quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PF prende ex-secretário José Taveira Rocha: Quais as relações de Taveira com Caldas Novas

A Polícia Federal prendeu temporariamente nesta quarta-feira, 24, o presidente do PSDB em Goiás, Afreni Gonçalves Leite, e outras autoridades ligadas ao governador tucano Marconi Perillo. As medidas fazem parte da Operação Decantação, que investiga desvio de recursos federais na Empresa Saneamento de Goiás (Saneago). A suspeita é de que o esquema tenha abastecido campanhas políticas do partido.
Também foram alvos de mandados de prisão o diretor-presidente da Saneago, José Taveira Rocha, ex-secretário de Fazenda de Perillo, e mais 13 pessoas, entre funcionários da empresa pública e empresários suspeitos de envolvimento nos desvios.
Conforme a Polícia Federal, um grupo de empreiteiras era favorecido em licitações para obras de saneamento promovidas pela empresa, bancadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e financiamentos da Caixa e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os projetos das obras, elaborados por dois escritórios de consultoria contratados para atuar dentro da Saneago, eram elaborados com regras restritivas, de forma a direcionar os contratos a construtoras que participavam do esquema.
Em apenas duas obras, o Ministério da Transparência, parceiro na investigação, detectou superfaturamento de R$ 4,5 milhões.
Escutas de telefonemas entre os envolvidos levantaram suspeitas de que parte do dinheiro desviado das obras era
para bancar dívidas de campanhas políticas. Levantamento do Estado mostra que apenas quatro empresas envolvidas doaram oficialmente R$ 2,3 milhões a candidatos do PSDB e ao diretório do partido em Goiás em 2014. A Sanefer, alvo de buscas nesta quarta, contribuiu com R$ 590 mil.
A sede do PSDB no Estado também foi vasculhada. Na casa do presidente da Saneago, foram apreendidos cerca de R$ 100 mil em espécie.
A operação atinge a legenda do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a quem a PF é subordinada, e é considerada pelos investigadores uma “Lava Jato local” por envolver desvio de dinheiro e financiamento de campanhas.
Ao todo, cerca de 300 policiais cumpriram 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão.
As ordens judiciais foram cumpridas em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Formosa, Itumbiara, São Paulo e Florianópolis (SC). Também foi determinado o afastamento da função pública de oito servidores e a proibição de comunicação entre nove envolvidos.
Os envolvidos responderão por peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraudes em processos licitatórios.
O PSDB em Goiás não se pronunciou nesta quarta-feira. A Saneago não retornou a contato do Estado. Representantes da Sanefer não foram localizados.
O Governo de Goiás alegou que apoia as investigações e que está à disposição das autoridades para esclarecimentos. Em nota, sustentou que “acredita na idoneidade dos diretores e superintendentes da Saneago”. “Os procedimentos licitatórios realizados pelos órgãos, autarquias e empresas da administração estadual são pautados pela legalidade e pela transparência”, acrescentou.
No dia 26 de Março de 2009, lá estava Evandro Magal Parabenizando José Taveira Rocha:
Evandro Magal parabeniza Taveira por assumir presidência da Asban:
Líder do Governo na Assembleia, o deputado Evandro Magal (PSDB), disse que o presidente da Goiás. Fomento, José Taveira Rocha, está de parabéns por assumir a presidência da Asban, entidade, que congrega as instituições financeiras de Goiás, Tocantins e Maranhão. Ele foi eleito, por aclamação, pelos conselheiros da Asban – um dos braços da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) - no final de janeiro.

EM 02 DE JULHO DE 2014 TAVEIRA SE ENCONTROU COM EVANDRO MAGAL:

Prefeitura de Caldas Novas receberá 950 mil reais para adquirir equipamentos médicos:

