sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Preso por roubo a banco é liberado para fazer concurso da Polícia no MA

Um preso da Polinter em Teresina deixou a cadeia ontem, quinta-feira (26) para fazer prova de concurso da Polícia Militar do estado do Maranhão. O desembargador Pedro de Alcântara Macedo, do Tribunal de Justiça do Piauí, concedeu habeas corpus para Luis Carlos Rodrigues de Oliveira, preso em dezembro de 2016 suspeito de integrar uma quadrilha especializada em explosões de caixas eletrônicos e assaltos a bancos no Piauí e Maranhão.
defesa de Luis Carlos argumentou no pedido de liberdade que ele é pai de filho de 11 anos, possui esposa acometida com grave enfermidade e por ter sido convocado para realizar teste de aptidão física no concurso da PM.
O delegado Cadena acredita que o candidato, caso seja aprovado no teste de aptidão, dificilmente conseguirá assumir a vaga de militar, pois ele espera que o mesmo seja reprovado na fase de investigação social.
“Eu desconheço as etapas do concurso público da PM no Maranhão, mas acredito que tenha a fase de investigação social, onde o candidato necessita ter bons antecedentes, uma boa reputação e gozar de respeito entre os vizinhos para assumir o cargo, coisa que não aconteceu por conta de sua prisão”, comentou.
Fonte G1

Preso em Goiás acusado de ter estuprado reiteradas vezes sua própria filha


Na manhã da última quarta-feira (25/01/2017), a equipe da DEAM de Planaltina de Goiás, titularizada pelo Delegado Bruno R. Mendes, com auxílio do GIH, coordenado pelo Delegado Cristiomário Medeiros, deu cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido em desfavor de C.C.S., no Residencial São Francisco, Setor Jardim Paquetá.

C.C.S, é acusado de ter estuprado reiteradas vezes sua própria filha, desde o ano de 2010 (quando a vítima tinha apenas 09 anos de idade) até o final de 2016, quando se deu a prática do último ato.
Sobre C.C.S. recai a acusação de ter tentado violentar também um de seus filhos, à época com apenas 11 anos de idade, não tendo consumado o fato por motivos alheios à sua vontade.
Chegou ao nosso conhecimento ainda que C.C.S. também vem mantendo relações sexuais com outro filho seu em troca de drogas, desde que o menor tinha menos de 14 anos de idade, até os presentes dias.
C.C.S. ficará preso à disposição do Poder Judiciário local.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PARECE QUE ESTE ANO O SINDICALDAS RESOLVEU FICAR DO LADO DOS SEUS SINDICALIZADOS

COMUNICADO AOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS E IMPRENSA
Em atenção às recentes notícias acerca do reajuste obrigatório dos vencimentos dos servidores públicos municipais, o SINDICALDAS esclarece que em 02 de Janeiro de 2017, primeiro dia útil do ano protocolou os ofícios 001/2017 e 002/2017. 
Quanto ao ofício 001/2017, foi requerido o reajuste obrigatório à todos os cargos e servidores municipais, sendo aplicado o acumulado no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), no período compreendido entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
De igual modo, o ofício 002/2017, requereu o reajuste dos vencimentos dos Professores da Rede Municipal de Educação, devendo a Administração Pública Municipal ajustar o Piso Nacional da categoria.
Assim, o SINDICALDAS, REPUDIA a utilização política, por terceiros, de direitos legalmente e constitucionalmente garantidos aos servidores públicos municipais, haja vista que o reajuste anual não se trata de faculdade da Administração Pública, mas obrigação prevista no arcabouço jurídico.


ATENÇÃO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS:

