quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Caso Lobisomen: Nova foto intriga internautas e mistério continua chocando Araioses

Internauta postou foto do estranho animal, após primeira tentativa de incinera-lo
Aparência do ser desconhecido intriga população

Antenor Ferreira
Foto: Contribuição

O mistério do suposto lobisomen encontrado na zona rural do município de Araioses-MA, continuar a intrigar populares e internautas. O fato aconteceu no último dia 19 e até agora permanece chocando curiosos e repercutindo nas redes sociais. (Relembre o caso).
As primeiras imagens circuladas mostravam um animal de aparência desconhecida, porém assemelhada a um cão, ou lobo, que teria sido incendiado por populares, que relataram que as chamas não foram suficientes para destruir o cadáver do animal, morto por tiro de arma de fogo.

As opiniões se dividiram. Alguns questionaram a aparência do ser, enquanto outros sugeriram não passar de um cão que acabou se desenvolvendo mais que o normal, se tornando o predador da área em que vivia.

Mas agora a misteriosa novela ganha um novo capítulo. Um internauta do município de Tutóia postou fotos na rede social facebook que mostrou o animal, logo após primeira tentativa de incendiar seu corpo. Na imagem, já posta acima, nota-se que o ser é semelhante as criaturas de filmes e peças teatrais do mitológico monstro. 

O internauta relata ainda em comentário que existe um vídeo mostrando os moradores incendiando o animal. Veja:


As imagens publicadas reacendem a dúvida quanto a existência ou não desse ícone das fábulas populares, que até então nos assombrava apenas nas telinhas, ou nos contos dos nossos avós.

O mistério continua...

Timbiras, Maranhão: Bandidos explodem agência do Banco do Brasil

A explosão aconteceu na madrugada de hoje na única agência da cidade, aproximadamente 08 bandidos fortemente armados invadiram e explodiram com dinamites os caixas eletrônicos.
Até o momento não há nenhuma informação sobre a quantidade de dinheiro que foi levado pelos assaltantes, o que se sabe é que eles estavam num carro (que foi queimado na saída de Timbiras) e em algumas motos.

Registramos algumas cenas para que você, leitor, tenha uma ideia da situação em que ficou a agência.
Fonte, Fotos e Texto: Toussaint Frazão 






A agencia dos Banco do Brasil em Timbiras foi alvo de bandidos na madrugada desta quarta-feira (28/01). Segundo testemunhas (06) seis homens fortemente armados e encapuzados, explodiram com dinamites os caixas eletrônicos do Banco do Brasil, a ação dos bandidos foi bem planejada e violenta. Primeiro eles foram na delegacia atiraram no pneu da viatura da civil, e em seguida eles foram até o quartel da PM e também atiraram na outra viatura.
No quartel da policia militar só havia dois policiais de plantão, o sargento Gladilson e o soldado Nicolas.
“Segundo o sargento Gladilson que estava acordado com seu parceiro de plantão, assim que ele ouviu o disparo ele olhou de dentro do quartel e avistou uns três elementos posicionados e fortemente armados bem em frente ao quartel, segundo ainda o sargento se tivesse mais dois policiais talvez daria para se pensar em agir, mais infelizmente não dava para agente sair estávamos cercados concluiu o policial”.
Segundo um testemunha que reside próximo a agencia bancaria, a ação teve inicio por volta das 02:00 horas da manhã e demorou cerca de aproximadamente uns 30 a 40 minutos, foram momentos de terror era tiro pra todo lado e logo depois veio uma explosão, eram explosivos detonado os caixas do banco, em seguida subiu uma grande fumaça e vários estilhaços, segundo ainda a testemunha eram (06) seis homens em três motos dois deles estavam de capacetes e os outros estavam encapuzados e todos usando fuzil, as motos estavam ligadas na direção da saída para a cidade de Coroatá enquanto eles agiam, nesse momento as pessoas ligavam para a policia e eles diziam que o pneu da viatura estava furada e só tinha dois policiais de plantão e não tinha como saírem.
As policias de Codó e Coroatá foram imediatamente acionadas e segundo a guarnição Codoense na vinda eles avistaram um veiculo em chamas nas proximidades de uma ponte próxima a Timbiras. O gerente da agencia esteve no local na madrugada de hoje e nos contou que ainda não se sabe a quantia levada pelos bandidos.
No local uma cena de terror, toda agencia foi danificada e pelas imagens da para se observar o tamanho do estrago causado pelos assaltantes.
Fonte, Fotos e Texto: Blog do Sílvio RAMON



