sexta-feira, 15 de agosto de 2014

MARCONI PERILLO É CONDENADO POR PROPAGANDA IRREGULA

O juiz Rodrigo de Silveira, do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), condenou o governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB), ao pagamento de multa no valor de R$ 15.961,50 por propaganda irregular. A ação, impetrada pela Coligação Amor por Goiás, questionou a divulgação de três outdoors institucionais em período vedado pela Legislação Eleitoral.
A defesa do governador alegou falsidade das provas e ilegitimidade passiva para figurar como parte inconstitucional. Após uma perícia técnica, o juiz negou o recurso e acrescentou que, ainda que as propagandas não tenham sido de iniciativa do tucano, ele tinha conhecimento dos fatos e não ordenou a retirada.
Segundo o magistrado, trata-se, portanto, de delito de conduta em que a Lei estabelece consequência direta e objetiva a este tipo de veiculação. “Nesta senda, acolho o parecer ministerial e fixo a multa, no mínimo legal, para o representado, no valor de R$ 5.320,50 para cada outdoor veiculado em desacordo com a legislação vigente”, relatou.
Para o advogado da coligação, Rosemberg Prado, a sentença abre precedentes para expansão a outros processos contra este tipo de propaganda. “O objetivo é impedir que a igualdade de oportunidades entre os candidatos seja afetada durante o pleito eleitoral”, explicou.
Fonte: http://diariodegoias.com.br

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Edinho Lobão apela para a Macumba de Bita de Barão para ganhar eleição no Maranhão

Apreensiva com o fiasco eleitoral do marido Edinho, a apresentadora Paulinha Lobão aproveitou a passagem pelo município de Codó para pedir proteção e tomar um banho preparado especialmente pelo babalorixá Bita do Barão.
Na foto acima, o mentor espiritual da família Sarney posa ao lado de Paulinha, exibindo um adesivo com o número do candidato da governadora Roseana no peito, mostrando apoio ao concorrente apoiado pela família Sarney.
Foi o Pai Bita foi quem orientou o playboy de Brasília a usar o nome “Lobão Filho”, assim como aconselhou ele a só vestir a cores branca e azul e lançar a candidatura na data destinada ao culto de Ogum – 23 de abril.

Blog Marrapá.
Paulinha Lobão foi a Codó pra conversar com o Bita do Barão, mas pelo jeito não vai dar jeito pra vitória do marido, essa oligarquia tem que sair do poder, pois recentemente saiu no jornal nacional a governo do Maranhão envolvida sob acusação de comandar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões, a um assessor especial da Casa Civil do Maranhão, nomeado pela governadora Roseana Sarney (PMDB).

Acidentes aéreos já mataram 15 políticos brasileiros

O acidente com o jato que matou o candidato à presidência da República Eduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), na quarta-feira (13), entra para a lista de desastres aéreos que encerraram a vida de políticos brasileiros.

Campos morreu após o jato Cessna em que estava cair no bairro do Boqueirão, em Santos, no litoral de São Paulo. Outras seis pessoas que estavam no avião também perderam a vida.

Além do candidato e ex-governador de Pernambuco, outros 14 membros da política nacional morreram em acidentes aéreos. Entre eles, Ulysses Guimarães (PMDB), um dos líderes do movimento pela redemocratização do Brasil, e os ex-presidentes Nereu Ramos e Humberto de Alencar Castello Branco, este, o primeiro presidente militar, após o golpe de 1964.

Em 1950, o deputado federal Lauro de Freitas, que era do Partido Social Democrático (PSD), fazia campanha pelo governo da Bahia, quando sofreu acidente aéreo na região de Bom Jesus da Lapa, poucos dias antes da votação. No acidente também morreu o deputado estadual Gercino Coelho, que era o candidato a vice na chapa de Freitas.

No mesmo ano, o candidato ao governo do Rio Grande do Sul, João Pedro Salgado Filho, sofreu acidente de avião no interior do estado, quando ia encontrar-se com o então ex-presidente, Getúlio Vargas.

Em 1958, o ex-presidente interino do Brasil, Nereu Ramos, morreu em acidente aéreo na cidade de São José dos Pinhais, no Paraná.

