segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Marajá no Tribumal de Justiça do Maranhão

O presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SindjusMA), Anibal Lins, utilizou sua página no Facebook para denunciar um exorbitante recebimento no salário da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Cleonice Silva Freire.
Segundo o presidente do SindjusMA, a desembargadora recebeu R$ 334.905,29 no seu contracheque. E só no mês de março a magistrada teve um generoso recebimento de R$ 80 mil, conforme mostram as imagens abaixo.
“COMO O TJMA PODE PAGAR MAIS DE 300 MIL REAIS A UM MAGISTRADO E NÃO TER “ORÇAMENTO” PARA CUMPRIR UMA DECISÃO DO STF OU PARA REPOR AS PERDAS INFLACIONÁRIAS ANUAIS DOS SERVIDORES?”,denunciou Anibal Lins.
A denúncia é gravíssima e a presidente do Tribunal Justiça do Maranhão deve uma explicação à sociedade sobre esses recebimentos.
No site do SindjusMA, os servidores do TJ informaram que vão realizar na próxima sexta-feira, dia 8, às 10h, uma manifestação na Praça Pedro II, em frente a sede do Tribunal. Veja aqui.
Os manifestantes querem saber como a desembargadora Cleonice Freire vem recebendo esses exorbitantes valores no seu contracheque, se o Tribunal de Justiça não efetua o imediato pagamento dos 21,7% dos servidores por falta de recursos.
Anibal Lins
Abaixo as imagens do documento:
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Japão acredita no crescimento do Brasil

