sábado, 14 de fevereiro de 2015

PSDB E DEM NÃO TEM PROJETO PARA O BRASIL, PROJETO DELES É LULA

Para refletirmos durante o Carnaval: o que move o PSDB, qual é o seu projeto de país, além da obsessão em derrubar Dilma e tirar Lula do jogo?
A julgar pelas manifestações dos seus representantes no Congresso Nacional e a guerra de extermínio desfechada nos últimos dias por seus robôs na internet, nada mais interessa.
Para alcançar estes objetivos, vale tudo, até se aliar a bolsonaros e caiados, e entregar o comando das oposições a um "aliado" do governo, o todo-poderoso presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Ou alguém acredita que os tucanos estão realmente preocupados com os destinos da Petrobras, a vida da população e os rumos do país?
Outro dia perguntei no JRN ao deputado Carlos Sampaio, lider do PSDB na Câmara, quais eram os projetos do partido para 2015, além de pedir a criação de CPIs para investigar o governo. Sampaio deu uma resposta genérica e não consigo me lembrar de nenhum tema relevante.
Todas as iniciativas políticas, desde a reabertura dos trabalhos do Congresso há duas semanas, não partiram nem do governo nem da oposição, mas do suprapartidário Eduardo Cunha.
Por onde andam os caciques tucanos? Que fim levou Aécio Neves, o presidente do partido e candidato derrotado por pouco nas últimas eleições? Parece um vagalume, que vez ou outra acende em Brasília, solta uma nota ou faz um discurso, e some novamente. Alckmin, outro nome apontado como possível candidato em 2018, dedica-se atualmente apenas a achar água em São Paulo para evitar o racionamento. Serra só se movimenta nos bastidores. E FHC continua FHC.
O fato é que 2018 ainda está muito longe e o PSDB simplesmente não se conforma com a quarta derrota seguida para o PT. Desde o primeiro minuto após a reeleição de Dilma, o partido só pensa em encontrar atalhos para voltar ao poder, só pensa nisso.
Por isso, mesmo que não assumam esta bandeira abertamente agora, o impeachment tornou-se o caminho mais curto para a retomada do Palácio do Planalto, como fica claro nas convocações feitas pelas redes sociais para o protesto do "Fora Dilma" marcado para o dia 15 de março.
O dilema tucano é que não bastará tirar Dilma. É preciso, antes, tirar Lula do jogo. É o que leva o PSDB a jogar todas as suas fichas no Judiciário e na mídia, a bordo da Operação Lava-Jato, como se tivessem descoberto um novo Plano Real.

A quem pensam que enganam? E o país que se dane.

O colunista Ricardo Kotscho afirma que PSDB não tem outro projeto a não ser sua “obsessão” em derrubar Dilma e tirar Lula do Jogo. 

