sábado, 4 de abril de 2015

CODÓ VAI TER CURSO DE MEDICINA, DIZ GOVERNO FEDERAL

CODÓ - MARANHÃO.

Governo faz pré-seleção de 22 cidades que poderão ter cursos de medicina

Edital foi lançado nesta quinta pelos ministérios de Educação e Saúde.
Em setembro, outros 39 municípios tinham sido selecionados O Ministério da Educação informou nesta quinta-feira (2) que 22 cidades de oito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste foram pré-selecionadas para receber novos cursos de medicina em instituições particulares por meio do programa Mais Médicos. Essas cidades não são capitais, têm mais de 50 mil habitantes e, segundo o MEC, possuem estrutura de saúde e equipamentos públicos . De acordo com o ministro interino da Educação, Luiz Cláudio Costa, um edital lançado nesta quinta prevê a abertura de 1.887 vagas para cursos de medicina nesses 22 municípios. O Ministério da Educação informou nesta quinta-feira (2) que 22 cidades de oito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste foram pré-selecionadas para receber novos cursos de medicina em instituições particulares por meio do programa Mais Médicos.   Essas cidades não são capitais, têm mais de 50 mil habitantes e, segundo o MEC, possuem estrutura de saúde e equipamentos públicos (veja lista abaixo). De acordo com o ministro interino da Educação, Luiz Cláudio Costa, um edital lançado nesta quinta prevê a abertura de 1.887 vagas para cursos de medicina nesses 22 municípios.
A abertura de vagas de medicina pelo país foi prometida pelo governo em 2013, em meio ao lançamento do programa Mais Médicos, que prevê o envio de profissionais para periferias das grandes cidades e municípios do interior. À época do lançamento do programa, entidades médicas argumentaram que em grande parte dessas cidades não há estrutura para os médicos atuarem. Segundo Arthur Chioro, o edital lançado nesta quinta atende à lei que criou o Mais Médicos e permitirá ao Brasil alcançar “no médio prazo” a meta de 600 mil profissionais da área em todo o país. Ele ressaltou ser preciso expandir as vagas de medicina em instituições e defendeu que não haja concentração na formação de médicos somente nas capitais dos estados. Na avaliação do ministro, abertura das vagas e formação de novos médicos fará com que nos próximos anos a participação de profissionais estrangeiros no programa se torne “residual”. “A meta é criar 11,5 mil vagas até 2017 com impacto direto para a saúde a partir de 2026”, afirmou.De acordo com o MEC, técnicos visitarão as 22 cidades pré-selecionadas entre 11 de maio e 26 de junho. O objetivo, segundo a pasta, é verificar se a estrutura da rede de saúde local atende o “mínimo necessário”  para que as atividades práticas do curso de medicina possam ser exercidas.
No Maranhão, além da cidade de Codó, Chapadinha e Santa Inês foram selecionadas,

SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO E PARANÁ VAI RETIRAR NOMES DOS CRMINOSOS DAS VIAS, PRAÇAS E PRÉDIOS PÚBLICOS

SÃO PAULO - Rua Dr. Sérgio Fleury, Elevado Costa e Silva, Avenida Presidente Castelo Branco. Comissões da Verdade em São Paulo, Rio e Paraná querem refazer o mapa das cidades, tirando os nomes de agentes da ditadura e colaboradores do regime militar (1964-1985) de vias, praças e prédios públicos. Em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad já promulgou uma lei que permite a troca de nomes dos logradouros que prestem homenagem a “autoridade que tenha cometido crime de lesa-humanidade ou graves violações de direitos humanos”.
O primeiro nome da lista é o do ex-delegado chefe do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) Sérgio Paranhos Fleury. Foi sob seu comando que o Dops tornou-se um dos piores centros de tortura e morte da ditadura. Já tramita na Câmara dos Vereadores a proposta do PCdoB de trocar o nome de Fleury por um de seus torturados, Frei Tito, que se matou, aos 28 anos de idade, depois de 40 dias sob tortura.

