segundo a polícia, testemunhas reconheceram que o jovem estava no local e participou do crime, mas informações apontam que Nelson não foi o autor do disparo que matou o policial.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

VÍDEO REVELA COMO DINHEIRO DE CALDAS NOVAS FOI QUEIMADO

A CIDADE DE CALDAS NOVAS VIVE UM MOMENTO DE CRISE ADMINISTRATIVA LOCAL, COM PROBLEMAS DE EXTREMA GRAVIDADE NA SAÚDE, NA EDUCAÇÃO, NO FUNCIONALISMO PÚBLICO, PROBLÉMAS DE FOLHA DE PAGAMENTO, FORNECEDORES SEM RECEBER E PRESTADORES DE SERVIÇO A ESPERA DE PAGAMENTO. PORÉM EM CONTRAPARTIDA A PREFEITURA DE CALDAS NOVAS LITERALMENTE FEZ NA VIRADA DO ANO UMA QUEIMA DE MILHARES E MILHARES DE DINHEIRO QUE DEVERIA SER INVESTIDO PARA SOLUCIONAR VARIAS DEFICIÊNCIAS ADMINISTRATIVA E PRINCIPALMENTE DE ORDEM ESTRUTURAL QUE O MUNICÍPIO VEM PASSANDO. O DINHEIRO FOI QUEIMADO AO VIVO NA VIRADA DO ANO, O QUE REPRESENTA UM BEIJO DE JUDAS E UMA CUSPIDA NA CARA DO ELEITOR DE CALDAS NOVAS!

MINISTÉRIO IDE DE CALDAS NOVAS CRESCEU EM 2015

O que dizer das maravilhas de Deus, ano de 2015 deixou saudades. Grandes amizades, companheirismo, conquistas, comunhão e acima de tudo maturidade espiritual. Somamos e crescemos , avançamos e demarcados nossas vitórias "e pra vergonha do inimigo estamos de pé " pra glória de Deus

Fonte: 

Fiquei olhando olho no olho até ele morrer diz jovem que matou namorado durante ato sexual


O jovem Marcos Catanio Porto, de 26 anos, assassinado a facadas pela ex-namorada na quarta-feira (30), foi enterrado nesta quinta-feira (31) no Cemitério Cristo Rei, em Vilhena (RO). Segundo a Polícia Civil, o homicídio aconteceu na casa da vítima, no momento que iria iniciar uma relação sexual com a ex-namorada, Vania Basílio Rocha. Mauricio Jacob, amigo de Marcos, que estava na residência, relembrou o momento do crime. "Ele morreu nos meus braços. 'Ela é louca' foram as últimas palavras dele. Perdi um irmão", lamenta.
A suspeita foi presa logo depois do crime. Na delegacia, Vania concedeu entrevista e assumiu que matou o ex a facadas (ouça o áudio ao lado). "Queria matar alguém. Não me arrependo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer", revela.
No velório do amigo, Mauricio contou que na quarta-feira estava na casa de Tim, como Marcos é conhecido pelos amigos e familiares. Após chegar na residência, Vania foi para o quarto com Marcos. Depois de algum tempo, Mauricio e o irmão da vítima, Alberto Catanio Porto, de 28 anos, ouviram gritos de socorro.
"Arrombamos a janela, pois a porta estava fechada. Quando entramos, ele segurava o braço dela com a faca. Arranquei a faca da mão dela e joguei longe. Ela sumiu e o Tim foi caindo para trás, falando que ela era louca", lembra Mauricio, emocionado.
Após o crime, Vania se escondeu no banheiro, onde ficou até a chegada da Polícia Militar. A mulher foi presa em flagrante por homicídio qualificado, pois usou de meios que dificultaram a defesa da vítima, Segundo a Polícia Civil.
Crime
Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu na casa da vítima, no momento que os dois iriam iniciar uma relação sexual. Enquanto estavam deitados na cama, a jovem pegou a faca que estava escondida dentro da bolsa e golpeou Marcos em várias partes do corpo, que não resistiu aos ferimentos. Em entrevista na delegacia, na quarta-feira, Vania confessou o crime.
Na manhã desta quarta-feira, Vania ligou para Marcos alegando que queria se despedir, pois iria embora para outro estado. Ela então colocou uma faca de cozinha dentro de uma bolsa e foi para a casa da vítima, que havia aceitado receber a visita. Na casa, o casal foi para o quarto e, durante as preliminares sexuais, esfaqueou o ex-namorado.
"Eu queria matar uma pessoa só, dos três. Eu tapei o olho dele. Aí peguei a faca e meti nele. Ele reagiu e veio para cima de mim e eu fui para cima dele também. Eu enforquei ele, e aí comecei a meter [facadas] em outras partes do corpo dele. Daí ele gritou socorro e a porta estava trancada. O irmão dele quebrou a janela. Quando o irmão dele entrou ele já estava quase morrendo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer", narrou.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pintor morre no hospital após levar cinco tiros no Cidade de Deus