Sem alarde, o governo de Michel Temer e o Supremo Tribunal Federal iniciaram esta semana o maior ataque ao funcionalismo público que o Brasil já viu. À frente da operação está o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A blitz continua na semana que vem, quando deve ser aprovado o acordo da União com o estado do Rio de Janeiro. Esse compromisso incluirá a redução da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários públicos do Rio. Também está previsto o aumento da contribuição previdenciária dos funcionários públicos, que hoje é de 11%.
Como o estado do Rio “está quebrado”, enfiaram também no acordo a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que pode chegar a render R$ 5 bilhões. O responsável pela venda será o BNDES. Que mais está na mesa de negociação? Um plano de demissão voluntária e o corte de funcionários terceirizados.
Mas custa caro demitir. Para isso, entrou em jogo o Banco do Brasil, para quem o Rio deve R$ 10,8 bilhões. Fechado o grande acordo, o Banco do Brasil poderia fazer um novo empréstimo para o Estado, justamente para financiar os programas de demissão voluntária e para bancar o alongamento de dívidas do Rio. Em troca de tudo isso, o estado do Rio ficará de três a cinco anos sem pagar os juros da dívida com a União e outras instituições federais.
Mas pode diminuir salário de funcionário público? A lei permite isso? “Vamos submeter o acerto ao STF para ter segurança jurídica e evitar contestações adiante?, disse Meirelles ao jornal Valor Econômico. Se ele falou que vai submeter ao STF, é que ele já sabe que vai passar… o acordão está feito. Mais um.
Tem um probleminha. O próprio STF julgou institucional em 2007 o artigo 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que possibilita a redução temporária da jornada de trabalho e dos vencimentos de funcionários públicos. Mas talvez não seja problemão. Basta o Supremo jogar no lixo sua decisão de 2007. Absurdos desse tipo têm acontecido, como vimos quando Renan peitou o STF. E isso pode muito bem acontecer agora. O Supremo, e a ministra Carmem Lúcia, dão sinais escancarados de que estão afinadíssimos com o governo Temer.
Agora um detalhe muito importante para você, que não é carioca. Na verdade, o que está em jogo não é o Rio de Janeiro. É muito maior que isso.
Em setembro de 2016, 20 estados brasileiros assinaram uma carta pedindo ajuda financeira à União, alegando colapso. De lá para cá, a situação só piorou. E vai continuar piorando. A política econômica de Temer é a continuação da política econômica de Dilma. Deu errado em todos os países em que foi tentada. Não tem porque dar certo aqui. Mas a crise é útil para o governo. Serve de desculpa para se fazer o que jamais um governo teria força para fazer em condições normais (e muito menos um governo com níveis pífios de aprovação popular).
A crise é a justificativa que o governo precisa para aprovar um ataque sem precedentes ao funcionalismo público do Brasil. Se o Supremo Tribunal Federal decidir pela legalidade da redução de jornada e salários, ao Rio vão se seguir acordos similares em boa parte dos estados, a começar por Minas Gerais e Rio Grande do Sul. E se pode fazer isso com funcionário estadual, porque não poderia se fazer o mesmo com o funcionário da união, ou o funcionário municipal?
Isso tudo tem grande chance de acontecer. Como foi aprovada a PEC do teto de gastos. Como quase foi aprovado o pacote bilionário de ajuda às teles, mais conhecido como “Operação Oi”. É como o governo pretende aprovar a “reforma” da Previdência e um pacotaço de privatizações a toque de caixa. Porque há uma conspiração de silêncio acobertando as consequências disso tudo. Só vemos discussões pseudo-técnicas, sempre usando a premissa de que o Brasil não tem dinheiro. Quando sabemos que os brasileiros mais ricos seguem sem pagar impostos, que empresas gigantes seguem pegando dinheiro público com juros de pai para filho, e sonegando na cara dura…
É uma boa oportunidade para discutir que serviços nós queremos do Estado, quanto estamos dispostos a pagar por eles, e de onde deve vir o dinheiro para isso.
No Brasil, “funcionário público” virou sinônimo de vagabundo. E todos nós já ouvimos um milhão de vezes que o Estado brasileiro é gigantesco, inchado e ineficiente.
Vamos aos números: de cada cem trabalhadores brasileiros, doze são funcionários públicos. É a média dos países da América Latina. Onde o atendimento à população também deixa muito a desejar. Nos países desenvolvidos, a média é de 21 funcionários públicos para cada cem trabalhadores. E nos países mais desenvolvidos do planeta, como Dinamarca e Noruega, mais de um terço da população economicamente ativa trabalha para o governo. Não dá pra gente chegar lá do dia para a noite, mas é uma questão-chave: em que tipo de país queremos viver, na Bolívia ou na Suécia?
O funcionalismo público no Brasil tem distorções absurdas, perfeito reflexo da má distribuição de renda no país como um todo. Temos de fato marajás no funcionalismo e isso tem que acabar. Mas é uma minoria minúscula. A maioria dos servidores tem salário baixo. E baixa escolaridade, pouco treinamento, pouca perspectiva. A distribuição física também é um problemão. Temos uma concentração exagerada de funcionários em algumas grandes cidades, e principalmente nos bairros mais abonados dessas cidades. E pouquíssimo funcionário público nas periferias.
Sem se fingir de Suécia, dá pra começar fazendo o arroz com feijão. Fazer um choque de gestão no funcionalismo público, acompanhado de um plano de cargos e carreiras que faça sentido. Distribuir essa gente direito pelas nossas cidades. Tolher ao máximo a terceirização, que dá enorme margem à corrupção. Estimular profissionais de primeira a ir para o setor público e lá ficar. Enfim, basta copiar o que fazem países civilizados, ou que querem se civilizar. Não precisamos nem devemos reinventar a roda.
Também é uma ótima oportunidade de se criar um foco organizado de resistência à danosa política econômica de Temer e Meirelles. A PEC do Teto é exterminadora do futuro, mas não afeta o presente do brasileiro. O presente às teles, que foi suspenso temporariamente por pressão da sociedade (e promete voltar à pauta do governo em fevereiro), não motiva a população a protestar. Outras lambanças parecidas têm passado mais ou menos batido, e há que desculpar o brasileiro, que está bem ocupado em vender o almoço para pagar a janta.
Já um ataque frontal ao direito estabelecido do funcionário público é outra história. É explicitamente arrocho e explicitamente ilegal. Começa pelo Rio, mas tem potencial para atingir doze de cada cem trabalhadores brasileiros. A resistência também está começando pelo Rio. O Movimento Unificado dos Servidores Estaduais, que reúne 42 entidades, entre sindicatos e associações, já avisa que levará a questão ao plenário do STF, mesmo que o acordo seja fechado entre a União e o governo do Rio, e chancelado por Carmem Lúcia.
Fonte: Relação Plena