Na capital paulista, há pelo menos 12 ruas, praças, avenidas e viadutos que levam nomes de autoridades do regime militar. A Comissão da Verdade da Câmara entrega à prefeitura, ainda esta semana, um pedido para que seja feito um mapeamento da cidade, com o cruzamento dos nomes ligados ao regime militar.
A Comissão estadual da Verdade, assim como a Comissão dos Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, quer que Haddad, por decreto, retire esses nomes de escolas e áreas públicas, como viadutos e praças.
O presidente da Comissão da Verdade do Rio, o advogado Wadih Damous, também quer um levantamento desses logradouros e pede alterações na legislação para que as mudanças sejam feitas:
— É descabido que, numa democracia, agentes da repressão e ditadores sejam homenageados — disse ele, lembrando que no Rio há a Ponte Costa e Silva (Rio-Niterói) e a escola Garrastazu Médici.
No Paraná, Norton Nohama, da Comissão Estadual da Verdade e do Fórum Paranaense de Resgate da Memória, Verdade de Justiça, afirmou que é preciso “fazer uma limpeza” desses nomes, mas sempre com a preocupação de que a sociedade compreenda o motivo dessas modificações.
Para a Secretaria de Direitos Humanos de São Paulo, é importante que as mudanças tenham participação da sociedade e não sejam impostas pelo poder público. Nos três estados, as Comissões da Verdade admitem que a troca de nomes das ruas pode causar problemas para os moradores.
Pequena, sem saída e tranquila, a Rua Dr. Sérgio Fleury, na Vila Leopoldina, é desconhecida da maioria dos moradores de São Paulo. Tem apenas 31 casas e um portão eletrônico que a torna quase uma rua particular.
— Fomos pegos de surpresa por essa notícia. Sou, particularmente, a favor da troca do nome. Desde que moro aqui, algumas vezes me perguntaram se o nome da rua era “daquele delegado da ditadura”. Mas o importante é que os moradores concordem, em maioria, com a mudança — diz a síndica da Dr. Sérgio Fleury, Andreia Riskala.
A síndica aponta alguns problemas, como a taxa de R$ 60 que deve ser paga pelo morador ao cartório para registrar a mudança de logradouro. Outro problema é a burocracia dos trâmites da transferência de nome para os serviços como luz, água e correios. Vereadores ouvidos pelo GLOBO informaram que podem criar, na própria lei que modifica o nome da rua, mecanismos que diminuam esse ônus para os moradores.
— Esse homem foi muito mau. Por que colocar o nome dele na rua? Todos têm de aceitar a mudança porque estamos no século XXI. É uma coisa de consciência — defendeu na quarta-feira a empresária Virgínia de Souza, que mora na Dr. Sérgio Fleury há mais de 20 anos.


NOMES DOS CRIMINOSOS PRESIDENTES MILITARES SÃO RETIRADOS DAS ESCOLAS DO MARANHÃO

No dia em que o golpe militar brasileiro completa 51 anos, o governo do Maranhão decidiu modificar os nomes das escolas estaduais que homenageavam militares ou personalidades que constam no Relatório Final da Comissão da Verdade como responsáveis por crimes de tortura durante o regime ditatorial. As escolas que tiveram seu nome alterado passaram por processo democrático de escolha dos novos nomes, que contou com a votação dos profissionais da educação, estudantes, funcionários das escolas e a comunidade do entorno das unidades escolares.
De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), dez escolas, em nove municípios maranhenses, foram identificadas com nomes de ex-presidentes do Brasil que governaram durante o regime militar. A modificação consta no Diário Oficial desta terça-feira 31.
O governador Flávio Dino disse que, a partir da identificação de torturadores pelo Relatório da Comissão Nacional da Verdade, não é razoável que prédios públicos continuem a homenageá-los. “O relatório aponta graves infrações aos direitos humanos cometidos durante esse período e nomeia os responsáveis por esses crimes. O Estado do Maranhão não mais homenageará os responsáveis por crimes contra a humanidade”, disse Dino
Todo o processo de mudança ocorreu com base no Decreto Nº 30.618 de 02 de janeiro de 2015, que veda agentes públicos de atribuir ou propor a atribuição de nome de pessoas, ainda que falecidas, que tenham constado no Relatório Final da Comissão da Verdade, como responsáveis por crimes cometidos durante aditadura.
Novos nomes
Na capital São Luís, a escola estadual que se chamava Marechal Castelo Branco passará a ser chamada de Unidade Jackson Lago. Em Imperatriz, o antigo Centro de Ensino Castelo Branco terá como novo nome CE Vinícius de Moraes. Com o mesmo nome havia também unidades de ensino nos municípios de Caxias, Fortaleza dos Nogueiras e Governador Newton Bello que passarão a se chamar Professora Suely Reis, CE Vera Lúcia dos Santos Carvalho e CE Antônio Macêdo de Almeida, respectivamente.
Já em Timbiras, a antiga escola que levava o nome do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici passará a ser chamada CE Paulo Freire – mesmo nome escolhido pela população de Loreto que substituirá o nome da escola CE Presidente Médice por CE Paulo Freire.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

