sábado, 15 de junho de 2013

MODERADO E REFORMISTA GANHA A ELEIÇÃO NO IRÃ!

O clérigo moderado Hassan Rohani foi eleito presidente do Irã em primeiro turno, anunciou neste sábado (15) o Ministério do Interior.
A vitória foi anunciada pelo ministro do Interior, Mostafa Mohammad-Najjar, na TV estatal.
PRESIDENTE IRÃSegundo o ministro, 72% dos mais de 50 milhões de eleitores credenciaram votaram, e Rohani obteve 18,6 milhões de votos (50,68%), mais que os 50% necessários para evitar um segundo turno.
Rohani, de 64 anos, derrotou com facilidade três oponentes conservadores “linha dura” com ampla vantagem: o prefeito de Teerã, Mohammad Bagher Ghalibaf; oex-chefe dos Guardiões da Revolução, Mohsen Rezai; e o atual chefe dos negociadores nucleares, Said Jalili.
Os outros dois candidatos, o ex-chefe da diplomacia Ali Akbar Velayati e Mohammad Gharazi, receberam uma votação inexpressiva.
Em sua primeira declaração após a votória, ele afirmou que sua eleição foi “a vitória da moderação sobre o extremismo” e pediu que o Irã seja reconhecido pela comunidade internacional.
“Esta vitória é a da inteligência, da moderação, do progresso  sobre o extremismo”, disse, na TV estatal.
Para analistas, a vitória do candidato apoiado pelos campos moderado e reformista não deve marcar uma guinada na política da República Islâmica em temas estratégicos como o nuclear ou as relações internacionais, que estão sob a autoridade direta do guia supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
O aiatolá Khamenei saudou o resultado, segundo seu site oficial.
“Felicito ao povo e ao presidente eleito”, disse, acrescentando que “todo o mundo deve ajudar o novo presidente e seu governo”.
A eleição foi realizada em meio a uma grave crise econômica provocada pelas sanções internacionais impostas ao Irã em razão de seu polêmico programa nuclear e quatro anos após a vitória, contestada nas ruas, do conservador Mahmud Ahmadinejad.
Apesar de alta, a taxa de participação nesta eleição ficou bem abaixo da de 2009, quando 85% dos iranianos aptos a votar compareceram às urnas, de acordo com as autoridades.
A campanha foi morna, e nenhuma irregularidade foi constatada, segundo o Conselho dos Guardiões da Constituição, mas o relator especial da ONU para os direitos humanos no Irã, Ahmed Shaheed, havia considerado antes da votação que o ambiente político no país não permitia classificar o processo de “livre e igualitário”.
Ligado ao ex-presidente moderado Akbar Hachemi Rafsandjani, Rohani foi beneficiado pela desistência do candidato reformista Mohammad Reza Aref e recebeu o apoio do líder dos reformadores, Mohammad Khatami.
Como representante do aiatolá Khamenei no Conselho Supremo de Segurança Nacional, ele defende mais flexibilidade no diálogo com o Ocidente. Ele mesmo dirigiu esse diálogo para os iranianos entre 2003 e 2005 sob a presidência de Khatami. Durante a campanha, Rohani mencionou possíveis discussões diretas com os Estados Unidos, inimigo histórico do Irã.
A maioria dos eleitores compartilha as mesmas preocupações: a crise econômica provocada pelas sanções internacionais e que causou um aumento do desemprego, uma inflação superior a 30% e uma desvalorização do rial de cerca de 70%.
As sanções foram impostas para obrigar o Irã a interromper suas atividades de enriquecimento de urânio, apesar da rejeição do país de que esteja querendo produzir a arma atômica.
Segundo a Constituição, o presidente é a segunda maior autoridade do Estado, atrás do aiatolá, e suas capacidades de ação são limitadas em questões estratégicas, como a nuclear.
Israel, o outro grande inimigo do Irã, e os Estados Unidos ressaltaram que a eleição não deve trazer mudanças para a política iraniana