O avião em que estava teve problema na aterrissagem e 18 dos 24 passageiros perderam a vida. Além de Nereu, morreram no desastre, Jorge Lacerda, governador de Santa Catarina na época, e o deputado federal Leoberto Leal.

Roberto Silveira era o governador do Rio de Janeiro e apontado como sucessor do presidente João Goulart. Em 1961, Silveira sobrevoava a região serrana do Rio de Janeiro, para ver os estragos causados pela chuva, quando o helicóptero que estava sofreu uma pane e caiu. Silveira morreu dias depois, devido aos ferimentos causados no acidente.

Em 1967, o marechal Humberto Castelo Branco havia acabado de deixar a presidência do Brasil, substituído pelo general Artur Costa e Silva. Em uma viagem, o avião em que estava foi atingido por um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) e caiu. A causa do acidente que matou Castelo Branco sempre foi considerada mal explicada pelos inquéritos militares.

Filinto Müller foi um dos principais aliados de Getúlio Vargas, que governou o Brasil em duas situações. Em 1973, Müller era o líder do governo militar no Senado e foi vítima de um acidente aéreo ocorrido em Orly, na França, quando um avião da Varig realizou um pouso de emergência, matando 123 pessoas.

Em 1982, o ex-prefeito de Salvador Clériston Andrade fazia campanha para o governo da Bahia, quando o helicóptero em que estava sofreu acidente, matando-o.

Em 1987, quando fazia uma viagem de trabalho ao Pará, Marcos Freire, então ministro da Reforma Agrária do governo de José Sarney (PMDB), morreu em acidente aéreo. O político já havia sido prefeito de Olinda e presidente da Caixa Econômica Federal.

Era considerado uma das principais lideranças do PMDB nordestino.

Um acidente de helicóptero em 1992, matou Ulysses Guimarães, ex-deputado federal e da Assembleia Constituinte e um dos líderes do PMDB. O desastre ocorreu na região de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. No mesmo acidente também morreu o ex-senador Severo Gomes. O corpo de Ulysses jamais foi encontrado.

Em 2003, o empresário e deputado federal José Carlos Martinez (PTB), morreu em um acidente com seu avião, na região de Guaratuba, no Paraná.


O acidente
Campos e outras seis pessoas morreram após a queda de um jato particular em uma área residencial de Santos, no litoral de São Paulo. Ele cumpriria agenda da campanha na cidade.

Segundo testemunhas, a aeronave se desintegrou totalmente ao cair em Santos. O candidato estava acompanhado do assessor Carlos Percol e de equipes de filmagem.
Fonte:  http://nominuto.com

MODELO PROCESSA BOATE POR USO DE SUA IMAGEM

Andressa Urach processa uma boate em Itapetininga, no interior de São Paulo. O local traz na fachada um enorme cartaz com uma foto sua, dando a entender que ela trabalha na casa. Segundo  o assessor da modelo, o lugar seria uma boate de stripper. Urach pede uma indenização de R$ 500 mil pelo uso indevido de sua imagem.

Procurado pelo EGO, o advogado de Andressa, Denival Cerodio Curaça, disse que não sabe precisar há quanto tempo a casa, chamada Boate Michele, usa indevidamente a imagem de sua cliente. "O fato é que em nenhum momento foi autorizado a utilização da imagem (fotografia estampada em painel instalado na fachada da casa). Diante destes fatos, que tem gerado tamanho transtorno para a Andressa, ela me procurou para que seja interposta uma ação judicial na qual vamos pleitear que o painel seja retirado, bem como a indenização por danos morais no importe de R$500.000,00", disse o representante legal da modelo.

(EGO)

NO MARANHÃO JÁ FORAM REGISTRADAS 22 MORTES ESTE ANO RELACIONADAS A ÉNERGIA


A falta de informação e o descuido com os riscos gerados pela rede elétrica têm deixado a população em alerta quanto aos acidentes causados em todo o estado. Só este ano, de janeiro a julho, já foram 27 ocorrências com vítimas, sendo 22 com mortes. Os números revelam uma situação preocupante em casos que poderiam ser evitados. Por isso, campanhas educativas estão sendo intensificadas para esclarecer as medidas de prevenção.

