quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O ex-goleiro Bruno é hoje um dos seguranças do presídio de Santa Luzia, onde as facções não têm vez e os presos trabalham e fazem cursos

No Alto das Maravilhas, no meio de uma região de mata fechada encravada no município de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, há um presídio que só recebe condenados que cumprem pena em regime fechado. A penitenciária abriga hoje 175 homicidas, assaltantes, estupradores e traficantes, a maioria com mais de dezoito anos de cadeia. Não há policiais, carcereiros ou seguranças armados. Quem vigia todas as portas da penitenciária, das galerias e das celas são os próprios detentos. Não há guaritas de vigilância. O presídio é administrado pela Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), uma organização não governamental que cuida de outras 47 unidades semelhantes em quatro estados. A penitenciária foi construída em 2006 em parceria entre os governos municipal, estadual e federal. Hoje, abriga um dos detentos mais famosos do país. Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo condenado a 22 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, carrega as chaves da própria cela e trabalha vigiando os demais detentos. Antes de chegar lá, Bruno passou por presídios convencionais, como o Nelson Hungria,  o maior de Minas Gerais, e o Complexo de Bangu, o maior do Rio de Janeiro. A VEJA, o ex-goleiro diz que as penitenciárias tradicionais, em vez de recuperar os presos, acabam por torná-los ainda mais perigosos. “O sistema convencional não recupera ninguém”, afirma (leia aqui a entrevista).
Todos os presos, inclusive os 113 do regime fechado, passam o dia fora das celas, nas oficinas e no pátio, onde têm livre acesso a serras elétricas, pés-de-cabra e tesouras para os trabalhos artesanais. No semiaberto, há enxadas, picaretas e foices. Os 62 detentos do semiaberto se dividem entre oficinas, hortas e trabalho em empresas na cidade. A associação recebe ajuda do Tribunal de Justiça de Minas para capacitação de funcionários e gestores. Os presos fazem cursos como marcenaria, padaria, jardinagem, informática e pintura. A administração está concluindo uma fábrica de itens de segurança, como luvas e botas. Todos estudam: noventa condenados fizeram o Exame Nacional Ensino Médio (Enem) neste ano. Há biblioteca, ‘DVDteca’, computadores e internet para curso superior a distância. Os presos usam crachá, são chamados pelo nome, têm livre acesso aos diretores do presídio e são instruídos a reclamar de tudo o que desaprovam.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

VEJA O EXEMPLO DO QUE REALMENTE BOA PARTE DE VEREADORES FAZEM PELO O POVO

Uma vereadora foi presa no Rio Grande do Sul no caso que está ficando conhecido como escândalo do papel higiênico. Ela é suspeita de desviar toneladas de produtos comprados com dinheiro público para instituições sociais que atendem criancinhas.
Mais de 1 mil rolos de papel higiênico, 100 litros de detergente e 200 quilos de carne. E isso é só uma parte do que foi encontrado na casa da vereadora Luciana Kubiaki, do PSD, em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
“O que chamou a atenção, justamente, pelo fato de estar na residência uma quantidade grande, significativa de material de higiene, material de limpeza, material de escritório, inclusive brinquedos”, disse a delegada da Polícia Civil Sabrina Teixeira.
A polícia suspeita que o material tenha sido desviado da Secretaria de Assistência Social durante os oito anos em que Luciana comandou a pasta.
Entre os produtos apreendidos na casa da vereadora, tinham caixas cheias de materiais de escritório, identificadas por uma etiqueta que mostra que o destinatário era a Prefeitura Municipal de Guaíba. Foi através desta identificação que a polícia rastreou a origem do produto e chegou às empresas, que confirmaram que o comprador era mesmo o município de Guaíba.
A vereadora foi presa na tarde de segunda-feira (23).
Segundo a polícia, os produtos deveriam ser destinados a três instituições que cuidam de crianças e adolescentes em situação de risco.
“Constatamos que nessas casas de acolhimento havia falta de material, e por exemplo, reclamando que há meses não comiam carne, pela falta de fornecimento da Secretaria da Assistência Social”, afirmou a delegada Sabrina Teixeira.
O advogado da vereadora disse que os produtos foram comprados por Luciana e o marido, que pretendiam reabrir uma pousada da família.