Como de praxe, temos que buscar declarações da mídia e autoridades estrangeiras para não sucumbirmos à onda de pessimismo vendida por nossa imprensa.
Leia o que disse o presidente da Mitsubishi para a América Latina, Seiji Shiraki, segundo o Valor:
"Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno /// http://www.ocafezinho.com/2014/08/04/japao-acredita-no-crescimento-do-brasil/
Como de praxe, temos que buscar declarações da mídia e autoridades estrangeiras para não sucumbirmos à onda de pessimismo vendida por nossa imprensa.
Leia o que disse o presidente da Mitsubishi para a América Latina, Seiji Shiraki, segundo o Valor:
“Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu uma média anual de pouco menos de 3%. É um grande número. Para os próximos dez anos não será muito diferente, a economia brasileira é promissora”, reiterou Shiraki, acrescentando que vê oportunidades para a Mitsubishi crescer no país, principalmente nos setores automotivo, naval e agrícola.
Setores “automotivo”, “naval” e “agrícola”…
O setor de autopeças, pese o recuo em junho, que arrastou toda a produção industrial brasileira, permanece um dos mais fortes e dinâmicos do planeta, além de estar instalado num dos maiores países do mundo, cuja população de 201 milhões deixa qualquer grande industrial com água na boca.
Agora, está claro que a indústria brasileira tem problemas. Entre eles, a falta de criatividade. Isso não é culpa do governo. É preciso investir no desenvolvimento de novas tecnologias, novos maquinários, produtos mais modernos e mais econômicos para o consumidor.
Outro vício histórico da indústria brasileira é focar as vendas nas classes mais ricas. De certa maneira é o que tem acontecido com o setor de autopeças, cujos novos lançamentos oferecem preços cada vez mais inacessíveis.
Parece evidente que esta tendência, somada ao aumento dos juros básicos, de um lado, e dos spreads bancários de outro, interromperam bruscamente o acesso das classes trabalhadoras aos novos modelos lançados pelas montadoras.
Diante desse quadro, o trabalhador opta pelo mercado de carros usados, que não move a indústria.
O governo, por sua vez, tem culpa por não tocar o bumbo do transporte ferroviário. Fiquei sabendo, por um internauta eleitor do PSDB, que o trem-bala foi adiado para 2018. Ótimo! É tanto silêncio que pensei que havia sido abandonado. Mas e o projeto de ligar várias capitais com trens-balas? E o projeto de criar uma indústria ferroviária no país, para baratear e popularizar metrôs, vlts, trens de superfície, trens-balas, etc, nas cidades médias e grandes do país?
Precisamos de trem-bala para ligar Belo Horizonte à São Paulo e Rio de Janeiro. Trens-balas para ligar todas as capitais do nordeste entre si. Precisamos de metrôs, ou mais metrôs, para reduzir os engarrafamentos em todas as metrópoles. Precisamos de trens de carga para escoar as safras agrícolas. De preferência, trens que levem os produtos diretamente ao Pacífico, atravessando o Peru, para reduzir os custos de exportação para a Ásia.
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Como de praxe, temos que buscar declarações da mídia e autoridades estrangeiras para não sucumbirmos à onda de pessimismo vendida por nossa imprensa.
Leia o que disse o presidente da Mitsubishi para a América Latina, Seiji Shiraki, segundo o Valor:
“Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu uma média anual de pouco menos de 3%. É um grande número. Para os próximos dez anos não será muito diferente, a economia brasileira é promissora”, reiterou Shiraki, acrescentando que vê oportunidades para a Mitsubishi crescer no país, principalmente nos setores automotivo, naval e agrícola.
Setores “automotivo”, “naval” e “agrícola”…
O setor de autopeças, pese o recuo em junho, que arrastou toda a produção industrial brasileira, permanece um dos mais fortes e dinâmicos do planeta, além de estar instalado num dos maiores países do mundo, cuja população de 201 milhões deixa qualquer grande industrial com água na boca.
Agora, está claro que a indústria brasileira tem problemas. Entre eles, a falta de criatividade. Isso não é culpa do governo. É preciso investir no desenvolvimento de novas tecnologias, novos maquinários, produtos mais modernos e mais econômicos para o consumidor.
Outro vício histórico da indústria brasileira é focar as vendas nas classes mais ricas. De certa maneira é o que tem acontecido com o setor de autopeças, cujos novos lançamentos oferecem preços cada vez mais inacessíveis.
Parece evidente que esta tendência, somada ao aumento dos juros básicos, de um lado, e dos spreads bancários de outro, interromperam bruscamente o acesso das classes trabalhadoras aos novos modelos lançados pelas montadoras.
Diante desse quadro, o trabalhador opta pelo mercado de carros usados, que não move a indústria.
O governo, por sua vez, tem culpa por não tocar o bumbo do transporte ferroviário. Fiquei sabendo, por um internauta eleitor do PSDB, que o trem-bala foi adiado para 2018. Ótimo! É tanto silêncio que pensei que havia sido abandonado. Mas e o projeto de ligar várias capitais com trens-balas? E o projeto de criar uma indústria ferroviária no país, para baratear e popularizar metrôs, vlts, trens de superfície, trens-balas, etc, nas cidades médias e grandes do país?