PREFEITO DE CALDAS NOVAS GASTA COM FESTA E PREFEITO DE CODÓ DISTRIBUI PEIVE PARA O POVO NA SEMANA SANTA

Prefeito de Codó distribuindo peixe para a população
Prefeito de Caldas Novas
Enquanto o prefeito de Codó, estado do Maranhão, distribui 20 toneladas de peixes para o povo, o prefeito de Caldas Novas, estado de Goiás, gasta cerca de 300 mil com realização de shows, foguetes, palco, iluminação e tendas.
No Sábado de Aleluia, 4 de abril, será realizado o show com a Banda Calypso, a partir das 22h. A expectativa da prefeitura de Caldas Novas, de acordo com a Secretaria de Turismo, é que milhares de pessoas compareçam ao show de Joelma e “Chimbinha”. è bom lembrar que a entrada não é franca, já que a prefeitura de Caldas Novas e o governo de Goiás pagam a conta, issó quer dizer que o povo já pagou o ingresso!
Emquamto isso em Codó, Estado do Maranhão:
A Prefeitura de Codó distribuiu 20 toneladas de peixes tambaqui às famílias cadastradas em programas sociais para a Semana Santa. A ação aconteceu na manhã desta quarta-feira (1º) nas dependências do Guarapary e logo cedo, ilhares de pessoas já lotavam as imediações do antigo clube de Codó para receber o alimento.
Prefeito Zito
Esta ação tem um valor social muito importante para as famílias codoenses, já que o peixe é prato indispensável nesse período. Por isso, mantendo a tradição municipal, a distribuição, em mais um ano, alcançou um grande número de beneficiados.

Banda Calypso vai levar dinheiro do contribuinte
Cidadão de Codó recebendo peixe distribuido pela prefeitura
Dinheiro do contribuinte de Caldas Novas sendo gasto com modagem de palco


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Prefeitura de Timbiras distribui peixe para a semana santa.

Uma grande ação foi realizada pela Prefeitura Municipal de Timbiras hoje de manhã, algumas toneladas de Peixes foram distribuídas para as famílias timbirenses, as quais foram beneficiadas com o alimento para o tradicional almoço da Semana Santa.





Dois brasileiros integrantes da Missão Humanitária a Gaza do Fórum Social Mundial foram barrados pelo serviço de imigração israelense.

Soraya Misleh, jornalista brasileira de origem palestina, e Mohamad El Kadri, de origem libanesa, foram impedidos de entrar na Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel, sob a alegação de que poderiam oferecer riscos à segurança israelense.
Perguntados sobre os motivos que levaram à suspeita, os funcionários da fronteira limitaram-se a dizer que não poderiam dar mais informações. Além de terem que assinar um documento em hebraico e inglês que informava a proibição, os brasileiros foram alertados pelos funcionários do serviço de imigração de que o impedimento vale por cinco anos.
A missão chegou a Allenby Bridge, fronteira entre a Jordânia e a Palestina, por volta das 16h30 de terça-feira (31). A saída da Jordânia ocorreu com tranquilidade. As dificuldades começaram no lado controlado por Israel. Depois de quase quatro horas de espera, o grupo que, até então era formado por 15 pessoas, recebeu a notícia de que o ingresso seria permitido apenas para parte da missão. A decisão gerou um clima de indignação. Soraya Misleh e Mohamad El Kadri eram os únicos com sobrenomes árabes.
"Entendemos que mais uma vez sofremos de discriminação e racismo. Eu tenho tios e primos lá e novamente estou sendo impedida de ver minha família", disse Soraya, que já havia sido impedida de entrar na Palestina em 2011.
A diferença é que desta vez a entrada da missão foi mediada pelo governo brasileiro, em conversas com o governo de Israel. "O que queremos agora é que o governo brasileiro tome as devidas providências e adote medidas de reciprocidade. As pessoas aqui presentes puderam testemunhar como funciona a arbitrariedade desse Estado [Israel]", disse El Kadri.
Nessa quarta-feira (1°), o embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França, foi informado de que a missão vai pedir uma posição do governo brasileiro sobre o caso. O representante do governo na Palestina disse que vai levar o assunto ao embaixador do Brasil em Israel, Henrique Sardinha.
Antes mesmo da negativa, a espera no serviço de imigração israelense havia irritado o grupo, que cantava músicas de protesto enquanto estava com os passaportes retidos. No repertório, canções como Suíte do Pescador, de Dorival Caymmi, e Apesar de Você, de Chico Buarque.
A Missão Humanitária a Gaza começou a ser organizada em novembro de 2014 pelos integrantes brasileiros do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial. O objetivo do grupo era levar apoio aos palestinos que vivem na Faixa de Gaza, região que teve cerca de 96 mil casas e edifícios destruídos e 2.272 mortos depois dos bombardeios de junho de 2014. 
Apesar de terem entrado na Palestina, o grupo ainda não teve a autorização de Israel para ir a Gaza. A missão ainda procura meios de concretizar o objetivo.