O ex-goleiro Bruno é hoje um dos seguranças do presídio de Santa Luzia, onde as facções não têm vez e os presos trabalham e fazem cursos

No Alto das Maravilhas, no meio de uma região de mata fechada encravada no município de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, há um presídio que só recebe condenados que cumprem pena em regime fechado. A penitenciária abriga hoje 175 homicidas, assaltantes, estupradores e traficantes, a maioria com mais de dezoito anos de cadeia. Não há policiais, carcereiros ou seguranças armados. Quem vigia todas as portas da penitenciária, das galerias e das celas são os próprios detentos. Não há guaritas de vigilância. O presídio é administrado pela Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), uma organização não governamental que cuida de outras 47 unidades semelhantes em quatro estados. A penitenciária foi construída em 2006 em parceria entre os governos municipal, estadual e federal. Hoje, abriga um dos detentos mais famosos do país. Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo condenado a 22 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, carrega as chaves da própria cela e trabalha vigiando os demais detentos. Antes de chegar lá, Bruno passou por presídios convencionais, como o Nelson Hungria,  o maior de Minas Gerais, e o Complexo de Bangu, o maior do Rio de Janeiro. A VEJA, o ex-goleiro diz que as penitenciárias tradicionais, em vez de recuperar os presos, acabam por torná-los ainda mais perigosos. “O sistema convencional não recupera ninguém”, afirma (leia aqui a entrevista).
Todos os presos, inclusive os 113 do regime fechado, passam o dia fora das celas, nas oficinas e no pátio, onde têm livre acesso a serras elétricas, pés-de-cabra e tesouras para os trabalhos artesanais. No semiaberto, há enxadas, picaretas e foices. Os 62 detentos do semiaberto se dividem entre oficinas, hortas e trabalho em empresas na cidade. A associação recebe ajuda do Tribunal de Justiça de Minas para capacitação de funcionários e gestores. Os presos fazem cursos como marcenaria, padaria, jardinagem, informática e pintura. A administração está concluindo uma fábrica de itens de segurança, como luvas e botas. Todos estudam: noventa condenados fizeram o Exame Nacional Ensino Médio (Enem) neste ano. Há biblioteca, ‘DVDteca’, computadores e internet para curso superior a distância. Os presos usam crachá, são chamados pelo nome, têm livre acesso aos diretores do presídio e são instruídos a reclamar de tudo o que desaprovam.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