Segundo a Companhia Energética do Maranhão (Cemar), em 2013 foram registrados 56 acidentes, com 29 mortes. Os dados são de pessoas que trabalham com manutenções e reforma em pequenas construções com serviços próximos a rede elétrica, como as construções do segundo andar de uma casa, instalações no telhado, calhas e manuseio de objetos metálicos perto da fiação.

De acordo com o executivo de Segurança da Cemar, Francisco Ferreira, a “qualquer choque pode ser fatal. As pessoas minimizam os riscos, pelo desconhecimento ou desprezo a prevenção”. Ele afirma que a quantidade de acidentes dentro de casa é muito grande, pois muitos moradores não fazem a revisão periódica da rede elétrica e isso pode resultar em choque elétrico, incêndios, queima de equipamentos e principalmente o aumento do consumo.

Ele destaca que quando observar canos rompidos no solo é importante isolar a área e chamar a concessionária responsável. Além disso, o maior risco de morte são as construções próximas da fiação elétrica. “O choque não se dá somente com o contato com cabo. O simples fato de você se aproximar o bastante pra que haja uma indução no objeto que está segurando é possível sofrer uma descarga elétrica, pois com até 30 cm já é perigoso essa aproximação”, explicou. O recomendado é manter uma distância mínima de 1,80 metros.

Um choque elétrico pode variar de 220 volts a 13.800 volts, o que pode trazer danos como queimaduras de primeiro, segundo ou terceiro grau, lesões neurológicas, perda de movimento, amputação de membros e até a morte. É importante ressaltar que a brincadeira com pipas e papagaios deve ser feita em locais abertos e longe da fiação.

Ligações clandestinas
Muitos acidentes também são causados pelas famosas gambiarras. O executivo de da Cemar, Francisco Ferreira, disse que é uma situação de extremo risco, pois as ligações que são feitas de forma clandestinas normalmente são colocadas por fora da medição, o que deixa a instalação sem proteção alguma. As conseqüências são inevitáveis como “uma energia de qualidade ruim, pois o equipamento é calculado com o que é previsto para aquele local, ocasionando mais quedas de energia e o aumento da conta no fim do mês”. Ele afirmou ainda que a Companhia busca fiscalizar a rede elétrica para evitar que tais ocorrências sejam registradas e a população tenha mais segurança no uso da energia.
(O Imparcial Online)

HOMEM É ALVEJA A BALA NO MACONHÃO

NO DIA 14-08-2014 POR VOLTA DAS 12HS UM HOMEM FOI ALVEJADO A BALA NO CAMPO DO MACONHÃO E CORREU ATÉ   RUA  AMAZONAS COM COLOR  DE MELO,, BAIRRO PARQUE AMAZONAS .,EM IMPERATRIZ, MARANHÃO. ONDE O MESMO CAIU . SEGUNDO INFORMAÇÕES DOIS HOMENS EM UMA MOTO FOI QUEM EFETUOU OS DISPAROS CONTRA A VÍTIMA, O MESMO FOI SOCORRIDO PELO SAMU E LEVADO AO HOSPITAL MUNICIPAL SOCORRÃO. 
Fonte: www.asmoimpcomduduzao

Juíza Placidina Pires decretou prisão preventiva do suspeito de matar várias mulheres em Goiânia