VEREADORES ENROLADOS COM MP E AGORA MORRINHOS

Oberdam
O promotor de Justiça Rubens Rosa Júnior propôs ação por improbidade administrativa contra os vereadores Oberdam Mendonça Carvalho, Wellinton José de Souza e cinco servidores da Câmara Municipal de Morrinhos. Na ação é requerido o afastamento dos vereadores do cargo pelo período de 120 dias. A apuração feita pelo Ministério Público apontou que Adão Alves da Silva, Hidila Rodrigues Teles, Shirlayne de Fátima Tobias dos Santos, Carla Lamounier do Carmo e Thalita Lassara Queiroz eram servidores fantasma do Poder Legislativo.
Segundo consta na ação, uma denúncia feita pelo jornal É + Notícias apontava que os servidores estariam lotados na Câmara, mas sem prestarem serviços ao poder público. Ao requisitar informações ao Poder Legislativo, o presidente à época, Oberdam Carvalho, informou que as informações eram inverídicas, tendo sido relatada a situação funcional de cada um dos cinco servidores, com a lotação, cargo e comprovação de frequência.
No entanto, em depoimento ao MP, o proprietário do jornal reiterou que estava acompanhando o Portal da Transparência do município e a folha de pagamento e percebeu que havia várias pessoas que não trabalhavam na Câmara, especialmente as ligadas à área de comunicação. Em confronto às informações, a servidora responsável pela folha de pagamento afirmou ao MP-GO que nenhum dos funcionários efetivamente trabalhava na Câmara, sendo vistos eventualmente no dia do pagamento.
Em depoimento ao MP, o vereador Wellinton, conhecido como Tom, afirmou que já havia visto os servidores na Câmara, mas não soube informar em qual departamento. Ele somente informou sobre a situação de Hidila Teles, que teria sido sua assessora por 5 meses e que seu expediente era das 8 às 11 horas, assinando a frequência semanalmente. Além disso, ele namorava a mãe da servidora há cerca de 7 meses. Contudo, em oitiva ao MP ocorrida em janeiro deste ano, ela afirmou que estava morando em Morrinhos há apenas 2 meses e que antes morava com uma tia em Hidrolândia, ou seja, no período em que era tida como funcionária da Câmara.

Pedidos 
Como medida cautelar, o promotor requereu o bloqueio de bens de cada um dos réus de acordo com os prejuízos causados em cada caso. Confira aqui a íntegra da ação, com o detalhamento feito pelo promotor quanto às ilegalidades cometida pelos réus. O bloqueio requerido foi nos seguintes valores:
- Oberdam Carvalho: R$ 137.526,27
- Wellinton de Souza: R$ 61.464,87
- Adão Alves da Silva: R$ 84.958,64
- Hidila Rodrigues Teles: R$ 81.953,16
- Thalita Lassara Queiroz: R$ 47.649,92
- Shirlayne de Fátima dos Santos: R$ 4.518,64
- Carla Lamounier do Carmo: R$ 46.241,04.

Wellinton José 
O promotor requereu ainda o afastamento dos vereadores no exercício do cargo pelo prazo de 120 dias, visando impedir que possam influir na produção de provas no decorrer da instrução probatória da ação. No mérito da ação é pedida a condenação dos réus nas sanções previstas no artigo 12 da Lei de Improbidade Administrativa.