Após ser alvejado com cinco tiros, o pintor Reginaldo do Vale Santos, de 39 anos, não resistiu aos ferimentos no início da tarde de sábado (26), no Hospital e Pronto-Socorro (HPS) Dr. Platão Araújo, na Zona Leste de Manaus. Ele estava internado desde a noite de sexta-feira (25).
De acordo com o relatório da polícia, o crime ocorreu na Rua Curió, comunidade Fazendinha, bairro Cidade de Deus, zona Norte da capital amazonense. 
Na ocasião, Reginaldo consumia bebidas alcoólicas em um bar, quando iniciou uma discussão com um homem conhecido como ‘Bruninho’. Após o desentendimento, o ‘Bruninho’ ligou para seu comparsa conhecido como ‘Scooby’. Minutos depois, o Scooby chegou ao local e efetuou os disparos contra Reginaldo.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e levou a vítima para o HPS Dr. Platão Araújo, onde morreu.
Conforme a polícia, Reginaldo tinha um mandado de prisão em aberto por crime de homicídio, fato ocorrido em 2010. 
Para a polícia, a suspeita é de crime de acerto de contas motivado pelo tráfico de drogas. Mas, o crime será investigado se o desentendimento com o suspeito tem alguma relação ou se tem haver com o homicídio de 2010.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) abriu inquérito para investigar o caso.