A juíza Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal, decretou a prisão preventiva de Flávio Marques Alves, suspeito de ter assassinado várias mulheres em Goiânia. Ele tinha sido preso em flagrante delito, no dia 9 de agosto, em São Luiz de Montes Belos, pela suposta prática do crime de receptação de produto roubado.
O auto de prisão em flagrante e a decisão pela prisão preventiva foram homologados ontem pela juíza Placidina Pires, com o objetivo de garantir a ordem pública, conveniência da instrução criminal e correta aplicação da lei penal, assim como evitar a prática de novas infrações.
Segundo consta dos autos, Flávio Marques Alves foi preso em São Luiz de Montes Belos, após policiais militares terem encontrado, na residência do mesmo na capital goiana, uma motocicleta de cor vermelha, resultado de crime praticado por ele. O veículo estava desmontado e faltando peças, sem a presença de ninguém no imóvel. Os policiais militares souberam que o suspeito estava na cidade de São Luiz de Montes Belos e que possuía diversos crimes de roubo em seu histórico criminal. Por esse motivo, se deslocaram até a cidade e efetuaram a prisão em flagrante de Flávio Marques Alves.
Questionado sobre a motocicleta encontrada na casa dele, em Goiânia, Flávio Marques Alves disse que adquiriu o veículo, mesmo sabendo que se tratava de produto roubado, pelo valor de R$ 150,00. Porém, não soube dizer o nome de quem vendeu a moto. Ao ser interrogado, o investigado também negou qualquer envolvimento com os crimes de homicídios de mulheres na capital goiana, confessando a autoria de outros crimes, como delitos de roubo em um açougue no Jardim América e em uma padaria no Setor Moinho dos Ventos, todos em Goiânia.
Ele disse ainda que se mudou para a casa da sogra, em São Luiz de Montes Belos, porque sua imagem estava sendo divulgada como o principal suspeito de ser o motoqueiro que está assassinando mulheres em Goiânia. Sobre a outra motocicleta encontrada na casa da cunhada dele, Flávio afirmou que a adquiriu pela quantia de R$ 600,00 e que o veículo também possuía restrição por furto ou roubo, tendo sido utilizado para a prática de delitos.
Reiteração
Segundo a juíza, o suspeito reúne condições pessoais hábeis para demonstrar que, uma vez solto, poderá voltar a praticar crimes, pois mesmo condenado diversas vezes por outros crimes e com processo de execução em trâmite, supostamente praticou novo delito. (Manoel Messias com informações do Centro de Comunicação Social do TJGO)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Veja por que Marconi Perillo está em decedência e pode perder a eleição

