quarta-feira, 21 de maio de 2014

EVERALDO PEREIRA: PASTOR CANDIDATO A PRESIDENTE DO BRASIL E OS DOIS LADOS DA MOEDA

“Em 2012, o pastor foi condenado na primeira instância a pagar para a ex-mulher uma indenização de 84.450 reais por danos morais e materiais. Everaldo reverteu a decisão no Tribunal de Justiça do Rio e agora o caso está em Brasília”, escreveu Jardim.
O caso pode ter consequências na campanha do pastor à presidência da República. Atualmente, Pereira é o quarto colocado em todas as pesquisas, e o seu principal tema de campanha é justamente a valorização da família. Fonte de informações: Revista VEJA.


MATOU O IRMÃO COM UMA FACA DE SERRA E DEPOIS FICA RINDO

Uma mulher foi autuada em flagrante acusada de matar o próprio irmão na Ilha de Vera Cruz, RMS (região Metropolitana de Salvador). Josemeia Machado Mendonça esfaqueou Jorgevaldo Machado Mendonça, de 32 anos, no peito. De acordo com a acusada, o crime ocorreu após uma discussão. "A gente discutiu, eu peguei a faca e furei ele", relatou em depoimento. Josemeia contou que o irmão a ofendeu por causa de um processo que ela estava respondendo por furto: o homem a chamou de "ladrona". Após brigarem, ele saiu e a mulher o seguiu até a praça principal com uma faca de serra e desferiu o golpe. A mulher disse que pensou que tinha atingido o pulso ou o braço do irmão, mas a arma branca atingiu o peito da vítima. Ao contar como o crime ocorreu, a mulher falou friamente como tudo aconteceu e ainda deu risada. Mesmo esfaqueado, o homem pediu desculpa e perdão para a acusada antes de morrer. A mulher afirmou que só percebeu que o irmão tinha morrido quando o filho, de 12 anos, falou que o tio estava morto. A acusada fugiu em seguida e depois se apresentou a polícia. A mulher disse que sente remorso e que viu a mãe após o crime, mas a genitora não falou com ela. Josemeia foi encaminhada para o presídio feminino em Salvador.

REVIRAVOLTA, PAI NÃO MATOU ESPOSA E NEM FILHA

Reviravolta no caso do duplo homicídio ocorrido no último domingo (18), na cidade de Cantanhede. O esposo da vítima, João de Deus, havia sido apontado como principal suspeito e chegou a ser preso pela Polícia Militar.
As investigações apontaram um novo suspeito do duplo homicídio, Dielson dos Santos Brandão, vizinho das vítimas. Ele foi conduzido à delegacia regional de Itapecuru-Mirim e acabou confessando a ação criminosa e relatou detalhes do crime bárbaro.
De acordo com informações do delegado regional, George Marques, Dielson estava sob efeito de drogas quando cometeu o crime. Ele arrombou a porta para roubar e acabou matando mãe e filha a pauladas que tinha medo dele. O esposo da vítima relatou que a mulher tinha medo de Dielson.


Relembre o Caso
Os corpos das vítimas, identificadas como Luciane Ferreira da Silva, de 25 anos, e a filha, Ana Vitória Rodrigues, de 4 anos, foram encontrados em estado de decomposição, por volta das 19h desse domingo, por um parente das vítimas. Haviam neles sinais de estrangulamento.