O IMPEACHMENT É MAIS UMA VITÓRIA DO PT: RESTA O CHORO PARA OS GOLPISTAS

Mal havia se concluído a contagem dos votos da eleição de 2014, que garantiram o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff, e já se falava abertamente no tal de “impeachment”. O motivo alegado à época pela oposição derrotada girava em torno de uma suposta utilização de estrutura pública (os Correios) para benefício da candidatura governamental.
Certamente, a derrota de última hora frustrou boa parte dos oposicionistas, que minutos antes da divulgação dos resultados oficiais comemoravam a vitória de Aécio com base em informações ilegalmente vazadas por um alto integrante da cúpula judiciária nacional. Tamanha frustração se traduziu em recusa na aceitação do resultado legítimo das urnas, e boa parte dos apoiadores de Aécio, desde então, tem optado por dois caminhos: a negação, por meio do pedido de impedimento, e a negação da negação, desistindo do Brasil e indo para Miami, como revelou reportagem recente da Folha de São Paulo.
Tendo início o segundo governo Dilma, mudanças importantes na estratégia política da presidenta foram anunciadas, apontando para a adoção de uma postura conciliatória com vários grupos que a haviam difamado nos meses e anos anteriores. Para aqueles que votaram nela esperando uma escalada no enfrentamento contra o establishment conservador e liberal, foi grande a surpresa com a escalação de nomes como Joaquim Levy, Kátia Abreu e Armando Monteiro para importantes ministérios.
A decepção de parcela importante do eleitorado de Dilma, que ainda não compreendeu a razão por trás destas escolhas (em grande medida pela dificuldade do governo em dialogar com a população), somada à sanha golpista de parcelas relevantes da oposição e da mídia, deram força ao até então risível coro pró-impedimento.
Para adicionar calúnia à injúria, o avanço das investigações da Lava Jato mostra o envolvimento de todos os partidos políticos em esquemas de corrupção, mas o foco é direcionado particularmente ao PT, seja pelo seu atual papel no governo federal, seja em decorrência de uma estratégia mais ampla de desconstrução da imagem do partido por parte de alguns veículos de imprensa.
É fato que alguns dos depoimentos oriundos de delações premiadas (ainda sujeitos a comprovação) envolvem o PT em casos de corrupção, assim como é fato que essas mesmas delações relatam casos de propina de origem muito anterior, vindos desde o governo FHC e que envolvem quase a totalidade dos partidos políticos (inclusive o PSDB de Aécio Neves).
Nunca é demais se lembrar do falecido jornalista Paulo Francis, que durante o governo FHC denunciou uma série de irregularidades na Petrobras e teve como resposta um processo criminal, que o levou à depressão e à morte. Desta vez, no entanto, as denúncias geraram uma investigação séria e profunda, que atingiu as maiores empreiteiras do País e desvelou as relações espúrias entre iniciativa privada e setor público, com o objetivo de financiar as campanhas políticas.
Esta nova atitude perante a denúncia apenas comprova o amadurecimento institucional do País nos anos recentes, que através do fortalecimento e independência das instituições poderá investigar e punir aqueles envolvidos nos malfeitos. Caso a maturidade avance, podemos até sonhar com uma reforma política que proíba a continuidade destas relações espúrias entre empresas privadas e financiamento de campanhas políticas.
A avalanche de notícias negativas, no entanto, reforçou ainda mais os arautos do impedimento presidencial. O advogado do ex-presidente FHC chegou a encomendar para o jurista ultradireitista Ives Gandra Martins um parecer que embasasse juridicamente a tese do impedimento. Apesar de completamente desconstruído pelo também jurista Dalmo Dallari, o parecer é apenas mais um movimento no tabuleiro político para fortalecer aqueles que sonham com um novo golpe de Estado, custe o que custar.
O plano golpista se aprofunda e, além de abaixo-assinados circulando pela internet, a oposição já tenta criar um grande movimento de rua similar a junho de 2013, mas desta vez pedindo o impedimento da recém-eleita presidenta Dilma. A queda na taxa de aprovação do governo foi o combustível que faltava para o delírio golpista dos novos marchadores de 64, que acalentam ainda em seus corações e mentes a sanha reacionária e antidemocrática de seus ancestrais.
Há, no entanto, uma falha no plano dos novos golpistas: eles ainda não compreenderam a natureza da identidade petista e base social que este partido representa. Nos idos de 2005, durante o auge do chamado “mensalão petista”, um dos maiores representantes da oposição à época afirmou que o Brasil iria se livrar desta “raça” (petista) de uma vez por todas. O ex-senador Jorge Bornhausen pertencia ao ex-PFL, partido que mudou de nome para DEM e corre o risco de desaparecer e ser englobado por outros partidos.
Enquanto isso, o PT sobreviveu, conquistou mais três eleições presidenciais e permanece como um dos maiores partidos do País. O erro de avaliação de então se repete agora, quando a oposição acredita que o PT está derrotado, que não possui quem o defenda e que a presidenta Dilma está isolada. Desconhece, novamente, a ampla base social do partido, que vai muito além de seus militantes e simpatizantes, englobando boa parte das camadas menos privilegiadas da população (trabalhadores e excluídos que viram suas vidas melhorarem nos governos petistas), além de importantes setores da inteligência nacional.
O que os delirantes golpistas não compreendem é que, parafraseando Euclides da Cunha, o petista é antes de tudo um forte. Ele sobrevive às maiores adversidades, seja em relação à sua condição social desprivilegiada (afinal, a maior parte dos petistas é composta de trabalhadores, assalariados e excluídos), seja em sua árdua tarefa de debater e conviver em uma sociedade conservadora, cuja elite e boa parte da mídia os odeiam.
O ódio contra o PT não advém apenas de seus erros, mas sim do projeto que representa: a transformação do feudo brasileiro em uma verdadeira democracia política, social e econômica. Este projeto transformador, mesmo quando travestido com uma carapaça tradicional e afeito a concessões, não é o projeto de boa parte da elite brasileira e por isso a enfurece.
O grande objetivo das elites nacionais é manter seus privilégios e se alinhar servilmente aos interesses estrangeiros, por acreditarem que tais interesses representam a “modernidade” que falta ao País.
O verdadeiro petista sobrevive aos piores ataques que um homem pode sofrer: a humilhação, a calúnia e a difamação diárias, fruto do ódio contra o ideal que representa. Sobrevive, não sem cicatrizes profundas, aos graves erros cometidos por alguns dirigentes de seu partido, sabedor que é de que, para além das pessoas, há um projeto e um ideal a ser defendido.
Sobrevive, por fim, aos descaminhos da política, que por diversas vezes forçou o governo para uma rota diferente da desejada pelo ideal petista, mas que, por meio de muita batalha e pressão social, foi capaz de reconstruir o significado de um governo de esquerda, progressista e socialmente responsável.
Mas o verdadeiro petista também percebe que o PT é muito maior que alguns homens, que alguns erros ou descaminhos. Reconhece no PT o símbolo de um projeto de país que sonha com um Brasil livre, independente e democrático, com justiça social e econômica.

