sexta-feira, 18 de julho de 2014

UM MARANHENSE DE 52 ANOS PROVA QUE SEMPRE É TEMPO DE SE REALIZAR!

Aos 52 anos, José Mario Silva dos Santos teve a emoção de ver seu nome na lista dos 3.961 aprovados no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) na última segunda-feira (14/7). Ele poderia ser apenas mais um estudante, não fosse a história de superação e persistência. Natural de São Luís (MA), morador de Planaltina, José Mario foi pedreiro, lavador de carros e flanelinha, função que ocupa atualmente. Depois de concluir o ensino médio no Maranhão, ele passou mais de 28 anos longe dos estudos, mesmo assim, conquistou uma vaga para o bacharelado em gestão ambiental no câmpus Planaltina.
“Passar não é um bicho de sete cabeças como as pessoas dizem. Não é tudo isso: basta ter dedicação, insistir, ter perseverança. É chegar em casa e estudar mesmo”, indica. Um dos seus lemas vêm da Canção do Tamoio, de Antônio Gonçalves Dias, que diz que viver é lutar: “A vida é combate, que os fracos abate, que os fortes, os bravo só pode exaltar.”

O que ajudou na aprovação também foi o hábito de buscar conhecimento. “Se eu via livros e cadernos jogados por aí, eu pegava e lia. Tentava resolver os exercícios. Nunca me deixei enferrujar e também já trazia um embasamento do meu passado”, analisa. Desde os tempos de escola, José Mario, ou Maranhão como é conhecido na rua, tem facilidade e gosto por geografia, história, química, física e matemática.


“Eu gosto muito dessa área que o curso envolve. Também tem a ver com a natureza”, esclarece. A maior dificuldade foi na redação, em que obteve nota 5 no vestibular. “Em São Luís, aprendi o sistema de redação narrativo, mas, nas provas, é cobrado o texto dissertativo. Tive que aprender a dissertar e a ter coerência e coesão”, lembra.
Uma bolsa concedida pelo cursinho pré-vestibular MFE, de Planaltina, foi importante para superar esse obstáculo. “Eu cheguei lá e pedi para estudar porque queria passar na UnB. Eles não me levaram a sério, mas, depois de insistir, toparam me dar um mês e meio de bolsa”, lembra. O diretor do cursinho, Fernando Gonçalves, foi vencido pelo cansaço. “Ele ia ao cursinho incessantemente pedindo para estudar. Nós tínhamos medo pelo preconceito que outros alunos poderiam ter pelo fato de o José ser flanelinha, mesmo assim, decidimos dar uma oportunidade a ele em agosto do ano passado”, conta Fernando.

A chance oferecida logo deu resultados e, em dezembro de 2013, José Mario apareceu entre os aprovados para o curso de geografia no vestibular da Universidade Estadual de Goiás (UEG). “Fui aprovado, mas não classificado, mas foi por pouco. Meu déficit em português fez com que meu desempenho em redação não fosse bom”, lembra. “Quando os professores do cursinho viram que eu estava levando a sério, resolveram me dar bolsa por mais tempo. Estudei, então, até o vestibular”, disse.

A professora de geografia Aracelly Castro foi uma das grandes incentivadoras de José Mario. “No início, ele estava mais inseguro, achava que não ia passar e pensou em desistir. Muita gente o estimulou a ficar. Ele é um aluno muito participativo e não volta para casa com dúvidas”, afirma a professora.

Para as colegas de cursinho Flávia Magalhães, 24 anos, e Marilda Rodrigues, 20, o vigia de carros é uma inspiração. “Ele é um guerreiro e uma motivação para os outros alunos”, afirma Flávia. “Ele é um exemplo e mostra que é possível conciliar trabalho e estudos. Ele não tem vergonha de errar e vai atrás do que quer”, finaliza Marilda.