Pela primeira vez em 16 anos de poder o governador Marconi Perillo (PSDB), candidato à reeleição ao governo estadual, apresenta uma postura defensiva em relação a campanhas anteriores. O motivo principal são os problemas administrativos que explodiram bem no início da campanha eleitoral (veja o quadro). Já são vários os fronts que a oposição têm para atacar o governo, muitas dessas celeumas originadas pelo próprio governo. Os oposicionistas fazem o seu papel e Marconi precisa se desdobrar para se defender.
Para complicar a maré baixa do governador tucano, ao contrário de eleições passadas, neste ano a oposição vem encontrando o tom para acertar o governo. Esse panorama não foi visto nas vezes em que Marconi Perillo se elegeu ou reelegeu anteriormente. Em 1998 ele era a oposição a um longo período de poder do PMDB em Goiás, algo que gera desgaste natural a qualquer governante ou partido (exatamente o que Marconi enfrenta neste ano). Em 2002, ele se aproveitou da ilusão da oposição que acreditava erroneamente que a derrota de 1998 havia sido um acidente de percurso e que voltaria facilmente ao poder sem fazer grandes críticas ao governo tucano.
Em 2006, com uma avaliação bem positiva, principalmente no interior, Marconi conseguiu se eleger ao Senado e ainda conseguiu fazer seu sucessor, seu então vice Alcides Rodrigues (ex-PP). Na oportunidade, a campanha do ex-candidato Maguito Vilela (PMDB) preferiu evitar as críticas ao governo Marconi e perdeu prestígio durante a campanha. Em 2010, rompido com Alcides, ele encarnou a oposição e, com muitas críticas ao governo que ajudou a eleger, conseguiu ser eleito pela terceira vez ao governo do Estado.
Em 2014, porém, a situação se mostra diferente. A facilidade que o governador encontrou em eleições passadas, ora diante de uma oposição fraca, ora diante da estabilidade de sua administração, neste ano não tem encontrado. E não tem encontrado por uma soma de fatores.
O momento ruim atravessado pela gestão do Estado tem sido bem explorado pela oposição nas eleições deste ano, o que tem gerado certo desgaste na coordenação da campanha tucana, que sempre tem corrido para apagar incêndios, ao invés de dar os rumos da sucessão.
Por não conseguir pautar a campanha, enfrentando forte rejeição junto ao eleitor, segundo as pesquisas eleitorais, e sem ter conseguido colher os frutos da agenda positiva que tentou criar antes da campanha – algumas obras como o Centro de Excelência do Esporte, o Credeq de Aparecida de Goiânia e o Hugo 2, por exemplo, não foram finalizadas –, Marconi tem evitado campanha em terreno aberto, participando apenas de inaugurações de comitês de deputados aliados e encontros em ambientes fechados (leia matéria abaixo).
Problemas
O inferno astral de Marconi Perillo começou quando o ex-governador e candidato ao governo Iris Rezende (PMDB) anunciou o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) como candidato ao Senado em sua chapa, bem como o também deputado federal Armando Vergílio (SDD) como vice-governador. Ex-aliados de Marconi Perillo, a entrada de ambos na oposição demonstrou que a base aliada não estava mais tão unida como em anos anteriores.
Juntou-se a isso a tentativa dos insatisfeitos PR e PTB de modificarem a composição da chapa majoritária, com a indicação da deputada federal Magda Moffato (PR) como pré-candidata a vice, na mesma semana em que seria realizada a convenção da base governista, o que exigiu interferência superior no processo e gerou uma crise interna no PP.
Em sua primeira fala como candidato ao Senado pela chapa oposicionista, Ronaldo Caiado demonstrou que seria o maior crítico da gestão de Marconi. Ele acusou de prefeitos da oposição de apoiarem o governador por medo de perderem concessões e obras em seus municípios.
Caiado também incomodou a base governista durante a inauguração do comitê central da campanha. Durante o evento, o democrata sugeriu a existência de um “Caixa 2” na campanha da base aliada que seria financiado com a troca de placas obrigatória de automóveis e motocicletas em Goiás, para inserção de um novo modelo com chip. A Segurança Pública foi outro problema enfrentado por Marconi, bem como problemas nas áreas de Cultura, Fazenda, Celg e Ipasgo (veja mais no quadro).
Tudo isso fez com que o governo de Marconi virasse alvo de toda a oposição. As críticas vêm de todos os lados e tomam bom tempo do governador em discursos e encontros. Os problemas, porém, criados por sua própria administração, incomodam o governador, que mudou sua postura em relação ao que vinham divulgando seus coordenadores, de que sua campanha seria propositiva. Tudo reflexo do grande desgaste que enfrenta nestes primeiros momentos de campanha.

Críticas forçam contra-ataque do governador

Sendo alvo de ataques e críticas por parte da oposição, Marconi Perillo deixou de lado o discurso propositivo, defendido por ele antes do início da campanha, para aumentar o tom e criticar as ações da oposição e classificar muitas vezes de oportunistas e demagogas as críticas direcionadas a ele e a seu governo.
Além disso, o tucano tem mantido a campanha focada em encontros em ambientes fechados ou então em inaugurações de comitês de candidatos a deputado federal e estadual aliados. Uma mudança já prevista na campanha será a adoção das tradicionais carreatas. Marconi adiantou o uso desse tipo de ação, que não se iniciaria agora.
O seu discurso tem sido formatado com o intuito de desqualificar adversários e suas críticas. É comum dizer que as críticas atingem instituições e funcionários estaduais como vem ocorrendo em relação à Segurança Pública.
“Eles torcem por um Estado cada vez pior por conta de interesses mesquinhos eleitoreiros e pessoais. Todo mês comemoram o número de homicídios. Enquanto eles torcem contra milhares de goianos, nós estamos aqui, trabalhando duro e promovendo avanços em diversas áreas", disse o tucano em discurso na inauguração do comitê do candidato a deputado federal Alexandre Baldy (PSDB).
Ainda neste discurso, Marconi classificou as críticas de demagogas e sugeriu que os oposicionistas não tem amor por Goiás, em uma clara alusão à chapa peemedebista. “Nós precisamos dar um basta nestas críticas eleitoreiras, nestes discursos demagogos e debates enviesados. Eles não têm amor por Goiás. O que eles dizem amar são apenas seus projetos pessoais”, criticou.
A oposição respondeu com Ronaldo Caiado. O candidato ao Senado pelo DEM apresentou números com os quais rebatem o investimento estadual em Segurança Pública, alardeado por Marconi Perillo. Pelo twitter, o deputado federal criticou a redução nos quadros das Polí­cias Militar e Civil em 16 anos.
“Em 1998, a Polícia Militar tinha 12.200 policiais, enquanto que a Polícia Civil tinha 6.595. Dezesseis anos depois a PM tem 11.600 e a Civil 3.140, isso enquanto a população Goiânia cresceu mais de 35%. Em 16 anos, o Brasil teve aumento de 12% na violência, enquanto Goiás teve crescimento de mais de 230%. Já imaginou o que daria para ser feito em segurança pública com os R$ 518 milhões gastos em propaganda pelo governo estadual?”, disse Caiado na quinta, 7. (F. P.)