Reconhece, acima de tudo, que a construção desse ideal e desse símbolo está constantemente ameaçada não apenas por seus próprios erros, mas por aqueles que querem fazer uso desses erros para destruí-lo. E por reconhecer todas essas questões, no momento em que for chamado, o petista não vai abandonar seu governo para vê-lo derrubado por seu pior inimigo. Que venham os novos marchantes de 1964, pois encontrarão na base do povo brasileiro aqueles que se baterão contra seus delírios golpistas.
Artigo do Brasil Debate
Por Guilherme Mello

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

DEPUTADO DO PSDB RESPONDE A 05 MIL AÇÕES TRABALHISTA NA JUSTIÇA E FALIU 27 EMPRESAS

O tucano Alfredo Kaefer, considerado o deputado mais rico do Brasil, com patrimônio declarado de R$ 108,6 milhões em 2014, enfrenta a falência da Diplomata S/A, grupo que controlava outras 26 empresas de Cascavel (PR).
Leia na nota do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder:
DEPUTADO MAIS RICO DO BRASIL FALIU 27 EMPRESAS
Alfredo Kaefer (PSDB-PR), considerado o deputado federal mais rico do Brasil na atual legislatura, com patrimônio declarado de R$ 108,6 milhões em 2014, enfrenta desde o final do ano a falência da Diplomata S/A, “holding” que controlava outras 26 empresas de Cascavel (PR). A falência do grupo foi decretada pela Justiça após serem identificadas fortes evidências de “fraudes processuais e confusão patrimonial”.
ATÉ AEROPORTO
Kaefer era dono de várias empresas, incluindo o Aeroporto do Oeste do Paraná, shopping center e até administradora de cartões de crédito.
CARA DE PAU
O ex-ricaço Kaefer alegou pobreza para conseguir advogado gratuito e não pagar custas processuais no valor de R$ 910. Mas foi rejeitado.
FALÊNCIA GERAL
De um canetada, foi decretada nesta quarta (11) a falência de todas as empresas da Diplomata, incluindo distribuidora, supermercados etc.
FOLHA CORRIDA
O grupo Diplomata, de Alfredo Kaefer, responde a mais de 5 mil ações judiciais, grande parte delas na área trabalhista.

OS VERDADEIROS CORRUPTOS DA PETROBRAS ESTÃO COM MEDO!

Quando Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso se juntam para fazer críticas ao governo Dilma e à Petrobras, ou é sinal de que ambos estão com sérios problemas de memória, ou que não estão acompanhando as notinhas que vez por outra têm saído na imprensa amiga dos tucanos
Na sexta feira (21), o ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, depois de fazer acordo de delação premiada como forma de diminuir seu possível tempo de prisão, relatou em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, que recebeu cerca de US$ 100 milhões em propinas por negócios escusos na Petrobras desde 1996, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Barusco se aposentou na Petrobras em 2010 e, a partir daí, foi diretor de Operações da Sete Brasil, empresa que tem contrato atualmente com a Petrobras.
Fazendo coro com Barusco, na mesma semana foi a vez de outro diretor, o lobista Fernando Antonio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, dizer à Polícia Federal que começou a fazer negócios com a Petrobras durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Contou Baiano, que, por volta do ano de 2000, celebrou contratos milionários com uma empresa espanhola, que na época o país vivia o apagão da energia e que a estatal buscava parceiros internacionais na área de produção de energia e gás para suprir a demanda. Ele disse também que conheceu Nestor Cerveró  no governo Fernando Henrique. Na ocasião, segundo ele, Cerveró era um dos gerentes da Petrobras.
De acordo com uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo no ano de 1999, sob gestão de FHC, a estatal usou decreto criado por ele mesmo para não aplicar a Lei de Licitações em parte dos contratos. Amparada por um decreto presidencial de 1998 e por decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), a Petrobras fechou acordos sem licitação de cerca de R$ 47 bilhões (valor não atualizados)
Somente entre 2001 e 2002, no mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), a Petrobras contratou cerca de R$ 25 bilhões sem licitações, em valores não atualizados.
Em 2009 teve uma CPI  da Petrobras como agora. O requerimento foi de Álvaro Dias e recebeu assinaturas de apoio dos então senadores Demóstenes Torres (que era do DEM) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Na época ninguém entendeu o fato de, após alguns dias de funcionamento, a CPI criada por parlamentares do PSDB ter sido abandonada sem que nada fosse investigado. A comissão foi instalada em julho e acabou em novembro. Sérgio Guerra e Álvaro Dias, também do PSDB, abandonaram a comissão no fim de outubro.
Somente no mês passado todos conheceram o real motivo da desistência.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato após decidir colaborar com o Ministério Público Federal, afirmou em depoimento que repassou propina no valor de R$ 10 milhões ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, para que ajudasse a esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar a Petrobras em 2009. Guerra era senador e integrava aquela CPI. Ele morreu em março deste ano e foi substituído por Aécio Neves no comando do PSDB.
Segundo depoimento de Costa, as  empresas que prestam serviços à Petrobras tinham como objetivo nessa época encerrar logo as investigações da CPI , porque as empreiteiras temiam prejuízos. O PSDB sempre culpou o PT e Lula pelo fim da CPI. Um dos textos do site do PSDB publicado em março deste ano, traz o seguinte título: “Governo engavetou CPI da estatal em 2009”  Agora sabemos que o PSDB atribuiu  ao PT uma culpa que ele não teve
Junto a todos esses fatos, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse em depoimento à Polícia Federal que tinha contato próximo com o arrecadador de campanha do PSDB, o Doutor Freitas, Sérgio de Silva Freitas, ex-executivo do Itaú que atuou na arrecadação de campanhas tucanas em 2010 e 2014 e que esteve com o empreiteiro na sede da UTC.
Ainda de acordo com o depoimento, o objetivo da visita do "doutor Freitas" foi receber recursos para a campanha presidencial de Aécio originadas de propinas entre construtoras que prestavam serviços à Petrobras.