O VERDADEIRO REI DO FUTEBOL NUNCA FOI PELÉ, MAS O DIAMANTE NEGRO

Em ano de Copa do Mundo nunca é demais lembrar grandes craques do futebol brasileiro, especialmente os que marcaram toda uma geração, criaram dribles e levaram as torcidas à loucura.
Este é o caso de Leônidas da Silva, o inicialmente apelidado Homem Borracha, e, depois, com o título final de Diamante Negro.
Para os estudiosos do tema, o Diamante Negro é considerado um dos mais importantes jogadores da primeira metade do século XX. Tetracampeão carioca pelo Botafogo, em 1935, pentacampeão paulista pelo São Paulo e astro no Flamengo.
Tendo jogado no Uruguai, pelo Peñarol, ao retornar ao Brasil em 1933, foi jogar no clube carioca Vasco da Gama. Foi no Botafogo que conquistou o bicampeonato carioca e em 1939, pelo Flamengo, chegou ao tri-campeonato estadual, por três equipes diferentes. Neste último, foi um dos primeiros jogadores negros a jogar pelo clube.
Foi no início dos anos 1940 que Leônidas jogou no São Paulo, tendo sido cinco vezes Campeão Paulista, tornando-se um dos maiores ídolos do clube. Por isso foi homenageado no museu do SPFC com uma réplica de uma bicicleta que ele executou.
No Brasil, obviamente deveria haver outros tantos jogadores que criavam e desenvolviam lances de plástica no futebol, mas a conhecida Bicicleta só ganhou maior notoriedade com Leônidas da Silva, a quem se defere a autoria da jogada.
Na Copa do Mundo de 1938, pouco antes da 2ª Grande Guerra, o Diamante Negro aplicou a bicicleta com sucesso, mas o juiz da partida anulou o gol por desconhecer e considera irregular a bicicleta como recurso no futebol.
O jornalista André Ribeiro, autor da biografia "Diamante Negro", que relata em detalhes a vida do craque, diz que “não houve nada parecido na época. As manchetes eram escandalosas. O São Paulo foi buscar no Rio o que havia de melhor na época e pagou uma grande quantia para tanto”.
Faleceu em janeiro de 2004, deixando uma bela história no futebol brasileiro e ganhando, inclusive, um chocolate homônimo, da Lacta. A empresa só pagou dois contos de réis à época, sendo que Leônidas nunca mais cobrou nada pelo uso da marca.

PAI E POLICIAL ALGEMOU O PRÓPRIO FILHO QUINTAL

Dramática a situação de milhares de famílias vítimas do crack... onde os viciados furtam os pertences de sua própria casa para tentar quitar o débito... ainda com dívidas e ameaçado de morte por traficantes da região... um policial e também pai... algemou o próprio filho em uma árvore no quintal de sua casa em Teresina-PI... esse é o desespero de famílias que lutam para não ver seu filho morto... mesmo sabendo que poderá responder na Justiça por seu ato... para o pai, a punição maior é a morte do filho.... aprisionado na árvore de casa... o garoto grita muito devido a abstinência da droga... os pontos de uso e de venda ao varejo de drogas se proliferam tomando conta das ruas e locais abandonados... formando as famosas "cracolândias"... as ruas estão infestadas por "zumbis do crack"... os quais têm aterrorizado a sociedade com sua violência ou nas execuções que são vítimas...

RAIMUNDO, QUE ASSASSINOU A EX-MULHER É CONDENADO

A Justiça condenou a 18 anos e 6 meses de prisão Raimundo Nonato de Jesus, conhecido como “Raimundo Paraguai”, 49 anos, pela morte de sua ex-mulher, Elizete Rodrigues da Cruz, no dia 11 de julho de 2012, na Rodoviária de Coroatá. O julgamento aconteceu na manhã desta terça-feira (20/05).

 RELEMBRE O CASO

“Raimundo Paraguai” assassinou sua ex-mulher com seis tiros à queima roupa, na frente da única filha do casal. A vítima veio a óbito ainda no local. “Paraguai” não aceitava o fim do relacionamento que já era conturbado e resolveu tirar a vida de Elizete de forma brutal.

O vídeo a seguir foi registrado pelo Programa Coroatá na TV, o primeiro a chegar no local. As imagens fortes mostram o desespero do pai de Elizete inconformado com a morte da filha.



TRABALHADORES MARANHENSES SÃO ENGANADOS EM SÃO PAULO


O Maranhão é um estado rico,graças as belezas naturais,mas,de milhares de pessoas pobres, desempregadas,que vivem em situação de miséria.Por falta de oportunidade,e  incentivo por parte do governo do estado,trabalhadores migram para trabalhar em outros estados,principalmente do sul e,do sudeste do país.

Os trabalhadores são aliciados,carregando a esperança de dias melhores,muitos,longe de casa, se submetem às péssimas condições de trabalho.

As histórias se repetem,vários ônibus saem lotados do inteiro do estado,levando os trabalhadores que alimentam o sonho de melhorar de vida. Grande parte,para trabalhar no corte da cana,ou na construção civil. 

Foi assim,pensando em dias melhores,que trabalhadores da cidade de Campestre do Maranhão,foram para São Paulo,com a promessa de trabalho garantido na construtora  Eng. Vicente da Landa Engenharia,na cidade de Pereira Barreto.
Os  100 trabalhadores,quando chegaram em Pereira Barreto,perceberam que tinham sido enganados,não existindo trabalho algum.Um homem por nome de (Sindoval),foi o agenciador.Segundo informações repassadas ao blog,ele estava a serviço de uma  pessoa conhecida como ´´Mancha.``
Há mais de 30 dias na cidade,os maranhenses estavam hospedado em três hotéis,que seriam pagos pela empresa,o que não aconteceu.Agora,sem dinheiro,foram expulsos dos hotéis,estão dormindo na rua e,passando até fome.
Nesta segunda-feira(19),um dos trabalhadores,conhecido como João Batista, de 58 anos,veio a óbito.Durante o dia,em um protesto na frente da prefeitura,o homem ficou muito nervoso.Já à noite,quando dormia em uma calçada,João Batista sofreu um infarto,foi levado ao hospital  por uma moradora da cidade,mas,não resistiu.
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terça-feira, 20 de maio de 2014