CODÓ, MARANHÃO, PEDE SOCORRO FEDERAL

O clima é tenso no Povoado Vergel, distante 60 km da sede, depois que o corpo do líder comunitário Antônio Isídio Pereira da Silva, 52 anos, foi encontrado na comunidade, na tarde da última quinta-feira (24).  Segundo o pároco da Pastoral da Terra, a vítima estava desaparecida desde o último domingo (20) e já havia sofrido várias ameaças de morte.
Poucos codoenses sabem da dimensão deste conflito, apesar de perdurar desde a década de 80, onde pessoas perderam a vida, parece que tanto a Justiça, quanto a polícia judiciária e demais autoridades subestimam esta briga, que até o momento tem tido as derrotas apenas o lado mais fraco, o lado dos verdadeiros donos das terras.
O motivo dos homicídios e tentativas de assassinatos tem como principal alvo as intensas disputas por terra que ocorrem na região desde o ano de 1984, em razão, principalmente, de  direitos sucessórios vendidos ilegalmente por alguns herdeiros, mediante falsificação das assinaturas dos demais sucessores e da morosidade do Poder Judiciário, que não conseguiu julgar um inventário aberto no ano de 1984, há exatos 31 anos. Nos últimos dois anos a extração ilegal de madeira aumentou a tensão na localidade, políticos das cidades de Afonso Cunha, Coelho Neto e Codó, tentam através da força expulsar os poucos que ainda restam no local.
Durante o período em que esteve no comando da extinta 9ª Companhia Independente, em Codó e atual 17º BPM, o Tenente Coronel Jairo Xavier da Rocha, sempre que solicitado, mobilizou seu efetivo para realizar rondas na localidade, além de emitir relatórios para Ouvidoria Agrária da PMMA informando como andava a situação do momento. Dando ainda o apoio necessário aos membros da Pastoral da Terra, Ministério Público e demais órgãos, inclusive enviando policiais para acompanhar a realização de uma missa no ano de 2013, no período em que a Capela local havia sido destruída pelas pessoas que aterrorizavam o local.
São apontados como principais acusados de tamanha sequência sanguinária, Dário, Adonias e Domingos Garimpeiro, que estariam a serviço de Políticos do estado.
Ainda são acusações que pesam contra Garimpeiro, várias tentativas de intimidação, queimada da capela do Vergel, derrubada de árvores frutíferas, disparos de tiros com armas de grosso calibre,  morte de animais e ainda a proibição das mulheres da comunidade de quebrarem coco babaçu nas matas.
Apesar das denúncias contra Garimpeiro, o mesmo anda livremente pela comunidade, segundo moradores locais, armado e ameaçando os moradores.
De acordo com informações levantadas pelo Blog do Bezerra, um Deputado Estadual de Codó, teria interesse na área do Vergel, por conta da qualidade da madeira e a área poderia ser utilizada para a pastagem de gado.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Veja como está atualmente o casal dono do Mega FIlmes


Na manhã do dia 18 de dezembro, a Polícia Federal de Sorocaba deflagrou uma operação que gerenciava o site Mega Filmes HD, por meio da Operação Barba Negra.
E aqui no site da Fatos Desconhecidos, nós já mostramos para você uma matéria sobre os principais escândalos que pararam a internet brasileira. E nesta matéria está o caso da Mega Filmes HD que tanto repercutiu e gerou vários memes na internet.
Segundo afirmou a polícia, o grupo que gerenciava o site contava com um acervo de shows, documentários, séries de TV e cerca de 150 mil filmes.
Ela estima que as visitas no Mega Filmes HD giravam em torno de 60 milhões, nas quais 85% eram de brasileiros e 15% de países como Japão e Portugal. Ela afirma que a renda obtida estava estimada em R$70 mil, oriundos de publicidade exibida no site.
Os donos do site eram o casal Marcos Cardoso e Thalita Cardoso.Eles faziam transmissões de programas antes mesmos que eles estreiassem oficialmente.
A conta do casal foi bloqueada e foram indiciados pela prática de crimes de constituição de organização criminosa (pena de três a oito anos), e violação de direitos autorais, com a pena prevista de dois a quatro anos, além de multa.
Mas depois da prisão, o casal foi solto e respondem em liberdade. E o que eles estão fazendo agora?
Depois do ocorrido, eles tentaram mudar de vida e tentar recomeçar tudo do zero. O casal Thalita e Marcos Cardoso decidiram se aventurar no ramo de entrega de salgados.
Em entrevista ao portal G1, o casal afirmou que Marcos é o entregador utilizando um Voyage de 1987 emprestado pelo tio de Thalita, enquanto ela atende aos clientes recebendo pedidos na sua casa em Cerquilho(SP) e pelo Facebook, tendo a ajuda de sua tia, prima e a mãe na preparação dos alimentos.
O casal tinha veículos como uma BMW e um Jetta, que era chamado de “Jettão” que acabaram sendo apreendidos pela polícia. Em entrevista ao site, Thalita afirma que “Quando chegamos da prisão ouvimos coisas horrorosas, tem gente que nunca mais falou conosco. Mas a maioria, até pessoas desconhecidas, está do nosso lado. Alguns amigos e nossos parentes nos ajudaram muito com uma verba para começar a trabalhar e ferramentas para fazer os salgados, já que não sobrou nada de dinheiro. Já queríamos abrir um restaurante antes do que aconteceu. Então, estamos correndo para fazer dar certo. Além de fazer e entregar salgados, à noite trabalho como gerente em um bar da cidade”. 
Ela optou por uma jornada dupla de trabalho com os salgados e o bar à noite para tentar esquecer o que aconteceu com o episódio do site. O Marido da moça afirmou em entrevista que “Nunca tinha enfrentado algo como ficar dez dias preso, e olha que a prisão onde fiquei não era tão ruim pelo que os outros detentos falaram. O interessante é que todos são tratados iguais, ricos e pobres. Uns 80% dos presos queriam voltar a fazer crimes depois de sair. Mas eu estou fora”.