Sonho de integração
Para Maranhão, a aprovação no vestibular significa um novo começo. “Eu queria me reintegrar à sociedade ou por meio do vestibular ou por meio de um concurso público. Não estou cheio de glamour, mas estou satisfeito. Tenho a sensação de dever cumprido”, comemora. “Fui a uma igreja evangélica uma vez, e o pastor disse que Deus estava preparando uma universidade para mim. Eu acreditei naquilo piamente. Acreditei, estudei e passei”, conta.

Segundo Maranhão, chegar ao ensino superior é algo que ele deveria ter feito há mais tempo. “Minha irmã, tias, todo mundo da minha família tem nível superior. O meu problema foi que, muito cedo, eu arrumei mulher e filha e fui trabalhar para sustentar a família. Assim, deixei os estudos para trás”.

Pai de quatro filhas com quem não têm contato há anos, veio tentar a vida em Brasília, há nove anos, depois de terminar um casamento que durou 13 anos. “Minha irmã mora no DF, mas não me queria na casa dela. Fui para a rua. Depois, fui trabalhando e melhorando, até conseguir morar de aluguel. Agora, estou morando na casa de uma tia. Isso me deu tranquilidade - e menos despesas - para estudar para o vestibular”, disse.

Segundo José Mario, o faturamento como flanelinha era maior antes de ter de conciliar estudo e trabalho. “Depois que passei a estudar no cursinho, passei a tirar de R$ 800 a R$ mil por mês. Até as pessoas reclamavam que não me achavam mais porque eu estava estudando.” Como aluno da UnB, José Mario pretende deixar de vigiar carros. “Conversei com o diretor do câmpus da UnB Planaltina para saber dos benefícios que eu poderia ter. Posso ter auxílio-alimentação, auxílio-moradia… Vou ir atrás de tudo isso para não ter que vigiar nem lavar carro. UnB é casamento: tenho que me dedicar a ela por inteiro”, brinca.

Entre os planos do calouro para o período de curso está abrir uma roda de capoeira na UnB. “Sempre gostei muito e sou mestre de capoeira. No câmpus Darcy Ribeiro já tem um grupo, mas em Planaltina não. Quero passar a dar aulas lá e tirar algum dinheiro para viver”, planeja. Outra meta é continuar estudando, agora, para outro vestibular. “Vou fazer o curso de gestão ambiental e ficar estudando para passar, pelo Enem, para comunicação social ou direito”.

Fonte: http://www.oimparcial.com.br





ROUBO A CARRO FORTE EM GOIÁS: POLÍCIA AINDA NÃO SABE PARADEIRO DA QUADRILHA

Foi na tarde de ontem, ( 17 ), segunda-feira, na GO - 217, próximo a cidade de Piracanjuba , na região sul de Goiás, distante a 87 Km da capital, Goiânia, uma verdadeira  cena de um filme de ação policial.Um grupo de aproximadamente 08 bandidos, em 03 veículos e com armas de uso exclusivos das forças armadas, atacaram  um carro forte, que tombou, os segurança foram rendidos e cerca de  aproximadamente um 600 mil  reas foram levados.
Segundo informações do Sargento Gilmar da PM, os assaltantes atiraram nos pneus do carro forte; o carro tombou, os ladrões renderam os seguranças e com um massarico arrombaram o cofre e levaram o dinheiro, deixando uma quantidade significativa para trás.

Os assaltantes estavam armados com fuzis, metralhadores, pistolas, dinamites e segundas as primeiras investigações, a quadrilha teria recebida informações privilegiadas, o que indicariam a participação de funcionários ou ex-funcionários.
No momento do assalto uma ambulância que passava com o sinal ligado foi alvejada com tiros, mas conseguir passar e ninguém  ficou ferido.
Os seguranças do carro forte ficaram  com ferimento leves devido ao tombo do carro e com a chegada das ambulância no local foram encaminhados ao hospital mais próximo.
Várias divisões da polícia militar e policia civil se deslocaram até local, mas até o momento o paradeiro dos criminosos é desconhecido, Há grandes possibilidades de que a quadrilha seja oriunda de outro estado da federação.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

MENOR É ENCONTRADO MORTO COM PERFURAÇÕES A BALA

 Hoje, dia 16/07, por volta de 18h30min, às margens do Rio Jaguaribe no Sítio Juazeiro, em Tabuleiro do Norte-CE, foi encontrado o corpo do menor de iniciais L.A.P; 17 anos, residente na Rua Cel. Pio Gadelha, em Tabuleiro, natural de Tabuleiro do Norte. O corpo estava com perfurações à bala, também foi encontrada, escondida no mato, uma moto Honda Pop 100, cor vermelha, placa OSP-2234/Tabuleiro do Norte. A vítima foi vista pela última vez na segunda (dia 14), por volta de 23h00min.