SE ESSA ONDA CHEGAR : VEREADOR, LÍDER DO GOVERNO, É AGREDIDO

A noite de sábado, 14 de janeiro, ficou marcada na vida do vereador Rivelino Kletemberg, popularmente conhecido por Riva, reeleito em 2016 que, por sua atuação e experiência, foi eleito líder do governo na Câmara. Riva foi a um posto de combustível da cidade abastecer o carro por volta das 19h30. Pagou a conta e quando saiu da loja de conveniências foi impedido de chegar no carro. Na sequência foi agredido várias vezes, principalmente na cabeça. Caiu, levantou e pedia licença para ir. Procurou se defender, sem revidar. Pediu ajuda e que chamassem a polícia. O caso foi registrado num Boletim de Ocorrência na unidade da Polícia Militar do município. Na segunda-feira 16, Riva foi a Rio do Sul fazer exame de Corpo de Delito e registrar Termo Circunstanciado. O vereador vai acionar o agressor na justiça.

Em troca de tiros com a PM, bandido morre, outro fica ferido em Japeri


Policiais do 24° BPM (Queimados) realizaram operação na tarde de ontem,  terça-feira (24), para reprimir o tráfico de drogas na comunidade Morro do Orfanato, em Japeri, na Baixada Fluminense. Um suspeito morreu e o outro ficou ferido. De acordo com a polícia militar, os agentes foram até a comunidade sendo recebidos à tiros pelos criminosos. Houve um breve confronto. Ao realizarem buscas no local, foi encontrado ao solo dois acusados.
De imediato os dois suspeitos foram socorridos e levados ao Policlínica de Japeri. Um deles identificado como Fábio, veio à óbito e Giovanni Fabrício de Sousa, segue internado com escolta policial. Na ação, foi apreendidos uma Pistola 9mm marca zigana Px 9 de fabricação Turca com a numeração suprimida, 06 munições intactas, 01 Revolver cal. 38 marca taurus, com 02 munições deflagradas e 04 intactas.
A ocorrência foi registrada na 48°DP em Seropédica.

Fonte: Jornal Destaque Baixada

Homem é morto a tiros em Petrolina

Na Terça (24) por volta de 21:35 a população dá região sanfranciscana tomou conhecimento de que um homem foi alvo de diversos disparos de arma de fogo na zona oeste de Petrolina, sertão de Pernambuco.
De acordo informações via WhatsApp a vítima identificada como Rafael da Silva Cardoso vulgo "Todinho"  foi abordado por elementos no Loteamento Recife que já chegaram atirando sem chances de defesa para a vítima, que foi a óbito no local. Logo após o êxito dá investida, os algozes fugiram tomando destino ignorado. Todinho já tinha passagem pelo Presidio Doutor Edivaldo Gomes - PDEG.
O instituto de criminalística foi acionado, prepostos do IML deslocaram e removeram o cadáver para o setor de necrópsias da unidade.
Fonte: 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CALDAS NOVAS: João Paulo & Rafael – uma dupla desafinada