Desgastes enfrentados pelo governador de goiás
Segurança Pública
Mês de junho foi o mês mais violento da história de Goiânia. Ao todo, 80 pessoas foram assassinadas. O segundo mês mais violento também já pertencia à gestão de Marconi Perillo: em dezembro de 2013, 65 pessoas haviam sido assassinadas na capital. Goiás passou de 10º a 4º Estado mais violento do país, segundo números do Mapa da Violência 2014, do Centro de Estudos Latino-americanos (Cebela). Além disso, desde o início do ano, 45 mulheres foram assassinadas em Goiânia. A falta de ações por parte do governo gerou críticas por parte da oposição.

Detran
Durante a inauguração do comitê do candidato ao governo pelo PMDB, Iris Rezende (PMDB), o deputado federal e candidato ao Senado Ronaldo Caiado (DEM) denunciou “Caixa 2” no Detran, na instalação de chip eletrônico em placas de motos e carros. O democrata disse que o ganho que o governo estadual teria com a cobrança do procedimento seria de R$ 480 milhões. “Algo em torno de R$ 280 milhões iria para o Caixa 2 de campanha”, denunciou. No dia seguinte o procedimento foi suspenso pelo Detran e a base aliada disse que iria interpelar Caiado na Justiça.

Ipasgo
Depois de anunciar aumento de 9,5% nas mensalidades do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), o governo estadual teve que voltar atrás e cancelar o reajuste depois que muitos servidores estaduais protestaram e questionaram o valor do aumento, que seria descontado já no pagamento do salário referente ao mês de julho. Os usuários consideraram o reajuste injusto já que foi acima do valor do reajuste da data-base dos servidores públicos do Estado.

Fundo de Cultura
No final de julho, artistas goianos denunciaram que a Secult não repassaria os R$ 13 milhões relativos ao pagamento do Fundo Estadual de Cultura que beneficiaria 270 projetos culturais. O então secretário estadual de Cultura, Gilvane Felipe, disse que o valor não havia sido liberado pela secretaria da Fazenda, responsável pelo repasse. O imbróglio culminou na saída de Felipe da pasta. Buscando acabar com a crise, o secretário da Fazenda disse que realizaria o pagamento do fundo, mas que o mesmo seria parcelado em cinco vezes até o final do ano, o que gerou protestos de artistas em frente ao Palácio.

Empréstimos
O governo estadual realizou neste ano três pedidos de empréstimos a órgãos diferentes como a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça de Goiás e o Tribunal de Contas do Estado. O empréstimo solicitado ao TCE foi no valor de R$ 25 milhões e serviria para “auxiliar no ajuste de caixa do Tesouro Estadual”. O empréstimo está sendo questionado pelo Ministério Público de Contas. Já o empréstimo solicitado TJ foi da ordem de R$ 80 milhões e serviria para quitar o pagamento da folha salarial de servidores estaduais. O pedido gerou críticas da oposição, principalmente de Iris Rezende, o que culminou com a negativa do repasse da parte do Judiciário.