Fonte:  plantaopolicialdoce.blogspot.com.b

UM TEXTO REVELADOR



REDES SOCIAIS + MAÇONS PAVÃO = FIM DA MAÇONARIA
Muito tempo antes de aceitar o convite de um amigo para ser iniciado aos augustos e sublimes mistérios da Arte Real, eu era fascinado pelo clima de segredo, sigilo, ocultamento e anonimato da Maçonaria.
Outras ordens, discretas e secretas, das quais me aproximei antes mantinham tamanho respeito pelo sigilo do que ali se fazia e prezava tanto pelo resguardo tanto dos sinais, palavras, ornamentações, vestimentas, etc e etc que me deixavam ainda mais encantado, pois tudo isso faz parte do respeito ao sagrado. Além disso, sempre que perguntei o porquê do segredo, como parte da resposta sempre vinha embutida a ideia de que quem é não precisa se mostrar e que quem tem necessidade demais de se mostrar não "é". Sempre me alertavam para o fato de que a maçonaria era uma ordem cheia de pavões, que precisam mais se mostrar (para satisfazerem seu ego) do que realmente estudar os mistérios e aplicá-los em suas vidas.
Quando fui iniciado, aprendi logo de cara que uma das coisas que devemos fazer é "vencer nossas paixões e submeter nossa vontade". Aprendi também que não deveria exibir maçonaria, senão por no máximo um adesivo de carro. No meu caso, faço a extravagância de ter uma tatuagem maçônica na parte superior do braço e no ombro. E chega.
O que é de loja, é loja. Me disseram que nem as fotos que fazemos dentro de loja devem sair da privacidade dos círculos maçônicos. Disseram-me que havia coisas, como nossos paramentos, nossa posição em loja, a ornamentação da loja e etc, que não poderiam ser vistas nem por nossas mães e nossos filhos. Já os sinais, toques, palavras, posturas, ritualística e etc são invioláveis e que seriam punidos (não apenas simbolicamente) todos aqueles que os revelassem, por quaisquer meios.
Aprendi que foi agindo por detrás das cortinas que a maçonaria fez muita coisa. Foi na obscuridade e no sigilo que ela manteve sua força.
Agora, com as redes sociais, vejo de tudo. Pessoas que precisam a qualquer custo mostrar que são maçons. Pessoas que precisam, também a qualquer custo, aparecer e se mostrarem parte de alguma coisa tão grandiosa e mostrar seus cargos, títulos e graus.
Com isso, vejo uma maçonaria decadente, repleta de homens que em nada lembram, nem como um arremedo, os maçons de outrora. Homens que são incapazes de estudar os princípios básicos da Arte Real, sem versamento sequer na Química, na Física, na Matemática, na Biologia, na Filosofia, na Sociologia, na História e alguns nem no Português das escolas regulares, e também sem nenhum estudo autônomo (tão louvável quanto o acadêmico, ou mais), assumindo papéis em uma ritualística que exige, no mínimo, uma noção básica de Alquimia e de Cabala (das quais esses homens não estudam uma linha, de forma séria, ao longo da vida). Hermenêutica e exegese? Nem fazem ideia do que é isso e se põem a falar besteiras sobre vários aspectos da ordem.