CACHOEIRA CONTINUA REINANDO

Em uma rua da periferia de Valparaíso (GO), distante 30 quilômetros da capital do País, uma casa de pouco mais de 100 metros quadrados, com portas e janelas lacradas por esquadrias de ferro, passa despercebida em meio a residências simples e à poeira que se acumula pela falta de asfalto. Na porta, um homem sentado em um banco de plástico analisa o movimento e dá uma batida no portão velho como sinal de permissão para abri-lo. O local é um ponto de jogatina e de bingos ilegais que continua desafiando a polícia e colocando em xeque a estrutura do Estado. Lá dentro, 22 máquinas de caça-níqueis estavam à disposição dos 13 jogadores que se enfileiravam em uma sala com pouca luz e um silêncio opressor na noite da quarta-feira 12. Os cinco funcionários que trabalhavam na área interna conversavam discretamente sobre uma possível mudança de endereço e combinavam de telefonar para os clientes mais cativos informando o novo destino, que seria o terceiro em cinco meses. Delegados envolvidos no combate aos jogos ilegais são unânimes em afirmar que casas como essa ainda são comandadas pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Condenado a 39 anos e oito meses de prisão por corrupção ativa, peculato, violação de sigilo e formação de quadrilha, além de indicado como comandante da máfia dos caça-níqueis na região Centro-Oeste, Cachoeira é considerado por policiais um contraventor na ativa, que continua a acumular poder e a contar com as ramificações políticas do esquema de jogos ilegais montado por ele.
De acordo com o delegado Alexandre Lourenço, da Delegacia de Combate ao Crime Organizado de Goiás, todas as investigações sobre a propriedade das casas de bingo fechadas nos últimos meses levaram aos mesmos contraventores: os integrantes da família de José Olímpio Queiroga. Queiroga é apontado na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, como tesoureiro de Cachoeira e responsável por viabilizar a abertura dos locais utilizados pelo grupo para explorar o jogo. “Posso dizer que essas casas que continuam operando são comandadas pelo grupo do Cachoeira. Nossas investigações levam sempre às mesmas pessoas e à pirâmide da organização denunciada durante a Operação Monte Carlo. A verdade é que Cachoeira nunca parou. Pior: será difícil pará-lo definitivamente”, lamenta o delegado, que tenta criar uma força-tarefa para possibilitar uma ação conjunta de combate aos jogos ilegais.
No último mês, seis pessoas avisaram sobre o funcionamento de casas de jogos ilegais espalhadas em diversas cidades do entorno de Brasília. ISTOÉ encontrou uma delas em Formosa (GO), distante 100 quilômetros da capital. Com uma estrutura bem mais modesta do que a casa que abrigava as máquinas em Valparaíso, a segurança é menos reforçada e a clientela é composta basicamente por idosos. Há três mulheres se revezando no atendimento cordial aos clientes e apenas um homem com a responsabilidade de interrogar visitantes. “Esses funcionários que atendem raramente encontram os verdadeiros chefes. Muitas vezes, não sabem mesmo quem eles são. Por isso, documentar quem está no topo da pirâmide é o grande desafio”, diz o delegado-adjunto da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado do Distrito Federal, Fernando Cocito. Ele comemora o fato de 45 casas de bingos terem sido fechadas desde fevereiro do ano passado, quando Cachoeira foi detido pela primeira vez.
A estrutura do esquema de jogos ilegais indica a existência de novos personagens. Um deles é Paulinho Cachoeira, irmão de Carlinhos, que tenta alçar voo solo na contravenção. Pelo menos três casas fechadas pela polícia nos últimos cinco meses apontavam que ele era o comandante dos grupos. Sempre que é chamado a depor, Paulinho diz que monta a própria estrutura e que não depende do irmão. “Meu cliente está recolhido com a família, não chefia nada disso. Ele não comanda nada”, diz o advogado de Cachoeira, Nabor Bulhões. Os policiais, porém, não consideram verdadeira a versão, uma vez que manter e reestruturar os grupos depois de cada ofensiva é considerado um trabalho que exige experiência, habilidade e, claro, muita influência política, requisitos que Cachoeira preenche.
                                                             
Condenado a 39 anos e oito meses de prisão, Cachoeira opera
por meio do tesoureiro José Olímpio Queiroga.

QUADRICICLO É VISTO EM VIAS PUBLICAS DE CALDAS NOVAS:


Código de Trânsito

De acordo com as determinações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), para transitarem em via pública, os quadriciclos precisam ser registrados e licenciados no órgão de trânsito. Esses veículos devem conter placas dianteira e traseira; e o condutor deve também possuir Carteira Nacional de Habilitação Categoria "B" e usar capacete.


DE QUEM SERÁ O QUADRICICLO QUE ESTAR SENDO VISTO PELAS VIAS PUBLICAS DE CALDAS NOVAS?

