segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

PM do Piaui é executado na cidade de Timon no Matamhão

O policial Antônio Luiz Marques, cabo da Polícia Militar de Piauí, foi assassinado a tiros na cidade de Timon (MA) na madrugada desta segunda-feira (29). O policial estava chegando em casa quando foi alvejado com três tiros, sem tempo para esboçar qualquer tipo de reação. 

Antônio Marques tinha 31 anos de serviço prestados à Polícia Militar do Piauí e trabalhava no Batalhão de Guarda do Tribunal de Justiça. 

Segundo o coronel Wagner Torres, o crime ocorreu por volta de 3h40, sendo que o policial foi alvejado por vários disparos e, de acordo com o modus operandi, tudo leva a crer que foi uma execução. Os bandidos não levaram nada, deixando, inclusive, a arma do policial no local do crime.

“A esposa disse que ouviu o suspeito de matar o marido dizer: ‘eu não disse que iria te matar!’. Isso nos leva a acreditar que foi o policial foi vítima de execução. O PM foi abordado por um ‘elemento’ com uma arma de fogo que atirou várias vezes contra ele”, comentou o coronel.

Até o momento, a polícia não tem pistas que possam levar à identificação dos autores do crime. A polícia realiza  diligências na região. 

Homen perseguido e assassinado em São Luis, Maranhão!

Um homem identificado como Flávio Henrique Alves de 40 anos foi perseguido hoje na rua 1300, no Cohatrac Jardim das Margaridas, em São Luis, Maranhão e assassinado sem chances de defesa. A morte aconteceu cedo da manhã, às 7h. De acordo com informações dois homem em um veículo Fiat Strada de cor foram os autores do assassinato. Após o crime, eles fugiram sem deixar pistas.Com o registro de hoje, sobe para seis o número de pessoas assassinadas na ilha em menos de 48 horas. Do final da tarde de sábado, com o dia de domingo e da manhã de Hoje, foram mortos Henrique Reis Santiago, 31 anos, Jhonatan Nascimento, 29, Diego Andrade, 24, Edivaldo Santos Júnior, 17 e Claudiomar Serra, 19.Como se observa, as vítimas são todas jovens e até um menor de idade.

Homem de 46 anos é morto com facada no peito em Codó

Nas primeiras horas de hoje (29), mais um homicídio na cidade de Codó, Maranhão, desta vez na Travessa do Sol, bairro Codó Novo.
A vitima foi identificada como sendo Raimundo Martins dos Santos, 46 anos de idade. Segundo informações que foram repassadas a impressa, Raimundo teria saído como de costume para tomar uma pinga, pois o mesmo era viciado em bebida alcoólica e não parava em casa.Raimundo Martins foi morto com uma facada no peito. A polícia esteve no local para colher algumas informações, mas o que chama mais a atenção é que ao perguntar para os moradores próximos de onde tudo aconteceu, ninguém sabe de nada e ninguém viu nada. A policia civil agora está investigando o caso. Até o momento ninguém foi preso.
Fonte: É Maranhão

O MUNDO SE PREPARA PARA UMA GUERRA MUNDIAL?

A Marinha Real se prepara para enviar cinco navios adicionais para a força marítima de guerra da OTAN e contribuir com mais tropas para a criação de uma força de 6.000 soldados da Otan para ser implantado de forma rotativa em seis países que fazem fronteira com a Rússia: Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia.
A Grã-Bretanha irá implantar o HMS Iron Duke (uma fragata Tipo-23), um destróier Tipo-45 e três caça-minas, com um conjunto de 530 marinheiros. O embaixador da Grã-Bretanha para a OTAN, Sir Adam Thomson, descreve esta força como “a mais poderosa implantada desde o final da Guerra Fria”, em declaração ao Daily Telegraph. Ele acrescentou que Londres pretende “reforçar a presença britânica na Europa Oriental.”
“A implantação das nossas forças da OTAN envia uma mensagem forte aos nossos inimigos (Russos) que estamos preparados para responder a qualquer ameaça e defender nossos aliados. Durante 2016, vamos dirigir nosso foco de atenção para a região do Báltico, onde nossos navios vão fazer parte do Grupo Marítimo”, disse, por sua parte, o ministro da Defesa, Michael Fallon.
Essa implantação naval britânica é a primeira de seu tipo em seis anos.
Por sua parte, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que “a substancial implantação da Rússia na Síria e no Mediterrâneo está mudando o equilíbrio estratégico na região”.
Manobras britânicas.
Ao mesmo tempo, Londres vai “enviar 1.600 soldados para a Jordânia para participar de manobras militares que simularão uma invasão semelhante àquela que foi contra o Iraque em 2003”, disse o jornal britânico Daily Telegraph.
O jornal disse que estas manobras não estão ligadas à luta contra o terrorismo e, em particular ao Estado Islâmico, mas destinam-se a assegurar a capacidade britânica de enviar uma grande força para o leste da Ucrânia, no caso de um confronto entre a Rússia e a OTAN.
Estes exercícios são desenvolvidos em uma região desértica do sudoeste da Jordânia.
Fontes militares dos Estados Unidos têm desmentido informações que indicam que tratam-se de preparativos britânicos para uma intervenção terrestre na Síria.
Fontes de dentro do exército britânico disseram ao Daily Telegraph: “Estes exercícios não são destinados para a luta contra o Estado Islâmico, mas para garantir a nossa capacidade de se juntar aos EUA na Ucrânia, e não na Síria.”
Um representante militar britânico disse que Londres quer criar uma força de intervenção de 30.000 homens para intervir rapidamente em qualquer lugar do mundo.
Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Almanar