Isso, por si só, já é desesperador e deveria afastar esses senhores da ordem. Mas não acaba por aí.
Pior do que ter essas pessoas dentro da ordem, é ter entre elas seres vaidosos, egocêntricos, doentes e carentes de bajulação e de adulação de terceiros, entupindo as redes sociais de coisas que deveriam ser privadas, secretas e altamente confidenciais.
A coisa piora quando vejo maçons (que sempre mudaram os destinos das nações em reuniões secretas, na calada da noite, combatendo os déspotas e promovendo governos populares) fazendo politicagem, postando fotos paramentados, dentro de loja montada, com dizeres "Fora PT", "Fora Dilma" e etc. Chega ao absurdo quando o puxassaquismo desses vagabundos de avental colocam um viciado em drogas, alcoólatra, bandido, envolvido com tráfico internacional de entorpecentes e exploração sexual de menores, com sérias práticas despóticas, incluindo censura da imprensa (todas essas, coisas abomináveis para a maçonaria), no Oriente Sagrado, fazendo campanha política. Isso se deu quando os Corruptos de Avental de várias potências brasileiras colocaram Aécio Neves no Oriente, no Altar, para discursar e fazer campanha, em troca de dinheiro e promessas de cargos.
Outra coisa que ultrapassou todos os limites do ridículo e do desrespeito à Ordem foi ver maçons paramentados fazendo manifestações. Ah, vá... Me deu vergonha alheia. Tive vontade de abandonar o barco.
Pensam que a coisa está ruim? Ainda pode e vai piorar... Continuem lendo.
Já discordo de postar foto de dentro de templo e discordo ainda mais de postar fotos de maçons paramentados. Mas vejo o cúmulo do perjúrio quando encontro a foto desse senhor, hoje, no facebook, não apenas paramentado, mas exibindo uma postura e ensaiando um gesto que são secretos e privados, inerentes a um dado grau.
Vejam aí.
Isso, menos de 100 anos atrás, daria a ele pena capital, executada por maçons.
Se foi o sigilo que deu forças para a maçonaria ao longo de sua história, o comportamento infantil e exibicionista desses senhores está provocando a queda monumental da ordem, já fadada a esse fracasso por não estar harmonizada com o Novo Aeon.
Se é para cair, que pelo menos minha loja caia de cabeça erguida. Vamos ser mais maçons e menos pavões.
E que esse senhor aí arque com as consequências do que fez. Não seremos nós que executaremos a sanção, mas sabemos que ela virá para ele e para todo e qualquer perjuro.
Você, maçom, anda enfrentando muito problema na vida? Que tal ver se não está sendo perjuro em sua vida diária, real ou virtual?! Mudança de postura gera mudança de vida.
Na foto abaixo, procurei preservar a identidade do homem que cometeu esse grave ato, descaracterizando como pude a imagem, embora o próprio não tenha tido nenhuma preocupação em se preservar ou em preservar mistérios que não pertencem somente a ele. Afinal, embora não o conheça pessoalmente, a ele estou preso por um juramento ao qual pretendo ser fiel até a morte.

