quinta-feira, 29 de maio de 2014

EXÉRCITO BRASILEIRO E O SISTEMA DE MÍSSEIS TELECOMANDADOS

O Exército Brasileiro receberá equipamentos como parte do Projeto Estratégico do Exército Defesa Antiaérea. Entre os materiais destacam-se o sistema GEPARD, o sistema de mísseis telecomandados RBS 70 e o Radar SABER M60.
A solenidade de entrega dos equipamentos será na sexta-feira (30), às 10h, na sede da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, em Deodoro, no Rio de Janeiro. O evento será aberto ao público.
Abaixo, um vídeo do Exército Brasileiro que mostra o exercício de tiro real da artilharia antiaérea, realizado em novembro de 2013. Entre outros equipamentos, está o sistema GEPARD. Confira!

NA TERRA DE SARNEY, REDE É AMBULÂNCIA

Mais uma triste cena, já corriqueira  no estado do Maranhão,desta vez ,no município de Lago da Pedra, a 310 Km da capital, São Luís. Mais uma vez, por falta de estrada, a ambulância é trocada pela rede,amarrada a uma vara.

No domingo (25), a grávida, Valdicléia, de 18 anos, que reside no povoado Cabaça, zona rural de Lago da Pedra,foi carregada por cerca de 5 km,em uma rede,  para dar a luz ,no hospital público do município.

Pasmem, por falta de estrada,moradores vivem o isolamento,principalmente no  período chuvoso,enfrentando enormes atoleiros e um riacho . Graças a ajuda de familiares e amigos,que formaram um mutirão, Valdicléia,conseguiu chegar ao hospital.

Da mesma forma, a jovem, retornou para casa, no dia seguinte, com o recém-nascido.

As péssimas condições de tráfego , afeta, também, os estudantes da localidade esquecida por parte do poder público. Para chegar até a escola, os alunos fazem o percurso,precário, a pé.

O desenvolvimento chegou?Esse é o desenvolvimento ?



Fotos e informações:Informa Nova Era

PRESO ESCREVE HABEAS CORPUS EM UM LENÇOL

Um preso que cumpre pena no Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira (IPPOO 2), em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, escreveu um habeas corpus em um lençol para ser entregue ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). No documento, o detento alega que já teria direito ao sistema de progressão do regime semi-aberto e pede que o benefício seja cumprido. Uma pessoa entregou à OAB o envelope com a ”mensagem” a pedido do preso.


A petição chegou em um envelope à Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Ceará (OAB-CE) e foi entregue formalmente ao ouvidor do STJ, ministro Humberto Martins, nesta terça-feira (20) em Brasília. O documento estava escrito de caneta da cor azul em dois pedaços de tecido, com cerca de 1,5 m de comprimento. “Em pleno século XXI, voltamos à pré-história, onde o preso usou uma espécie de pergaminho, uma forma arcaica de comunicação, para expressar o seu direito, numa época que se vive a era da tecnologia”, afirmou a ouvidora da OAB-CE, Wanha Rocha.
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OAB-CE apresenta habeas corpus escrito em lençol | FOTO: Divulgação |
Segundo Wanha Rocha, o detento pediu a intermediação da ouvidoria da OAB-CE para que o pedido fosse encaminhado ao STJ. “Ele, provavelmente, escreveu no lençol porque era a única maneira que encontrou para se comunicar. Mesmo com as limitações, ele consegui se valer do direito dele. Em 24 anos de advocacia, nunca vi nada parecido”. Em nota, a Defensoria Pública diz que assiste o autor do habeas corpus e que ele “já está em gozo do regime semiaberto desde o ano de 2011, em face de pedido ajuizado pela Defensoria Pública”. O órgão diz que ainda que o preso já emitiu outros habeas corpus anteriormente e “muitos dos quais denegados pelas Cortes Superiores”.
De acordo com o STJ, na manhã desta quarta-feira (21), o pedido de habeas corpus escrito no lençol foi digitalizado, seguiu para classificação e deve ser distribuído ainda hoje para apreciação de um dos ministros do tribunal. Segundo o artigo 5° da Constituição Federal, o habeas corpus deve ser concedido “sempre que alguém sofrer ou achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder”. A legislação brasileira também garante que qualquer cidadão escreva o pedido sem a necessidade de formalidades nem da representação de um advogado. Extraído do Portal G1.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