Vale aqui recordar o comentário do jornalista da Rede Band, Ricardo Boechat – que pode ser taxado de tudo, menos de ser petista: “Fernando Henrique Cardoso está sendo oportunista quando diz que começa a sentir vergonha com a roubalheira ocorrida na gestão alheia. É o tipo de vergonha que tem memória controlada pelo tempo. A partir de um certo tempo para trás ou para frente você começa a sentir vergonha, porque o presidente Fernando Henrique Cardoso é um homem suficientemente experiente e bem informado para saber que na Petrobras se roubou durante o seu governo”

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

ALISON MAIA PODERÁ SER CANDIDATO A PREFEITO POR PARTIDO INDEPENDENTE DE CALDAS NOVAS

O POLICIAL MILITAR ALISON MAIA   PODERÁ PARTICIPAR DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS REPRESENTANDO A TERCEIRA VIA PARA CHAMADA CHAPA  MAJORITÁRIA. O NOME DO APRESENTADOR DE UM PROGRAMA POLICIAL VEM SENDO COGITADO POR PEQUENOS PARTIDOS E POR LIDERANÇAS POLITICAS SEM MUITA EXPRESSÃO NO CENÁRIO POLITICO LOCAL. SEGUNDO UMA DAS FONTES DE NOSSO BLOG EXISTE UMA ARTICULAÇÃO POR PARTE DE PARTIDOS QUE ESTÃO FORA DO PODER LOCAL E QUE ESTÃO VENDO NA FIGURA DO APRESENTADOR DO PLANTÃO POLICIAL UMA OPORTUNIDADE DE NEGOCIAR APOIO POLÍTICO MAIS SIGNIFICATIVO COM A APROXIMAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES POLITICAS FUTURAS. PARA TAL ESTÃO ARTICULANDO FORMAS DE AUTO VALORIZAREM-SE DIANTE DE CANDIDATOS COM PESO POLITICO E COM MAIOR PODER DE BARGANHA. A IDÉIA INICIAL É PROPAGAR UM NOME QUE SEJA UMA ALTERNATIVA DIFERENTE  A  MAGAL, MAGDA OU NEY, E ASSIM PODEREM TEREM PODER DE FOGO NA HORA DE FECHAR COM ESSES APOIOS REAIS E CONSISTENTE.
O NOME DE ALISON MAIA TEM UM FORTE APELO POPULAR  E NÃO SE ENQUADRA NO PERFIL DE POLITIQUEIROS, QUE  JÁ ESTÃO BASTANTE DESGASTADOS DIANTE DO ELEITORADO CALDASNOVENSE. RESTA  SABER SE ESSES PARTIDOS E SUAS LIDERANÇAS CONSEGUIRÃO CONVENCER O APRESENTADOR DO PLANTÃO POLICIAL  A ACEITAR UMA PRÉ-CANDIDATURA, JÁ QUE O PRÓPRIO AFIRMA DIARIAMENTE EM SEU PROGRAMA DE RÁDIO E EM SEU BLOG, QUE ODEIA OS POLÍTICOS E QUE JAMAIS FAZ O QUE FAZ POR ESTAR  INTERESSADO EM SER CANDIDATO A PREFEITO OU A VEREADOR.
PARA NÓS  DO  BLOG LUTA E NOTICIA ,  TER ALISON MAIA COMO CANDIDATO SERIA UMA VERDADEIRA ALTERNATIVA DIFERENTE DOS PROVÁVEIS PRÉ-CANDIDATOS A PREFEITOS QUE SE APRESENTAM. PORÉM VERDADEIRAMENTE FALANDO ACHAMOS QUE ALISON NÃO  TERIA CORAGEM DE ENFRENTAR A VONTADE POLITICA DE MARCONI PERILLO, DO QUAL É FORTE DEFENSOR E TÃO POUCO SE AVENTURARIA A CONFRONTAR O ATUAL PREFEITO DE CALDAS NOVAS, DO QUAL QUASE NADA RECLAMA OU CRITICA O SEU GOVERNO, PREFERINDO UMA CRITICA SUAVE OU FICAR NO MURO.  