Perdão de um bilhão de Reais para a JBS: Maior rombo da história de Goiás

Reportagem do jornalista Dilmar Ferreira (O Anápolis)
Será que esse foi o preço da desistência do Júnior Friboi

de disputar a convenção do PMDB e hipotecar apoio à reeleição do governador Marconi Perillo? Tudo indica que sim e nem esperaram iniciar um novo mandato e no apagar das luzes de 2014, bem no período de Natal, o governador Marconi Perillo concedeu uma anistia válida por dois dias apenas para atender a empresa de Friboi. O preço da desistência do Friboi de disputar a convenção do PMDB foi o início da negociata as custa dos cofres públicos. Foi aprovada a Lei pela Assembleia Legislativa, sancionada e publicada no dia 22 de dezembro, mas o Diário Oficial só circulou no dia 27 daquele mês e valeu para três dias – 27,28 e 29 de dezembro, tempo suficiente para concretizar o maior rombo aos cofres do endividado Estado de Goiás.
Como pode o apoio de um homem que nunca teve um voto sequer valer R$1 bilhão? O que está por trás de tudo isso? Quem levou vantagem além da JBS? O presente foi dado pelo governador Marconi Perillo ou pelo povo goiano? Renúncia de Receita? Sim porque a dívida já estava consolidada e constava como crédito a receber. Se o Ministério Público de Goiás tivesse independência a lei nº 18.459, de 22 de dezembro de 2014 já deveria estar sendo questionada nos tribunais. Mas há uma cegueira total do Ministério Público que não cumpre com o seu dever de fiscalizar e de denunciar as falcatruas.
Pior de tudo é que a lei foi aprovada pela Assembleia Legislativa e nenhum deputado da oposição denunciou ou deu divulgação desta que foi a maior falcatrua legalizada em Goiás. Qual o papel dos parlamentares da oposição? É fiscalizar e na pior das hipóteses é denunciar através da imprensa. Se os veículos de comunicação estão vigiados, existem as redes sociais pelas quais poderia tornar público esse fato de grande relevância para a população.
O senador Ronaldo Caiado está indignado com o silencio dos parlamentares, inclusive e principalmente da oposição. O ex-governador Iris Rezende Machado disse estar “pasmo” e completou afirmando para o jornal O Anápolis que “agora está explicado por que o Friboi desistiu de sua candidatura”. Nenhum deputado, até agora, se manifestou sobre o caso, preferindo o silêncio. O que estaria por trás de tudo isso? Seria doação para campanha feita pela empresa do Friboi? Ou será que foram enganados pela base aliada?
As respostas a essas questões têm que vir à tona para que todos não fiquem atolados nesse mar de lama jamais visto em Goiás. A corrupção em Goiás que já veio em forma de cachoeira, agora chega ao atacado através de um grande presente recheado de proteínas retiradas do sangue derramado nos frigoríficos. Tudo indica que os vampiros trocaram o sangue das boiadas mortas nos frigoríficos pelo perdão das dívidas que vão irrigar outros bilhões de bois mortos, multiplicando assim o sangue de milhares de rebanhos que serão sacrificados em nome da ganância do dinheiro farto.