PESSOAS DE MÁ FÉ E SEM INFORMAÇÃO DESCONHECE O AUXÍLIO-RECLUSÃO

Existe muita mistificação e desinformação com referência ao auxílio‑reclusão, antigo direito previdenciário previsto nas leis brasileiras. Aqui se explicam suas principais características e se afastam inverdades que têm circulado em redes sociais e em outros meios de comunicação.

O que é o auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão é um direito previdenciário (também conhecido como benefício previdenciário) pago aos dependentes do segurado que se encontrar preso, desde que: a) ele não receba remuneração de empresa da qual seja empregado; b) não receba da previdência o pagamento de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço; c) o segurado se encontre em regime fechado ou semiaberto (ou seja, o segurado não pode estar em regime aberto nem estar solto por liberdade provisória, livramento condicional ou fuga).
A finalidade desse benefício é amparar a família do segurado da previdência social, enquanto ele se encontrar preso em regime fechado ou semiaberto. Busca dar segurança econômica e social aos dependentes do segurado que se encontrar transitoriamente em dívida com o sistema judicial. É inspirado, portanto, pelo princípio da proteção à família.
Para que seus dependentes tenham direito ao benefício, é necessário que o preso seja segurado da Previdência Social, isto é, precisa vir pagando as contribuições previdenciárias mensais. Portanto, o auxílio-reclusão é contrapartida da Previdência Social a seus segurados que se encontrem presos, como forma de evitar que os efeitos econômicos da prisão atinjam quem dependa economicamente do cidadão preso.
Criação do auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão não é criação recente. Existe há mais de 50 anos, desde a época dos institutos de aposentadoria e pensões de categorias profissionais, que havia até os anos 1960 e que foram o embrião da Previdência Social.
Foi previsto de maneira ampla para os segurados da Previdência Social, pela primeira vez, no artigo 22, inciso II, letra b, da antiga Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS – Lei 3.807, de 26 de agosto de 1960), hoje revogada.
Qualidade de segurado como requisito do auxílio‑reclusão
O auxílio-reclusão não é pago aos dependentes de todos os presos, apenas aos dependentes dos presos que sejam segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Estes são definidos nos artigos 11 a 15 da Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213, de 24 de julho de 1991).
Servidores públicos integrantes de sistemas públicos de previdência social, não mantidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – os chamados regimes próprios de previdência –, não fazem jus ao auxílio‑reclusão previsto na Lei 8.213, pois não integram o RGPS. Somente terão esse direito se a legislação específica de seu regime previdenciário assim previr.
Basicamente, para ser segurado da previdência, é preciso exercer atividade profissional, como as de empregado, empregado doméstico, contribuinte individual ou segurado especial, e ter as contribuições previdenciárias recolhidas ao INSS, autarquia federal responsável pelo pagamento do auxílio‑reclusão.
Se o segurado deixar de ter as contribuições recolhidas ao INSS, perderá essa qualidade depois de certo prazo (em geral, 12 meses, conforme o art. 15 da Lei 8.213). A perda da qualidade de segurado impede o recebimento de benefícios previdenciários.
Portanto, se um indivíduo for preso mas não possuir a qualidade de segurado do RGPS, seus dependentes não terão direito ao auxílio-reclusão.
O auxílio-reclusão pode ser pago aos dependentes de segurados com idade entre 16 e 18 anos que tenham sido internados em estabelecimento socioeducativo, devido à prática de ato infracional. Ato infracional é a denominação jurídica das condutas correspondentes a crime ou contravenção penal quando praticadas por adolescentes, ou seja, pessoas com idade entre 12 anos e 18 anos incompletos – artigo 2.º e 103 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069, de 13 de julho de 1990).
Prova da prisão
Os beneficiários do auxílio-reclusão devem comprovar a cada três meses que o segurado continua preso; do contrário, o benefício será suspenso. Se houver progressão do regime de prisão para o regime aberto, também deixará de ser pago o auxílio (art. 116, § 5.º, do Regulamento da Previdência Social – Decreto 3.048, de 6 de maio de 1999). [Obs.: O símbolo “§” lê-se como “parágrafo”.]