Eu tento muito não tomar conhecimentos dos desmandos acontecidos em Caldas Novas. É que sofro demais com a agressão ao visual da cidade, que demoliu fachadas históricas, que jogou ao chão o imóvel que se fez na década de 1920 para ser o Grupo Escolar (construção realizada pelo professor Josino Bretas, em ação descrita com finura e amor por seu filho, o também professor Genesco Bretas) para dar lugar ao Banco do Brasil – como se, ao tempo, faltassem imóveis vazios para se erguer a filial do BB. Em 1981, sendo eu repórter da Folha de Goiás, consegui, lutando sozinho, evitar que jogassem por terra a Igreja de Nossa Senhora das Dores, como o queriam alguns forasteiros que um padre mal-intencionado juntara num conselho paroquial em que nenhum caldas-novense tinha assento.
Em 1990, ou logo após, vi desaparecerem o bucólico Hotel Avenida, e também um belo casarão verde, com reboco pontilhado de partículas de malacacheta (ou mica), feito purpurina. Na esteira, dezenas de saudosos casarões desapareceram para dar lugar a galpões comerciais, como a casa onde viveu meu bisavô Donato Rispoli.
Na praça Mestre Orlando, o último imóvel a ser desfigurado foi a casa de meus tios Filadelgo Ríspoli (Dedeco) e Maria das Dores (Dorinha) – ela, filha de Mestre Orlando Rodrigues da Cunha. E o trecho de rua entre a histórica casa de Ilídio Lopes e a de Mestre Orlando (todas as seis casas desfiguradas para se tonarem imóveis comerciais) desapareceu, com a prefeitura permitindo o “aproveitamento” da rua como espaço livre de bares e restaurantes.
Isso, o secretário de Comunicação da Prefeitura, João Paulo Teixeira, entende ser “evolução”.
Não quero entrar no mérito das administrações de Evandro Magal. Conheci-o na privacidade da casa de meus pais, que o acolheram como a um parente próximo, pois tanto meu pai quanto minha mãe traziam, de suas famílias, o hábito de acolher parentes e amigos. Tenho ene críticas a ele, mas nunca as publiquei, esperava que ele entendesse minhas razões. Mas vejo que não. Agora, faço a segunda crítica a Magal – a primeiro foi com a demora na reforma do Balneário, que redigi e publiquei no meu espaço tradicional aqui no DM, a pedido da professora e minha querida amiga Beatriz Tupá (na ocasião, falava-se numa verba federal de 500 e tantos mil reais cujo destino era ignorado). Magal tapou o sol com a peneira.
Mas não vou criticá-lo, não é o caso. Interessa, agora, apenas dizer que ele não prima pela boa qualidade de suas gestões, considerando a qualidade de pessoas que o representam – como o vereador Rafael Moraes e esse secretário João Paulo Teixeira.
Lamentavelmente, ele modificou o final de seu artigo. Ele postou, ontem (e cuidei de salvar essa página) dizendo, entre outras sandices, que “nas alcovas” eu sou conhecido como “Equino”. Respondi-lhe estranhando, porque nunca ouvi, nas alcovas, nenhuma parceira chamar-me de equino pois, ao contrário, não há na minha anatomia íntima semelhanças com os exageros penianos dos equinos.
Em seu artigo publicado ontem (“Aquino: Caldas Novas evoluiu”, https://impresso.dm.com.br/edicao/20170120/pagina/22) ele modificou o final, certamente orientado por alguém com melhor domínio da Língua, dirigindo o antigo trocadilho à minha petulância em não engolir desaforos, nem mesmo de um profissional rasteiro e mal preparado, mais conhecido em Caldas Novas como “o japa dos fakes”, pois é de seu hábito exercer a comunicação com recursos falsos. No artigo publicado nesta sexta-feira no Opinião Pública, ele preferiu me chamar de equestre – de novo dá mostras de não conhecer nossa rica Língua.
Já o vereador que ele enaltece por ter 29 anos e ser “aguerrido”, ao contrário do que define João Paulo, não tem competência para um debate de ideias. É um sujeito entrão, atrevido e despreparado que, em apenas 19 dias (como alguém postou ontem no Facebook) já conseguiu aumentar o descrédito de que desfruta entre os pensantes da minha amada cidade.
Tentando ser fino, diz João Paulo que mexi num vespeiro. Eu esperava, francamente, uma reação civilizada e fundamentada, e não esse relatório fajuto em que ele evoca nomes respeitáveis e tenta envolver pessoas do meu gostar. Bobagem! Nestes tempos de duplas sem qualidades, João Paulo e Rafael já começam desafinados – vejam que centenas de comentários e curtidas, de vários pontos do Brasil, referendam-me na contestação à qualidade do vereador de 1.100 votos (tem ponto, sim; milhar sem ponto, só em datas) carreados de segmentos que se dizem religiosos cuja meta é a mesma do edil – “só querem se arrumar”.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mulher é estuprada por 3 homens que transmitiram tudo pelo Facebook