FACÇÃO CRIMINOSA AMEAÇA FAZER ATOS VIOLENTOS NA CAPITAL DO MARANHÃO, NESTA NOITE

UMA NOTA QUE CIRCULA EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO FOI ENVIADA AO NOSSO BLOG. A NOTA É VINCULADO A FACÇÃO CRIMINOSA BONDE DOS 40, QUE ATUA NA CAPITAL DO MARANHÃO. NA NOTA A FACÇÃO ANUNCIA PARA LOGO  MAIS, AS 22:00 HORAS DE HOJE, UMA ONDA DE SAQUES, DESORDEM PÚBLICA E ATÉ QUEIMAS TOTAL DOS ÔNIBUS DA CAPITAL.
VEJA A NOTA:

terça-feira, 27 de maio de 2014

Polícia procura menina de um ano e 11 meses

A Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas, de Florianópolis, está investigando o desaparecimento da menina Emili Miranda Anacleto, de um ano e 11 meses, de Jaraguá do Sul. Ela desapareceu na quarta-feira passada, 21, quando teria sido tirada da casa da mãe pelo pai.
No dia 23, a Polícia Civil de Barra Velha encontrou um corpo carbonizado dentro de um carro na praia de Itajuba. O veículo teria sido incendiado. Segundo a delegacia, o o Corsa Sedan com placas de Jaraguá do Sul pertencia ao pai da menina. Por isso a suspeita é de que o corpo seja do pai da menina, mas a identidade só poderá ser comprovada após um exame de DNA. Até agora, não há informações sobre o paradeiro da criança.
O caso está sendo investigado em parceria com a Polícia Civil de Barra Velha e a Delegacia de Proteção à Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Jaraguá do Sul.

ÍNDIOS PROTESTAM CONTRA A PEC 215

Um grupo de cerca de 400 índios, segundo estimativa da Polícia Legislativa da Câmara, subiu nesta terça-feira (27) no teto do palácio do Congresso, onde ficam as duas cúpulas do prédio. Eles protestaram contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) 215, em tramitação na Câmara desde o ano 2000.
A PEC pretende tornar a demarcação de terras indígenas dependente de aprovação do Congresso. Atualmente, todos os procedimentos para a demarcação ficam apenas no âmbito do poder Executivo.
Após uma negociação com os policiais, as lideranças indígenas concordaram em sair e foram para o prédio do Ministério da Justiça, onde também se manifestam em defesa dos direitos territoriais.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil informou que os manifestantes protocolariam hoje no Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra os deputados Luís Carlos Heinze (PP-RS) e Alceu Moreira (PMDB-RS), ambos da bancada ruralista.
Os manifestantes sustentam que, em uma audiência pública realizada em 2013 no Rio Grande do Sul, Heinze disse que índios, quilombolas, gays e lésbicas são “tudo o que não presta”. Na mesma audiência, ele e Moreira defenderam que os produtores rurais contratassem segurança privada para expulsar índios das terras que consideram suas.

VICE-PREFEITO COLOCOU PREFEITO PARA CORRER, A BASE DE FACÃO!

O prefeito de Cururupu deixou a posição de batedor de mulher para ocupar o lugar de apanhador de homem. O vice-prefeito Aldo Lopes ouviu poucas e boas ontem à tarde de seu prefeito, Júnior Franco.
E não levou o desaforo pra casa. A pisa foi na sede da Secretaria de Saúde, no centro de Cururupu. Dizem que o vice, que é secretário de Saúde, não quer permitir que Franco confunda o público com o privado e partiu pra cima.
De posse de um facão, o vice ainda botou o prefeito pra correr.

