
No Maiobão, mataram um jovem identificado como Leílson Gomes Rocha, de 22 anos. Já no Monte Castelo, um homem identificado como João Marcelo Silveira, de 36 anos, foi assassinado com tiros.

A deputada estadual e cantora Mara Lima, do mesmo partido do governador Beto Richa (PSDB) fará um show na cidade de Maringá no dia 4 de abril (sábado) às 19 horas, no Parque de Exposições.
Foto publicada nas redes sociais mostra policiais segurando um cartaz que pede mais escolas e menos cadeias; Polícia Civil informou que posicionamento é individual e que a corporação respeita a liberdade de expressão.
A colisão - com um veículo emplacado em Goiânia - ocorreu na GO-080
"Soube aplicar cada centavo do Bolsa Família que recebia e não uma conformada que não gosta de trabalhar como dizem muitos"![]() |
| CODÓ - MARANHÃO. |
SÃO PAULO - Rua Dr. Sérgio Fleury, Elevado Costa e Silva, Avenida Presidente Castelo Branco. Comissões da Verdade em São Paulo, Rio e Paraná querem refazer o mapa das cidades, tirando os nomes de agentes da ditadura e colaboradores do regime militar (1964-1985) de vias, praças e prédios públicos. Em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad já promulgou uma lei que permite a troca de nomes dos logradouros que prestem homenagem a “autoridade que tenha cometido crime de lesa-humanidade ou graves violações de direitos humanos”.
A síndica aponta alguns problemas, como a taxa de R$ 60 que deve ser paga pelo morador ao cartório para registrar a mudança de logradouro. Outro problema é a burocracia dos trâmites da transferência de nome para os serviços como luz, água e correios. Vereadores ouvidos pelo GLOBO informaram que podem criar, na própria lei que modifica o nome da rua, mecanismos que diminuam esse ônus para os moradores.
No dia em que o golpe militar brasileiro completa 51 anos, o governo do Maranhão decidiu modificar os nomes das escolas estaduais que homenageavam militares ou personalidades que constam no Relatório Final da Comissão da Verdade como responsáveis por crimes de tortura durante o regime ditatorial. As escolas que tiveram seu nome alterado passaram por processo democrático de escolha dos novos nomes, que contou com a votação dos profissionais da educação, estudantes, funcionários das escolas e a comunidade do entorno das unidades escolares.