O Governo Federal vem despejando na JBS recurso bilionário via BNDES com juros baixíssimos em troca de dividendos para irrigar as campanhas eleitorais de todos os partidos. Agora, Marconi Perillo mostrou que é capaz de fazer muito mais, concedendo um perdão fiscal com o beneplácito dos deputados estaduais em forma de presente de Natal. Enquanto a JBS agradece o povo padece…

Marquinhos do Privé pode perder mandato e Magal inelegivel por 08 anos

A alegação: “Representação eleitoral interposta pelo Ministério Público Eleitoral em desfavor de Evandro Magal [prefeito Magal (PP), de Caldas Novas], Abadia Correia e Silva, Marco Aurélio de Sene Palmerston Xavier (Marquinho do Privê) e Magda Mofatto Hon, por suposta utilização de cadastro disponível na Prefeitura e de força de trabalho de servidores municipais, convocou e realizou reunião, com pretensos beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) para divulgar e enaltecer a candidatura dos candidatos Magda Mofatto Hon e Marco Aurélio de Sene Palmerston Xavier. Requer aplicação de penas pecuniárias.”
Um processo complexo que pode culminar na cassação do mandato do deputado e na inelegibilidade para o prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP). Não se pode utilizar programa ou bem público em favor de candidatos. “Provavelmente ocorreram reuniões com os tais beneficiários do programa e/ou utilizaram o cadastro da prefeitura para mandar correspondência a eles”, aposta o advogado.
A consequência: Caso julgada procedente a alegação do MPF, há cassação do diploma e do mandato do deputado; e/ou aplicação de multa. Além disso, o prefeito pode ficar inelegível por oito anos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Água escorrer na principal Avenida de Caldas Novas, Goiás


Na contramão de todo o Brasil, a prefeitura juntamente com o seu departamento de água de Caldas Novas, deixa escorrer pela principal avenida da cidade o precioso líquido que tanto precisamos para a nossa subsistência. 
É ou não é falta de gestão e planejamento?
Texto: Sílio Junqueira









PM FEMININA FOI MORTA A TIROS PELA EX-NAMORADA

Uma policial militar feminina foi morta a tiros pela ex-namorada, na noite de domingo (25), em Franca (SP) (a 414 km de Araçatuba). Marcela Maria de Oliveira, 31 anos, foi atingida por pelo menos três disparos, principalmente no peito. A suspeita do crime, de 39 anos, tentou se matar.
O crime aconteceu na avenida Joaquim H. Tostes, no Jardim Paineiras. De acordo com a Polícia Militar, Marcela estaria em um carro com a atual namorada e o filho dela, de 9 anos, quando foi “fechada” pela acusada, que é vigilante. Ao descer do veículo, a PM teria pedido para a namorada se afastar. Neste momento, aconteceram os disparos.
A PM morreu no local. A vigilante fugiu para casa da ex, que fica no quarteirão de baixo, e deu um tiro no próprio peito. Ela foi levada para a Santa Casa, em estado considerado grave. Se sobreviver, será presa por homicídio doloso.