TUDO QUE É RUIM, SÓ ACONTECE NO BRASIL: SE VOCÊ PENSA ASSIM: VOCÊ É UM TREMENDO IDIOTA

O problema não é o Brasil. É você
Toda vez que um assunto polêmico surge na mídia, viraliza nas redes sociais e chega às rodas de amigos, reuniões de família e mesas de bar, começam a pipocar, por toda parte, juízos de valor genéricos a respeito “do Brasil” e “do povo brasileiro”.
Essas “análises”, que estão em alta no atual período pré-Copa, costumam ser, mais especificamente, materializadas na forma de chavões babacas mais antigos que a minha avó: são os famosos “só no Brasil”, “isso é Brasil!”, e, ainda, o clássico e meu preferido “o problema é a cabeça do brasileiro” (que também pode aparecer na carinhosa versão “o povo brasileiro é burro”).
Que a internet e os círculos sociais estão recheados de ideias idiotas, preconceituosas e desprovidas de qualquer senso lógico ou nexo com a realidade não é novidade.
O problema aqui é que as pérolas pertencentes à categoria “Brasil é uma merda porque é uma merda, e eu não tenho nada a ver com isso” não vêm sendo enquadradas como apatia mental, como deveriam, mas como demonstração de revolta consciente e politizada “contra tudo que está aí”.
Um quarto dos brasileiros acha que uma mulher de shortinho merece ser estuprada? “Isso é Brasil!”. A Petrobrás fez um mau negócio em Pasadena? “Brasil, né?”. Algumas obras da Copa do Mundo atrasaram? “Só no Brasil mesmo!”.
Não. Não. E não. Na verdade, esse tipo de pensamento vazio, reducionista e arrogante empobrece o debate dos problemas que estão por detrás dos acontecimentos (que acabam sendo levianamente rotulados como “coisa do Brasil”), além de estimular e legitimar uma atitude resignada e egoísta ao melhor (ou pior) estilo Pôncio Pilatos (“lavo minhas mãos, porque a merda já estava feita quando eu cheguei aqui”).
“Só no Brasil”? Não.
Em primeiro lugar, vale uma pesquisa prévia a respeito do assunto sobre o qual se está emitindo opinião: será mesmo que o Brasil é o único país a enfrentar esse problema específico que você conheceu superficialmente através do link que seu amigo compartilhou no Facebook? Pode ter certeza que, em 99% dos casos, a gente carrega o fardo junto com mais algumas dezenas de países (se não com todas as nações do planeta), ainda que ele pese mais ou menos conforme o caso.
E não estamos falando apenas de países considerados “mais atrasados” e “menos civilizados” que o Brasil.
Tem corrupção na Europa, os Estados Unidos mal possuem um sistema público de saúde, o racismo segue forte em diversos países “desenvolvidos”, e a Inglaterra é descaradamente sexista. Por isso, antes de iniciar um festival de ignorância, babar ovo de gringo gratuitamente e resumir seu discurso a uma frase despolitizada como essa, lembre-se que o Google está a apenas um clique.
Caso contrário, você corre o risco de continuar contribuindo para que 40% dos nascidos no Brasil prefiram ter outra nacionalidade (apesar de o Brasil ser sonho de consumo internacionalmente).
Se “isso é Brasil”, então “isso” é você também.
Dou a qualquer um o direito de achar o Brasil uma merda monumental e sem precedentes, desde que admita ser uma merda de pessoa também. Assim, quando alguém disser “o Brasil é um lixo” ou “o povo brasileiro é burro”, na verdade estará dizendo “eu sou um lixo” e “eu sou burro”. Combinado?
Porque, caros amigos niilistas radicais, é estranhamente conveniente excluir-se, deliberadamente, do conjunto de brasileiros, negando a própria cultura e origem, bem na hora em que “a coisa aperta”, não é?
As expressões “isso é Brasil” ou “esse é o povo brasileiro” não são, portanto, apenas generalizantes e reducionistas, mas também um tanto arrogantes. Quem as profere se julga acima dos defeitos da sociedade brasileira, e é incapaz de perceber que suas próprias convicções, ideias e preconceitos são na verdade um reflexo das características e problemas da sociedade brasileira como um todo.
Nem é preciso nem dizer que esse tipo de perspectiva segregatória, em que o locutor se coloca em posição imparcial e de superioridade em relação ao restante da população, gera verdadeiros fenômenos de cegueira coletiva.