No fim da tarde deste último sábado (21), uma jovem foi abusada sexualmente por três jovens que transmitiram o #Crime online pelo Facebook, em Uppsala, Suécia. O caso chocou os internautas e as autoridades locais do município que tem cerca de duzentos mil habitantes e fica nas proximidades da capital Estocolmo.
Além de cometerem o crime os homens, fizeram questão de divulgar as imagens ao vivo enquanto violentavam a jovem. Para piorar as cenas foram veiculadas online por cerca de três horas até que alguém denunciasse à #Polícia o que estava acontecendo. Na expectativa de que não seriam pegos, pensando que estariam blindados pelo anonimato da internet, os criminoso exibiam armas de grande calibre, enquanto abusavam da mulher. Além de ser estuprada, ela foi duramente agredida e de acordo com as cenas de terror chegou a perder a consciência.
Ela teve as roupas rasgadas, e os três bandidos revezavam de maneira cruel a vez para abusarem da garota. Os internautas que assistiam assustados a tudo começaram a denunciar e a questionar o que estavam vendo, um chegou a comentar que o que os três estavam fazendo era desumano e que não tinha explicação o tamanho da violência que estavam submetendo a garota.
No entanto, tudo teve fim, somente quando uma das pessoas que assistiam às imagens, uma jovem de 21 anos identificada como Josefine Lundgren ligou para a polícia, que conseguiu rastrear o grupo através da conta na rede social. Os agentes foram até o local onde a mulher era mantida refém, e conseguiram chegar a tempo de interromper a transmissão e resgatá-la com vida.
Os três foram presos e levados até a delegacia e podem responder pelo crime de sequestro, cárcere privado, e estupro. Um serviço pericial vem sendo realizado na residência onde tudo aconteceu, e os investigadores ainda devem receber os laudos para maiores conclusões sobre o crime. Os criminosos não tiveram a identidade revelada, mas ao que parece têm entre 20 e 30 anos.
A polícia orienta que quem tiver cópia das imagens terríveis devem entregar às autoridades, e não continuar a divulgá-las. Esse caso mostra a necessidade séria de regulamentação do que é veiculado nas redes sociais. Além disso, reforça a vulnerabilidade a que as mulheres estão sujeitas, diante de mais um caso de abuso sexual e violência de gênero.
Com informações UOL

domingo, 22 de janeiro de 2017

VENDENDO TUDO: Brasil de Temer/PSDB estão entregando a base de Alcântara aos EUA

Iniciativa partiu do chanceler Serra. A primeira oferta brasileira teria sido recusada
Brasil e Estados Unidos retomaram secretamente as negociações de um acordo sobre o uso de uma base militar brasileira no Maranhão para o lançamento de foguetes norte-americanos. Encerradas em 2003, início do governo Lula, as conversas voltaram por iniciativa do ministro das Relações Exteriores, José Serra, interessado em uma relação mais carnal entre os dois países.


A Base de Alcântara é tida como a mais bem localizada do mundo. Dali foguetes conseguem colocar satélites em órbita mais rapidamente, uma economia de combustível e dinheiro.

No fim do governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), de quem Sérgio Amaral era porta-voz, houve um acordo entre os dois países. Foi enviado ao Congresso brasileiro, para a necessária aprovação. Logo ao herdar a faixa do tucano em 2003, o petista Lula enterrou o caso.

Um dos ministros a defender o arquivamento naquela época foi o hoje colunista de CartaCapital Roberto Amaral, então na Ciência e Tecnologia. Por seus termos, relembra ele, era um “crime de lesa-pátria”.

Os EUA impunham várias proibições ao Brasil: lançar foguetes próprios da base, firmar cooperação tecnológica espacial com outras nações, apoderar-se de tecnologia norte-americana usada em Alcântara, direcionar para o desenvolvimento de satélites nacionais dinheiro obtido com a base. Além disso, só pessoal norte-americano teria acesso às instalações.

“O acordo contrariava os interesses nacionais e afetava nossa soberania”, afirma Amaral. “Os EUA não queriam nosso programa espacial, isso foi dito por eles à Ucrânia.”