Fonte: Folha da Região

EM URUAÇU, GOIÁS, PM EFETUA PRISÃO DO HOMEM QUE TOCOU FOGO EM UM ÔNIBUS

Daniel Bruno Martins Sudário foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) de Uruaçu no final da noite da terça-feira (20) após provocar um incêndio criminoso que destruiu, por completo, um ônibus estacionado no pátio da rodoviária da cidade (no Setor Sul I) que era usado para o transporte de trabalhadores que atuam nas obras de pavimentação/duplicação do trecho da rodovia GO-237 sobre a Ferrovia Norte Sul. De acordo com o delegado Daniel José Oliveira, titular da Polícia Civil na cidade, ficou apurado que o rapaz, por questões trabalhistas, desentendeu-se na tarde daquele dia com Donato Bispo dos Santos Filho, que havia alugado o ônibus (placa JOZ-9918, de Uruaçu) pertencente a Márcio Winder Salgado. Segundo a autoridade policial, Donato relatou que Daniel Bruno havia prometido atear fogo no ônibus por não conseguir acordo para ser demitido e, dessa forma, ter recursos financeiros para retornar ao Piauí, sua terra natal. O trabalhador, então, ingeriu bebidas alcoólicas a tarde toda e acabou por cumprir seu intento, à noite. Em seguida, a PM recebeu denúncia anônima que um homem sem camisa estava numa lanchonete na rodoviária de Uruaçu. Ele confessou o incêndio no coletivo, informando que usou a peça de roupa embebida em combustível para tal; e foi recolhido ao Centro de Inserção Social (CIS) da cidade, onde vai aguardar o pronunciamento da Justiça. Enquanto a PM prendia o rapaz, o Corpo de Bombeiros de Uruaçu precisou de 1h30 de árduo trabalho para debelar o fogo e fazer o rescaldo no pouco que restou do ônibus. De acordo com o capitão Ary Dutra Bernardo dos Santos, comandante dos Bombeiros na cidade, foram necessários 2.500 litros de água para combater as chamas dada a farta quantidade de material inflamável existente no veículo, além do combustível que estava no tanque.
A corporação, ainda, teve que agir rápido para isolar e evitar a iminente explosão dos pneus do ônibus, já que havia o grande risco do fogo alastrar-se e atingir também um caminhão da empresa D´Granel (de Niquelândia) que estava estacionado na rodoviária de Uruaçu, ao lado do veículo incendiado. Segundo Ary Dutra, apesar da grande quantidade de fogo e de fumaça - que pôde ser vista de toda a cidade - ninguém ficou ferido ou intoxicado em razão da atitude do rapaz uma vez que o ônibus queimado estava estacionado em área um pouco distante das plataformas de embarque e desembarque de passageiros em Uruaçu.
 

PREFEITO EVANDRO MAGAL DEVERIA A PRENDER A PRIORIZAR A SAÚDE E A EDUCAÇÃO:Carnaval de Jaraguá é cancelado para conter gastos do município

O prefeito de Jaraguá, Ival Danilo Avelar (PTB), decidiu cancelar o carnaval da cidade, considerado tradicional, como medida de contensão de gastos.
Segundo o prefeito, deve ser feito um trabalho de informação e de esclarecimento junto a população através dos meios de comunicação. A Prefeitura foi parabenizada pelo promotor de Justiça Sebastião Everaldo por meio de um ofício do Ministério Público pela ação.
De acordo com Ival Avelar, "para se fazer um carnaval de alto nível gastaríamos de 350 a 400 mil reais e o município não tem esse dinheiro e não conta com o apoio de patrocinadores. Temos outras prioridades mais urgentes. Portanto, vamos apenas lembrar a data com uma bandinha local no coreto da cidade", afirmou.
Nos anos anteriores os governos Estadual e Federal ajudavam financeiramente os municípios no carnaval, o que não aconteceu neste ano.
Outro município que também cancelou as festividades foi Bom Jardim de Goiás, cujo prefeito, Cleudes Baré (PSDB), é presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM). "Lamentamos o fato, mas temos a certeza de que a população vai saber compreender. Não temos como retirar recursos de outros setores. Seria mais prejudicial", disse ele.
Para a AGM, a falta de recursos é efeito da crise financeira que atinge os municípios. De acordo com a associação, devido à perspectiva de agravamento da crise econômica do país, os gestores devem ter o máximo de cautela com as finanças, evitando assumir novos compromissos, valorizando os recursos e priorizando o necessário.
PRIORIDADE DE MAGAL É GASTAR  O DINHEIRO DO POVO COM SHOW!

Veja o que acontece quanto policias montam um crime:

Primeira hora de 1º de janeiro de 2015. Rua Erva de Ovelha, Vila Jacuí, periferia da zona leste de São Paulo. O pedreiro Vagner de Sousa Ribeiro, um homem negro de 32 anos, vestindo camiseta regata de uma torcida uniformizada do Palmeiras, está em pânico.
Acuado, atrás de uma cama de casal em um quarto escuro, Lápis, como é conhecido desde a infância nas ruas do bairro, implora para não ser morto por dois policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar que, a pouco mais de dois metros de distância, o têm sob a mira de suas armas.
 