Um exemplo clássico é a inabilidade de algumas pessoas em enxergar o próprio racismo, o que popularizou expressões como “não sou racista, mas…”, culminando com a negação da existência de racismo no Brasil por determinadas “correntes ideológicas”.
Então, antes que comecemos a negar outros “ismos” por aí (o que, a bem da verdade, já acontece), vamos parar de subir em pedestais imaginários e nos colocar em nossos devidos lugares: na arquibancada junto com o resto do povão e toda a torcida do Flamengo.
Se “isso é Brasil”, repetir esse chavão não vai mudar nada (talvez só pra pior).
Imagine a seguinte situação hipotética: um sujeito dito “politizado” está surfando na rede, checando o feed de notícias do Facebook, dando um rolê pelo Twitter e teclando no WhatsApp, quando, casualmente, se depara com uma notícia revoltante (sabemos que a internet está cheia delas).
Indignado com a situação ultrajante da qual acaba de tomar conhecimento, nosso amigo resolve mostrar toda a sua revolta por meio de um comentário impactante no perfil de quem, muito sagazmente, compartilhou aquela notícia chocante com ele. “Fazer o que, né, colega? Isso é o país em que vivemos. Viva o Bra-ziu!”.
Satisfeito com sua contribuição, o internauta bem informado segue para os próximos “hits do dia” nas redes sociais, afinal, “isso é Brasil” — não tem jeito. E ele, pessoa politizada e, portanto, ciente do “beco sem saída” que é o nosso país, nem vai se dar ao trabalho de pensar sobre o assunto (e muito menos fazer algo a respeito), uma vez que essa nação é feita de pessoas naturalmente incompetentes e políticos naturalmente corruptos. Confere? Não confere. Na verdade, cidadão politizado, o problema, neste cenário, não é o Brasil. É você.
Quando um indivíduo, ao deparar-se com determinado problema que considera sério, resume seu pensamento e manifestação à depreciação verbal genérica e gratuita de seu país, só podemos concluir que ele atingiu um nível sobre-humano de apatia mental e social.
Além de não mover uma palha para mudar a situação que o indignou, contribui para difundir um clima negativo, conformista e preguiçoso por onde passa, contagiando outras pessoas com a ideia deturpada de que é impossível mudar as coisas para melhor (ou que simplesmente não vale a pena), porque “o povo brasileiro é assim mesmo”.
Resumo da ópera: quem não quiser realmente tentar entender o problema, trocar ideias sobre como solucioná-lo, contribuir com organizações e movimentos sociais envolvidos no assunto, criar ou participar de campanhas de conscientização, e procurar votar em políticos empenhados na causa em questão, que pelo menos pare de encher o saco com reducionismos pessimistas e burros. A esfera pública agradece.
“Isso é Brasil” agora, mas pode mudar. E depende de você também.
Imaginem se, há 30, 40 anos atrás, quando ainda vivíamos uma ditadura, todos pensassem que o “Brasil é assim mesmo”, que “somos um povo submisso que só funciona na ‘base da porrada’”?
Imaginem se a população tivesse desistido de exigir a redemocratização, e se resignado, limitando-se a comentar com seus conhecidos, em cafés e restaurantes, que “aquilo era o Brasil”.
Foi porque as pessoas não se conformaram com o que o Brasil era ou parecia ser que hoje nós vivemos uma democracia plena, onde todos podem se manifestar da forma que julgam melhor (até de forma superficial e não construtiva, como a que estamos tratando neste texto).
O direito à liberdade de pensamento e expressão é indiscutível, e o que deixo aqui é apenas um humilde conselho: vamos usar essas prerrogativasde verdade. Para debater, e não para cair em chavões limitados e vazios de que o país é uma porcaria generalizada, pior que qualquer outro, que nosso povo é burro e corrupto, que estamos no fundo poço e nunca sairemos dele, e que é impossível mudar a realidade em que vivemos.
Isso não quer dizer, de forma alguma, que devemos fugir dos problemas ou nos conformarmos com o que já foi conquistado, pois ainda existem inúmeros desafios a serem superados nesse Brasil continental. Se “isso” é mesmo o Brasil, a mudança só depende de nós.