Uma partido Perdido e o show da cueca

O primeiro turno das prévias para definir o nome do candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB foi um desastre. A vitória parcial de João Doria Jr., que teve 43,13% dos votos, contra 32,89% de Andrea Matarazzo e 22,31% de Ricardo Tripoli acabou sendo a notícia menos importante do dia. Até porque só veio a público na madrugada, às 1h40 de hoje.

Numa cidade de 12 milhões de habitantes, o PSDB contou na sua disputa com 6.216 filiados votantes. Algo próximo a 0,05% do conjunto do eleitorado participaram da decisão para ver quem será o candidato a prefeito da capital do partido que governa o Estado há 21 anos consecutivos.
A baixa representatividade do colégio eleitoral tucano não foi suficiente para que a disputa acontecesse em nível civilizado. Durante todo o processo de prévias foram abundantes as denúncias de corrupção, compra de votos, manipulação de dados de filiados, uso da máquina do Estado e métodos heterodoxos de disputa. Ontem, foi apenas a gota d´água.

A foto que o leitor tem a seu dispor neste blogue é de uma briga no zona de votação do Tatuapé, que teve todos os seu votos impugnados. Além do militante que ficou literalmente de cuecas no meio da rua, várias pessoas saíram feridas deste conflito, incluindo mulheres.

O resultado está sendo contestado tanto por apoiadores de Andrea Matarazzo quanto de Ricardo Tripoli. Eles alegam que houve abuso de poder econômico por parte de Dória, que além de ter pago salário para apoiadores, teria colocado cavaletes e cartazes em frente aos locais de votação, o que é ilegal em São Paulo.
Há uma representação pedindo a impugnação de Dória neste sentido e o segundo turno pode ficar comprometido. No grupo de Andrea Matarazzo já há quem defenda que ele se retire da disputa se o partido não punir Dória e vá para o PSD, onde o ex-prefeito Kassab lhe garantiria a legenda para a disputa.

Ontem, nas provovações entre militantes, os apoiadores de Dória já batiam nesta tecla, de que Matarazzo era PSD.

Se Matarazzo, porém, resistir e conseguir derrotar Dória no segundo turno, o que mesmo com o apoio de Tripoli parece improvável, sua candidatura não terá apoio do governo do Estado. Neste cenário, o que se comenta é que Alckmin ou apoiaria Russomano ou lançaria um candidato pelo PSB.
As prévias do PSDB de São Paulo viraram um bundalelê sem solução. O partido que tenta se mostrar como guardião da ética e da moral no plano nacional, ontem ficou nu (ou ao menos de cuecas) em praça pública. Exatamente no território onde tem seu maior potencial eleitoral, São Paulo. E onde tem conseguido escapar de denúncias como a do cartel do metrô e a do roubo da merenda das escolas porque as investigações ou não acontecem ou são sempre muito tímidas.

Nunca é demais lembrar que Dória e Matarazzo não são candidatos de si mesmos nesta disputa. Dória é do grupo de Alckmin. E Matarazzo teve o apoio de Serra, FHC, Aloysio Nunes e Goldman, entre outros. Ou seja, as disputas, acusações e brigas de ontem eram entre esses caciques. Foram eles que ficaram de cuecas no meio da rua. E se o partido rachar não vai ser um briga paroquial. Vai ser um racha nacional.