 
Os PMs gritam para que o pedreiro saia de trás da cama e, com as mãos para o alto, se renda. Ribeiro reluta, grita não estar armado e implora para que os PMs não atirem. Quando decide deixar o escudo da cama, Ribeiro é jogado ao chão por dois tiros de uma submetralhadora Famae, calibre .40.
Após breve silêncio, Ribeiro recebe mais quatro disparos. Dessa vez eles partem de uma carabina CT, calibre .30. O cheiro da pólvora se mistura ao do sangue que escorre do corpo do pedreiro enquanto o sargento da PM Marcos Akira Rodrigues Teixeira, 35 anos, responsável pelos dois primeiros tiros, se aproxima do homem estirado.
A luz do quarto é acesa quando o soldado Djalma Aparecido do Nascimento Junior, 25 anos, autor dos outros quatro tiros contra Ribeiro, os de carabina .30, se aproxima do seu superior imediato, o sargento Akira, e entrega para ele um revólver calibre 32.
Assim que pega o revólver da mão do soldado Djalma, o sargento Akira dá três tiros com a arma. Dois acertam as paredes do quarto onde Ribeiro já está morto e o terceiro, a porta. Em seguida, a arma é colocada perto do corpo do pedreiro.
Simultaneamente à morte de Ribeiro, a 170 metros de distância, na rua Erva de Carpinteiro, outra equipe de PMs cerca Vitor Lofte Barbosa, 22 anos. Moradores do lugar ouvem quando Barbosa grita “pelo amor de Deus” para não ser morto e, em seguida, sete tiros são ouvidos.
Quatro dos sete tiros contra Barbosa são disparados pelo sargento Antonio Eduardo Prado, 46 anos. Os outros três são dados pelo cabo Luis Alberto Almeida Lima, 49. Os dois PMs são da Força Tática (suposta tropa de elite de cada batalhão da PM paulista) do 29º Batalhão.
Levado para o Hospital Santa Marcelina, Barbosa morre. O corpo de Ribeiro fica no quarto onde foi baleado, à espera da perícia. Logo após as mortes, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, é acionado para investigá-las.
A farsa sobre a morte de Ribeiro continua quando os PMs Akira e Djalma prestam depoimento ao delegado Manoel Fernandes Soares, do DHPP. Eles inventam uma versão fantasiosa para a morte de Ribeiro: ele estava armado, atirou vezes contra os PMs e morreu no revide.
Os PMs afirmam que Ribeiro e Barbosa, vizinhos na Vila Jacuí, integravam uma quadrilha de ladrões que, no Reveillon de 2014 para 2015, usou explosivos para atacar os caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil, distante cerca de 500 metros das casas de ambos.
O primeiro caso de “morte sob intervenção policial” ou “resistência seguida de morte” de 2015 começou a mudar três dias depois (04/01) quando o sargento Akira procurou um pastor evangélico para revelar que a morte de Ribeiro havia sido a execução de um homem desarmado e já rendido.
Orientado pelo pastor, o sargento Akira, acompanhado de seu irmão, Paulo, decide ir à Corregedoria (órgão fiscalizador) da PM. Lá, ele revela em detalhes a farsa montada juntamente com o soldado Djalma para tentar justificar a morte de Ribeiro.
Assim que a Akira revela a verdade sobre a morte de Ribeiro, o juiz Luiz Alberto Moro Cavalcante, corregedor do Tribunal de Justiça Militar de SP, determina a prisão temporária, por 30 dias, do sargento Akira e do soldado Djalma.
Até a confissão de Akira, a Corregedoria da PM tratava as mortes de Ribeiro e de Barbosa como “resistência à prisão seguida de morte” ou “morte sob intervenção policial” — que é quando o morto consta na apuração como “autor” e o PM, responsável pela morte, a “vítima”.
Ao tentar justificar a execução de Ribeiro, o sargento Akira disse “ter perdido a cabeça e ficado com raiva”.