O Governo de Goiás irá repassar para a prefeitura de Caldas Novas 950 mil reais para a compra de um aparelho de tomografia computadorizada, em 3D, e um novo aparelho de anestesia. A informação foi repassada pelo Secretário de Estado da Fazenda, José Taveira, na manhã desta quarta-feira, 2 de julho, durante reunião com o prefeito Evandro Magal (PP), e o Secretário Municipal de Saúde, Luciano Filho.
Os benefícios foram solicitados pela prefeitura de Caldas Novas ao Governo de Goiás, que efetuará o repasse dos recursos até o dia 11 de julho, segundo informações do Secretário da Fazenda, José Taveira. O executivo municipal irá licitar a compra dos equipamentos que ficarão à disposição dos moradores na rede pública de saúde.
José Taveira destacou que Governo de Goiás enviará os recursos por meio da atuação da Secretaria de Estado da Saúde, e também da Secretaria de Estado da Fazenda. O dinheiro será investido integralmente na área da saúde, na compra dos dois equipamentos médicos.
De acordo com o prefeito Evandro Magal, o novo tomógrafo que será adquirido pela prefeitura municipal é de última geração. “Esse é um dos equipamentos mais modernos que existem no mercado atualmente, e que em breve, estará disponível para toda a nossa população. Nosso objetivo é promover uma saúde com cada vez mais qualidade e eficiência em Caldas Novas”, contou o prefeito Evandro Magal.



terça-feira, 23 de agosto de 2016

ATENÇÃO MP DE CALDAS NOVAS: É PROIBIDO DISTRIBUIR COMIDAS E BEBIDAS EM REUNIÃO DE CANDIDATO A PREFEITO?


A legislação eleitoral proíbe que o candidato ou o comitê eleitoral distribua "bem ou material que possa proporcionar vantagem ao eleitor.

Neste final de semana um candidato a prefeito de Caldas Novas, candidatos a vereadores, cabos eleitorais e moradores de uma comunidade na zona rural se reuniram em um ato pro eleitoral e houve farta distribuição de comidas e bebidas, O fato foi registrado pelos os próprios participantes do evento em suas páginas das redes sociais.
Agora eu pergunto ao MP de Caldas Novas:
Isso é permitido ou não?

Com a palavra o Ministério Público!








Povo de Goiás pagou R$ 400 mil por show que só foi visto por apenas 11 pessoas do Governo Perillo


O Fica divulgou, em redes sociais e na imprensa, que haveria o show de Daniel Jobim, neto de Tom Jobim, no Palácio Conde dos Arcos, na Cidade de Goiás, aberto ao público. O show, pago com dinheiro público, custou R$ 400 mil. Contrariando todas as previsões, no entanto, a atração aconteceu a portas fechadas, apenas para a secretária Rachel Teixeira, o sub Nasr Chaul e mais 10 convidados.

Acabou, portanto, sendo um show privado, mesmo pago com recursos públicos, do festival (que o governo vem cortando a cada ano). O funcionário público José Gomes Neto, que trabalha e mora na Cidade de Goiás, questionou o fato em seu Facebook. “Detalhe que a secretária vem dizendo que o Fica não deve ter shows nacionais porque desvia o foco. Mas show privado pode?”, perguntou.

José ainda relata que “além de enganar o público, colocaram um telão na praça pra que os ainda interessados pudessem acompanhar a apresentação, mas o telão não funcionou”.

Irritado, José conclui dizendo que esse procedimento mostra que “o desrespeito à população se expressa das mais diversas formas, desde a precariedade (e privatização) dos serviços básicos, até a segregação em eventos culturais”.