Precisamos de trem-bala para ligar Belo Horizonte à São Paulo e Rio de Janeiro. Trens-balas para ligar todas as capitais do nordeste entre si. Precisamos de metrôs, ou mais metrôs, para reduzir os engarrafamentos em todas as metrópoles. Precisamos de trens de carga para escoar as safras agrícolas. De preferência, trens que levem os produtos diretamente ao Pacífico, atravessando o Peru, para reduzir os custos de exportação para a Ásia.
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Leia o que disse o presidente da Mitsubishi para a América Latina, Seiji Shiraki, segundo o Valor:
“Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu uma média anual de pouco menos de 3%. É um grande número. Para os próximos dez anos não será muito diferente, a economia brasileira é promissora”, reiterou Shiraki, acrescentando que vê oportunidades para a Mitsubishi crescer no país, principalmente nos setores automotivo, naval e agrícola.
Setores “automotivo”, “naval” e “agrícola”…
O setor de autopeças, pese o recuo em junho, que arrastou toda a produção industrial brasileira, permanece um dos mais fortes e dinâmicos do planeta, além de estar instalado num dos maiores países do mundo, cuja população de 201 milhões deixa qualquer grande industrial com água na boca.
Agora, está claro que a indústria brasileira tem problemas. Entre eles, a falta de criatividade. Isso não é culpa do governo. É preciso investir no desenvolvimento de novas tecnologias, novos maquinários, produtos mais modernos e mais econômicos para o consumidor.
Outro vício histórico da indústria brasileira é focar as vendas nas classes mais ricas. De certa maneira é o que tem acontecido com o setor de autopeças, cujos novos lançamentos oferecem preços cada vez mais inacessíveis.
Parece evidente que esta tendência, somada ao aumento dos juros básicos, de um lado, e dos spreads bancários de outro, interromperam bruscamente o acesso das classes trabalhadoras aos novos modelos lançados pelas montadoras.
Diante desse quadro, o trabalhador opta pelo mercado de carros usados, que não move a indústria.
O governo, por sua vez, tem culpa por não tocar o bumbo do transporte ferroviário. Fiquei sabendo, por um internauta eleitor do PSDB, que o trem-bala foi adiado para 2018. Ótimo! É tanto silêncio que pensei que havia sido abandonado. Mas e o projeto de ligar várias capitais com trens-balas? E o projeto de criar uma indústria ferroviária no país, para baratear e popularizar metrôs, vlts, trens de superfície, trens-balas, etc, nas cidades médias e grandes do país?
Precisamos de trem-bala para ligar Belo Horizonte à São Paulo e Rio de Janeiro. Trens-balas para ligar todas as capitais do nordeste entre si. Precisamos de metrôs, ou mais metrôs, para reduzir os engarrafamentos em todas as metrópoles. Precisamos de trens de carga para escoar as safras agrícolas. De preferência, trens que levem os produtos diretamente ao Pacífico, atravessando o Peru, para reduzir os custos de exportação para a Ásia.
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Leia o que disse o presidente da Mitsubishi para a América Latina, Seiji Shiraki, segundo o Valor:
“Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu uma média anual de pouco menos de 3%. É um grande número. Para os próximos dez anos não será muito diferente, a economia brasileira é promissora”, reiterou Shiraki, acrescentando que vê oportunidades para a Mitsubishi crescer no país, principalmente nos setores automotivo, naval e agrícola.
Setores “automotivo”, “naval” e “agrícola”…
O setor de autopeças, pese o recuo em junho, que arrastou toda a produção industrial brasileira, permanece um dos mais fortes e dinâmicos do planeta, além de estar instalado num dos maiores países do mundo, cuja população de 201 milhões deixa qualquer grande industrial com água na boca.
Agora, está claro que a indústria brasileira tem problemas. Entre eles, a falta de criatividade. Isso não é culpa do governo. É preciso investir no desenvolvimento de novas tecnologias, novos maquinários, produtos mais modernos e mais econômicos para o consumidor.
Outro vício histórico da indústria brasileira é focar as vendas nas classes mais ricas. De certa maneira é o que tem acontecido com o setor de autopeças, cujos novos lançamentos oferecem preços cada vez mais inacessíveis.
Parece evidente que esta tendência, somada ao aumento dos juros básicos, de um lado, e dos spreads bancários de outro, interromperam bruscamente o acesso das classes trabalhadoras aos novos modelos lançados pelas montadoras.
Diante desse quadro, o trabalhador opta pelo mercado de carros usados, que não move a indústria.
O governo, por sua vez, tem culpa por não tocar o bumbo do transporte ferroviário. Fiquei sabendo, por um internauta eleitor do PSDB, que o trem-bala foi adiado para 2018. Ótimo! É tanto silêncio que pensei que havia sido abandonado. Mas e o projeto de ligar várias capitais com trens-balas? E o projeto de criar uma indústria ferroviária no país, para baratear e popularizar metrôs, vlts, trens de superfície, trens-balas, etc, nas cidades médias e grandes do país?
Precisamos de trem-bala para ligar Belo Horizonte à São Paulo e Rio de Janeiro. Trens-balas para ligar todas as capitais do nordeste entre si. Precisamos de metrôs, ou mais metrôs, para reduzir os engarrafamentos em todas as metrópoles. Precisamos de trens de carga para escoar as safras agrícolas. De preferência, trens que levem os produtos diretamente ao Pacífico, atravessando o Peru, para reduzir os custos de exportação para a Ásia.
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Banqueiro do propinoduto paulista vendeu apartamento a FHC