UM HERÓI EXECUTADO AOS 13 ANOS DE IDADE

Qbal Masih nasceu em 1983 em Muridke, uma cidade comercial fora de Lahore no Paquistão. Aos 4 anos, foi vendido como escravo pela sua família. A família de Iqbal pediram emprestados 600 rupees (cerca de $7,42) a um empregador local que tinha uma empresa de tecelagem de tapetes, e em troca, Iqbal ia trabalhar como tecedor de carpetes até a dívida estar paga. Todos os dias, ele acordava antes do nascer do sol e fazia o seu longo caminho pela estrada escura da sua cidade até à fábrica, onde ele e muitas outras crianças eram amarradas com correntes para impedir que fugissem. Ele trabalhava 14 horas por dia, sete dias por semana, apenas com um intervalo de 30 minutos, era pago em 3 cents por dia pelo empréstimo, mas não interessava o que Iqbal fazia, a dívida cada vez era maior e maior. Iqbal tinha menos de 1,20 metros e pesava apenas 27 quilos. 

Aos 10 anos, Iqbal fugiu da sua escravidão, depois de aprender que trabalho escravo era ilegal pelo Supremo Tribunal do Paquistão. Mas foi apanhado pela polícia e devolvido a Arshad tendo-lhe sido dito que o amarrasse de cabeça para baixo se ele tentasse escapar novamente. Pouco depois, a polícia foi subornada e Iqbal foi amarrado de cabeça para baixo de qualquer forma. Iqbal fugiu uma segunda vez e mais tarde juntou-se à Frente de Libertação do Trabalho Escravo (BLLF) do Paquistão para ajudar a acabar com o trabalho escravo infantil em todo o mundo. Iqbal ajudou mais de 3,000 crianças paquistanesas que estavam em trabalho escravo a fugir para a liberdade e, fez discursos sobre o trabalho infantil por todo o mundo. Iqbal decidiu receber educação durante este período, e completou quatro anos de escola em dois anos.

Iqbal levou um tiro fatal em Muridke a 16 de Abril de 1995, pouco depois de voltar da sua viagem à América. Tinha 12 anos na altura. Alguns dizem que foi morto por um agricultor, outros dizem que ele foi assassinado devido à sua influência sob o trabalho escravo. O seu funeral teve a presença de aproximadamente 800 pessoas. Existe um livro chamado O pequeno herói que partilha a história do seu legado.

A causa de Iqbal inspirou a criação de organizações como Libertem as Crianças, um movimento de jovens e de caridade canadiana, e a Fundação de Crianças Iqbal Masih Shaheed, que começou mais de 20 escolas no Paquistão. Em Janeiro de 2009, o Congresso dos Estados Unidos estabeleceu o prémio anual Iqbal Masih para a Eliminação do Trabalho Infantil.
Em 1994, Iqbal visitou a Escola Intermédia Broad Meadows em Quincy, Massachusetts, e falou para os alunos do sétimo ano sobre a sua vida. Quando os estudantes souberam da sua morte, decidiram angariar dinheiro e construir uma escola em sua honra no Paquistão.
A história de Iqbal foi contada num livro chamado Iqbal de Francesco D'Adamo, uma história ficcional baseada em eventos reais, do ponto de vista de uma criança chama Fatima.
O prémio Nobel da Paz de 2014 foi ganho por Kailash Satyarthi nos campos da prevenção do trabalho infantil e educação feminina. Satyarthi mencionou Masih no seu discurso, dedicando-o a ele e outros "mártires". 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

