Na manhã desta quinta feira [22/01] Policias militares foram acionados por curiosos para comparecera rua Antonio Barbosa Soares Bairro Codó novo. Na ocasião se tratava de um crime a bala e que teria ceifada a vida de Talmir Muniz idade não declarada.
De acordo com as informações ele teria levado 3 tiros de um individuo que estava de capacete na garupa de uma moto. curiosos confirmaram para a policia que foram no local do crime, que ele estava sendo perseguido no momento por dois elementos que estava em uma moto. como a ação foi rápida não foi possível identificar a moto que estava os dois criminosos.
O blog obteve mais informações da vitima, que segundo o sargento Gomes que foi acionado juntamente com a sua equipe para se dirigir até local e relatou que Talmi já tinha varias passagens pela a policia por pratica de furtos e roubos.
No momento Talmi não tinha residência fixa, era usuário de drogas e praticava assaltos. O crime teve características de ajuste de contas segundo o sargento Gomes. a policia civil agora vai trabalhar nessa hipótese e descobrir quem foi o responsável por esse crime , mais um registrado em Codó.
Vamos acompanhar esse caso para que possamos dar mais detalhes neste caso.
Transparência com o dinheiro público? Caldas Novas não tem
Cumprindo com o meu papel de fiscalizador, no dia 24 de Novembro do ano passado encaminhei um ofício para o secretário de comunicação de Caldas Novas, solicitando dele com base na Lei de Acesso a Informação, a planilha com os contratos de publicidade do município de Caldas Novas. 59 dias depois do ofício protocolado o secretário não se manifestou.
Vou propor uma medida judicial para ter acesso a planilha e pedir a responsabilização do secretário que se nega a responder o pedido legítimo que fiz.
Na madrugada de 21/01por volta das 4:30 na Go139 próximo a cidade de Corumbaiba (50 Km de CaldasNovas) os policiais militares em patrulhamento se depararam com indivíduos em uma motocicleta CG Titan de cor prata e um Chevrolet Monza de cor branco o qual apresentava estar bastante pesado.
O fato chamou a atenção dos militares, que de imediato iniciaram procedimento de abordagem aos suspeitos, porém ao perceberem a aproximação da polícia os mesmos saíram em disparada, tentando fugir da abordagem policial por uma estrada vicinal.
Em perseguição e acompanhamento aos suspeitos, sendo que após várias tentativas de abordar os referidos veículos, (giro-flex, sirene, sinais de farol), estes não pararam, e não obedeceram as ordens de parada emanadas pela equipe policial, diante da recusa por parte dos suspeitos o veículo Chevrolet Monza só foi parado após disparos contra o pneu traseiro do veículo, o qual veio a estourar parando instantaneamente.
Porém o condutor, veio a abandonar o veículo e adentrou em um matagal, o outro condutor da motocicleta CG Titan, também abandonou sua moto, ambos foram identificados, sendo conhecidos no meio policial por crimes de furto e roubos, principalmente em fazendas.
No Monza, foi localizado em seu interior uma arma de fogo tipo espingarda calibre 28 com uma munição deflagrada, no porta malas carne bovina e várias facas, entre outros materiais usados para abate de animais.
Enquanto era realizado o registro do BO/PM compareceu uma pessoa informando aos militares que o mesmo havia sido vítima de furto de gado em sua fazenda durante a madrugada, e que haviam abatido um boi em suas terras, deixando pelo local os restos do animal.
Acredita- se que a carne manuseada sem nenhuma higiene, seria vendida em comércios da cidade.
Por volta de 19h00min, do dia 21/01/15, durante deslocamento para a cidade de Marzagão a viatura 7703 composta pelo CB Gilmar e SD SV Rincón, visualizaram dois indivíduos trafegando em uma moto em atitude suspeita sendo realizada uma abordagem policial e durante busca pessoal foi encontrado com o garupa uma sacola contendo dois (tijolos) de maconha pesando aproximadamente 01 kg. Durante entrevista os mesmos informaram que adquiriram a droga de um individuo em Caldas Novas. Com apoio do Serviço de Inteligência deslocaram ate a residencia do suspeito, porem o mesmo não foi encontrado. Diante dos fatos os autores, JOSÉ LUCAS RODRIGUES MOURA DN 11/09/91 e CLEIBE CARVALHO FERREIRA DN 14/01/77, foram presos e conduzidos a DP onde foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
população quanto a prefeitura de Caldas Novas arrecada.