Priscila Silva
 é jornalista, feminista e mais alguns outros “istas”. Fã de gastronomia e de literatura de esquerda. Procurando entender o mundo, um dia de cada vez.


04 igrejas e lar de 20 famílias adventistas foram destrídas

Belgrado, Sérvia… [ASN] Quatro edifícios da Igreja Adventista do Sétimo Dia e o lar de 20 famílias adventistas foram destruídos pelas enchentes na Bósnia, Croácia e Sérvia, na semana retrasada. Em resposta, os expatriados desses países e outros adventistas estão contribuindo com apoio financeiro para os esforços assistenciais.

A pior enchente na região – com base no registro dos últimos 120 anos – matou, pelo menos, 40 pessoas e deslocou centenas de milhares, informou a BBC. Os oficiais da Bósnia dizem que mais de 25% da população está sem água potável.
A enchente destruiu os edifícios da Igreja Adventista em Paraćin e Svilajnac, na Sérvia, e em Trnjaci e Doboj, na Bósnia, disse Igor Bosnić, diretor da União-Associação do Sudeste Europeu, situada em Belgrado, na Sérvia.
Na Igreja Adventista de Doboj, o obreiro bíblico Josef Taši e sua esposa Marina se refugiaram no sótão para se salvarem, em 15 de maio, onde aguardaram por oito horas até serem resgatados por um bote. Eles perderam todos seus bens.
Mutirão
Em Šabac, 20 estudantes e professores do Seminário Teológico de Belgrado se uniram a um grupo de seis mil voluntários para construírem uma barreira com sacos de areia ao longo do Rio Sava, relatou Dragan Grujičić, diretor do Seminário. A equipe construiu um muro de 23 km, durante a noite de 17 de maio.
Os jovens das igrejas de Belgrado também se uniram aos voluntários para ajudar a encher os sacos com areia e para distribuírem alimentos.
O Pastor Miroslav Gagić informou que os membros da Igreja em Sremska Mitrovica realizaram um breve culto no sábado, antes de os homens saírem para trabalhar nas margens do Rio Sava. As mulheres cozinharam e distribuíram alimentos aos voluntários.
A ADRA da Sérvia e da Croácia estão recolhendo alimentos, água potável e roupas para as pessoas que tiveram de deixar suas casas. “Devemos ajudar as pessoas nos tempos difíceis. Não devemos esquecê-las mesmo depois que as águas baixarem”, lembrou Zlatko Musija, presidente da União Adriática da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que inclui a Croácia.
Djordje Trajkovski, presidente da União-Associação do Sudeste Europeu, que inclui a Sérvia e a Bósnia, agradeceu às igrejas expatriadas na Austrália e em outros países que também se ofereceram para prover ajuda. “Sou profundamente agradecido a todas as pessoas de boa vontade que estão dispostas a nos ajudar nesta situação difícil…”, ele disse. “Asseguramos que toda a ajuda em bens e dinheiro serão entregues às pessoas que perderam suas posses.”

Os interessados em oferecer ajuda adicional e participar na reconstrução das casas nessa região podem entrar em contado com o diretor da Adra-TE, Steve Cooper, pelo e-mail scooper@ted-adventist.org. [Equipe ASN, Miroslav Pujić]

Assalto, tiroteio e mortes no Piaui

Os acusados de assalto aos Correios, ocorrido às 15 horas desta segunda, e mortos em Anísio de Abreu, já foram identificados pelos moradores e policiais. Segundo a polícia, são Danilo, da Cacimba do Jatobá, em Caracol, e Reja, da cidade de Caracol, que é filho de um empresário do transporte de passageiros que é feito entre Caracol e São Raimundo Nonato. Click e assista o vídeo:

Um vídeo feito com celular por um morador na proximidades da igreja mostra o tiroteio e o momento em que os acusados foram atingidos.
 De acordo com a polícia, Reja, que aparece com o colete do segurança dos Correios, tinha saído recentemente da penitenciária de São Raimundo Nonato onde estava preso sob a acusação de participar de assalto. Segundo moradores, Danilo tem parentes em Anísio de Abreu.

 Os corpos foram levados para São Raimundo Nonato e a Polícia Federal está se deslocando para a cidade para fazer a perícia nos Correios e ouvir os funcionários que estavam no local no momento do assalto.
As polícia Militar de Anísio de Abreu, Jurema, São Braz, Várzea Branca e Caracol estão mobilizadas à busca do outro assaltante que fugiu a pé.
 Para fugir, ele teria levado consigo uma refém, cliente dos Correios, até o beco que fica entre as casas do Antenor e Lô Siqueira. Na rua teria deixado a refém e escapou dos policiais na direção da barragem da cidade que facilita a fuga por esta seca.