GENARC DE ITUMBIARA, GOIÁS, FAZ BALANÇO DE 2015


O GENARC, Grupo Especial da Policia Civil de Repressão a Narcóticos - da 6ªDRP, sediado em ITUMBIARA, coordenado pelo Delegado Rogério Moreira, agradece a população pela confiança depositada em cada denúncia anônima registada através do disque-denúncia 197 da Policia Civil.

Foi através destas ligações que o GENARC realizou investigações que culminaram em diversas prisões de traficantes que agiam no Sul do Estado.

O ano de 2015 fica marcado pela união e o esforço destes jovenspoliciais que integram esse Grupo Especial que, muitas vezes, abdicam de suas folgas para que o trabalho seja bem feito e ver os criminosos presos.
Este ano foi marcado por muitas vitórias, com Operações Policiais que resultaram em mais de 50 Autos de Prisão em flagrante, concluídos e remetidos ao Poder Judiciário.
Foram mais de 60 traficantes presos.
Apreensão de mais de UMA TONELADA DE DROGAS e insumos que seriam distribuídas aos jovens de Itumbiara, comércio este que fomentaria crimes violentos como homicídios, roubos e outros.
Apreensão de 9 armas de fogo.
E ainda 14 veículos de traficantes foram apreendidos que estavam sendo utilizados para o transporte de drogas.
Com o sentimento de dever cumprido, desejamos que em 2016 possamos continuar contando com o apoio do nosso Delegado Regional Ricardo Torres Chueire, do Ministério Público, do Poder Judiciário e dos demais colegas integrantes da Força de Segurança Pública, notadamente, dos policiais lotados na 6ªDRP de Itumbiara nesta guerra contra o tráfico de drogas.
Bom final de Ano!


EM CALDAS NOVAS, GOIÁS, SETOR DOS NORDESTINO PODE SE TORNA CAMPEÃO EM CASOS DE DENGUE

PNEUS JOGADOS NAS RUAS

A situação do setor dos Nordestinos é de total desprezo. As ruas e avenidas estão tomadas por lixo de toda a ordem:

É resto de matérias de escavações produzidas pelo DEMAE para fazer reparos na rede de água e esgoto, Arvores que caíram depois de uma chuva. Resto de entulhos produzido por moradores, que sempre em final de ano realizam reformas em suas residencias. Lixo de quintais que os moradores não conseguem mais guardar, O mato tomando conta de meios fios e sarjetas, 
Infelizmente o calendário do mutirão da limpeza de Caldas Novas não consegue cumprir fielmente a sua agenda e os bairros ficaram assim no final do ano e assim será na virada do ano novo!
Agora pergunta se o centro e os bairros nobres e de acesso aos turistas não estão com a limpeza em dia?

Diante dessa situação, o setor dos nordestino  tem  todas as condições para a reprodução do mosquito da dengue e a consequência todos nos sabe já sabemos quais são,

Por que o mosquito Aedes aegypti transmite tantas doenças?

Resistente e adaptável, espécie está no centro da atual epidemia de zika, além de ser vetor de contágio da dengue, das febres chikungunya e amarela e outras enfermidades mais raras.