No ano de 2014 foram: Cento e noventa e três milhões, cento e vinte e oito mil, novecentos e trinta e oito reais e setenta e sete centavos.
Você contribuinte não acha que mais de cento e noventa e três milhões de reais arrecadados no ano de 2014 não dava para ter feito obras, tapado buracos, investido em asfaltamento de vias, comprado remédios, pagado bem o funcionalismo, e ter investido nas áreas prioritárias?
O prefeito da cidade, senhor Evandro Magal, encaminhou para a Câmara Municipal o Projeto de Lei nº. 005/2015 com a finalidade de criar o INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DA CIDADE DE CALDAS NOVAS-INCCAN, já que é do conhecimento de todos que ele pretende firmar convênio com uma Faculdade Particular sediada em uma cidade do Triângulo Mineiro que tem interesse econômico em instalar determinado curso superior por aqui. Até aí, tudo bem. Boa iniciativa. Só que para não perder o costume e reafirmar sua sanha de DILAPIDAR O PATRIMÔNIO PÚBLICO, ele inseriu, de mansinho, um absurdo jurídico no corpo do referido projeto, obtendo autorização para DOAR ÁREA PÚBLICA DE ATÉ 30.000m² em qualquer setor da cidade. Fez tudo isso em surdina, combinando apenas com os parlamentares de sua base, porém esqueceu que existe OPOSIÇÃO ATUANTE que logo descobriu a tramoia. De duas uma: Ou nosso prefeito encontra-se inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito dos atos que pratica e ou determinar-se de acordo com este entendimento ou ele confia muito na IMPUNIDADE, pois um homem que já responde dezenas de processos em razão do desprezo com a coisa pública tinha que ter, no mínimo, vergonha de continuar com estas atitudes.
EM ENTREVISTA A RÁDIO GOSPEL FM, NEY DETONOU MAGAL
Em uma entrevista de trés horas e meia, o ex-prefeito de Caldas Novas, Ney Gonçalves de Sousa, falou de sua administração e da atual gestão. Bombardeou com numeros e questionamento a administração atual. Ney demostrou por que representa uma ameaça aos objetivos políticos de Magal, Magda e Grupo Privé.
Sempre aparteado pelo povo de Caldas Novas, que revoltado com atual administração, reclamou, denunciou e criticou a gestão do prefeito Evandro Magal.
Ouvimos atentamente a fala de Ney e chegamos a conclusão de que Caldas Novas realmente vive um momento crítico e caótico, onde o que existe de novo em Caldas Novas ainda são efeitos da administração de Ney Viturino.
Hoje, com o fracasso administrativo e politico de Evandro Magal, mesmo com o apoio de Magda e Grupo Privé, em dois anos não realizou coisa nenhuma, traz de volta ao mundo politico de Caldas Novas, a figura do ex-prefeito Ney Viturino.
A verdade é que o ex-prefeito, que estava ausente da sena politica de Caldas Novas, foi beneficiado pela incompetência e a incapacidade administrativa de Evandro Magal em solucionar os problemas do município. A atual administração se encontra perdido em gerenciar o bem público e estar a serviço exclusivo dos barões do turismo local. Enquanto isso, a população humilde e a zona periférica da cidade completamente abandonada.
Ney voltou das cinzas, ressuscitado pela inoperância e a inercia dos trés principais grupos políticos de Caldas Novas, associados a burguesia podre e oportunista do ramo hoteleiro.
Ney é uma ameça visível ao planos de Magal para se manter no poder por nais quadro anos, não pela vontadade pessoal de Ney, mas pela incapacidade administrativa de Evandro Magal e seus aliados.
A insatisfação do povo é generalizada, visto o abandono em que se encontra a cidade de Caldas Novas. Magal continua com seu blá, blá, blá e seus foguetes atômicos, pensando e sonhando que o povo estar dormindo. É muito perigoso para o politico achar que pode menosprezar a inteligência da massa enfurecida.
O certo é que, Magal ressuscitou Ney com sua incompetência e Ney com certeza saberá usar essa oportunidade como fez no passado! A MAIOR BURRICE DE QUEM SE ENCONTRA NO PODER E ACHAR QUE É DEUS.
Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) é uma força de intervenção da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), responsável por atuar em situações críticas, sendo a reserva tática de pronto emprego da Corporação. Seu efetivo é voluntário, formado por policiais de elevado preparo técnico, tático e psicológico.
Hoje o BOPE é conhecido em todo o Brasil e também fora dele. Muito se fala, se escreve e se produz sobre a unidade. No entanto, trata-se de um batalhão com mais de três décadas de existência, com trajetória ampla e diversificada, na busca constante da excelência operacional. Seu atual comandante é o Tenente Coronel André Silva de Mendonça.
Histórico
A ideia de criar o BOPE surgiu após o trágico desfecho da ocorrência com reféns no Instituto Penal Evaristo de Moraes, conhecido como “Galpão da Quinta”, em 1974. Na ocasião o diretor do presídio, o Major PM Darcy Bittencourt, que era mantido refém pelos criminosos que tentavam fuga, foi morto juntamente com alguns presos após a intervenção da força policial. O então Capitão PM Paulo César de Amêndola, que presenciou o gerenciamento daquela crise, propôs ao Comandante Geral a criação de um grupo de policiais que fossem especificamente treinados para atuar em ações de extremo risco.
Dessa forma, em 19 de janeiro de 1978 foi criado o Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), instalado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), em Sulacap.
Os policiais que formaram o NuCOE eram voluntários, dotados de comprovada integridade moral e alguns possuíam especialização nas Forças Armadas, tais como o Estágio de Operações Especiais, Curso de Guerra na Selva ou o Curso de Contra Guerrilha – CONGUE (origem do Curso Especial de Comandos Anfíbios – ComAnf).
Em 1982, o núcleo mudou sua designação para Companhia de Operações Especiais (COE), passando a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), no Estácio. Após seis anos, o COE transformou-se na Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), porém sua instalação continuou sendo dentro do BPChq.
Finalmente em 1º de março de 1991 foi criado o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), ficando extinta a CIOE, mas permanecendo no interior das instalações do BPChq.
Somente em dezembro de 2000, a unidade ganhou instalações próprias, um antigo prédio abandonado no alto da comunidade Tavares Bastos, em Laranjeiras.
Em 2011, o BOPE passou a fazer parte do Comando de Operações Especiais (COE), que também inclui o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), o Batalhão de Ações com Cães (BAC) e o Grupamento Aeromóvel (GAM) . Por conta dos planos de segurança para a Copa de Mundo e Olimpíadas, a sede da unidade tem previsão de mudança para a região de Ramos, na área de um antigo quartel do Exército, com localização estratégica na cidade, tendo ligação direta com as principais vias expressas da cidade.
Missão Pacificação
A partir dos anos 80, o Rio de Janeiro sofreu uma escalada da violência urbana por inúmeros e interligados motivos. Hoje os tempos são outros, a política de Segurança Pública está fortalecida e o carro chefe dessa mudança é a pacificação das comunidades.
Pelo Decreto nº 42.787 de 06 de Janeiro de 2011, ficou estabelecido o programa de pacificação, dividindo a implantação de UPP em quatro fases – 1) Intervenção tática; 2) Estabilização; 3) Implantação da UPP; e 4) Avaliação e Monitoramento. Inserido nesta dinâmica, o BOPE vem desempenhando desde 2008 as duas primeiras fases para implantação de uma UPP – a intervenção tática e a estabilização.
Dentro deste contexto, a unidade não somente ocupa o terreno, mas também promove atividades de interação com a comunidade, como reuniões, torneios esportivos, eventos religiosos entre outros. Essas atividades foram surgindo pela natural necessidade de interação com a comunidade e acabaram por facilitar sobremaneira e tornar mais produtivo o processo de pacificação das comunidades do Rio de Janeiro.
Uma australiana condenada por tráfico de drogas na Indonésia ganhou liberdade condicional nesta segunda-feira. Schapelle Corby, atualmente com 36 anos, foi condenada em 2005 a vinte anos de prisão por tentar entrar com 4 quilos de maconha no país.
A droga estava em sua bolsa quando ela foi detida no aeroporto internacional de Bali. Ela sempre alegou inocência e seus advogados argumentaram que a droga foi colocada em sua bagagem, possivelmente por funcionários do aeroporto envolvidos com o tráfico – o que não ficou provado.