A EXATOS SETE ANOS ATRAS ELE FAZIA SEU MILÉSSIMO GOL


Há exatos sete anos eu alcançava um dos maiores feitos da minha vida, marcava meu milésimo gol, aos 41 anos. Um feito e tanto para um jogador de futebol, mas mais do que isso, um feito e tanto para pessoas que se propõem a fazer o melhor que puder sempre. Só pela Seleção Brasileira de Futebol, foram 71 gols, contagem do site Globo Esporte.

Em nenhum momento passou pela minha cabeça que eu não iria conseguir. Era só uma questão de tempo, mas a expectativa foi cruel quando só faltava um gol. Passei perto em vários momentos, recebi o apoio de torcedores de todos os clubes, fãs, outros jogadores e minha família. Todos vocês fizeram parte disso, por isso, agradeço a todos que sonharam comigo.

Balancei a rede muitas vezes e sei que marquei a vida de muita gente com meus gols. Foi até criado um site chamado "Ensina, Romário!". É muito bacana. Eles pegam o vídeo de um jogador perdendo um gol e, em seguida, mostram um lance igual, mas que eu marquei. Obrigado ao criador do site. Segue o link para quem quiser conferir: http://ensinaromario.tumblr.com/ 

GOVERNADORES ESTÃO APREENSIVOS COM AS AMEAÇAS DAS POLÍCIAS

Mobilização ocorre na esteira do fiasco da gestão pernambucana da crise na segurança pública. Categorias militares, civis e federais se unem para cobrar aumento salarial e melhores condições de trabalho

Para mergulhar um Estado na mais completa desordem, tudo o que a polícia tem a fazer é nada fazer – e os ladrões, traficantes, agitadores e saqueadores "profissionais" e de ocasião cuidarão do restante. As cenas de saques e vandalismo em Pernambuco, mergulhado numa crise de segurança pública após três dias de greve da PM e dos bombeiros, saltaram para o topo da pauta dos governadores, principalmente onde há cidades-sede da Copa do Mundo. Quem não acordou para o problema será despertado de forma estridente na próxima quarta-feira, quando está prevista uma paralisação nacional dos policiais, com convites às forças militares, civis e federais. O protesto, programado propositalmente para as vésperas da Copa, traz o risco de novas situações de tensão, com possíveis consequências nas urnas, a cinco meses das eleições de 5 de outubro.

É certo que o salário do policial no Brasil é baixíssimo. E também não há dúvida de que em qualquer movimento como o de agora há quem queira navegar nos ventos da convulsão social. O terceiro componente do problema é a forma desastrada como as negociações desse tipo têm sido conduzidas. Ex-secretário adjunto de Defesa Social de Minas Gerais e professor da PUC-MG, o sociólogo Luis Flavio Sapori avalia que governadores têm tratado reivindicações trabalhistas de policiais como afronta à autoridade. Em 2012, bombeiros, PMs e policiais civis rebelaram-se em vários Estados. A baderna maior se deu na Bahia, agravada pela postura vacilante do governo do petista de Jacques Wagner. Com militares de braços cruzados, Wagner deixou a situação correr, não estabeleceu um canal eficiente de negociação com os grevistas e custou a admitir que tinha perdido o controle da situação. Quando finalmente pediu ajuda da Força Nacional de Segurança (FNS), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia estava ocupado por grevistas, que entraram em choque com tropas do Exército, FNS e da PF.

A reputação do governador baiano ficou em frangalhos, mas a lição não surtiu efeito produtivo país afora. O governador pernambucano João Lyra Neto (PSB) recebeu do antecessor, Eduardo Campos, uma Polícia Militar em ponto de ebulição. Manteve a política de não negociar com grevistas, com a greve julgada ilegal. Os policiais ignoraram a decisão judicial, a cidade mergulhou no caos e quem pagou o pato foi a população. De quebra, enquanto as lojas de Recife eram saqueadas, a equipe da campanha publicou na internet uma foto de Campos com a mulher e o filho caçula viajando em um jatinho – a imagem foi retirada, mas o grito de guerra contra ele foi inevitável entre os grevistas.