No mundo, ele é chamado de mosquito da febre amarela. No Brasil, é conhecido como mosquito da dengue – e, mais recentemente, também da zika e da chikungunya.
Considerado uma das espécies de mosquito mais difundidas no planeta pela Agência Europeia para Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), o Aedes aegypti – nome que significa "odioso do Egito" – é combatido no país desde o início do século passado.
A partir de meados dos anos 1990, com a classificação da
dengue como doença endêmica, passou a estar anualmente em evidência. Isso ocorre principalmente com a chegada do verão, quando a maior intensidade de chuvas favorece sua reprodução.
Agora, um novo sinal de alerta vem da epidemia de zika, uma doença com sintomas semelhantes aos da dengue, em curso desde o meio do ano.
Foi confirmado pelo governo federal que o zika vírus está ligado a uma má-formação no cérebro de bebês, a microcefalia, que já teve neste ano ao menos 1.248 casos registrados em 311 municípios em 14 Estados, a maioria deles no NordeO Aedes aegypti também esteve no centro de um surto de febre chikungunya ocorrido no país no ano passado, quando este vírus chegou ao Brasil e se espalhou com a ajuda do mosquito.
E, apesar de a febre amarela ter sido considerada erradicada de áreas urbanas brasileiras em 1942, casos de contaminação foram confirmados em cidades de Goiás e no Amapá em 2014.
"O Aedes aegypti está ligado ainda a males mais raros, do grupo flavivírus", afirma Felipe Pizza, infectologista do hospital Albert Einstein.
"Entre os agentes de contaminação, esse mosquito é o que tem a capacidade de transmitir a maior variedade de doenças."
Eficiência

Alguns fatores contribuem para tornar o Aedes aegypti um agente tão eficiente para a transmissão desses vírus. Entre eles estão, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, sua capacidade de se adaptar e sua proximidade do homem.

Surgido na África em locais silvestres, o mosquito chegou às Américas em navios ainda na época da colonização. Ao longo dos anos, encontrou no ambiente urbano um espaço ideal para sua proliferação.
"Ele se especializou em dividir o espaço com o homem", afirma Fabiano Carvalho, entomologista e pesquisador da Fiocruz Minas.
"O mosquito prefere água limpa para colocar seus ovos, e

qualquer objeto ou local serve de criadouro. Mesmo numa casca de laranja ou numa tampinha de garrafa, se houver um mínimo de água parada, seus ovos se desenvolvem."
Mas a falta de água limpa não impede que o Aedes aegypti se reproduza. Estudos científicos já mostraram que, nesse caso, a fêmea pode depositar seus ovos em água com maior presença de matéria orgânica.
Os ovos também podem permanecer inertes em locais secos por até um ano, e, ao entrar em contato com a água, desenvolvem-se rapidamente – num período de sete dias, em média.
"Outros vetores não têm essa capacidade de resistir ao
ambiente", afirma Pizza, do Albert Einstein. "Por isso ele está presente quase no mundo todo, a não ser em lugares onde é muito frio."
Flexibilidade

Um aspecto que também favorece a reprodução é o fato de a fêmea colocar em média cem ovos de cada vez, mas não fazer isso em um único local. Em vez disso, ela os distribui por diferentes pontos.

"Quando tentamos exterminá-lo, é muito grande a chance de um destes locais passar despercebido", diz Carvalho.
Também se trata de um mosquito flexível em seus hábitos de alimentação.
O Aedes aegypti é, geralmente, diurno: prefere sair em busca de sangue pela manhã ou no fim da tarde, evitando os momentos mais quentes do dia.

"Mas ele é oportunista. Se não tiver conseguido se alimentar de dia, vai picar de noite. Isso não ocorre com o pernilongo, por exemplo, que é noturno e só vai estar quando o sol começa a se pôr", afirma a bióloga Denise Valle, pesquisadora do laboratório de biologia molecular de flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).
Além disso, o mosquito costuma ter como alvos mamíferos, especialmente humanos. Como explica o agência europeia, mesmo na presença de outros animais ele "se alimenta preferencialmente de pessoas".
Simbiose

Por ser um mosquito urbano que fica em contato constante com o homem, ser muito adaptável e ter um apetite especial por sangue humano, o inseto se tornou um eficiente vetor para a transmissão de doenças.