Luis Nassif, via Jornal GGN
O dono do banco onde estava a conta “Marilia” – que abastecia o propinoduto da Siemens, no cartel dos trens de São Paulo – é a mesma pessoa que vendeu o apartamento adquirido pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, logo que deixou a Presidência. E é um veterano conselheiro de políticos. Trata-se do banqueiro Edmundo Safdié. Em 2006, tornou-se réu, acusado de lavagem de dinheiro do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, incurso na Ação Pena Pública nº 2004.61.81.004588-1, que tramita em segredo de Justiça (clique aqui).
A rigor, a compra do apartamento pode ser apenas coincidência. O apartamento adquirido – 450 m2 do Edifício Chopin, rua Rio de Janeiro, Higienópolis – fica a poucos metros do antigo apartamento de FHC, na rua Maranhão. Na época, FHC anunciou que pagara R$1,1 milhão pelo apartamento – valor considerado muito baixo por moradores do edifício. Mas também podia ser um agrado de Safdié, para se vangloriar de vender um imóvel para um ex-presidente.
Em outras operações, Safdié foi mais controvertido. E a reincidência na lavagem de dinheiro – após o caso Pitta – pode explicar as últimas movimentações de Edmundo Safdié, vendendo seus ativos para outro banco.
A conta “Marília” estava no Leumi Private Bank da Suíça, antigo Multi Commercial Bank. Entre 1998 e 2002 – segundo documentos em poder da Polícia Federal –, a conta movimentou €20 milhões. Alston e Siemens – as principais financiadores do esquema – compartilhavam a conta. Segundo revelou ao Estadão o ex-presidente da Siemens Adilson Primo, a movimentação era feita pela própria matriz da empresa. Fontes do Ministério Público Estadual informaram a IstoÉ que dessa conta saiu o dinheiro para o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Robson Marinho e para os lobistas Arthur Teixeira e José Geraldo Villas Boas (leia aqui).
Nesse período, a instituição era controlada por Safdié, da tradição dos banqueiros libaneses-judeus que aportaram no Brasil no pós-Guerra e especializaram-se em administrar fortunas nos grandes mercados internacionais.
Edmond_Safdie_Apto_FHCA saga dos Safdié
Edmundo Safdié (foto) foi um brilhante banqueiro que fundou o Banco Cidade em 1965 e, nos tempos do regime militar, mantinha estreitas relações com o general Golbery do Couto e Silva.
Em 1966 entrou no ramo de gestão de fortunas e administração de recursos no mercado internacional. Adquiriu em Genebra, Suíça o Multi Commercial Bank, mais tarde convertido em Banco Safdié. Em 1988 criou o Commercial Bank of New York (clique aqui)
No final dos anos de 1990, a família decidiu concentrar-se em gestão de patrimônio, reorganizou as empresas e concentrou a gestão de patrimônio no banco suíço.
No final de 2012, o Banco Safdié foi adquirido pelo Leumi, maior banco de Israel pelo critério de ativos. No Brasil, a família concentrou-se apenas na gestão de ativos depois que a crise de 2008 lançou desconfiança geral sobre gestores de ativos. Também podem ter contribuído para a reestruturação do grupo as ações internacionais contra lavagens de dinheiro, que expuseram Edmundo no caso Celso Pitta (clique aqui).
O apartamento de FHC
Logo que saiu da Presidência, Fernando Henrique Cardoso adquiriu de Edmundo Safdié o apartamento no 8º andar do Edifício Chopin, a poucos metros de seu apartamento anterior.
Na época, anunciou-se o preço de R$1,1 milhão. Embora anterior ao boom de imóveis em São Paulo, considerou-se que o preço estava subavaliado, para um imóvel de 450 metros quadrados (clique aqui).

