A expressão ‘chocar o mundo’ no MMA nunca foi bem utilizada como na madrugada deste sábado. Holly Holm, zebra no confronto pelo cinturão dos galos, atropelou Ronda Rousey, nocauteou a ex-campeã e conquistou o título do Ultimate Fighting Championship.
Ronda sofreu com a trocação afiada da desafiante, que conectou duros golpes e deixou a musa do UFC completamente perdida dentro do octógono. No fim, um chute espetacular selou uma das derrotas mais inesperadas da história do MMA.
A surra aplicada por Holm foi tão grande, que Ronda Rousey nem participou da coletiva de imprensa após o evento. A ex-campeã foi encaminhada diretamente para um hospital para ser avaliada e ver se estava tudo certo após os duros golpes sofridos.
domingo, 15 de novembro de 2015
Massacre na Nigéria: Nenhum dos líderes mundiais que no domingo deram os braços em solidariedade às vítimas de Paris se pronunciou sobre o massacre de duas mil mortes na Nigéria
A manhã mal tinha começado quando as explosões causadas pelos lança-granadas fizeram com que os moradores da pequena cidade de Baga – no nordeste da Nigéria, quase na fronteira com Chade – fugissem para se esconder no mato. Os agressores, combatentes do Boko Haram, passaram a persegui-los de moto enquanto atiravam a esmo suas metralhadoras, sem necessariamente mirar nas vítimas, mas acertando-as mesmo assim. Os que se refugiaram em suas casas foram queimados vivos; outros morreram afogados, enquanto tentavam chegar no país vizinho nadando pelo Lago Chade – os que sobreviveram nessa empreitada estão agora isolados, sem comida e inacessíveis em Kangala, uma ilha infestada de mosquitos no meio do lago.
Isso aconteceu há dez dias e muitos dos corpos continuam estirados no local onde tombaram. As mortes estimadas pelas autoridades do país podem passar de duas mil – um sobrevivente afirma que não conseguiu andar por cinco quilômetros sem pisar em algum cadáver.
Não houve chefes de Estados entrelaçando seus braços e ninguém marchou em solidariedade por eles nas ruas de alguma capital do mundo – de fato, muitas pessoas mal ficaram sabendo da tragédia nigeriana, ocorrida dias antes dos assassinatos na França.
No domingo (11), diversos líderes africanos voaram para Paris a fim de participar da marcha pela liberdade de expressão e contra o terrorismo, apesar de muitos não terem conseguido sair na foto principal. Não noticiou-se nenhuma prestação de condolência por parte deles em relação à tragédia que ocorreu em seu próprio continente – na realidade, nem mesmo o presidente do país, Goodluck Jonathan, se pronunciou sobre o massacre em Baga.
Todavia, o presidente nigeriano não se juntou a seus pares na marcha de solidariedade em Paris: ele estava celebrando o casamento de sua filha e no dia seguinte estava em um comício na cidade de Lagos – mês que vem ocorrerão as eleições na Nigéria e Jonathan buscará sua reeleição.
Ao citar em seu editorial a morte de 800 mil pessoas em Ruanda, em 1994, e de mais de 6 mil vítimas do vírus ebola, em 2014, por diversos países na África Ocidental – antes que o Ocidente começasse a se indignar com as tragédias –, o editor do jornalThe Namibian, Wonder Guchu, tirou apenas uma conclusão: “É solitário morrer na África”
Fonte: http://www.revistaforum.com.br
Corpo foi cortado ao meio e jogado em um terreno
Segundo informações, o acusado identificado como Mário Guerreiro de 35 anos foi preso em flagrante pelos policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e confessou o crime onde disse ter matado porque havia sido ameaçado de morte pela vítima. Segundo relatos de populares, o autor costumava mexer com a mulher dos outros e provavelmente mexeu com a mulher da vítima que acabou o ameaçando de morte.