Infomações do Goiás Real

Não é crime desobedecer policial em abordagem sem motivo

Por Jomar Martins
O parágrafo segundo do artigo 240 do Código de Processo Penal diz que a autoridade policial só pode fazer busca e apreensão pessoal se existir fundada suspeita de cometimento de crime ou de ocultação de objetos. A observação fiel deste dispositivo levou o 2º Grupo Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a absolver um usuário de drogas denunciado por se negar à revista pessoal durante abordagem policial feita em Bagé.
O caso provocou Embargos Infringentes no colegiado após a Apelação ter confirmado os termos da sentença condenatória por crime de desobediência pela maioria dos membros da 4ª Câmara Criminal, dando chance à defesa de nova interposição de recurso.
‘‘O réu estava tão-somente andando pela via pública, em situação que não indicava qualquer atitude suspeita (como mesmo disse o policial), e pelo simples fato de ser pessoa com antecedentes, ou ‘conhecida’ da polícia, tornou-se alvo certeiro de revista aleatória e desnecessária. O motivo explanado não autoriza o uso abusivo do poder de busca pessoal, não podendo o réu ficar sujeito a abordagens fortuitas pelo simples fato de estar caminhando na rua’’, escreveu no acórdão o relator dos Embargos Infringentes, desembargador Diógenes Hassan Ribeiro.
Se a revista não foi fundada, destacou o relator, a recusa em submeter-se a ela foi lícita. Isso porque, no fim das contas, nada foi encontrado com o réu que indicasse que a resistência tivesse o fim de ocultar objeto de crime.
‘‘No mais, como bem argumentou o voto divergente, o estado de alteração em que se encontrava o réu era passível de determinar a sua reação em negar-se a submissão da abordagem. O mesmo, ao assumir o fato, justificou que estava sob o efeito crack’’, encerrou. O acórdão foi lavrado na sessão do dia 11 de abril.
O casoDe acordo com o Ministério Público estadual, o fato que deu margem à denúncia ocorreu na madrugada de 4 de maio de 2011, na Avenida 7 de Setembro, na Comarca de Bagé, na fronteira com o Uruguai. Abordado pela Polícia Militar, um usuário de crack desobedeceu a ordem de postar-se junto à parede para a revista pessoal. Os policiais só conseguiram fazer a revista mediante o uso de força e de algemas.
Em vista da resistência, o homem acabou incurso nas sanções do artigo 330,caput, do Código Penal: desobedecer a ordem legal de funcionário público. Embora admitisse a infração, disse que agiu desta maneira porque tinha acabado de fazer uso da droga.
Citada, a defesa alegou falta de provas consistentes para o juízo de condenação. Argumentou que o réu não teve a intenção de desprestigiar ou atentar contra a dignidade da Administração Pública, mas somente o intuito de se ver livre de possível flagrante. Logo, ausente o dolo indispensável à caracterização do delito.
A sentençaO juiz Cristian Prestes Delabary, da 2ª Vara Criminal da comarca, disse que o denunciado, ao desobedecer as ordens dos policiais, tinha ciência de que agia em desconformidade com a lei, não importando se o fez com receio de ser preso em flagrante. ‘‘Também não afasta a responsabilidade penal do denunciado o fato de ter utilizado substância entorpecente, não restando demonstrado que tal fator tenha privado o réu de sua consciência no momento da prática delituosa, de modo a afastar o elemento subjetivo do tipo’’, complementou, condenando-o nos termos da denúncia oferecida pelo MP.
Assim, o réu foi condenado à pena de 15 dias de detenção, em regime inicial aberto, e a 10 dias-multa, à razão de 1/30 avos do maior salário-mínimo vigente ao tempo do fato. Na dosimetria, a pena privativa de liberdade foi substituída por uma restritiva de direitos, consistente em prestação pecuniária, no valor de meio salário-mínimo. A sentença desagradou a defesa, que entrou com Apelação no TJ-RS.
A ApelaçãoAo julgar o recurso, a maioria dos integrantes da 4ª Câmara Criminal se alinhou à tese da sentença, mantendo a condenação nos termos em que fundamentada na origem.
O desembargador Rogério Gesta Leal, no entanto, apresentou voto de divergência, por entender que o denunciado deixou de atender a ordem de revista porque estava sob efeito do crack. ‘‘Assim, em que pese a condição do acusado, por ocasião do fato, não ser excludente da culpabilidade, considero que foi determinante para a sua negativa de ser abordado, até porque, conforme a testemunha, ele não pronunciou nenhuma palavra agressiva, indicando a ausência de dolo pelo agente’’, escreveu no seu voto.
Em favor de sua tese, reportou-se ao desfecho de um julgamento na Turma Recursal Criminal, ocorrido em 4 de novembro de 2013, sob a relatoria do juiz Edson Jorge Cechet. Diz o acórdão: ‘‘Embora a embriaguez, voluntária ou culposa, não exclua a imputabilidade penal, todavia, no caso, consta dos autos que o acusado estava sob efeito de álcool, não se podendo concluir estivesse agindo com dolo de menosprezar a função pública. Impraticável se concluir a respeito da efetiva capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se sobre ele’’.
Assim, o desembargador deu provimento ao apelo do réu, absolvendo-o com base no artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal — o fato descrito na inicial não constitui infração penal.
A defesa do réu voltou à carga no TJ-RS, interpondo Embargos Infringentes, para fazer valer o voto minoritário. A matéria foi analisada pelo 2º Grupo Criminal, formado pelos integrantes da 3ª e 4ª Câmaras Criminais, responsáveis pela uniformização da jurisprudência nesta área.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

ELE PROMETEU EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, MAS CADÊ A QUALIDADE?