Goiano desaparecido

Diego Murilo Rosa Silva, de 24 anos, está desaparecido há 20 dias. Ele é iporaense, mas estava em, Rio Verde, de onde desapareceu. Lá, ele morava com seu pai Amilton Rosa Silva, desde seus 15 anos.


Diego Murilo Rosa Silva, de 24 anos, está desaparecido há 20 dias. Ele é iporaense, mas estava em, Rio Verde, de onde desapareceu. Lá, ele morava com seu pai Amilton Rosa Silva, desde seus 15 anos.

Foi criado em Iporá. Tem uma tatuagem nos dois braços, onde está escrito “Deus é fiel”. Segundo sua avó residente em Iporá, Florenita Rosa Silva, ele usa um óculos de grau muito forte. Se chegar a perder esses óculos ele não consegue nem voltar para casa.

Ele estava trabalhando em Rio Verde de Office Boy em uma churrascaria, entregando marmitex. No dia que desapareceu ele saiu de casa cedo para receber o seguro desemprego de onde trabalhava anteriormente e não voltou mais.
Sua avó Florenita Rosa Silva foi quem criou o neto até seus 15 anos e o pai Amilton Rosa Silva estão aflitos a procura de Diego. Quem souber de informações de Diego entrar em contato com sua avó dona Florenita.

Contato: Fone (64) 9242-7205

PM ATIRA NA NAMORADA E DEPOIS SE MATA

Um soldado da Polícia Militar atirou na namorada na tarde deste domingo (2) e se matou em seguida na cidade de Campo Formoso, que fica a 401 quilômetros de Salvador. O crime aconteceu por volta das 17h30, em um bar no bairro Maria Joana.De acordo com  a Polícia Militar, o soldado José Antônio Alves, que é lotado na 54ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Campo Formos), foi até o local onde a namorada Joelma Rodrigues estava e atirou contra ela. Em seguida, ele atirou na própria cabeça.  
Os dois foram socorridos para um hospital na cidade, mas José não resistiu e morreu. Joelma foi transferida para o Hospital Trauma, que fica em Petrolina (PE). O estado de saúde de Joelma e o motivo que levou o PM a atirar na namorada não foram divulgados.
O corpo do soldado será sepultado ainda nesta segunda-feira (4), em Campo Formoso, mas o horário ainda não foi definido pela família. Antônio estava na Corporação havia 22 anos.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Acidente deixa um ferido

Por volta das 9h desta segunda-feira, um acidente ocorrido na RSC-287, na localidade de Santuário, em Restinga Seca/RS, deixou um homem ferido. Segundo informações preliminares do Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, um caminhão com placas de Estrela e um Palio com placas de Sapiranga viajavam no sentido Porto Alegre-Santa Maria.

No sentido contrário, trafegava uma carreta com placas de Jaguari. O acidente teria acontecido quando o motorista do Palio teria tentado ultrapassar o caminhão e colidido de frente com a carreta. O caminhão saiu da pista e caiu no acostamento.

O motorista do Palio foi encaminhado ao Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Os outros envolvidos não se feriram.

O trânsito no trecho do acidente não precisou ser interrompido.

DIÁRIO DE SANTA MARIA

Ameaçou a esposa com uma foice, preso em flagrante

Na noite de ontem, 01, Policiais Militares foram acionados para diligenciar até o Setor Garavelo Sul em Hidrolândia, pois, notícias davam conta de um possível crime doméstico. Ao chegar no palco indicado, os milicianos efetuaram a prisão de um indivíduo que tinha em seu poder uma foice. Objeto este que estava sendo utilizado para ameaçar de morte a esposa.
Em ato contínuo, foi dada voz de prisão ao "brabão" e, conduzido até o 1º DP situado em Aparecida de Goiânia, onde foi autuado pelo crime de ameaça, contido na Lei denominada "maria da penha". Naquela repartição pública, o "virgulino da cidade das águas" ficou enjaulado à disposição da Autoridade Policial para as providências aconselhadas no cânone jurídico pátrio.
C.T.