De menino pobre a traficante bilionário

Ao tentar resistir à prisão, o chefão do tráfico colombiano Pablo Escobar morreu durante uma troca de tiros com a polícia, na cidade de Medellín. Nesta cidade, Escobar montou um cartel que dominava a exportação de drogas para os Estados Unidos na década de 1980, proporcionando-lhe uma fortuna pessoal calculada em US$ 3 bilhões. Na época, Escobar era o criminoso mais procurado do mundo, responsabilizado pela morte de pelo menos cinco mil pessoas em mais de duas décadas de terror.
Escobar morreu no teto de uma casa quando procurava escapar do cerco policial em companhia de um segurança, num contraste com seus dias de glória, quando comandava um verdadeiro exército e agia com a desenvoltura de um governo paralelo na Colômbia. O traficante morreu no dia seguinte ao seu 44º aniversário que, por conta da perseguição policial, acabou passando longe da família – mulher e dois filhos, confinados em Bogotá sob custódia do Estado.
A cabeça de Escobar era tão almejada pelo governo, que fora ofertado US$ 6 milhões para quem oferecesse informações que levassem à captura do traficante. Escobar era procurado desde 1992, quando conseguiu fugir da prisão de segurança máxima. Nunca foi sabido se a localização de Escobar foi dada por um informante ou por investigadores do Exército colombiano.
A área onde o traficante estava escondido, uma região residencial, próxima a um Shopping Center, foi evacuada pela polícia na manhã daquele dia, de onde foram retirados todos os civis. Por coincidência, naquela mesma área, Gustavo Restrepo, primo de Pablo Escobar, fora assassinado no dia anterior, atingido por vários tiros disparados por membros dos “Pepes” (Perseguidos por Pablo Escobar), um grupo paramilitar formado por inimigos do narcotraficante, que o caçava por todo o país. A polícia, no entanto, conseguiu encontrar o foragido mais rápido do que seus outros inimigos.
Nessa ocasião, o Exército tomou a cidade, tomando medidas ou realizando ações excepcionais de segurança para os moradores, já que remanescentes da quadrilha desmantelada de Escobar poderiam vingar o chefe morto.
De menino pobre a traficante bilionário
“Prefiro um túmulo na Colômbia a uma cela nos Estados Unidos”. A frase de Pablo Escobar acabou se mostrando profética na cidade onde viu crescer sua fortuna e viveu anos de sangrenta guerra, até ser o cenário de sua morte. O traficante nunca quis sair da Colômbia, queria gozar no país a fortuna que chegou a colocá-lo em 13º na lista dos mais ricos do mundo da revista Fortune. Para isso, chegou a se oferecer para pagar a dívida externa do país, em troca de não ser extraditado.
Escobar nasceu em 1 de dezembro de 1949 em Rio Negro, a 40 quilômetros de Medellín. Começou a trabalhar cedo, no setor agrícola, mas logo trocou a profissão por um ofício mais lucrativo. Aos 25 anos, foi preso por roubar um carro. Dois anos depois, foi flagrado traficando alta quantidade de cocaína. Fugiu. A partir daí o cartel tomou forma, movimentando mais dinheiro do que muitas multinacionais. No início da década de 1980, Escobar reinava absoluto na província de Antioquía e usava uma parcela mínima da fortuna para ganhar popularidade. Chegou a ser dono do time de futebol Nacional, campeão da Taça Libertadores. Em sua fazenda, mantinha um zoológico com girafas, elefantes e hipopótamos trazidos da África.
Em 1982, Escobar elegeu-se suplente de deputado federal, sendo cassado dois anos depois. Em 1984, após o assassinato do ministro da Justiça, supostamente cometido a mando de Escobar, o governo declarou guerra aos traficantes, iniciando a busca incessante, que culminaria em sua morte, do chefão do cartel de Medellín.