As famílias e os políticos tendem a se ater ao que está logo à vista: a infraestrutura. Assumem – equivocadamente – que se o prédio é moderno, a educação no seu interior é boa. E, ao contrário: se o lugar é precário ou a educação se faz ao ar livre, presumem – erroneamente – que a educação é má.
Ultimamente, as tecnologias são cobiçadas: ter computadores e internet na escola é sinônimo de modernidade (ainda que usem pouco ou mal) e de emprego no futuro. Não obstante, se pode fazer uma educação péssima em meio aos aparatos eletrônicos e uma educação excelente sem cabos, mais próxima das pessoas e da natureza. A Finlândia é um exemplo de um modelo escolar com um perfil tecnológico baixo.
A avaliação está na moda. Muitos creem que quanto mais avaliação – de alunos, docentes, estabelecimentos etc. – melhor. Isso não é necessariamente assim. Existem muitas avaliações mal pensadas e mal feitas, cujos resultados não revelam nada de significativo e nem levam a reparos. A culpa sempre é colocada nos avaliados, nunca nos avaliadores. A avaliação distrai do importante: a aprendizagem. Ao tirar o prazer da leitura e do estudo, põe uma tensão enorme nos alunos, professores e escolas, fomenta a competição e o engano. Estudar para uma prova não é aprender.
Também é difundida a ideia de que a educação pública é ruim e a privada boa. Há, no entanto, péssima educação privada (mesmo se é muito cara) e boa educação pública. Muitos – pobres e ricos – dizem que é boa a escola que oferece uma segunda língua prestigiosa. Ainda assim, o importante é que os alunos aprendam primeiro em sua própria língua. Isso é um direito e elemento essencial de uma educação de qualidade.
Para os pobres, muitas vezes, a qualidade da escola passa simplesmente por uma comida segura por dia, um professor ou uma professora que não falte, que não maltrate muito e que, oxalá, ao menos entenda a língua dos alunos.
Costuma haver grande distância entre realidades e percepções: na América Latina essa distância é enorme. Há excessiva satisfação com uma educação de má qualidade e baixos resultados de aprendizagem. Quanto menor o nível educacional, mais satisfeitas e mais conformadas as pessoas estarão com o sistema escolar. Por isso, não cabe confiar na opinião como critério para identificar a qualidade da educação.
Muitos poucos se preocupam e se ocupam do mais importante que é como se ensina; o que e como se aprende; o que, como e para que se avalia. O afeto, o interesse, o amor pela leitura, o gosto de aprender e a ausência de medo são ingredientes indispensáveis para uma educação de qualidade em qualquer idade.
Avançar na direção de uma educação de qualidade implica, justamente, que a cidadania se informe melhor a fim de saber por que e como reivindicá-la.

domingo, 21 de agosto de 2016

Deputada Magda Mofatto admite que pode concorrer ao Senado em 2018:

Deputada federal afirma estar focada em eleições municipais, mas aponta que resultados de 2016 podem aumentar projeção do PR no Estado.
A deputada federal Magda Mofatto (PR) afirmou, neste domingo (21/8), que apesar de rumores que a apontam como futura candidata ao Senado, no momento não há nenhuma negociação em andamento para 2018.
Magda, entretanto, não negou nem a possibilidade de concorrer a senadora nem a existência dos rumores. “As pessoas falam porque se os candidatos a prefeito e vice do PR forem eleitos em todo o Estado, aumenta muito a nossa projeção, então existe sim essa especulação”, explicou.
Para a coluna Bastidores, mofattistas afirmaram que Magda pode até se aliar com o senador Ronaldo Caiado (DEM) para as eleições de 2018: enquanto ela sairia como candidata a senadora, ele teria interesse em ser governador. Porém a deputada negou qualquer tipo de conversa nesse sentido, ao menos neste momento. “Estou totalmente focada nas eleições de agora”, garantiu.
Segundo Magda, o PR concentra esforços para eleger seus mais de cem candidatos a prefeito vice-prefeito em Goiás, além dos candidatos a vereador em vários municípios do Estado.