Os policiais voltaram ao serviço nesta sexta-feira. A paz, não. Até que o policiamento se reorganize, a população está vulnerável, como esteve na madrugada e na manhã seguintes ao fim da greve, período em que houve assassinatos, assaltos e saques na Região Metropolitana de Recife. Os policiais, desgastados, acabaram ficando com o que já estava previamente negociado com o governo do Estado desde 2011: reajuste de 14,55% programado para junho, incorporação da gratificação por “risco operacional” também pelos militares da reserva e promessas de melhorias nas condições de promoção e de saúde no hospital da PM. “A sociedade pernambucana não pode pagar o prejuízo”, admitiu, na quinta-feira, um dos líderes da greve, o soldado Joel do Carmo.

“Há sempre interesses de partidos, de pessoas que aproveitam a liderança para ganhar projeção. Mas os governadores têm tratado essas greves com uma lógica de confronto. É o que Pernambuco fez agora. Mesmo em uma paralisação considerada ilegal, não se pode abrir mão de negociar. É fundamental criar canais de negociação. O corporativismo tomou conta desses movimentos. E os governadores pioraram a situação porque não tiveram capacidade de negociar”, afirma Sapori.

Pernambuco tem um histórico de greves de policiais desastrosamente conduzidas. Em julho de 1997, uma greve que durou doze dias deixou as ruas do Recife à mercê da criminalidade. O então governador, Miguel Arraes, solicitou apoio das Forças Armadas e foram enviados para o Estado 1.030 homens do Exército, com veículos blindados. No período da paralisação da polícia, houve setenta assassinatos, catorze postos policiais foram depredados, seis incendiados. Um soldado morreu com um tiro na cabeça, quando atuava em um assalto. Quatro anos depois, o Exército precisou voltar às ruas para socorrer os pernambucanos, no governo Jarbas Vasconcelos (PSDB). Os oficiais que haviam conduzido a primeira greve negociavam um adiamento da mobilização. Os praças, no entanto, cobravam aumento imediato do piso de 500 para 900 reais. Diante do impasse, os PMs marcharam, armados, até a Praça da República, onde fica a sede do governo. No dia mais tenso da mobilização, dois grupos de policiais militares se enfrentaram com tiros.

O pesquisador José Vicente Tavares, professor da UFRGS, dedicou-se a monitorar greves policiais desde a redemocratização. De tão recorrentes as demandas, acredita ele, greves desse tipo devem ser encaradas como uma crise estrutural da segurança pública. “O salário é a ponta do iceberg. Essas greves usam conjunturas favoráveis, como eleições ou Copa do Mundo, mas há uma crise institucional nas polícias”, afirma.

A repetição de movimentos grevistas nas forças de segurança favoreceu o surgimento de uma bancada de policiais nos Legislativos federal, estadual e municipal. Ao fim, esses movimentos serviram para impulsionar pretensões eleitorais. Mas, no poder, os sindicalistas-grevistas não contribuíram para amenizar os problemas que as paralisações de policiais causam nas ruas. “Greves policiais não são um problema deste ou daquele governo. Temos que encarar como uma questão social e política. Houve um incremento na presença de agentes das mais variadas corporações no Legislativo, mas as paralisações ainda ganham contornos dramáticos”, afirma Tavares.

Paralisação nacional – Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, que lidera o movimento, o protesto de quarta-feira será feito para cobrar “melhorias na segurança pública”. “A população deve ser compreensiva com o movimento”, diz Gandra. Não será fácil obter aprovação popular se as cenas de Pernambuco se repetirem. E é evidente que a mobilização nacional, e o momento escolhido para a manifestação, tem mais relação com salários do que com combate ao crime.

No Rio de Janeiro, os policiais civis penduraram em frente à Chefia de Polícia um grande cartaz lembrando ao governador Luiz Fernando Pezão que “a decisão é dele”. Os agentes, que reivindicam a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais, decidirão em assembleia na próxima quarta-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, se haverá paralisação em todas as delegacias do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, a incorporação da gratificação vem sendo discutida com o governo do estado desde o ano passado. Em abril, a categoria estabeleceu um prazo, que se esgotou na última quinta-feira, para que o governador Luiz Fernando Pezão apresentasse o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O projeto, no entanto, não foi levado aos deputados. Segundo o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 reais. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.

No Rio a arapuca está armada para Pezão, pré-candidato do PMDB ao governo: a Polícia Militar está pronta para, em caso de vitória dos colegas civis, deflagrar imediatamente um movimento reivindicatório. Ou seja: se Pezão não atender, complica-se com a Civil; se ceder, fica na mão dos militares.