Carência
Carência é o número mínimo de contribuições que o segurado deve recolher ao INSS para ter direito a certos benefícios (conforme o artigo 24 da Lei 8.213).
Os prazos de carência previstos na Lei 8.213 variam, de acordo com o benefício (art. 25). Por outro lado, alguns benefícios independem de carência para ser pagos. O auxílio-reclusão é um dos direitos previdenciários que não dependem de carência (art. 25, inciso I). Isso significa que, se o cidadão já tiver a qualidade de segurado e vier a ser preso, seus dependentes poderão imediatamente receber o benefício.
Extinção do benefício e consequências do recebimento indevido
Se houver mudança na situação do segurado que influencie o pagamento do auxílio-reclusão, cabe aos dependentes comunicar o fato ao INSS. Isso ocorre com a concessão de liberdade ao preso, a progressão para o regime aberto, a fuga da prisão, a morte do segurado etc.
Em qualquer desses casos, o fato deve ser informado ao INSS. Se o dependente continuar a receber o benefício sabendo que não mais tem direito a ele, por causa de um daqueles fatos, estará praticando o crime de estelionato contra a Previdência Social, punido no Brasil com pena de um ano e quatro meses a seis anos e oito meses de reclusão (artigo 171, § 3.º, do Código Penal).
Além das consequências criminais, quem receber benefício previdenciário indevido estará também sujeito a devolver os valores ao INSS, com correção monetária e juros.
Morte do segurado
Se o segurado morrer durante a prisão, o auxílio-reclusão será convertido em pensão por morte (art. 118 do Regulamento da Previdência Social).
O que o auxílio-reclusão não é
O auxílio-reclusão não é pago ao próprio preso, mas a seus dependentes.
O auxílio-reclusão não é pago aos dependentes de qualquer preso, apenas aos do preso que seja segurado do INSS.
O auxílio-reclusão não pode ser pago ao mesmo tempo (ou seja, cumulativamente) com os seguintes benefícios previdenciários:
  • renda mensal vitalícia;
  • benefícios assistencial a idoso e a pessoa com deficiência;
  • aposentadoria do preso;
  • abono de permanência em serviço preso;
  • pensão mensal vitalícia de seringueiro;
  • auxílio-doença do segurado;
  • remuneração paga pelo empregador do segurado.
O valor máximo do auxílio-reclusão não é pago a cada um dos dependentes, mas rateado, ou seja, dividido entre eles.
Valor do auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão é calculado pelo INSS com base no valor do salário‑de‑contribuição, que é a soma da remuneração do segurado. O salário‑de‑contribuição serve como base para o cálculo de quanto o segurado deve recolher mensalmente à Previdência.
Somente têm direito ao auxílio-reclusão os dependentes do segurado cujo valor máximo do salário-de-contribuição seja R$ 1.025,81, em 2014, independentemente de quantos vínculos empregatícios o segurado tenha e da atividade que exerça. Esse valor máximo foi definido para 2014 pelo artigo 5.º da Portaria Interministerial 19, de 10 de janeiro de 2014, dos Ministros de Estado da Previdência Social e da Fazenda.
O valor mínimo do auxílio corresponde ao valor do salário-mínimo, o qual, em 2014, é de R$ 724,00.
Como requerer o auxílio-reclusão
Para obter o auxílio-reclusão, os dependentes do segurado preso devem agendar atendimento em agência da Previdência Social. Isso pode ser feito pela internet (na Agência Eletrônica) ou pelo telefone 135 (de segunda a sábado, das 7h às 22h, no horário de Brasília). Consulte na página da Agência Eletrônica do INSS os documentos necessários e confirme as formas e horários para agendamento.
Impacto do auxílio-reclusão na Previdência Social
De acordo com o Boletim Estatístico da Previdência Social de janeiro de 2014, o INSS, naquele mês, pagou o total de 377.155 benefícios, no montante de R$ 399.690.021,00.
Desse universo, apenas 1.657 benefícios foram de auxílio-reclusão, com gasto total de R$ 1.463.073,00. Isso correspondeu a 0,44% do total de benefícios pagos naquele mês e a 0,37% do valor gasto pela Previdência com pagamento de benefícios. O valor médio pago como auxílio-reclusão foi de R$ 882,96.
Diante da massa de benefícios pagos pelo INSS, o gasto total com o auxílio-reclusão não é significativo.