Goiânia
Vista pelo PR como “prioridade nacional”, a candidatura do Delegado Waldir à Prefeitura de Goiânia é uma das chances do partido aumentar sua projeção dentro do Estado. A primeira semana de campanha do deputado foi vista como “altamente positiva” por Magda.
“A campanha do Waldir é franciscana. Ele não é distante, chega no eleitor e segura na mão dele. Ele não agregou tantos partidos porque não fez negociação nenhuma, não prometeu secretaria, dinheiro, nem benesse para ninguém e as pessoas o enxergam como o único que não vai se envolver com corrupção”, avaliou.
A deputada comentou ainda o fato de as pesquisas apontarem um crescimento na candidatura de Vanderlan Cardoso (PSB) – que se aproxima de Waldir – e a liderança de Iris Rezende (PMDB). Segundo Magda, esses resultados são momentâneos, porque foi a primeira semana de campanha e o eleitor ainda analisa a situação.
“Com essas propagandas da Operação Lava-Jato, o projeto de Lei anti-corrupção, tudo é favorável ao Delegado Waldir. Ele faz uma campanha dentro do que o Ministério Público quer e o povo exige e continua sendo muito acessível à população”, defendeu, ressaltando que a tendência, a seu ver, é que o nome de Waldir se firme cada vez mais.

Caso Thaysa tem reviravolta e irmão da vítima é preso

O caso de Thaysa Vilas Boas, que foi baleada na cabeça em Tapejara, em julho deste ano, teve uma reviravolta. Nessa quinta-feira (18), a Polícia Civil prendeu Danillo Emanuel Vilas Boas, irmão da vítima.
Thaysa estava grávida de oito meses quando recebeu o tiro na cabeça, em Tapejara. Levada ao Hospital Norospar, em Umuarama, passou por uma cesárea de emergência e permanece internada, ainda em estado grave.
O bebê, que ganhou o nome de Lívia, morreu três dias após o parto. A princípio, o principal acusado era o ex-namorado da vítima e, agora, surgiu a suspeita sobre seu irmão. 

Investigações

O crime aconteceu na casa de Danillo, onde Thaysa passava alguns dias após brigar com o companheiro. O delegado de Cruzeiro do Oeste, Gabriel dos Santos Menezes, explicou que as suspeitas caíram sobre o irmão, pois ele foi a única pessoa vista no local e também deixando o imóvel após o disparo. O acusado foi o único que apontou o ex-companheiro da vítima como o atirador. 
Denúncias anônimas chegaram até a polícia, indicando Danillo como autor, indícios que levaram ao pedido da prisão temporária e buscas na casa onde ele vive. No imóvel foi encontrado um revólver calibre 38 com quatro munições, semelhantes a encontrada na cabeça da vítima.
Os objetos serão encaminhados para análise balística. A arma estava embaixo de um guarda-roupa e Danilo, que nega ter disparado contra a irmã, afirma que o objeto foi ‘plantado’ por alguém que deseja incriminá-lo.
O motivo do crime seria uma discussão, pois Danillo teria envolvimento com o tráfico de drogas e tentava aliciar a irmã para as atividades. Os dois teriam uma relação bastante conturbada.
A mesma relação cheia de atritos Thaysa teria com o ex-companheiro. A Polícia Civil ainda não descartou a participação dele, mas não tem evidências que o coloquem como suspeito. O delegado recebeu a informação de que a vítima já respira sem aparelhos, mas continua em coma. 

“Beira-Mar de Curitiba”, Éder Conde volta a ser preso pela Polícia

Um dos maiores traficantes do Paraná foi preso na tarde deste sábado (20), em Curitiba, por uma equipe do Centro de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil.
Éder Conde estava com um mandado de prisão em aberto pelo crime de tráfico e foi preso na casa da mãe dele, que fica na Cidade Industrial de Curitiba. De acordo com a Polícia Civil, foi encontrada a quantia de R$ 34 mil nos bolsos do traficante.