VOCÊ VOTARIA SIM OU NÃO NA PEC 37

PEC 37 - A VERDADE: VOTO SIM:





10 Mentiras sobre a PEC 37 DIGA SIM à PEC da Cidadania Retira o poder de investigação do Ministério Público. MENTIRA. Não se pode retirar aquilo que não se tem. Não há no ordenamento constitucional pátrio nenhuma norma expressa ou implícita que permita ao Ministério Público realizar investigação criminal. Pelo contrário, a Constituição impede a atuação do MP ao dizer que a investigação criminal é exclusiva da Polícia Judiciária. Reduz o número de órgãos para fiscalizar. MENTIRA. Muito pelo contrário. Quando o Ministério Público tenta realizar investigações criminais por conta própria ele deixa de cumprir com uma de suas principais funções constitucional: o de fiscal da lei.

Além disso, não dão atenção devida aos processos em andamento, os quais ficam esquecidos nos armários dos Tribunais por causa da inércia do MP. Os criminosos agradecem. Exclui atribuições do Ministério Público reconhecidas pela Constituição, enfraquecendo o combate à criminalidade e à corrupção. MENTIRA.A Constituição Federal foi taxativa ao elencar as funções e competências do Ministério Público. Fazer investigação criminal não é uma delas. Quando o Ministério Público, agindo à margem da lei, se aventura numa investigação criminal autônoma, quem agradece é a criminalidade organizada, pois estas investigações serão anuladas pela justiça. Vai contra as decisões dos Tribunais Superiores, que já garantem a possibilidade de investigação pelo Ministério Público. MENTIRA. A matéria está sendo examinada no Supremo Tribunal Federal. Em vez de tentar ganhar poder "no grito", o MP deveria buscar o caminho legal que é a aprovação de uma Emenda Constitucional. Gera insegurança jurídica e desorganiza o sistema de investigação criminal. MENTIRA. O que gera insegurança jurídica é o órgão responsável por ser o fiscal da lei, querer agir à margem da lei, invadindo a competência das Polícias Judiciária. A investigação criminal pela Polícia Judiciária tem regras definidas por lei, além de ser controlada pelo Ministério Público e pelo Judiciário. Por ser ilegal e inconstitucional, na investigação criminal pelo Ministério Público não há regras, não existe controle, não há prazos, não há acesso à defesa e a atuação é arbitrária. Impede o trabalho cooperativo e integrado dos órgãos de investigação. MENTIRA. Cooperação e integração não são sinônimas de invasão de competência. Quando cada um atua dentro dos seus limites legais, a Polícia Judiciária e o Ministério Público trabalham de forma integrada e cooperada. Entretanto, a Polícia Judiciária não está subordinada ao Ministério Público. O trabalho da Polícia Judiciária é isento e imparcial e está a serviço da elucidação dos fatos. Para evitar injustiças, a produção de provas não pode estar vinculada nem à defesa, nem a acusação. Polícias Civis e Federal não têm capacidade operacional para levar adiante todas as investigações. MENTIRA. O Ministério Público não está interessado em todas as investigações, mas só os casos de potencial midiático. É uma falácia dizer que o Ministério Público vai desafogar o trabalho das polícias. Não tem apoio unânime de todos os setores da polícia. FALÁCIA. Quem estiver contra a PEC da Cidadania deveria ter a coragem de revelar seus reais interesses corporativos, os quais estão longe do ideal republicano. Não é possível conceber uma democracia com o Ministério Público reivindicando poderes supremos de investigar e acusar ao mesmo tempo. Vai na contramão de tratados internacionais assinados pelo Brasil. MENTIRA. Os tratados internacionais ratificados pelo Brasil, entre eles a Convenção de Palermo (contra o crime organizado), a Convenção de Mérida (corrupção) e a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional determinam tanto a participação do Ministério Público quanto da Polícia Judiciária. Entretanto a participação de cada um, assim como das demais autoridades, está regulada no ordenamento jurídico pátrio que não contempla a investigação criminal autônoma produzida diretamente pelos membros do Ministério Público. 10. Define modelo oposto ao adotado por países desenvolvidos. MENTIRA. O Brasil, junto com os demais países da América Latina, comprometeu-se com o sistema acusatório, onde a Polícia Judiciária investiga e o Ministério Público oferece a denúncia. Os países europeus que atualmente adotam o sistema misto, com juizado de instrução, estão migrando para o mesmo sistema adotado pelo Brasil. A ADPF e a ADEPOL são a favor da PEC 37. Compartilhe e ajude a desmascarar as mentiras que prejudicam o combate à corrupção.
VOTA: NÃO:

O Plenário da Câmara Federal deve votar em breve a Proposta de Emenda à Constituição nº 37. O projeto, conhecido como PEC da Impunidade, pretende tirar o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira. Na prática, se aprovada, a emenda praticamente inviabilizará investigações contra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos.