O BATMAN BRASILEIRO E SEUS ROLOS


Quando o ditadorzinho aposentou precocemente (poderia ficar no cargo por mais 11 anos), fez uma de suas usuais manobras para garantir o emprego de 46 (repetindo: 46) pessoas de sua confiança, no STF; venhamos e convenhamos: é muito cara de pau, né? Fez e quer continuar fazendo da Corte, a Casa da Mãe Joana. Um exemplo: só com a reforma de banheiros do apartamento funcional, o vaidoso ministro gastou o equivalente a 90 mil reais (preço de uma casa popular). Será que os subordinados, sob a ordem do antigo chefão, continuariam engavetar as sujeiras tucanas? Eis a questão! Quase meia centena de amiguinhos à custa do erário, é mole? E a mídia bandida, juntamente com o coxinhanismo fajuto, acharam normal; nenhuma indignaçãozinha!
Agora, o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, exonerou o batalhão de funcionários do amigão da Globo e nomeou assessores que deverão acompanhá-lo como presidente do STF. A troca de assessores de confiança é um processo normal a cada nova administração no STF. Esperamos, com essa nova mudança, que a Justiça deixa de ser complacente com a quadrilha tucana, a qual Joaquim Barbosa serviu fielmente. (Emanoel Messias)

Carro colidi com caminhão e motorista morre

O motorista de um carro morreu após colidir com um caminhão no início da tarde desta segunda-feira (4).  Com o impacto, o carro da vítima entrou na traseira do veículo.  O acidente aconteceu na Estrutural, sentido Taguatinga-Brasília, próximo a Cidade do Automóvel.  O trânsito na via está complicado, a velocidade média na via é de 12 km/h.
Ainda segundo a corporação, o veículo colidiu com o caminhão por volta das 12h. O carro seguia para Taguatinga e não reparou que o caminhão estava parado no lado direito da via. Os bobeiros informaram que a vítima faleceu no momento da batida.
Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br

veja em que situação caotica Lula, Dilma e PT colocaram o Brasil:

Quem analisa a política e a economia brasileiras com isenção não pode deixar de reconhecer a diferença fundamental entre os métodos de governar do PSDB e do PT, a começar pelo viés psicológico para a população. Enquanto o neoliberalismo pratica a política de terra arrasada, porque parte do princípio de que, sendo impossível atender à maioria, então que se locuplete a minoria, o PT segue na direção contrária, implementando e executando políticas de caráter social, com abrangências de amplos setores da população.
Nesse rumo, mais de 44 milhões de brasileiros foram incluídos ao mundo do consumo e dos direitos fundamentais, nos governos do PT. As políticas são ainda imperfeitas e ainda falta fazer muito, sim, mas não há como reconhecer que esse caminho é o mais consentâneo com as necessidades deste país-continente.
Do lado econômico, o Brasil possui a quinta maior reserva internacional do mundo, de cerca de 380 bilhões de dólares e, pelo quarto ano consecutivo, os investimentos estrangeiros diretos, os que geram empregos, continuam acima de 60 bilhões de dólares. Os dados financeiros comprovam o bom desempenho da economia brasileira, como a valorização do real em 9,4%, nos primeiros seis meses do ano, e a alta da Bolsa de Valores de São Paulo, em 21,25%, no mesmo período.
O Brasil vive pleno emprego, tem população predominante em idade produtiva, um potencial de demanda ainda não atendida e recursos estratégicos abundantes, a exemplo do pré-sal. Nada, portanto, sugere que o país estaria diante de um fracasso. Só a política neoliberal conservadora e antinacionalista, que quer o Brasil rastejando, faz a crítica negativa de cunho eleitoral, na tentativa de incompatibilizar governo e povo.

A oportunidade da escolha está posta, o eleitorado vai dizer então se é este o caminho, ou se vai voltar aos anos de arrocho e do pires na mão, no guichê do FMI. Para se defender esta posição pela continuidade do governo de Dilma Roussef, não precisa ser integrante ou funcionário do governo ou do PT, nem chapa-branca ou puxa-saco . Basta ser cidadão brasileiro.