OS IDIOTAS TEM MEMORIA CURTA!

Janeiro foi um mês péssimo para o governo Dilma Rousseff. Nem é preciso enumerar as razões, da falta de chuvas à interminável agonia da Petrobras. Como se não bastassem, a presidenta enfrentou a hostilidade das esquerdas ao ministério e as malcriações da direita, que abusa de um discurso cada vez mais grosseiro. Para coroar os padecimentos, em 1º de fevereiro os deputados elegeram Eduardo Cunha presidente da Câmara.
Ruim? Com certeza, mas esse janeiro está longe de ser o pior primeiro mês de um segundo mandato presidencial em nossa história. O título continua nas mãos de Fernando Henrique Cardoso, no início de seu segundo mandato em 1999.
Para quem está impressionado com os problemas de Dilma no mês passado, a comparação com os de seu antecessor peessedebista é pedagógica. O que dizer de um mês no qual a inflação anualizada saltou de 1,78% para 20%? Do momento em que uma desvalorização não coordenada do real elevaria em pouco o tempo a cotação do dólar de 1,32 para 2,16? No qual as reservas internacionais haviam se exaurido após uma tentativa malsucedida de evitar o derretimento da moeda nacional? Calcula-se que o Brasil perdeu 48 bilhões de dólares naquele período, o que torna coisa miúda os desvios até agora denunciados na Petrobras.
Janeiro de 1999 foi um mês de tanta balbúrdia na economia que o Banco Central teve três presidentes, um dos quais preso pela Polícia Federal. Ficou evidente que o governo tinha “amigos” no mercado financeiro, pois alguns bancos e corretoras receberam informações privilegiadas e amealharam uma fortuna, enquanto o resto do País pagava a conta.
Inflação explosiva, erosão do real, fuga de capitais, descontrole administrativo, suspeitas de favores, policiais a vasculhar a vida do presidente do Banco Central. Assim foi o primeiro janeiro de Fernando Henrique depois da reeleição.
FHC, óbvio, tinha uma vantagem sobre Dilma, a simpatia dos barões da mídia e, por extensão, da maioria dos jornalistas empregados nesses meios de comunicação. Por mais que se inquietassem com o vendaval a vergar a economia e as denúncias de malfeitos, nada do que se vê hoje contra Dilma acontecia. Se você duvida, imagine como ela seria tratada pelas corporações midiáticas se um cenário como o de 1999 se repetisse agora.
A simpatia dos meios de comunicação pouco serviu, porém, a FHC. Todas as pesquisas feitas de janeiro de 1999 em diante mostraram quedas na popularidade e na avaliação positiva do governo. Em fevereiro daquele ano, um levantamento do Vox Populi revelou que a soma de “ótimo” e “bom” ficava em 19%, enquanto a de “ruim” e “péssimo” alcançava 47%. Em setembro, a positiva afundou a minguados 8% e a negativa saltou para estratosféricos 65%.
Dilma, como sabemos, ostenta índices muitíssimo melhores: nas últimas pesquisas disponíveis, sua avaliação positiva estava em 42%, enquanto a negativa era quase a metade, perto de 22%. Quisera FHC obter números como esses.
Os problemas do tucano e da petista no início de seus segundos mandatos não são iguais, mas a grande diferença entre janeiro de 1999 e o deste ano é outra. Por mais que tivesse de lidar com a oposição do PT e dos setores progressistas da sociedade, ninguém discutia, a sério, o impeachment do tucano. Depois dos erros cometidos no primeiro mandato, FHC meteu os pés pelas mãos no início do segundo, mas nunca enfrentou a onda golpista hoje em curso.
É natural emergir o golpismo na opinião pública brasileira, a se considerar quão presentes são os elementos autoritários e antipopulares em nossa cultura política. Nenhum país, particularmente aqueles com trajetória semelhante à nossa, em que a democracia sempre foi exceção e nunca regra, está livre desse fenômeno.
O problema não é existir na sociedade a oposição tosca e ignorante típica das velhas e novas “classes médias”, incapazes de entender os acontecimentos. Grave é o desembaraço com que se movimentam e se expressam lideranças políticas, empresariais e de instituições como o Judiciário, que deveriam ter compromisso com a preservação da democracia, mas, em vez disso, exibem um golpismo cada vez mais escancarado. Que saem derrotadas de uma eleição e, no dia seguinte, se põem a fazer o jogo antidemocrático.