Desmentido
O ex-prefeito de Anápolis e candidato ao governo pelo PT, Antônio Gomide, rebateu, por meio de nota, as afirmações de Marconi Perillo em entrevista à Rádio CBN, que disse que o número de homicídios em Goiás vem caindo desde 2011. Gomide afirmou que em quatro anos houve aumento de 56% nos assassinatos. Além disso, o petista acrescentou que há 16 anos, em 1998, quando foi eleito governador pela primeira vez, Goiás estava na 18º posição no ranking de homicídios do Brasil e hoje estaria quase na quarta colocação.

Celg
Considerada a pior companhia energética do Brasil segundo a Aneel, a Celg foi responsável pelos maiores desgastes ao longo dos últimos anos para o governo estadual. A crise enfrentada pela empresa fez com que o governador buscasse ajuda no governo federal. A ideia é a federalização da empresa que já estaria encaminhada junto à Eletrobrás, depois de reunião de Marconi com a presidente Dilma Rousseff, ocorrida há três semanas. A União teria 51% da empresa goiana e o Estado receberia empréstimo de R$ 1,9 bilhão para aportar na companhia. Prato cheio para a oposição, que sempre coloca o assunto em pauta.
Fonte:  http://tribunadoplanalto.com.br

QUEM PODE FICAR NA VAGA DE EDUARDO CAMPOS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que, em caso de morte de candidato, os partidos têm prazo de dez dias para fazer substituição. Com a morte do candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB), em um acidente aéreo nesta quarta-feira (13), a coligação Unidos para o Brasil pode escolher a candidata a vice, Marina Silva, para substituí-lo.

Em caso de morte do candidato que for de coligação, a lei eleitoral dá preferência à substituição por outro do mesmo partido, neste caso, o PSB, e orienta para que a mudança seja definida por maioria absoluta dos partidos coligados. A legislação também diz que é obrigação do partido dar ampla divulgação à troca de nomes e esclarecer o eleitorado sobre as mudanças da coligação.

As regras para substituição de candidatos constam da Resolução 23.405, de fevereiro deste ano, e também permitem a troca de candidato caso o registro da candidatura tenha sido indeferido - inclusive por  inelegibilidade - cancelado ou cassado. Nesses casos, a coligação tem até 20 dias antes do pleito para indicar o nome do substituto na chapa concorrente.

Integram a coligação Unidos para o Brasil PSB, Rede Sustentabilidade, PPS, PPL, PRP e PHS.

PESCADOR PESCOU UM PEIXE DE 38 QUILOS

Ouvindo apenas os relatos, você acredita não passar de mais uma história de pescador na região norte de Mato Grosso. Olhando apenas a fotografia, pode ser que ela tenha sido tratada. Mas este não é o caso registrado em Carlinda, um peixe da espécie Tambaqui, de 38 quilos, foi retirado das águas do Rio Teles Pires neste final de semana, e quem conta a história, é um morador do setor H, em Alta Floresta. “Não é história de pescador, tá aqui o peixe pra provar”, relata orgulhoso, James Antonio, o pescador, a reportagem.
O peixe, com pouco mais de 60cm, foi fisgado em um pesqueiro na área rural de Carlinda, estrada F-1, um local de laser da família de James. O pescador relata que há sete longos anos investe na tentativa de pegar um peixe grande. “Eu ouvia o pessoal falando que no Teles Pires tinha tambaqui, mas eu até então não acreditava, até que eu vi um tambaqui, e falei ‘vou pegar um’. Aí comecei, de sete anos pra cá eu venho em busca de pegar um tambaqui grande, e vou chegar lá, acho que vou pegar um maior ainda”, relata James esperanço.

Quanto a sensação de fisgar o peixão, James conta que não deu muito trabalho, cerca de 35 minutos de briga. “Não tem palavra, só o pescador estando lá com a varinha na mão pra saber, não tem palavras, é muito bom, uma pescaria fora de série, só pescando pra saber”. James Antonio se despede da reportagem deixando um recado aos pescadores da região. “Os pescadores que tiver querendo pegar um tambaqui grande, vai ralando, porque eu vou aperfeiçoando”, finalizou aos risos. (24 Horas News))