“Se os PMs ficarem em liberdade, eles prejudicarão e dificultarão a apuração da verdade. Ademais, os crimes são graves e as autoridades constituídas têm o dever de investigar com seriedade, utilizando todos os meios legais disponíveis, para transmitir à sociedade o sentimento de segurança e de credibilidade nas instituições Polícia Militar e Justiça Militar Estadual”, escreveu o juiz Cavalcante, na ordem de prisão contra os dois PMs.
Kit flagrante
Após as mortes de Ribeiro e de Barbosa, vários policiais militares integrantes da Força Tática do 2º Batalhão da PM, alguns deles de folga e de férias, vão até os locais onde ambos foram baleados e se juntam aos policiais de serviço e envolvidos diretamente nos homicídios.
A disposição dos PMs de folga ou férias em deixar os parentes em casa, em plena noite de Réveillon, chama a atenção da Corregedoria da PM e o capitão Rodrigo Elias da Silva solicita ao juiz Cavalcante autorização para realizar buscas na casa de 17 policiais militares — sendo três deles oficiais — do 2º Batalhão.
Na manhã de 20 de janeiro, dezenas de policiais da Corregedoria da PM entram na casa dos 17 PMs e apreendem armas e munições irregulares e, na sede na Força Tática do 2º Batalhão, também localizam papelotes de cocaína, maconha e pedras de crack.
As armas, munições e drogas, segundo suspeita dos integrantes da Corregedoria da PM, são parte do “kit flagrante”, ou seja, materiais utilizados por PMs para forjar crimes contra pessoas que são paradas por eles nas ruas e também para justificar assassinatos, como no caso do pedreiro Ribeiro.
Quatro PMs da Força Tática do 2º Batalhão foram presos administrativamente pela Corregedoria da PM pelo porte dos materiais ilegais.
Um dia após a operação no 2º Batalhão da PM, localizado na zona leste de São Paulo, a Corregedoria da PM realizou buscas por “kits flagrante” nos armários dos PMs da 2ª Companhia do 35º Batalhão, em Itaquaquecetuba, na área leste da Grande São Paulo.
Em cinco armários foram apreendidos quatro revólveres calibre 38, uma metralhadora Beretta 9 mm, duas pistolas .380, cinco carregadores, munições diversas, quatro granadas, duas toucas ninjas, quatro telefones celulares, além de centenas de papelotes de cocaína e maconha e 321 pedras de crack.
Outro lado
Ao solicitar a revogação do sargento Akira, em 15 de janeiro, o advogado Clauder Corrêa Marino alegou à Justiça que o militar “jamais teve participação em qualquer delito, visto que é primário, possui bons antecedentes, sendo que sempre foi pessoa honesta e voltada para o trabalho”.
Ainda segundo Marino, caso seja colocado em liberdade, Akira “não representa ameaça ou que ele vá prejudicar” as investigações do inquérito policial sobre a morte do pedreiro Ribeiro. “A manutenção da prisão temporária em desfavor do requerente [Akira] é ilegal e exagerada”, continuou o defensor do PM.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa do soldado Djalma que, assim como o sargento Akira, segue preso no Presídio Militar Romão Gomes, no Jardim Tremembé, na zona norte de São Paulo.
Por meio de nota oficial, a Polícia Militar informou, no dia 20:
“A Corregedoria da PM cumpriu nesta terça-feira (20 de janeiro) 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Militar em uma investigação que apura o envolvimento de dois policiais militares na morte de um suspeito, após a explosão de um caixa eletrônico na noite do dia 31 de dezembro, na Vila Jacuí, na Zona Leste da Capital.
Os policiais, dentre eles um sargento, estão em prisão temporária no Presídio Romão Gomes desde 4 de janeiro.

A operação desta terça teve por objetivo obter provas para o inquérito policial militar que investiga as mortes. Após as buscas, quatro policiais militares foram presos administrativamente pela Corregedoria por portarem munições de armas de uso restrito.”
Fonte: http://www.brasildefato.com.br

CALDAS NOVAS A PRIORIDADE É GASTAR O DINHEIRO DO POVO COM FESTAS E SHOW