Duas pessoas morrem soterradas em Boiçucanga, estado de São Paulo

A chuva forte durante toda a madrugada desta segunda-feira (29/2) provocou o alagamento de diversos bairros de São Sebastião. O tráfego de veículos na rodovia continua interrompido. Duas pessoas morreram soterradas em um deslizamento na Vila Tropicanga, no bairro Boiçucanga.
Também houve queda de barreira na Serra de Boiçucanga, bloqueando o trânsito neste trecho da SP-55. Uma ponte caiu devido á enxurrada em Barra do Una, onde havia um carro. O motorista conseguiu nadar e escapar com vida. Outro ponto interditado da rodovia é a Divisa entre São Sebastião e Caraguatatuba.
A chuva forte, 218 milímetros, que caiu durante toda a noite deste domingo e madrugada de segunda feira, em São Sebastião, provocou mais uma vez estragos em todo município. A prefeitura e a Defesa Civil vêm trabalhando desde a noite de domingo. A chuva de 218 milímetros representa o esperado para três meses, segundo informação da Defesa Civil. Ainda não foi possível contabilizar os estragos. A prefeitura está trabalhando com todo seu contigente. Famílias foram levadas para abrigos e casas de parentes até que a situação se normalize.  O DER ja foi acionado e alguns bairros estão sem energia elétrica.
Caraguá
Em Caraguatatuba, também foram registrados pontos de alagamento em diversos bairros. Diversas casas foram alagadas em bairros como Jardim Casa Branca e Perequê Mirim. Não há informações sobre desabrigados.
Fonte: radarlitoral

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A Lista de Furnas” mostra corrupção de tucanos na estatal

Com direção do talentoso documentarista e produtor Max Alvim, ele é baseado nas matérias de Joaquim de Carvalho, um dos melhores repórteres do Brasil, colaborador dileto do Diário.
Está ali toda a gênese e as imbricações de um dos grandes escândalos do país — e um dos que mais sofreram tentativas de ser abafado.
O momento do lançamento é oportuno. No sábado, 27 de fevereiro, ficou-se sabendo que o ex-deputado federal Roberto Jefferson e mais seis pessoas foram indiciados pela Delegacia Fazendária (Delfaz) por crime de corrupção ativa e lavagem de dinheiro na estatal mineira.
O Ministério Público Estadual (MPE) levou dez anos para se mexer. Entre os envolvidos estão empresários, lobistas e políticos. Ficou faltando muita gente. Entre as ausências, a de Dimas Toledo, ex-presidente da empresa indicado por Aécio. Dimas não foi indiciado por ter mais de 70 anos e, portanto, contar com o benefício da prescrição.
O que o documentário do DCM traz:
. O que é, para que servia e quem produziu a relação de 156 políticos e os respectivos valores recebidos na campanha eleitoral de 2002 do caixa 2 de empresas que prestaram serviços para Furnas.
. Os principais nomes do esquema: gente como José Serra, então candidato a presidente, Geraldo Alckmin, candidato a governador de São Paulo, Aécio Neves, candidato a governador de Minas Gerais, e Sérgio Cabral, candidato a senador pelo Rio de Janeiro, além de candidatos a deputado, como, Alberto Goldman, Walter Feldman e Gilberto Kassab por São Paulo; Eduardo Paes, Francisco Dornelles e Eduardo Cunha pelo Rio de Janeiro; Dimas Fabiano, Danilo de Castro e Anderson Adauto por Minas Gerais.
O protagonismo de Aécio: além de receber diretamente para sua campanha R$ 5,5 milhões (13,1 milhões em valores corrigidos pelo IGP-M), há outros dados que confirmam seu papel central no caso.
São antigas as relações de sua família com as empresas públicas na área de energia. O pai, Aécio Cunha, depois de integrar durante seis anos a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, se tornou conselheiro de Furnas, ao mesmo tempo em que era conselheiro da Cemig, a estatal de energia de Minas Gerais.
“Furnas sempre foi território de Minas no governo federal”, afirma José Pedro Rodrigues de Oliveira, ex-coordenador do Programa Luz para Todos.
O doleiro Alberto Youssef, em delação premiada, falou de Aécio. O lobista Fernando Moura detalhou que era “um terço (PT) São Paulo, um terço nacional, um terço Aécio”.
A batalha para desacreditar a Lista de Furnas: quem divulgou que ela poderia ser falsa foi o PSDB de Minas Gerais, com base em pareces de peritos contratos e num laudo da Polícia Federal feitos em cima de uma das cópias divulgadas por Nilton Monteiro, o homem que confessou atuar como operador do caixa 2.
Uma matéria na Veja, plantada por Aécio, deu força para a ideia da falsidade. Quando essa tese prosperava, o lobista Nílton Monteiro entregou à Polícia Federal o documento original, que foi periciado. A conclusão foi a de que se tratava de um documento autêntico, assinado por Dimas Toledo e sem indício de montagem.
Esperamos, com esse documentário, ter conseguido jogar luzes sobre uma história que caminhava para o esquecimento. Agradecemos a todos os leitores que contribuíram para que ele pudesse ser realizado.

A jovem baleada pelo pai, colocada em uma bolsa e jogada em rio que sobreviveu para contar a história

Saba Qaiser, uma paquistanesa de 18 anos, se casou em 2014 com o homem que amava, seu noivo havia quatro anos.
Mas a família não concordava com a união, e a jovem acabou fugindo.