PEC 300 – Na greve de 2012, como na de agora, a meta nunca alcançada pelos grevistas é a PEC 300 – que, em resumo, equipara os salários dos policiais de todo o país ao da PM do Distrito Federal, atualmente na casa dos 4.200 reais. Cada estado, é verdade, tem uma realidade econômica e um orçamento público próprios, com limitações e tamanhos diferentes. Acontece que, para surpresa – apenas – de quem não acompanha a novela desde o início, todos os Estados tiveram, há quatro anos, uma promessa de socorro para implantar a realidade salarial da capital. Fazer da PEC 300 uma realidade foi compromisso de campanha de Dilma Rousseff, pois, justamente pelas diferenças entre os estados, é necessário que a União complemente os salários nas unidades da federação mais estranguladas.

A PEC deixou de ser prioridade tão logo a presidente subiu a rampa do Planalto. Agora, quando está mais perto de descê-la do que em qualquer momento dos últimos quatro anos – como indicam as últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma tem algumas contas a fazer. Uma, aritmética, diz respeito ao quanto custaria levar à frente a equiparação, comprometendo mais uma fatia do orçamento da União. A outra, estratégica e política, leva em consideração os efeitos dos levantes nos estados.

FONTE - VEJA.

É O FIM DA FAMÍLIA E O COMEÇO DE SODOMA

16/05/2014
 às 18:07

Escolas de SP acabam com “O Dia das Mães” e instituem o “Dia dos Cuidadores”. Viva o fim da família, prefeito Fernando Haddad!

Pois é, pois é… Recebi na Jovem Pan a informação de um pai indignado, morador de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Na semana passada, as instituições públicas de ensino em que seus filhos estudam deixaram de comemorar o tradicional “Dia das Mães” para celebrar o inovador “Dia de quem cuida mim”.
O jovem pai, de 27 anos, tem dois filhos matriculados na rede municipal de ensino. O mais velho, de 5 anos, é aluno da EMEI Cecília Meireles, e o mais novo, de 3 anos, do CEI Monteiro Lobato, de administração indireta.
Ele afirma que conversou com a coordenadora pedagógica da EMEI e sugeriu que fossem mantidas as datas do “Dia dos Pais” e do “Dia das Mães”, além de incorporar ao calendário esse tal “Dia de quem cuida de mim”. Ele acha que essa, sim, seria uma medida inclusiva e não preconceituosa. A resposta que recebeu dessa coordenadora pedagógica foi a seguinte: “A família tradicional não existe mais”.
Isso quer dizer que, segundo a moça, família com pai, mãe e filhos acabou. É coisa do passado.
O produtor Bob Furya foi apurar. Tudo confirmado. A assistente de direção da Escola Municipal de Ensino Infantil Cecília Meireles afirmou que a iniciativa de criar “o dia de quem cuida de mim” partiu de reuniões do Conselho Escolar, do qual participam pais e professores e de reuniões pedagógicas entre os docentes.
O pai garante que não participou de consulta nenhuma. Ele assegura, ainda, ser um pai presente. E parece ser mesmo verdade. Para a escola, o fato de se criar “o dia de quem cuida de mim” permite a crianças órfãs, criadas por parentes ou por casais homossexuais que não se sintam excluídas em datas como o “Dia das Mães” ou o “Dia dos Pais”. Para esse pai, no entanto, trata-se do desrespeito à “instituição da família”.
Em nota, afirma a Secretaria de Educação: “Hoje em dia, a família é composta por diferentes núcleos de convívio e, por isso, algumas escolas da Rede Municipal de Ensino decidiram transformar o tradicional Dia dos Pais e das Mães no Dia de quem cuida de mim.”
Não dá! Você que me lê. Pegue o registro de nascimento do seu filho. Ele tem pai? Ele tem mãe? Ou ele tem, agora, cuidadores?
Qual é a função da escola? É aproximar os pais, não afastá-los. O que é? A escola pública vai agora decretar a extinção do pai? A extinção da mãe? A democracia prevê o respeito às minorias. Querem integrar os pais homossexuais? Muito bem! Os avôs? Muito bem! Extinguir, no entanto, a figura do pai e da mãe, transformando-os em cuidadores é uma ideia moralmente criminosa.
Nessas horas, sei bem o que dizem: “Ah, lá estão os conservadores…”. Não se trata de conservadorismo ou de progressismo. Todo mundo sabe que boa parte das tragédias sociais e individuais tem origem em famílias desestruturadas.
Uma pergunta: declarar o fim da família tradicional é o novo objetivo da gestão de Fernando Haddad?
Por Reinaldo Azevedo