De acordo com o delegado Gerson Oliveira plantonista do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), o acusado matou o pedreiro identificado como Pablo de Souza Garcez de 33 anos dentro de seu apartamento localizado na Ponte do Sete. Mário Guerreiro teria convidado a vítima para beber junto com ele e em um momento de distração o acusado deu uma pancada na cabeça de Pablo. Em seguida ele desferiu várias facadas e por fim esquartejou a vítima.
O homem foi cortado na altura do tronco e teve também os dois braços retirados.“Quando os policiais militares chegaram no apartamento dele, Mário estava deitado descansando em cima da cama ainda alcoolizado”, explica o delegado. O acusado já havia limpado alguns cômodos do apartamento segundo o delegado. “Havia muito sangue em todo o apê e ele já tinha até limpado algumas partes do local”, conclui o delegado Gerson Oliveira.
MUDANÇAS NA LEI ELEITORAL
Dentre as principais mudanças determinadas, estão a alteração no prazo de filiação partidária para aqueles que vão disputar a eleição o Executivo e Legislativo; alteração no período limite para a realização das convenções partidárias; redução no período permitido para a realização da campanha eleitoral e redução também do período de veiculação da propaganda no rádio e na TV.
DESCOBERTO ACORDO FEITO ENTRE O PCC E O GOVERNADOR DE SÃO PAULO, (PSDB)
Um depoimento obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que representantes do governo estadual fizeram um acordo com o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. O encontro foi realizado dentro do presídio de Presidente Bernardes e tinha por objetivo tentar encerrar os ataques da facção criminosa, em maio de 2006.
A declaração foi dada pelo delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, que teria sido um dos escolhidos para mediar a conversa. O governo de São Paulo, no entanto, sempre negou qualquer acordo com o PCC. O depoimento de Cavalcanti, que está no processo criminal 1352/06, revela que ele recebeu a missão de ir até o presídio, depois que dezenas de policiais haviam sido mortos em atentados.
Ele estava em companhia da advogada Iracema Vasciaveo – que defendia o direito dos presos e, na época, representava o PCC -, além do corregedor da Secretaria da Administração Penitenciária, Antonio Ruiz Lopes. Os três foram no avião da PM até Presidente Prudente, onde se encontraram com o comandante da região, coronel Ailton Brandão.
Cavalcanti ainda relatou que o bloqueador de celular teria sido desligado para que um dos presos pudesse informar aos colegas de facção que o acordo de trégua já estava firmado.
Escrivão da Policial Civil é assassinado a tiros quando chegava à casa do pai
Escrivão da Polícia Civil foi morto a tiros na madrugada deste sábado quando chegava na casa do pai, no Bairro Mantiqueira, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte. Gleisson Estevam de Souza, de 40 anos, estava na direção de seu Fiat Uno quando foi cercado e baleado na Rua Leonel Marques. O policial ainda tentou escapar da emboscada, mas atingido na barriga e nas costas, perdeu o controle da direção e o veículo dele acabou despencando em um barranco da Rua José Félix Martins. Na queda o carro do policial civil derrubou parte de uma parede de uma residência, onde dormiam duas mulheres. Elas não se feriram.
Resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro ao escrivão, que não resistiu e morreu no local. Militares do 13º Batalhão da Polícia Militar, equipes do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Delegacia de Santa Luzia estiveram no local para acompanhar os trabalhos dos peritos e levantar informações sobre as circunstâncias do crime. A hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte – foi descartada, já que nenhum pertence da vítima foi levado.
Segundo o chefe do DHPP, delegado Oswaldo Wiermann Júnior, Souza havia acabado de deixar o plantão na Delegacia Regional de Santa Luzia quando foi assassinado. “Moradores disseram ter ouvidos vários tiros por volta das 5h, seguido do estrondo provocado pela queda do Fiat Uno no barranco. Eles porém, não viram quem atirou no escrivão e o veículo que o autor estava”, disse.
Gleisson de Souza tinha mais de 20 anos de polícia. Ele era casado e tinha dois filhos, de 2 e 12 anos. Em nota, a instituição informou que o durante sua carreira ele já havia trabalhado em outras unidades policiais, entre elas a Delegacia de Plantão de Vespasiano.