Aécio Neves confirma: Bolsa família é positivo pata o povo pobtr:


Presidenciável tucano garante que "Bolsa Família vai continuar", mas que quer "tirá-lo da agenda eleitoral"; em sabatina promovida por Folha e Uol, Aécio Neves diz não ter "o menor constrangimento" em manter os programas sociais do PT caso seja eleito presidente, mas fará mudanças, como no Mais Médicos; "Ao invés de financiar o governo de Cuba, vamos remunerar melhor os médicos cubanos no Brasil", disse; bastante aplaudido, senador ressaltou que hoje, conceitos de esquerda e direita são muito abstratos e que, se forem analisados por seus feitos, o governo FHC deveria ser considerado de esquerda, e os de Lula e Dilma, de direita.

Aécio totalmente pertubado, diz em entrevista que governo de FHC foi comunista

O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), rebateu nesta quarta-feira (16) crítica do candidato do PSB, Eduardo Campos, seu adversário na disputa, de que o seu programa de governo tem viés conservador.
Em sabatina promovida pelo UOL e pelo jornal "Folha de S.Paulo", em parceria com o SBT e a rádio Jovem Pan, o tucano ponderou que, se os conceitos políticos fossem levados ao pé da letra, os governos Lula e Dilma seriam considerados de direita por terem propiciado "lucros estratosféricos" ao sistema financeiro.
"Um governo, por exemplo, que propiciou os maiores lucros da história ao sistema financeiro e, como contraponto, um governo que colocou 97% das crianças na escola. Se fizesse uma avaliação, qual é de esquerda e qual é de direita, a maioria iria dizer que aquele que propiciou lucros estratosféricos ao sistema financeiro seria de direita e o que investiu na educação, de esquerda. Nesse ca
Do UOL, em Brasília e São Paulo


 O UOL e a Folha, com o SBT e a rádio Jovem Pan promovem nesta quarta-feira (16) uma sabatina com o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, que também foi governador de Minas Gerais;
O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), rebateu nesta quarta-feira (16) crítica do candidato do PSB, Eduardo Campos, seu adversário na disputa, de que o seu programa de governo tem viés conservador.
Em sabatina promovida pelo UOL e pelo jornal "Folha de S.Paulo", em parceria com o SBT e a rádio Jovem Pan, o tucano ponderou que, se os conceitos políticos fossem levados ao pé da letra, os governos Lula e Dilma seriam considerados de direita por terem propiciado "lucros estratosféricos" ao sistema financeiro.
"Um governo, por exemplo, que propiciou os maiores lucros da história ao sistema financeiro e, como contraponto, um governo que colocou 97% das crianças na escola. Se fizesse uma avaliação, qual é de esquerda e qual é de direita, a maioria iria dizer que aquele que propiciou lucros estratosféricos ao sistema financeiro seria de direita e o que investiu na educação, de esquerda. Nesse caso, o mesmo presidente Fernando Henrique [Cardoso] seria de esquerda e o governo da presidente Dilma e do presidente Lula seria de direita".

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br

 

OBRA ABANDONADA PELA PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

ESF DO TEREZINHA PALMESTON ESTÁ TOTALMENTE ABANDONADO PELA ADMINISTRAÇÃO DO PREFEITO DE CALDAS NOVAS EVANDRO MAGAL, SENDO QUE A MAIOR PARTE DOS RECURSOS DESTA OBRA VEM DO GOVERNO FEDERAL. O ESF QUE DEVERIAM ESTÁ SERVINDO A POPULAÇÃO POBRE DO MUNICÍPIO DE CALDAS NOVAS  ESTÁ  TOTALMENTE ABANDONADO!
CONFIRA O VÍDEO:



A ESPERANÇA TEM NOME: JÚNIOR CODÓ,

Agora é oficial, Júnior Codó é candidato a Deputado Estadual pelo partido Pátria Livre. Após registrar candidatura no TRE, Júnior Codó inicia oficialmente sua carreira política, a qual espera ser de grande sucesso e de muito trabalho, tendo como prioridade a luta pela melhoria da qualidade de vida da população maranhense. Candidato ficha limpa, Júnior Codó concorrerá pela primeira vez a uma vaga de Deputado Estadual pelo partido Pátria Livre, contando com apoio de amigos, familiares e lideranças de vários municípios, Júnior Codó segue confiante na vitória e espera uma votação expressiva. Indagado sobre as propostas de trabalho, Júnior Codó foi enfático e objetivo: “a minha única proposta é lutar pelo povo do Estado do Maranhão, que precisa de educação, saúde, emprego, moradia, saneamento básico e principalmente condição digna de subsistência. Para se ter uma ideia, o último levantamento do IBGE, apontou que o Maranhão é um dos piores estados nos índices sociais do país”. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado cresceu 15,3% entre 2011 e 2012, bem acima do crescimento do Brasil no mesmo período, que foi de 3,7%. Esse crescimento só atinge as pessoas que já possuem um alto poder aquisitivo, e as demais que vivem em condição de vulnerabilidade social são excluídas,para essa camada da sociedade não há qualquer expectativa de progresso, é uma situação inadmissível, disse Júnior Codó. Todas as pessoas independente de classe social, precisam viver bem e com o máximo de conforto,cobraremos do Governo a aplicação e distribuição correta e isonômica dos recursos, nos diversos setores da sociedade.
Portanto, essa é a minha proposta de trabalho e para seja colocada em prática primeiro preciso da permissão de Deus e depois da confiança do povo maranhense, que no dia 05 de outubro votará no 54777, Júnior Codó – Deputado Estadual.
TEXTO: Paulo Ricardo 