    Na mesma época, a documentarista Sharmeen Obaid-Chinoy estava no Paquistão, seu país natal.
    Fazia tempo que Sharmeen queria filmar um documentário sobre as "mortes de honra" em seu país: assassinatos de mulheres que "mancham" a honra da família e que chegam a mil casos por ano, segundo dados oficiais.
    Mas ela queria contar essa história a partir da perspectiva de uma sobrevivente, algo difícil de encontrar, dadas as estatísticas.
    Em uma manhã, a diretora leu em um jornal da região de Punjab que uma jovem havia sido baleada em um provável caso de "morte de honra".
    Segundo a notícia, a vítima havia sobrevivido milagrosamente e estava internada em um hospital local.
    Obaid-Chinoy foi procurar a moça imediatamente. A jovem ferida era Saba Qaiser, a mulher que havia casado sem o consentimento da família.

    Drama familiar

    O pai e o tio da jovem haviam encontrado Saba após a fuga da moça, e tinham tentado matá-la pela "desonra" que, segundo eles, ela causara à família.
    O pai de Saba deu um tiro no rosto da jovem, colocou a moça em uma sacola e a lançou em um rio
    Mas a bala havia apenas acertado a bochecha de Saba. Acordada pela água fria do rio, ela conseguiu sair, chegar a um posto de combustíveis e pedir ajuda.
    "A beleza da história é que os serviços sociais do Paquistão e o hospital do governo local a atenderam. O pai e o tio foram presos, mas acabaram liberados por causa da fraqueza das leis", disse Sharmeen Obaid-Chinoy à BBC.
    A cineasta disse ter encontrado uma jovem "muito decidida", e logo começou a produzir o documentário a partir do ponto de vista de Saba.
    A Girl in the River: The Price of Forgiveness (Uma Jovem no Rio: O Preço do Perdão, em tradução livre) concorre ao Oscar deste ano na categoria documentário em curta metragem.

    Falhas na lei

    O filme traz um alerta sobre a impunidade que predomina nesses casos.
    "Se um pai mata a filha, quem o denuncia? As pessoas pensam que relatar o caso trará mais vergonha para a casa", conta a diretora.
    Segundo ela, a legislação paquistanesa permite "perdoar" o autor de uma "morte de honra".
    Ou seja, se um pai mata a filha, a esposa pode perdoá-lo, se um irmão mata a irmã, os pais podem perdoá-lo, e se um marido mata a mulher, pode receber o perdão dos filhos.
    Image caption
    Por essa razão, Sharmeen diz acreditar que o número real de assassinatos por esse tipo de motivação seja maior do que apontam os registros oficiais.
    "Há pais que mataram suas filhas e andam livres pelas ruas. A sociedade não os vê como assassinos, mas como homens honrados. Precisamos colocá-los na cadeia", defende a documentarista.

    Mensagem política

    Obaid-Chinoy diz que a anistia a esse tipo de crime deve acabar, para que o delito seja julgado como crime contra o Estado.
    "Não há 'mortos de honra', mas assassinatos premeditados e a sangue frio", diz.
    O primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, ofereceu sua casa para a estreia do filme, e pediu alterações na lei que permite a impunidade nesses casos de homicídio.
    No final da produção, Obaid-Chinoy disse que caminhava com a protagonista, quando ouviu dela a seguinte frase:
    "Sabe de uma coisa? Perdoei meu pai e meu tio pela pressão social e pela minha família, mas no fundo do meu coração eles nunca serão perdoados."

    Já são 09 dias esperando para fazer uma cirurgia de emergência e nada!

     Esse jovem na foto é Washington Batista Junior, ele se envolveu em um acidente na última sexta feira (19) e fraturou o braço, e esta esperando uma vaga em Goiânia e sabe porque né? Será que é porque aqui esta cheio de especialista como anunciado na cidade de faz de conta que só é perfeita nas matérias pagas pela prefeitura com o seu e o meu dinheiro? O jovem esta desde de sexta esperando uma vaga para a cirurgia e não sabe quando vai sair essa vaga, se tivesse especialistas em Caldas Novas com certeza isso não estaria aqui com foto, nome, uma realidade e não uma fábula, não um conto... O jovem esta lá aguardando a vaga em Goiânia e esperamos também que na hora que essa vaga sair que a ambulância não quebre com ele no maio do caminho.



    Fonte: Alison Maia - Repórter Policial
    www.portalplantaopolicial.com.br