A nota informou ainda que o chefe da Polícia Civil, delegado Wanderson Gomes da Silva e todo o Conselho Superior acompanham o desenrolar das investigações. “Lamentamos profundamente o ocorrido. Manifestamos solidariedade a todos os familiares, amigos e colegas de profissão do escrivão Gleisson. Ele era um profissional dedicado e sua perda não afastará a Polícia Civil do compromisso diário com a Segurança Pública.”
Fonte: http://www.em.com.br
DOIS MORTOS EM POVOADO DE TIMBIRAS, MARANHÃO
Dois mortos e trés pessoas feridas ma moite de ontem, 14 de novembro, sábado, no povoado chapéu, município de Timbiras, estado do Maranhão,
Na localidade acontecia uma festa em um clube do povoado, quando por volta das 08:30 começou uma briga generalizada do lado de fora do salão de festas.
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| ROBSON |
| CARLOS ANDRÉ |
A outra vitima que também morreu na briga generalizada no povoado Chapéu, se trata do Mototaxista CARLOS ANDRÉ NUNES QUEIROZ de 32 anos, segundo a viúva de Carlos André, ele não era de brigas e nem bebia muito, e até o momento ela não soube contar como aconteceu essa tragédia, o corpo do mototaxista está sendo velado em sua residência na rua Santa Isabel bairro Horta, segundo a família ele poderá ser sepultado na terça-feira 17, pois a sua mãe que hoje mora em São Paulo virá para a despedida do filho, Carlos deixou três filhos.
As outras três pessoas feridas na briga foram: "Roberval da Conceição, Junior de Jesus Pereira da Silva e Romário da Conceição Quinto" ambos com ferimentos na região do tórax.
A policia militar teve que passar a noite no HGT, pois a direção do hospital estava temendo que pudesse haver alguma invasão e um possível lixamento.O Caso será investigado pela policia civil, pois até o momento ninguém ainda sabe quem matou quem e quem cortou quem, somente depois que a PC ouvir testemunhas que poderá se saber de fato como tudo aconteceu.
Fonte e Fotos: Silvio Ramon
sábado, 14 de novembro de 2015
Crocodilos para vigiar traficantes condenados à morte
Budi Waseso afirmou que os répteis frequentemente são melhores guardas do que os humanos ─ e não aceitam suborno.
Ele disse que visitaria diferentes partes do arquipélago que forma a Indonésia para achar os melhores crocodilos.
A Indonésia tem algumas das leis mais duras contra o tráfico de drogas do mundo. Em 2013, o país encerrou uma proibição temporária para execuções que durou quatro anos.
Neste ano, dois brasileiros condenados por tráfico de drogas, Marco Archer Cardoso Moreira e Rodrigo Gularte, foram executados por fuzilamento.
"Nós vamos colocar quantos crocodilos quanto pudermos", disse Waseso ao site de notícias local Tempo.
"Você não pode subornar crocodilos. Não pode convencê-los a deixar os prisioneiros escapar".
O plano ainda está em fase inicial. Autoridades ainda não decidiram sobre a localização nem a inauguração da prisão, informou a agência de notícias AFP.
Brasileiro leva 3 tiros em ataque em Paris; há outro ferido Daniela Fernandes* De Paris para a BBC Brasil
Eles estavam no restaurante Le Petit Cambodge, nas proximidades do Canal Saint-Martin, no 10° distrito da capital, um dos locais onde ocorreram tiroteios que deixaram dezenas de mortos e feridos em estado grave.
Um dos brasileiros feridos tomou três tiros nas costas e seu estado é bem grave, segundo a cônsul-geral. Ele está sendo operado. Ele é um arquiteto que está de passagem por Paris para eventos profissionais, segundo ela.
O arquiteto jantava com amigos no Le Petit Cambodge, onde uma estudante brasileira também ficou ferida. Ela tomou um tiro de raspão e está consciente. Segundo informações iniciais, a estudante residiria em Paris.
De acordo com a cônsul, que ainda não pôde confirmar todos os detalhes, os dois estavam jantando com um grupo de amigos no local quando houve o ataque.