VEJA O EXEMPLO DO QUE REALMENTE BOA PARTE DE VEREADORES FAZEM PELO O POVO

Uma vereadora foi presa no Rio Grande do Sul no caso que está ficando conhecido como escândalo do papel higiênico. Ela é suspeita de desviar toneladas de produtos comprados com dinheiro público para instituições sociais que atendem criancinhas.
Mais de 1 mil rolos de papel higiênico, 100 litros de detergente e 200 quilos de carne. E isso é só uma parte do que foi encontrado na casa da vereadora Luciana Kubiaki, do PSD, em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
“O que chamou a atenção, justamente, pelo fato de estar na residência uma quantidade grande, significativa de material de higiene, material de limpeza, material de escritório, inclusive brinquedos”, disse a delegada da Polícia Civil Sabrina Teixeira.
A polícia suspeita que o material tenha sido desviado da Secretaria de Assistência Social durante os oito anos em que Luciana comandou a pasta.
Entre os produtos apreendidos na casa da vereadora, tinham caixas cheias de materiais de escritório, identificadas por uma etiqueta que mostra que o destinatário era a Prefeitura Municipal de Guaíba. Foi através desta identificação que a polícia rastreou a origem do produto e chegou às empresas, que confirmaram que o comprador era mesmo o município de Guaíba.
A vereadora foi presa na tarde de segunda-feira (23).
Segundo a polícia, os produtos deveriam ser destinados a três instituições que cuidam de crianças e adolescentes em situação de risco.
“Constatamos que nessas casas de acolhimento havia falta de material, e por exemplo, reclamando que há meses não comiam carne, pela falta de fornecimento da Secretaria da Assistência Social”, afirmou a delegada Sabrina Teixeira.
O advogado da vereadora disse que os produtos foram comprados por Luciana e o marido, que pretendiam reabrir uma pousada da família.

SE ESSA ONDA CHEGAR : VEREADOR, LÍDER DO GOVERNO, É AGREDIDO

A noite de sábado, 14 de janeiro, ficou marcada na vida do vereador Rivelino Kletemberg, popularmente conhecido por Riva, reeleito em 2016 que, por sua atuação e experiência, foi eleito líder do governo na Câmara. Riva foi a um posto de combustível da cidade abastecer o carro por volta das 19h30. Pagou a conta e quando saiu da loja de conveniências foi impedido de chegar no carro. Na sequência foi agredido várias vezes, principalmente na cabeça. Caiu, levantou e pedia licença para ir. Procurou se defender, sem revidar. Pediu ajuda e que chamassem a polícia. O caso foi registrado num Boletim de Ocorrência na unidade da Polícia Militar do município. Na segunda-feira 16, Riva foi a Rio do Sul fazer exame de Corpo de Delito e registrar Termo Circunstanciado. O vereador vai acionar o agressor na justiça.

Em troca de tiros com a PM, bandido morre, outro fica ferido em Japeri


Policiais do 24° BPM (Queimados) realizaram operação na tarde de ontem,  terça-feira (24), para reprimir o tráfico de drogas na comunidade Morro do Orfanato, em Japeri, na Baixada Fluminense. Um suspeito morreu e o outro ficou ferido. De acordo com a polícia militar, os agentes foram até a comunidade sendo recebidos à tiros pelos criminosos. Houve um breve confronto. Ao realizarem buscas no local, foi encontrado ao solo dois acusados.
De imediato os dois suspeitos foram socorridos e levados ao Policlínica de Japeri. Um deles identificado como Fábio, veio à óbito e Giovanni Fabrício de Sousa, segue internado com escolta policial. Na ação, foi apreendidos uma Pistola 9mm marca zigana Px 9 de fabricação Turca com a numeração suprimida, 06 munições intactas, 01 Revolver cal. 38 marca taurus, com 02 munições deflagradas e 04 intactas.
A ocorrência foi registrada na 48°DP em Seropédica.

Fonte: Jornal Destaque Baixada

Homem é morto a tiros em Petrolina

Na Terça (24) por volta de 21:35 a população dá região sanfranciscana tomou conhecimento de que um homem foi alvo de diversos disparos de arma de fogo na zona oeste de Petrolina, sertão de Pernambuco.
De acordo informações via WhatsApp a vítima identificada como Rafael da Silva Cardoso vulgo "Todinho"  foi abordado por elementos no Loteamento Recife que já chegaram atirando sem chances de defesa para a vítima, que foi a óbito no local. Logo após o êxito dá investida, os algozes fugiram tomando destino ignorado. Todinho já tinha passagem pelo Presidio Doutor Edivaldo Gomes - PDEG.
O instituto de criminalística foi acionado, prepostos do IML deslocaram e removeram o cadáver para o setor de necrópsias da unidade.
Fonte: 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CALDAS NOVAS: João Paulo & Rafael – uma dupla desafinada