O desafio deste começo de 2015 é saber sustar as fantasias golpistas à solta. Quem preza a democracia tem o dever de denunciá-las e combatê-las...

CALDAS NOVAS, CATALÃO , URUAÇU E GOIÁS: SEXTA-FEIRA 13, MUITO CUIDADO

No dia 13 de fevereiro de 2015, sexta-feira às 09h00min no Posto Rodoviário da rodovia GO 020 km 15 será lançada a “Operação Carnaval Mais Seguro”. Visando o incremento do Policiamento Rodoviário o 15ºCRPM reforçará seu efetivo e fiscalização durante o período das festas de carnaval valendo-se do serviço extra remunerado. Ainda serão utilizados recursos tecnológicos e profissionais tais como: Ocorrência-AGETOP, radares, etilômetros e balanças. Também serão distribuídos panfletos educativos sobre segurança nas estradas, elaborados especialmente pelo comando de policiamento rodoviário para a ocasião.
Visando também apoiar a saúde pública o Comando do Rodoviário em parceria com o Comando de Saúde e Secretaria Estadual de saúde, complementará a operação com a distribuição de preservativos para os foliões que transitarem pelas rodovias de maior fluxo de nosso estado.
A operação também será realizada simultaneamente nos postos rodoviários das cidades de Catalão, Caldas Novas, Goiás e Uruaçu.
Fonte e Texto: Rogerio Virgilio

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

POR QUE SITES E BLOGs DE GOIÁS FICAM CALADOS DIANTES DAS CORRUPÇÕES NO ESTADO

Gente fina é outra coisa, a mídia goiana cheia de dedos para noticiar a corrupção no governo goiano de Marconi Perillo (PSDB-GO). O Jornal Anhanguera não fez qualquer referência aos 21 denunciados pelo MP-GO, limitando-se a informar que o governador teria mandado o secretário de saúde, Antônio Faleiros, tomar providências. E olhe lá que o caso já está em fase de denúncia por parte do MP-GO e até agora praticamente nada foi publicado na imprensa goiana. Imagina só se fosse gente do PT se o batalhão de repórteres teria dado sossego. Mas gente fina é outra coisa né. E falando em corrupção, a  maçonaria e outra entidades ligadas ao governador Marconi Perillo(PSDB-GO) sairam ontem às ruas para marchar contra a corrupção, claro, no governo federal,  uns poucos gatos pingados mas estavam lá armados de vassouras. Como era de se esperar, nenhuma palavra de ordem se ouviu contra a corrupção no governo de Marconi Perillo (PSDB-GO). 
Ué, os goianos protestando não contra a corrupção de Perilo mas contra Dilma que tem tomado providências, tem colocado PF, CGU, AGU e demais órgãos para combater esta praga? Incrível como tem macaco sentado no próprio rabo falando mal dos outros. 
Estas coisas você não vai ver no Jornal Nacional:  21 denunciados por prática de corrupção no governo PerilloNenhum veículo de comunicação nacional dá destaque ao fato de que o reitor da UEG desviou mais de 14 milhões dos cofres públicos. E ainda há quem não entenda o fracasso desta gente hipócrita marchando "contra a corrupção".  Olha só o desalento de Noblat/Globo que, após meses de mobilização na grande imprensa, deparou-se com os poucos gatos pingados marchando contra a "corrupção', claro,  não contra a grande corrupção, aquela praticada no atacado, que envolve bilhões, como a da privataria de FHC, os bilhões que deveriam ter sido usados na despoluição do Rio Tietê, caso ALSTOM, Mensalão do Alckmin. Ainda assim há quem entenda porque o povo não atende ao chamado destes golpistas hipócritas.Por José Carlos, no Contexto Livre:Balanço da Marcha contra a corrupçãoO foca está surpreso com a não adesão!Vou tentar explicar a ele que não existe ninguém a favor da corrupção.Noblat, marcha se faz contra alguma coisa. Para dar certo, alguém tem que ser a favor dessa coisa! Como não há ninguém que seja a favor da corrupção, esses movimentos, marchas, atos, são um "tiro n'água"! Enquanto forem encabeçados por deputados corruptos do Dem, do presidente com problemas de recebimentos ilícitos de salário da OAB, de revistas, jornais e TVs do quilate da Veja, Estadão, IstoÉ, Organizações Globo que são vesgos e enxergam só um lado da corrupção, as aves raras serão cada vez mais raras.Abram os baús da corrupção em que se encontram furnas, Panamericano, mensalão do Dem, privatizações, etc etc etc, e começaremos a falar a mesma língua.Por enquanto vocês estão falando Inglês fluente e não Português brasileiro! Caiam na real.