"Estou acompanhando de perto com muita apreensão o estado de saúde do arquiteto e não pude ainda confirmar outras informações", afirma Reis.
A cônsul-geral está em contato telefônico nesta noite com um professor, amigo do arquiteto, que está no hospital onde o brasileiro está sendo operado nesta noite.
Testemunhas que estavam no restaurante Le Petit Cambodge disseram à imprensa francesa que cerca de 20 a 30 tiros foram disparados no local, provavelmente com armas automáticas.
A capital parisiense foi alvo de uma série de ataques na noite desta sexta-feira, até o momento não reivindicados.
Dezenas de pessoas morreram por disparos ou explosões, segundo a imprensa local, e diversas foram mantidas reféns na casa de shows Bataclan.
O presidente francês, François Hollande, declarou estado de emergência e fechou as fronteiras do país.
Daniela Fernandes*De Paris para a BBC Brasil
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
PISQUILA FOI EXECUTADO POR MEMBRO DO PCM DE INHUMAS
Mais duas denúncias foram oferecida pelo Ministério Público de Goiás contra integrantes da quadrilha denominada Primeiro Comando da Maloca (PCM), nome dado em razão de os integrantes do grupo serem moradores dos setores Vila América e Vila São José, em Inhumas, região conhecida como “Maloca”. As duas denúncias são por crimes de homicídio qualificado.
Uma das denúncias é contra Matheus Henrique Augusto de Sousa e Ítallo Gonçalves de Jesus, que são acusados da morte de Cléber Júlio de Paula, conhecido como “Pisquila”. O promotor de Justiça Carlos Alberto Fonseca, em substituição na 3ª Promotoria de Justiça de Inhumas, sustenta que no dia 22 de abril desse ano, a dupla estava próxima ao Bar do Bila, no Setor Santa Marta, junto com um adolescente, quando efetuaram diversos disparos contra a vítima.
Consta na denúncia que Pisquila tentou fugir entrando em uma residência próxima, mas Matheus Henrique o perseguiu e efetuou vários disparos contra ele, que morreu no local. Eles empreenderam fuga em seguida, uma vez que Ítallo de Jesus e o adolescente estavam em um carro dando cobertura para a ação. O carro utilizado no crime foi conseguido em permuta com um receptador, que recebeu dos réus um Gol que havia sido roubado dias antes por eles em Trindade.
Ao ser interrogado pela polícia, Ítallo confessou que participou do homicídio, que foi praticado por motivo fútil, decorrente de uma rixa existente entre dois setores da cidade, a Vila América, conhecida como Maloca, onde os denunciados moram, e a Vila Guerra, onde a vítima morava. Desse modo, Matheus e Ítallo estão sendo denunciados por homicídio qualificado, receptação e corrupção de menores (em relação ao adolescente que os acompanhava).
Mais um homicídio
A outra denúncia oferecida pelo promotor Carlos Alberto Fonseca é também contra Ítallo de Jesus e outros três réus, Diego César da Silva, conhecido como Charuto; Tyago Vinícius da Silva, o “Tiago Paulista”, e Kaíque Leão do Nascimento, apelidado de Gordinho. Segundo apurado, no dia 15 de abril, Diego e Tyago estavam em um posto de combustíveis quando identificaram a vítima, Wanderson Custódio dos Santos, que já estava saindo do local.
A outra denúncia oferecida pelo promotor Carlos Alberto Fonseca é também contra Ítallo de Jesus e outros três réus, Diego César da Silva, conhecido como Charuto; Tyago Vinícius da Silva, o “Tiago Paulista”, e Kaíque Leão do Nascimento, apelidado de Gordinho. Segundo apurado, no dia 15 de abril, Diego e Tyago estavam em um posto de combustíveis quando identificaram a vítima, Wanderson Custódio dos Santos, que já estava saindo do local.
Eles o seguiram e pediram que ele parasse o veículo, o que foi atendido. Neste momento, Tyago desceu do carro como se fosse conversar com Wanderson Santos e, inesperadamente, efetuou dois disparos contra a vítima, que morreu no local. Apurou-se ainda que a dupla agiu a mando de Kaíque do Nascimento e utilizou uma arma de fogo cedida por Ítallo de Jesus.