Eu tento muito não tomar conhecimentos dos desmandos acontecidos em Caldas Novas. É que sofro demais com a agressão ao visual da cidade, que demoliu fachadas históricas, que jogou ao chão o imóvel que se fez na década de 1920 para ser o Grupo Escolar (construção realizada pelo professor Josino Bretas, em ação descrita com finura e amor por seu filho, o também professor Genesco Bretas) para dar lugar ao Banco do Brasil – como se, ao tempo, faltassem imóveis vazios para se erguer a filial do BB. Em 1981, sendo eu repórter da Folha de Goiás, consegui, lutando sozinho, evitar que jogassem por terra a Igreja de Nossa Senhora das Dores, como o queriam alguns forasteiros que um padre mal-intencionado juntara num conselho paroquial em que nenhum caldas-novense tinha assento.
Em 1990, ou logo após, vi desaparecerem o bucólico Hotel Avenida, e também um belo casarão verde, com reboco pontilhado de partículas de malacacheta (ou mica), feito purpurina. Na esteira, dezenas de saudosos casarões desapareceram para dar lugar a galpões comerciais, como a casa onde viveu meu bisavô Donato Rispoli.
Na praça Mestre Orlando, o último imóvel a ser desfigurado foi a casa de meus tios Filadelgo Ríspoli (Dedeco) e Maria das Dores (Dorinha) – ela, filha de Mestre Orlando Rodrigues da Cunha. E o trecho de rua entre a histórica casa de Ilídio Lopes e a de Mestre Orlando (todas as seis casas desfiguradas para se tonarem imóveis comerciais) desapareceu, com a prefeitura permitindo o “aproveitamento” da rua como espaço livre de bares e restaurantes.
Isso, o secretário de Comunicação da Prefeitura, João Paulo Teixeira, entende ser “evolução”.
Não quero entrar no mérito das administrações de Evandro Magal. Conheci-o na privacidade da casa de meus pais, que o acolheram como a um parente próximo, pois tanto meu pai quanto minha mãe traziam, de suas famílias, o hábito de acolher parentes e amigos. Tenho ene críticas a ele, mas nunca as publiquei, esperava que ele entendesse minhas razões. Mas vejo que não. Agora, faço a segunda crítica a Magal – a primeiro foi com a demora na reforma do Balneário, que redigi e publiquei no meu espaço tradicional aqui no DM, a pedido da professora e minha querida amiga Beatriz Tupá (na ocasião, falava-se numa verba federal de 500 e tantos mil reais cujo destino era ignorado). Magal tapou o sol com a peneira.
Mas não vou criticá-lo, não é o caso. Interessa, agora, apenas dizer que ele não prima pela boa qualidade de suas gestões, considerando a qualidade de pessoas que o representam – como o vereador Rafael Moraes e esse secretário João Paulo Teixeira.
Lamentavelmente, ele modificou o final de seu artigo. Ele postou, ontem (e cuidei de salvar essa página) dizendo, entre outras sandices, que “nas alcovas” eu sou conhecido como “Equino”. Respondi-lhe estranhando, porque nunca ouvi, nas alcovas, nenhuma parceira chamar-me de equino pois, ao contrário, não há na minha anatomia íntima semelhanças com os exageros penianos dos equinos.
Em seu artigo publicado ontem (“Aquino: Caldas Novas evoluiu”, https://impresso.dm.com.br/edicao/20170120/pagina/22) ele modificou o final, certamente orientado por alguém com melhor domínio da Língua, dirigindo o antigo trocadilho à minha petulância em não engolir desaforos, nem mesmo de um profissional rasteiro e mal preparado, mais conhecido em Caldas Novas como “o japa dos fakes”, pois é de seu hábito exercer a comunicação com recursos falsos. No artigo publicado nesta sexta-feira no Opinião Pública, ele preferiu me chamar de equestre – de novo dá mostras de não conhecer nossa rica Língua.
Já o vereador que ele enaltece por ter 29 anos e ser “aguerrido”, ao contrário do que define João Paulo, não tem competência para um debate de ideias. É um sujeito entrão, atrevido e despreparado que, em apenas 19 dias (como alguém postou ontem no Facebook) já conseguiu aumentar o descrédito de que desfruta entre os pensantes da minha amada cidade.
Tentando ser fino, diz João Paulo que mexi num vespeiro. Eu esperava, francamente, uma reação civilizada e fundamentada, e não esse relatório fajuto em que ele evoca nomes respeitáveis e tenta envolver pessoas do meu gostar. Bobagem! Nestes tempos de duplas sem qualidades, João Paulo e Rafael já começam desafinados – vejam que centenas de comentários e curtidas, de vários pontos do Brasil, referendam-me na contestação à qualidade do vereador de 1.100 votos (tem ponto, sim; milhar sem ponto, só em datas) carreados de segmentos que se dizem religiosos cuja meta é a mesma do edil – “só querem se arrumar”.