Velho conhecido

Éder Conde já é um velho conhecido da Polícia. Conhecido como “Beira-Mar de Curitiba”, ela já foi preso diversas vezes pelo crime de tráfico. Em 2010, ele foi alvo de uma operação da Polícia Federal, que localizou um “quartel-general” utilizado pela quadrilha de Conde para esconder drogas, armas e munições.
Já em julho deste ano, Éder se apresentou à Polícia para afirmar que não teve participação na morte de Diandro Claudio Melanski, considerado o “patrão do tráfico na CIC” e rival de Conde, que foi executado a tiros dentro de um carro. No entanto, a participação dele ainda não foi totalmente descartada pela Polícia, que investiga a situação.

Policial candidato a vereador é morto a tiros em 'emboscada'

Um inspetor da Polícia Civil foi assassinado a tiros na noite de sábado (20) no município de Senador Pompeu, interior do Ceará. A vítima, identifica como Claudio Nogueira, era candidado a vereador na cidade de Quixeramobim.
Segundo a polícia, o agente estava no carro com a mulher, quando foi abordado em uma rua por dois homens em uma motocicleta. Os criminosos se aproximaram do veículo e atiraram diversas vezes contra o policial, sem que dar chance de reação.
O inspetor Claudio Nogueira ainda chegou a ser levado a um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. A mulher da vítima não teve ferimentos.
Após o crime, os suspeitos fugiram sem serem identificados. Equipes das polícias Civil e Militares da região realizaram buscas durante a noite na tentativa de localizar os criminosos, mas até esta manhã ninguém havia sido preso.
A principal suspeita da polícia é que o crime tenha sido uma execução, já que não foi roubado nenhum objeto do casal.
Este foi o 18º policial assassinado neste ano no Ceará, sendo o terceiro neste mês de agosto. O caso mais recente havia acontecido no último dia 12. O policial militar Samuel Davi Nogueira Moraes foi baleado durante uma tentativa de assalto no Bairro Parangaba, em Fortaleza.

sábado, 20 de agosto de 2016

DILMA VAI ENFRENTAR FEROZES SENADORES GOLPISTAS E CORRUPTOS


A primeira mulher presidente do Brasil, sua ascensão e a iminência de uma queda.
Roberto Cabrini em uma entrevista reveladora com Dilma Vana Roussef, submetida pela primeira vez a todas as perguntas.
Durante três dias, acompanhamos seus passos no Palácio do Alvorada - da pedalada matinal às reuniões.
Às margens do Paranoá, entre jardins e esculturas imponentes, entre retratos de Juscelino e Luiz Inácio Lula da Silva.
Ali dentro, uma mulher em seu momento mais decisivo.
Confrontada com as mais duras questões, uma Dilma que poucos conhecem.
Isolada e abandonada por aliados, resiste como pode. Examina o passado, reencontra lembranças sobre as quais jamais tinha aberto sua vida.
O que é enfrentar o impeachment, para quem encarou sessões de tortura durante a ditadura militar?
O que é perder o poder para quem conviveu com um quadro 
grave de câncer?
Conversas em ambientes diferentes, instantes que vão revelando Dilma em sua essência.
Momentos mais leves. Outros marcados pela tensão. Passado e presente, reflexões, desabafos...
O caixa 2 e os esquemas de corrupção. Os erros, e as traições que sofreu. A relação com Lula, arrependimentos e convicções.
Aos 68 anos, diante da possibilidade de ser afastada definitivamente da presidência, Dilma faz o pode para manter o autocontrole.
Alterna momentos de visível irritação, com outros de profunda resistência. Está sempre a espera de boas notícias, mas elas não chegam.
O sorriso vem quando lembra com orgulho dos programas sociais, da luta pelos direitos das minorias e pelo acesso universal à educação.
Tudo agora ofuscado pelos escândalos da Petrobras, pela incestuosa relação entre grandes empreiteiras e o poder central.
Entrevistas francas revelam uma Dilma jamais vista.
É o que você vai ver no documentário especial "Crepúsculo no Alvorada", neste domingo, no Conexão Repórter, logo após o Programa Silvio Santos.