O motivo do crime seria o fato de, dias antes, Kaíque haver se desentendido com a vítima por um motivo banal, razão pela qual juntou-se a Diego, que é seu primo, para perseguir e matar Wanderson. Os quatro foram denunciados por homicídio qualificado.
Atualmente, Ítallo e Kaíque estão na unidade prisional de Inhumas. Já Tyago da Silva, que cumpria pena no regime semiaberto na cadeia do município, não se apresentou na unidade desde o dia 14 de abril, o que, para o promotor, corrobora em comprovar sua participação no homicídio.
Assim, foi requerida ainda a decretação de prisão preventiva de Kaíque e Ítallo e a manutenção da prisão preventiva já decretada de Tyago e Diego. (Texto: Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO - foto: Banco de Imagem)
RELEMBRANDO O CASO:
Jovens são presos suspeitos de matar rivais e exibir fotos de vítimas:
Grupo trocava mensagens de celular para combinar crimes em Inhumas, GO.
'Vou dar [tiro] na nuca para largar de ser trouxa', enviou suspeito a amigo.
“Eles são frios e agiam sempre com muita crueldade. Combinavam de matar as vítimas por mensagem de celular e compartilhavam as fotos dos crimes entre eles", disse, nesta quarta-feira (26), o delegado Humberto Teófilo de Menezes Neto durante a apresentação da quadrilha.
Em uma das mensagens, um dos suspeitos escreveu: “Vo começa a mata agora [...] fica olhando mano (sic)”. Já em uma mensagem de voz, o mesmo rapaz planeja a morte de outro rival: “Ele vai vir pegar na minha mão e eu vou sentar o pau. Vou dar [tiro] na nuca para largar de ser trouxa”, disse.
As prisões dos quatro suspeitos começaram a ser feitas na última semana e só foram concluídas no domingo (23). Foram detidos Matheus Henrique Augusto de Souza, 19, apontado como líder do grupo, Itallo Gonçalves de Jesus, 18, Edson da Silva Junior, 20 e Kaíque Leão do Nascimento, 21. A polícia ainda procura dois integrantes da quadrilha que estão foragidos.
Crimes
O delegado responsável pelo caso explicou que o grupo agia há pelo menos um ano na cidade, mas que passou a cometer os homicídios em fevereiro deste ano.
"Nós prendemos um usuário de drogas que tinha ligação com o tráfico. Ele delatou o Edson, mas o grupo acabou matando ele. Uma testemunha desse homicídio procurou a polícia para dar informações sobre o crime e também acabou assassinada pelo grupo”, explicou Neto.
Segundo a polícia, além de queima de arquivo, a quadrilha também disputava com um grupo inimigo o controle do tráfico de drogas e do roubo de veículos.
"Uma das vítimas morava em um bairro rival [ao dos suspeitos]. O grupo do Matheus o viu em um bar e começou a atirar. Mesmo ferido, ele correu, invadiu uma casa para tentar esconder, mas foi executado com 15 tiros na frente dos moradores", relatou.
As investigações apontam que a quadrilha sempre usava carros roubados para cometer crimes. O delegado explicou que esses veículos geralmente eram furtados em outras cidades. Após matar as vítimas, os suspeitos abandonavam os automóveis com o objetivo de despistar os policiais.
Durante a apresentação, Matheus negou o crime. "Foi uma armação contra mim, não tenho envolvimento com nada". Os outros suspeitos não quiseram se manifestar.
Presos do semiaberto
Todos os suspeitos já possuíam passagens pela polícia por crimes como roubo e tráfico de drogas. Edson e Kaíque cumpriam pena no regime semiaberto: o primeiro por tráfico de drogas o segundo, tentativa de homicídio.
De acordo com o delegado, cada um dos integrantes da quadrilha deve ser indiciado por 12 crimes, como homicídio, roubo, receptação e associação criminosa. "Cada um deve ficar preso pelo menos 60 anos se for condenado", disse o investigador.
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