"Todo ser vivo busca uma forma de se proliferar, e com os vírus não é diferente. Nestes casos, eles podem ser transmitidos por outros vetores, mas que não são tão efetivos", afirma Erico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. "Eles (vírus) conseguiram no Aedes aegypti e na forma como este mosquito evoluiu uma relação de simbiose muito boa."
Para ser capaz de infectar uma pessoa, o vírus precisa estar presente na saliva do inseto.
Valle, do IOC/FioCruz, explica que, no caso da dengue, por exemplo, após o Aedes aegypti picar alguém que esteja infectado, o vírus leva cerca de dez dias para estar presente em sua saliva.
"São poucos os mosquitos que vivem mais de dez dias. Mas, quanto menos energia ele precisa gastar para se alimentar e colocar ovos, mais tempo ele vive", diz Valle.
"Assim, o aglomerado urbano, com muitos locais de criadouro e muitos alvos para picar, faz com que o mosquito viva mais, favorecendo o processo de infecção."
A bióloga destaca ainda que se trata de um mosquito especialmente arisco: "Quando vai picar, se a pessoa se mexe, ele tenta escapar e picar outra pessoa. Se estiver infectado com algum vírus, vai transmiti-lo para várias pessoas".
Controle

Exterminá-lo também é difícil. Segundo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, o Aedes aegypti é "muito resistente", o que faz com que "sua população volte ao seu estado original rapidamente após intervenções naturais ou humanas".

No Brasil, ele chegou a ser erradicado duas vezes no século passado. Na década de 1950, o epidemiologista brasileiro Oswaldo Cruz comandou uma campanha intensa contra ele no combate à febre amarela. Em 1958, a Organização Mundial da Saúde declarou o país livre do Aedes aegypti.
Mas, como o mesmo não havia ocorrido em países vizinhos, o mosquito voltou a ser detectado no fim dos anos 1960. Foi erradicado novamente em 1973 – e retornou mais uma vez três anos mais tarde. "Hoje não falamos mais em erradicação. Sabemos que isso não é possível", diz Valle, do IOC/Fiocruz.
"O país é muito grande e tem muitas entradas para o mosquito. Também há muito mais gente vivendo em cidades, e a circulação de pessoas pelo mundo com a globalização aumentou muito. Os recursos humanos e financeiros para exterminá-lo seriam enormes."
Uma forma comum de combater o mosquito, a de dispersar uma nuvem de inseticida – técnica popularmente conhecida como "fumacê" –, não é muito eficiente, pois o componente químico tem de entrar em um espiráculo localizado embaixo da asa. Portanto, o inseto precisa estar voando, algo difícil tratando-se de uma espécie que fica na maior parte do tempo em repouso.
"Na maior parte das vezes, isso é jogar dinheiro fora e gera mosquitos mais resistentes. Hoje, levamos de 20 a 30 anos para desenvolver um inseticida e, em dois anos, ele perde sua eficácia por causa do uso abusivo", afirma Valle. "E os químicos usados no controle de larvas não estão disponíveis para a população."
Carvalho, da Fiocruz Minas, ressalta ainda que 80% dos criadouros são encontrados em residências, e que realizar a prevenção e exterminar focos do Aedes aegypti não é fácil.
"Quando temos uma epidemia, é mais simples conseguir o apoio da população, mas, fora deste período, é mais complexo sensibilizar as pessoas para a questão", afirma o entomologista. "Por tudo isso, acho muito complicado falar em erradicação. Talvez a melhor palavra seja controle."
Uma abordagem nova vem sendo testada na Bahia e em São Paulo. Machos transgênicos do Aedes aegypti são liberados na natureza e, no cruzamento com fêmeas comuns, geram larvas que morrem antes de atingir a fase adulta, o que, com o tempo, reduz a população do mosquito numa determinada área.
Responsável por testes realizados desde maio em Piracicaba, no interior paulista, a empresa Oxitec informou que os resultados estão sendo analisados por sua equipe técnica e que ainda não há uma previsão de quando serão divulgados.ste.