Enterrada a negociação com Washington, a Ucrânia foi a parceiro escolhido em 2003 para um acordo espacial. Herdeira da União Soviética, tinha tecnologia para fornecer. Brasil e Ucrânia desenvolveriam conjuntamente foguetes para lançamentos em Alcântara, com o compromisso de transferência de tecnologia de lá para cá.

Um telegrama escrito em 2009 pelo então embaixador dos EUA em Brasília, Clifford Sobel, e divulgado pelo WikiLeaks, relata uma conversa tida por ele com o então representante ucraniano na cidade e mostra a desaprovação do Tio Sam ao entendimento Ucrânia-Brasil. Os EUA não queriam “que resultasse em transferência de tecnologia de foguetes para o Brasil”.

O entendimento do Brasil com a Ucrânia foi desfeito em 2015, após consolidar-se lá um governo pró-EUA.

Na proposta sigilosa de agora, o Brasil teria oferecido a base em troca de grana e tecnologia. As proibições do acerto de 2002, chamadas “salvaguardas”, seriam flexibilizadas. Teria sido esse o motivo da recusa norte-americana.
Fonte: Carta Capital

Caminhão fica desgovernado, cai em ribanceira e condutor fica ferido

Um grave acidente foi registrado por volta das 19h20 deste sábado (21) no cruzamento da Rua Apucarana com a Irati, bairro São Cristovão, em Francisco Beltrão.
Rafael Ficagna de 31 anos havia estacionado o caminhão caçamba na Rua Apucarana, cruzamento com a Rua Pato Branco, e ao desembarcar o veículo começou a descer de ré. Desesperado ele entrou no veículo e tentou controlar, mas o caminhão andou de ré por aproximadamente cem metros, atravessou a Rua Irati, desceu a ribanceira e bateu na parede de uma empresa.
Apesar da gravidade do acidente ele sofreu apenas ferimentos leves e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.
Segundo informações de familiares, Rafael havia pegado o caminhão da família para transportar materiais de construção para sua residência que está em obras.
A irmã dele que estava em casa e presenciou o acidente correu até o local e ajudou Rafael a sair da cabine enquanto aguardava a chegada do socorro.
O advogado Rudimar Cezerniask, mora na casa ao lado
onde o caminhão passou desgovernado, disse que tudo foi muito rápido e a primeira coisa que fez foi acionar os Bombeiros, pois percebeu que o acidente havia sido grave e segundo ele “apesar do grande susto, o rapaz saiu praticamente ileso”.
O que poderia ter sido uma tragédia terminou com ferimentos leves no condutor e danos de grandes proporções no caminhão.

Em Uruará no Pará: Casal são mortos Brutalmente

Local do Crime

Um duplo homicídio ocorrido na madrugada deste sábado 21, no Bairro Jardim Morumbi, zona oeste da cidade de Uruará, é investigado pela Polícia Civil do município. Por volta das 3 horas da manhã, um homem e uma mulher foram mortos de forma brutal. O homem identificado pelo nome de Ronilson de Carvalho, 26 anos, foi morto a golpes de marreta na cabeça e a mulher identificada até o memento pelo nome de Leidiane, foi estrangulada. O casal estava no interior de uma residência do Bairro Jardim Morumbi, na zona oeste da cidade, quando foram assassinados. Ambos os corpos foram encontrados sem roupas no chão da casa.
A polícia apura os fatos e a identificação da mulher ainda é incerta, sabe-se que ela era conhecida pelo nome de Leidiane. Segundo as informações já coletadas a mulher trabalhava em bares. Mas pouco ainda se sabe a respeito das motivações do crime e o autor do duplo homicídio ainda é desconhecido.

A polícia trabalha com hipótese de crime passional. Mas pode surgir outra linha de investigação, como motivo de vingança.
A equipe de plantão da Polícia Civil (EPC Ivan Santos, IPC José Tadeu e DPC Walison Damasceno) e a GU de serviço da Polícia Militar sob o comando do Sargento Cleiton, estiveram no local levantando as primeiras informações do crime. Os dois corpos foram levados por agente funerário para o necrotério do hospital Municipal de Uruará.

Até a publicação desta matéria os familiares das vítimas ainda não haviam sido localizados.


Por Joabe Reis
Informações: Polícia Civil