ATENÇÃO CALDAS NOVAS: VEREADOR DENUNCIA NEPOTISMO EM CÂMARA MUNICIPAL


Essa situação acontece em Lago da Pedra, Estado do Maranhão, mas é comum essa pratica em outras cidades do Brasil. O  vereador Julyfran Catingueiro (PSC) traz a denúncia em sua página em uma rede social,sobre prática de nepotismo na Câmara,praticado pela presidente Lorena Coelho.A farra com o dinheiro público,segundo o vereador,envolve a mãe da presidente,nomeada como tesoureira e uma irmã nomeada como controladora,além de outros nomes que nunca deram um dia de expediente.O vereador denuncia ainda dinheiro gasto com o aluguel de um carro que nunca esteve a disposição da Câmara.

´´Isso é apenas 1% dos absurdos praticados lá por essa menina,iremos até a última instância para ela devolver o dinheiro público``,diz o vereador.





OS CORRUPTOS QUEREM IR AS RUAS NO DIA 15, MAS ESQUECEM SEUS ROUBOS!

A cada dia que passa, eu fico mais admirado com a invulnerabilidade tucana. Só mesmo a justiça suíça para ousar tocar nas vacas sagradas do PSDB.
Os procuradores suíços enviaram ao Ministério Público Federal uma cópia de documento de Robson Marinho, até hoje livre, leve e solto no Tribunal de Contas de São Paulo, que prova a abertura de uma conta secreta na Suíça.
Mas não é só isso, claro, até porque se abrir na Suíça fosse crime, metade da elite paulista iria em cana.
A conta na Suíça de Robson Marinho depois virou uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, ali mesmo onde a Globo fez sua picaretagem fiscal para não pagar impostos sobre os direitos de transmissão da Copa de 2002.
Essa offshore recebeu dinheiro de um dos acusados de ser um dos operadores de propina da Alstom, Sabino Delicato.
Depois a mesma offshore, cujo nome é Higgins Finance, recebeu mais dinheiro da MCA Uruguay, outra offshore das Ilhas Virgens, que recebeu R$ 40 milhões da Alstom, por serviços não prestados (segundo a reportagem).
Os valores informados por Fausto Macedo, no entanto, estão desatualizados, porque evidentemente o que era US$ 1 milhão em 1998 hoje corresponderia a bem mais que isso.
Essas ilhas já deixaram de ser virgens há um bom tempo…
O que me espanta, porém, é a ausência de editoriais e gana. A ausência de infográficos. A falta de vontade de incomodar a cúpula do PSDB com essas novas provas. Se fosse um petista envolvido, Fausto Macedo, do Estadão, não estaria sozinho nessa. A Globo já teria colocado um exército de 200 jornalistas em ação. E haveria um batalhão na Suíça, tentando entrevistar diretamente os procuradores suíços, em busca de novidades.
O próprio Robson Marinho é deixado em paz. Se fosse um petista, teria sua vida inteiramente devassada.
*
Suíça revela documento da conta secreta de ex-chefe da Casa Civil de Covas
por Fausto Macedo, em seu blog no Estadão.
A Suíça enviou aos investigadores brasileiros cópia do cartão de abertura da conta secreta em Genebra do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Robson Riedel Marinho, ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB). Nessa conta, numerada 17321-1, do Credit Lyonnais Suísse – Credit Agricole, o conselheiro recebeu US$ 1,1 milhão.
O dinheiro que abasteceu a conta de Marinho, segundo suspeita o Ministério Público Federal, teve origem no Caso Alstom – esquema de pagamento de propinas na área de energia do Estado, entre outubro de 1998 e dezembro de 2002, nos governos Covas e Geraldo Alckmin.


Os investigadores classificam como “revelador” o documento bancário, uma das mais importantes provas já surgidas contra o ex-braço direito de Covas. Desde 2010, quando a Justiça de São Paulo acolheu ação cautelar de sequestro de seus valores. Marinho nega possuir ativos no exterior.
Em fevereiro, a Justiça Federal abriu ação penal contra 11 denunciados no caso Alstom, entre lobistas, executivos e ex-dirigentes da Eletropaulo e da Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE), antigas estatais do setor. A eles teriam sido oferecidos R$ 23,3 milhões em ‘comissões’ para viabilizar contrato de interesse da multinacional francesa no valor de R$ 181 milhões.
Marinho não está entre os acusados neste processo porque desfruta de foro privilegiado. Ele é alvo de investigação criminal do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A suspeita sobre Marinho tem base em julgamento que favoreceu a Alstom do Brasil. Ele foi o relator. Em sessão de 27 de novembro de 2001, o conselheiro votou pela regularidade do ato declaratório de inexigibilidade de licitação para extensão da garantia de equipamentos, pelo prazo de 12 meses, prevista no décimo aditivo do contrato Gisel (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo).