Os grandes escândalos sempre foram investigados e denunciados pelo Ministério Público, que atua em defesa da cidadania de forma independente. A PEC 37 atenta contra o regime democrático, a cidadania e o Estado de Direito e pode impedir também que outros órgãos realizem investigações, como a Receita Federal, a COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o TCU (Tribunal de Contas da União), as CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), entre outros.

Em todo o mundo, apenas três países vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.

A PEC 37 poderá ser votada em plenário pela Câmara dos Deputados a qualquer momento. Se você também não quer deixar que esse retrocesso aconteça em nosso país, manifeste-se! Defenda a sociedade brasileira e ajude nessa luta contra o crime e a impunidade! Assine a petição eletrônica e participe desta mobilização nacional. 

AGENTES DE ENDEMIAS: O OUTRO LADO DA HISTÓRIA: A VERDADE CRUEL POR TRÁS DE UMA GRANDE MENTIRA:


SABE QUANTOS AGENTES DE ENDEMIAS DO MUNICÍPIO TINHA NO EVENTO? MEIA DUZIA, BOA PARTE DOS PARTICIPANTES ERA DE FAMILIARES DESSES AGENTES, OUTRA PARTE ERA DE ASSESSORES, OUTRA PARTE ERA DE BAJULADORES E CONCLUINDO: OS AGENTES DE ENDEMIAS NÃO SÃO TÃO INOCENTES COMO ESSA ADMINISTRAÇÃO PENSA! A EQUIPARAÇÃO É APENAS UM DIREITO REPASSADO AOS AGENTES DE ENDEMIAS, O JUSTO AINDA NÃO FOI ADQUERIDO NESTA ADMINISTRAÇÃO. ESTAR EXPLICADO O POR QUE DA AUSÊNCIA DOS AGENTES DE ENDEMIAS A ESTE CIRCO!

TRÊS S]AO EXECUTADOS NA ZONA SUL DE SÃO PAULO

Três homens foram mortos na madrugada deste sábado em frente ao restaurante Café Journal em Moema, na zona sul de São Paulo.
De acordo com Denis Rezende, proprietário do estabelecimento localizado na alameda dos Anapurus, três homens encapuzados e armados com fuzil e pistola desceram de um carro preto e dispararam contra o trio --dois deles eram frequentadores do local.
Segundo o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), as vítimas são o empresário Marco Aurélio Gomes, 49, o autônomo Chafic Rassul Neto, 42, e o empresário Glauco Lepiane, 36.
Ainda de acordo com a polícia, Gomes teria sacado uma pistola e disparado, sem sucesso, contra os criminosos. Ele usava um distintivo falso com a identificação de um policial civil exonerado. Já Rassul Neto teve um imóvel lacrado por fiscais da subprefeitura após suspeitas de sacrifício e maus-tratos de animais na zona sul, em 2011.
As vítimas, que bebiam e conversavam do lado de fora do local, foram obrigadas a virar de costas no momento dos disparos. Havia um quarto homem acompanhando o grupo, mas ele não foi alvo dos criminosos, informou a assessoria de imprensa da casa.
"O bando simplesmente desceu do carro e disparou contra os três homens que estavam na calçada. Eles não foram abordados. Nada foi roubado", afirmou o proprietário que cedeu ao DHPP as imagens das câmeras de vigilância do local.
Um jornalista de 24 anos que passava de carro pelo local testemunhou a chacina. " Um dos criminosos, o motorista, me encarou e disse: 'você não viu nada, sai fora, sai fora!'. Eu engatei a marcha e do retrovisor eu vi toda a chacina. Eram tantos tiros que eu fiquei em choque". Com medo de retaliações, o jornalista pediu para que seu nome não fosse divulgação.
Após a chacina, que durou menos de um minuto, os homens entraram no carro e saíram tranquilamente, contou o proprietário. O crime aconteceu às 3h e o restaurante estava fechado desde a 1h, segundo a assessoria de imprensa do restaurante.
Dezenas de policias e delegados do DHPP estiveram no estabelecimento na manhã deste sábado investigando o crime, coletando imagens de outros estabelecimentos e ouvindo possíveis testemunhas. Os policiais apreenderam no local cerca de 14 cápsulas calibre 380, 45 e 7.62. O caso foi registrado no 27º DP (Campo Belo) como homicídio simples consumado.