CHEGOU A HORA DE CALDAS NOVAS DA UM BASTA NA CANDIDATURA OPORTUNISTA

CALDAS NOVAS SOFRE E PAGA MUITO CARO, POR ELEGER POLÍTICOS QUE A ANOS VÊM MOSTRANDO QUE FAZEM DA POLÍTICA E DOS CARGOS PÚBLICOS UM MEIO PARA PREJUDICAR OS MAIS FRACOS E NECESSITADOS.
AGORA ESSES MESMOS POLÍTICOS NOS APRESENTAM  UMA MONTAGEM DE SEUS PRÓPRIOS INTERESSES, BUSCANDO SE PERPETUAREM E SE MANTEREM NO PODER PARA SE ALTO SUSTENTAREM. ELES NOS APRESENTAM FARSA, UM ROBOZINHO CONTROLADO PARA DAR SUSTENTAÇÃO A UM SISTEMA E UMA FORMA DE FAZER POLÍTICA BASEADA NA MENTIRA, NA GANANCIA, NO JOGO DE INTERESSE PESSOAS E EMPRESARIAIS. UMA VERDADEIRA CONSPIRAÇÃO QUE BUSCA O AVAL DO POVO E QUANDO SE SENTEM ESTABELECIDOS, ESCRAVIZAM QUEM OS ELEGEU. ACREDITO NÃO HAVER ESPERANÇA CONFIÁVEL NA POLÍTICA, MAS É PRECISO SE RENOVAR, TROCAR E MUDAR SEMPRE  OS POLÍTICOS QUE ANOS E ANOS CONTINUAM EM SUAS PRÁTICAS DIABÓLICAS E OPORTUNISTA DE SE APROVEITAREM DO PODER DELEGADO PARA SE ENRIQUECEREM E DESFRUTAREM DAS GRAÇAS DO PODER.
CALDAS NOVAS ESTÁ PASSANDO PELO O SEU PIOR MOMENTO POLÍTICO, ADMINISTRATIVO E MORAL. PRECISAMOS TENTAR MEXER NESTA SITUAÇÃO. QUEM ESTÁ NO PODER SE ACHAM OS DONOS DE NOSSAS VIDAS E SE ACHAM ACIMA DO BEM E DO MAL.
HOJE CALDAS NOVAS APRESENTOU TRÊS NOBRES CANDIDATOS A DEPUTADOS, SÃO PESSOAS QUE AINDA NÃO ESTÃO VICIADAS NO SISTEMA E NUNCA TIVERAM UMA OPORTUNIDADE DE MOSTRAREM O SEU POTÊNCIA DE DECÊNCIA E DIGNIDADE!

A ESCOLHA É SUA.,  O VOTO É SEU, A VONTADE TI PERTENCE E A DECISÃO FINAL TAMBÉM É SUA.   LEMBRE-SE, A MANUTENÇÃO DE UMA PESSOA, DURANTE MUITO TEMPO NO PODER, FAZ DELE UM INIMIGO DIRETO DO POVO.

CALDAS NOVAS E SEUS CANDIDATOS:

DANIEL CALDEIRA

FREDERICO NASSIF

AILTON DO TAIYO