Marinho abriu a conta secreta por correspondência, sem sair de São Paulo, informam os investigadores. O cartão foi preenchido de punho próprio pelo conselheiro no dia 13 de março de 1998. No campo destinado às assinaturas aparecem, por extenso, os nomes dele e da mulher, Maria Lucia de Oliveira Marinho, como titulares.
Posteriormente, segundo os registros da instituição financeira suíça, assumiu a titularidade da conta a offshore Higgins Finance Ltd, constituída nas Ilhas Virgens Britânicas e incorporada por uma pessoa jurídica que concedeu a Marinho o direito de uso a partir de janeiro de 1998 – nessa ocasião, ele já havia assumido o cargo no TCE, por indicação de seu padrinho político, Covas.
Outros documentos enviados pela Procuradoria da Suíça revelam as fontes que abasteceram a conta do conselheiro.
Oito transferências, somando US$ 953,69 mil, entre 1998 e 2005, foram realizadas pelo empresário Sabino Indelicato, denunciado no caso Alstom por corrupção e lavagem de dinheiro.
Amigo de Marinho, ele é apontado pela Procuradoria da República como pagador de propinas do caso Alstom.
Um primeiro repasse ocorreu a 19 de junho de 1998, no valor de US$ 326,13 mil. Em 2005, dois depósitos, um no dia 28 de fevereiro (US$ 242,96 mil) e outro em 15 de março (US$ 121,52 mil).

Indelicato foi secretário municipal de Obras da gestão Robson Marinho como prefeito de São José dos Campos (SP), na década de 1980.
Ele controla a Acqua Lux Engenharia, situada no pequeno município de Monteiro Lobato (SP), que captou entre 1999 e 2001 a quantia de R$ 2,21 milhões de coligadas da multinacional, por serviços fictícios de consultoria, segundo os investigadores. “O Grupo Alstom, visando internalizar dinheiro que seria utilizado para o pagamento de vantagem indevida, depositava valores na conta desta empresa (Acqualux)”, afirma a Procuradoria.
Laudo financeiro da Polícia Federal indica que a Acqua Lux repassou R$ 1,84 milhão para a conta pessoal de Indelicato, também alojada no Credit Lyonnais, banco francês que em 2003 foi comprado pelo Credit Agricole – ele abriu a conta três dias antes de Marinho, em 10 de março de 1998.
Já sob titularidade da Higgins Finance, mas com o mesmo número, a conta de Marinho foi contemplada com mais US$ 146,5 mil, depositados pela MCA Uruguay, offshore de Tortola (Ilhas Virgens), que recebeu R$ 40,11 milhões da Alstom, entre 2000 e 2007, também por serviços não realizados.
Com a palavra, a defesa.
O criminalista Celso Vilardi, que defende Robson Marinho, disse que não ia comentar a revelação sobre o cartão de abertura da conta do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado porque não teve acesso ao documento. “Não sei a fonte e não vou comentar antes de ter acesso. Não tenho conhecimento sobre papéis enviados pela Suíça com citações ao conselheiro”, observou Vilardi.
Ele destacou que Marinho “jamais julgou ou participou de qualquer julgamento do projeto Gisel”.
O advogado afirmou que o ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas “só se manifestou (como conselheiro de contas) sobre a garantia (dos equipamentos), o que ocorreu anos depois do contrato do projeto Gisel”.
“Ele (Marinho) não tem nada a ver com isso”, enfatiza Vilardi. “Os fatos apontados na denúncia (da Procuradoria da República) aconteceram quatro anos antes de ele julgar a extensão de garantia que passou no TCE. As datas não batem. Marinho está sendo acusado de receber valor em 1998, quando nem existia ainda a questão da extensão da garantia. Me causa surpresa porque ele jamais julgou o projeto abordado na denúncia, apenas uma extensão de garantia que foi feita anos depois do contrato.”
A advogada Dora Cavalcanti, que defende o empresário Sabino Indelicato, informou que ele e Marinho são amigos há muitos anos e sócios em empreendimentos imobiliários em São José dos Campos (SP).”Indelicato permanece, como sempre, à disposição da Justiça e confiante de que irá provar sua inocência.” Ela disse que também não teve acesso a documentos enviados pela Suíça.
A Alstom tem reiterado que enfrenta acusações no Brasil “relativas à não-conformidade com leis e regras de competição”. A empresa destaca que “tem implementado, em toda a sua organização, regras estritas de conformidade e ética que devem ser aderidas por todos os funcionários”.