Manaus: Homem morre após ser jogado de veículo e atingido por tiros e facadas na Zona Norte

Segundo o soldado da 26ª Cicom, a vítima ainda estava viva quando os policiais chegaram ao local onde foi jogada, mas poucos minutos depois, o homem não resistiu aos ferimentos.
Na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, um homem que supostamente chama-se ‘Alex’ foi jogado de um veículo na rua Coletora, Conjunto Cidadão 12, bairro do Nova Cidade, na Zona Norte de Manaus, após ser torturado, esfaqueado e atingido por tiros. As informações foram repassadas por policiais militares da 26ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), que atenderam a ocorrência.
De acordo com o soldado Paulo Ricardo da 26ª Cicom, a guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) e se deslocou até o endereço. Segundo o soldado da 26ª Cicom, a vítima ainda estava viva quando os policiais chegaram ao local onde foi jogada, mas poucos minutos depois não resistiu aos ferimentos.
"Populares afirmaram que um carro, modelo Palio, de cor prata e placas não identificadas, com cinco pessoas dentro, sendo quatro homens e uma mulher, jogaram o rapaz na via ainda vivo. Aparentemente pudemos verificar várias marcas de tortura no corpo da vítima, facadas e tiros”, declarou o soldado.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e fez o recolhimento de ‘Alex’. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investigará o caso e segundo a polícia há indícios de envolvimento da vítima com o tráfico de drogas.


Rio Verde: Preso com um artefato explosivo:

No início da madrugada de hoje, sábado, (15), Enialdo Venâncio de Oliveira foi detido pela Polícia Militar na Rua: 5-A, no bairro Jardim América, portando um artefato explosivo de alto poder de destruição.
Logo em seguida os PMS foram até a casa de Enialdo, onde foram encontrados 23 frascos de pólvora, 22 cartuchos calibre 28 e 6 cartuchos deflagrados calibre 38.
Os Policiais da CPT, Sargento Messias, Cabo Almiratan e o Soldado Pena, foram informados pelo serviço de inteligência da companhia, que um homem andava pela Rua portando algo suspeito, chegando próximo ao acusado a equipe percebeu que ele tirou algo debaixo da camiseta e tentou jogar fora, ao conferir o objeto constataram que se tratava do artefato, com peso de 1kg. e 200grs, os demais produtos foram encontrados em sua casa.
Enialdo foi conduzido para delegacia e autuado em flagrante por possuir ou fabricar explosivos sem autorização, crime este previsto dentro do estatuto do desarmamento e inafiançável, em seguida foi encaminhado à CPP.



Paraná: PMs presos por Corrupção:


Após três meses de investigação, policiais civis de Paranaguá, no litoral do Estado, deflagraram a Operação Bandalhos, no início da manhã deste sábado (15). Foram presos cinco homens, dos quais quatro policiais militares, suspeitos de ligação com o tráfico de drogas na região. O quinto suspeito é irmão de um dos PMs, que também participava do esquema, segundo apontado pelas investigações.


De acordo com o delegado-adjunto da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá, Cassio André Dias Conceição, os presos são acusados de extorquir traficantes. “Eles entravam dentro da casa de traficantes e levavam armas, dinheiro e drogas, sem que as pessoas ou o material fossem encaminhados para a delegacia, apropriando-se do que encontravam”, explica o delegado.

Durante o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a equipe encontrou munição de uso restrito na casa de um dos PMs, que foi autuado em flagrante.

Deflagrada por policiais civis de Paranaguá, a operação foi coordenada pelos delegados Conceição e pelo delegado operacional da 1ª Subdivisão Policial, Eduardo Krueger Costa, com o apoio do delegado titular Miguel Stadler. A ação também teve o apoio do serviço reservado do 6º e do 9º Batalhão da Polícia Militar.

Ao longo das investigações, a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições (Deam), comandada pelo delegado Alfredo Dib Junior, também contribuiu com informações. “Descobrimos que os suspeitos compravam, na forma devidamente legal, munições em Curitiba e repassavam para outras pessoas no litoral, que não poderiam estar em posse desse material”, complementou Conceição.

Outros dois homens também suspeitos de participar do esquema, contra os quais há mandado de prisão, estão foragidos (um deles, policial militar).


Codó - Maranhão: Acidente Grave

Acidente grave na Avenida Augusto Teixeira envolvendo o estudante Antônio Carlos Rodrigues, 23 anos. A vítima estava numa motocicleta e bateu com um carro, um Eco Sport. Segundo informações da PM, o veículo estava sendo conduzido por uma mulher que se evadiu do local do acidente.
Antônio Carlos teve fratura em uma das pernas e precisou fazer tomografia por causa da forte pancada que levou na cabeça. O estudante bateu com a cabeça no canteiro central da avenida.
Outra estudante também se envolveu no acidente, identificada, apenas como Francisca. A jovem não teve ferimentos graves, mas ficou em estado de choque e também foi levada ao hospital para observação médica.

Fonte: Correio Codoense!