(Texto: Cristina Rosa - foto: João Sérgio / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

terça-feira, 31 de março de 2015

Robson reagiu assalto e acabou morrendo

 Lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), o sargento Robson Lira morreu após ser baleado ao reagir a assalto, em Mesquita, na Baixada Fluminense. O PM havia trabalhado em apoio à Prefeitura de Duque de Caxias, de 9h às 22h, e chegava em casa após o serviço quando foi surpreendido pelos criminosos no momento em que entrava com seu Fiat Idea prata na garagem. O sargento chegou a trocar tiros com os bandidos, que fugiram em um Fiat Palio prata, e se jogou na piscina de sua residência na tentativa de escapar. Atingido na barriga, ele ainda foi socorrido e levado para o hospital, mas não resistiu.

sábado, 28 de março de 2015

“Um dia todos saberão o meu nome", teria dito copiloto"

Andreas Lubitz, o jovem copiloto alemão que se suicidou matando outras 149 pessoas a bordo doAirbus da Germanwings, escondia problemas psicológicos, disse na sexta-feira (27) a promotoria alemã.
Na casa, Andreas Lubitz foram encontrados atestados médicos rasgados. Eles recomendavam o afastamento do trabalho, inclusive no dia da tragédia. A Germanwings garante que nunca recebeu um pedido de licença.
O Hospital Universitário de Düsseldorf confirmou que Andreas era paciente e entregou o prontuário dele à polícia. O tabloide alemão "Bild" informa que o copiloto teria terminado o noivado de sete anos.
Na França, o desafio dos investigadores passa pelo grande número de destroços e também pelas condições climáticas. Eles tentam encontrar o chip com as informaçoes da segunda caixa-preta do Airbus, aquela que registra os dados técnicos do voo.
Durante todo o dia, eles trouxeram das montanhas pedaços do avião e restos mortais das vítimas. Os moradores da pequena Seyne-les-Alpes estão abalados e se desdobram no apoio aos visitantes inesperados.
Um espanhol, que perdeu a ex-mulher, uma filha e uma neta na tragédia, se comove com a recepção dos franceses. Ele diz que todos são muito atenciosos, que ninguém o deixa pagar nada e que isso lhe dá a certeza de que é possivel pensar positivo. "As pessoas são muito boas", diz ele.
NOVA REVELAÇÃO
A ex-noiva de Andreas Lubitz afirmou que o copiloto sempre ameaçava: "Um dia todos saberão o meu nome". Ela disse que não entendia o que ele queria dizer, mas que agora fez sentido.
A declaração foi feita ao jornal alemão "Bild". A aeromoça identificada apenas como Maria W., de 26 anos, não quis mostrar o rosto nem dar o nome completo.
Ela falou sobre o relacionamento pessoal dos dois e disse que viajaram juntos de avião por cinco meses pela Europa no ano passado. Maria disse ainda que terminou com Andreas por causa dos problemas pessoais e do comportamento instável dele.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Crato: Operação 'Hora da Verdade' cumpre 51 mandados de busca e apreensão no Cariri

O Ministério Público do Estado do Ceará e as Polícias Civil e Militar deflagraram na manhã de hoje (27) a operação "Hora da Verdade". Foram cumpridos 51 mandados de busca e apreensão expedidos em virtude de supostas fraudes licitatórias no âmbito da Prefeitura e da Câmara Municipal do Crato, no Cariri.
Foi montada uma força-tarefa com nove promotores de Justiça e equipes policiais, que estão neste momento executando os mandados, os quais se referem a secretários municipais, empresários, membros da comissão de licitação da Prefeitura, advogados e um vereador.
O objetivo é coletar elementos de prova para a finalização das investigações, que apontam para a existência de um suposto esquema de contratações indevidas, merecendo destaque as seguintes constatações: a) dispensas de licitação em favor de doadores de campanha do atual prefeito do Crato; b) indícios de superfaturamento na contratação do transporte escolar; c) recebimento, nos almoxarifados, de produtos completamente diferentes e mais baratos do que os contratados pelo poder público; d) merenda escolar estragada e com insetos.
O valor global das licitações sob investigação é da ordem de R$ 3.152.172,72 (Três milhões, cento e cinquenta e dois mil, cento e setenta e dois reais e setenta e dois centavos). Ao final das diligências, será apresentado um balanço geral da operação na sede das Promotorias de Justiça do Crato, hoje (27), a partir das 15 horas.