 Os funcionários dos Correios Helder e Poliana correram sério risco de vida durante, já que, segundo a Polícia Militar, foram feitos reféns e eram usados como escudos pelos assaltantes durante o tiroteio entre eles e policiais. Por sorte, eles não foram mortos no fogo cruzado. Ainda estão em estado de choque devido a situação complicada que nunca havia acontecido igual na cidade.
 Anísio de Abreu era uma cidade pacata, onde as famílias podiam dormir com portas e janelas abertas, mas pelo jeito fica difícil até colocar a cadeira na calçada como antigamente.

 COMO TUDO COMEÇOU
Segundo informações de moradores, os acusados de assalto chegaram aos Correios às 14:50, quando o movimento era pequeno e boa parte dos comerciantes já haviam levado dinheiro apurado no fim de semana para depósitos e pagamento de contas.
 Os Correios ficam a menos de 200 metros da delegacia e a cinco da igreja matriz de São João Batista. Uma pessoa viu os assaltantes entrando na agência de forma estranha, usando bonés, luvas, camisas de manga longa e capacetes, e avisou a polícia que imediatamente chegou ao local. Na fuga, o Reja teria tomado o colete do segurança da empresa, NSSP Segurança Privada, que trabalha na agência.
 "Os policiais, ao chegaram aos Correios, avisaram que a polícia estava na área e teriam sido foram recebidos a tiros, segundo a polícia. Com a presença dos militares, os acusados teriam feitos Poliana e Helder como reféns e teriam exigido a viatura para fugirem. A polícia deixou a viatura aberta e funcionando. A polícia atirou nos pneus da viatura para dificultar a fuga. Após mais um disparo, a polícia acertou um deles que morreu imediatamente próximo da viatura. O outro também foi baleado e morreu. O segurança dos Correios levou uma coronhada na cabeça e também está em estado de choque", falou um morador que fotografou com o celular os mortos no chão e na carroceria do veículo do 11 Batalhão da Polícia Militar.
 O tiroteio deixou marcas na fachada
dos Correios e nas paredes da igreja. Não há ainda informações sobre o dinheiro. Mas um policial que estava no local no momento do tiroteio informou que o dinheiro que estava com o grupo foi recuperado e entregue ao delegado, mas não sabe ainda se o fugitivo levou algum valor. Segundo ele, a apuração do crime ainda está sendo feita.
AS NOTÍCIAS MAIS RECENTES SOBRE AS MORTES EM ANÍSIO
Um óculos de marca famosa de um dos acusados, deixado na cena do crime em Anísio de Abreu, está sendo uma peça chave nas investigações de outros assaltos. Uma comerciante de São Raimundo Nonato que foi assaltada reconheceu o óculos e um dos acusados mortos; e afirmou para a polícia que foi assaltada na semana passada por um rapaz usando capacete e pilotando uma moto igual a que estava com os acusados, sendo que os mesmos levaram óculos, joias e dinheiro.

Os corpos foram periciados no hospital regional de São Raimundo Nonato Cândido Ferraz, onde compareceram comerciantes que foram assaltados recentemente. A família de um dos mortos já foi ao hospital para retirar o corpo mas a liberação só será feita depois que todos os procedimentos da investigação forem realizados.

 Ontem à noite em Anísio de Abreu houve o boato de que a ação por parte dos acusados do assalto aos Correios envolveria cinco pessoas, sendo que dois ficariam em algum ponto da cidade à espera dos demais para empreenderem fuga e darem cobertura. Só não esperavam que a Polícia Militar da região estava mobilizada e contando com o preparo da Polícia Militar da Caatinga.
Houve também a informação extraoficial de que a população de Caracol estaria revoltada com as mortes. Entretanto, os moradores de Anísio de Abreu afirmam que os funcionários dos Correios sofreram muito, inclusive pressão psicológica e risco de levarem tiros enquanto trabalhavam dignamente. Houve ainda a informação de que o terceiro acusado que conseguiu fugir estaria ferido, podendo inclusive estar cambaleando na mata.