Depois de esgotar todos os recursos, a defesa de Schapelle apelou por clemência. Em 2012, a Justiça do país reduziu sua sentença em cinco anos por bom comportamento, o que abriu caminho para sua liberdade condicional. A decisão veio também depois que um exame médico indicou que a australiana sofria de depressão profunda.
Sua saída, no entanto, enfrentou entraves burocráticos dos serviços de imigração sobre a concessão de uma autorização de moradia para um estrangeiro que cumpriu pena. Ela não deverá voltar para a Austrália até o fim do período da pena, acrescido de mais um ano de condicional. Neste período até 2017, deverá morar em Bali com a irmã, que é casada com um indonésio.
Sua libertação provocou indignação na Indonésia, onde muitos legisladores e grupos de combate às drogas dizem que a liberação da australiana vai contra as estritas leis do país. Também há críticas às autoridades, que estariam dando atenção especial ao caso – a Justiça rejeita as críticas e afirma que a libertação da prisioneira está dentro da lei.
O caso mobilizou a opinião pública da Austrália, que comemorou a notícia sobre a libertação de Schapelle, considerada por muitos vítima de um cartel e de uma justiça corrupta. Houve críticas, no entanto, ao fato de a família da australiana ter entrado numa disputa com os maiores veículos de comunicação do país para ver quem pagaria mais pela primeira entrevista exclusiva dela fora da prisão.
Não sou dono da verdade e nem conheço essa história profundamente. A sociedade timbirense é que conhece os fatos e sua história. Porém vou contar o que vi, presenciei e interpretei a figura do ex-prefeito Chico do Foto antes dele virar prefeito pela primeira vez. Peço desculpas aqueles que tem outra visão da história ou uma opinião contraria. Aceito mais informações, críticas ou sugestão!
Sou codoense e a 20 anos moro em outro Estado da federação, mas morei em Timbiras e quando não morava costumava visitar com bastante frequência, principalmente na férias. Acredito que Timbiras teve experiência demais com estrangeiros e que foram bem negativas para a coletividade e o povo em geral. Foram oportunistas e aproveitadores que chegaram ao poder, exploraram de forma agressiva o patrimônio do povo Timbirense para se enriqueceram e se auto sustentarem. Além de se beneficiarem exclusivamente, mostraram incompetência administrativa. Lembro quem era o Chico do Foto em Codó e região: Sem nenhuma cultura, conhecimento, para sobreviver tirava fotos e de péssima qualidade, pois não era do ramo. Ele era tão sem noção das coisas, que pagou uma migalha para o meu falecido amigo Gilberto Muniz de Codó para fundar em Timbiras um partido para ele, e se eu não mim engano era o PDT. O Gilberto fez tudo, filiou os eleitores, fez a convenção e realizou todos os procedimento legais para a fundação do Partido em Timbiras. Bom, Chico do Foto se aproximou primeiro do povo do interior,"zona rural", Certa vez ele falou para o Gilberto como ele faria para ganhar as eleições: Disse que faria amizade com os eleitores pescando, caçando, almoçando, tomando café, jogando baralho e principalmente distribuindo fumo. Assim ele fez! Criou um circulo de amizade muito grande e de maneira silenciosas. O contato do Chico era com o povão, durante 04 anos e sem falar para ninguém de sua real intenção. Os políticos e as pessoas de condições financeiras de Timbiras nem perceberam o jogo do Chico. Na verdade, politicamente o Chico era um Zé Ninguém, analfabeto, pobre, feio e nem sabia se comunicar direito com os maiorais da cidade! A eleição chegou, Chico mesmo com dificuldades lança sua candidatura, o prefeito da época estava muito desgastado e impopular, se eu não mim engano, era o Dr° Chagas, um politico elitizado e burguês, longe do povo e do trabalhador. O certo é que, enquanto os políticos tradicionais achavam que Chico não fazia medo, por conta de sua situação social, ele, o Chico, trabalhava sem parar em sua campanha. A vida do Chico era a sua campanha. Com um circulo de amizade muito grande na zona rural, ficou fácil para Chico conquistar a periferia Timbirense. Não deu outra: Chico Eleito prefeito! Foi um verdadeiro azarão. Bom, hoje o Chico não é mais o Chico do Foto daquela época! Bem amigos posso até não conhecer a profundidade daquela época, mas tentei passar aqui a minha interpretação do eu vi! ESTAR NA HORA DOS TIMBIRENSES ASSUMIREM TIMBIRAS!