quinta-feira, 5 de março de 2015

Arlinbdo Ceará fecha boca de lider de Magal na câmara municipal de Caldas Novas

Lider de Magal foi repreendido por Arlindo
Vereador Arlindo Ceará causa mal-estar na base aliada do prefeito na Câmara e desmascara líder do prefeito na Casa de Leis .
Na manhã de ontem (04) em sessão ordinária na Câmara de Caldas Novas,o vereador Arlindo Ceará foi mais uma vez o centro das atenções. Ao usar a tribuna livre, bem embasado e com um discurso convincente, Arlindo Ceará mais uma vez fez o líder do governo na Câmara se render diante de tantas verdades ditas pelo parlamentar da oposição, certa hora em seu discurso o vereador Arlindo Ceará indagou ao vereador Gilmar Engenheiro “líder do prefeito”, se ele sabia por onde andava o prefeito de Caldas Novas Evandro Magal, o líder do prefeito não titubeou e respondeu “O prefeito está em Brasília canalizando recursos para o Hospital do Rim”, Arlindo Ceará retrucou é desmentiu o líder do prefeito dizendo que o prefeito estaria em “férias no litoral paraibano” em plena crise administrativa vivida pelo prefeito. Não satisfeito o senhor Gilmar Engenheiro retrucou e perguntou ao vereador Arlindo Ceará o que ele teria feito para que o hospital do rim funcionasse, a resposta veio de forma bem contundente “Eu fui um dos vereadores que corri atrás da doação da área que está instalado o hospital e na mesma época o senhor, Gilmar Engenheiro era secretario na prefeitura de Caldas Novas e participava ativamente da destruição da Praça Mestre Orlando”. Pegou mal! Pegou mal para o vereador que é do meio Evangélico ser desmentido diante de seus colegas vereadores e diante do público presente na Câmara. Uma pergunta fica no ar: estaria o vereador indo contra os princípios pregados por ele, e estaria o mesmo defendendo as mazelas administrativas praticadas pelo atual prefeito que tem se mostrado irresponsável ao ponto de fazer a inauguração de um hospital que é particular e que a participação do município para o funcionamento do mesmo é burocrática.?
Arlindo Ceará é uma bomba que incomoda a atual administração!
Fonte e Texto: Alan Cassío

AÉCIO NEVES FOI CITADO POR TELATOR, MAS PROCURADOR QUER SALVAR O TUCANO


A lista do procurador Geral da República, Rodrigo Janot, enviada na noite desta terça-feira (3), ao Supremo Tribuna Federal (STF) pede o arquivamento de investigação que envolve o  candidato derrotado à Presidência, senador Aécio Neves(PSDB-MG), segundo o portal “Estadão“.
De acordo com a reportagem, o tucano foi citado no depoimento em delação premiada do doleiro Alberto Youssef, mas a Procuradoria alegou que as informações sobre o tucano, que é presidente de seu partido, foram insuficientes para a investigação. Por isso, diz a publicação, Janot sugeriu ao ministro Teori Zavascki o arquivamento da denúncia.
Para o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), o pedido de arquivamento em favor de Aécio revela como os vazamentos dos investigados na Lava Jato estão sendo feitos de forma seletiva para prejudicar o PT. “Quando o nome do presidente do PSDB aparece, já aparece inocentado, com a informação de que o processo dele será arquivado, sem qualquer notícia de sobre o que o teriam acusado”, contesta o senador.
O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, criticou o sigilo da lista com os possíveis investigados pelo Ministério Público, em nome da transparência, e pediu celeridade nas investigações. Para ele, os políticos citados devem ser informados para, então, poderem apresentar defesa.
O ministro ressaltou ainda que não se deve condenar antecipadamente os investigados. “Investigação não é denuncia. Tem que se ter cuidado com as afirmações que são feitas”, declarou à jornalistas, na tarde desta quarta-feira (4).

MULHER TENTOU ENTRAR COM 20 CELULARES E DROGAS EM PRESÍDIO

Uma ação conjunta da Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc) e da Polícia Civil prendeu uma mulher que tentava entrar com 20 celulares e drogas no Presídio de Alcaçuz.
A suspeita era Luianeide Ribeiro do Nascimento, de 29 anos, chegou ao Presidio com as drogas e os celulares dentro de uma TV. Ao perceber que os agentes haviam encontrado a droga, a acusada fugiu em um Fiat Pálio de cor cinza.
A diretora do Presídio de Alcaçuz, Dinorá Simas, informou que sabia onde a acusada residia no bairro de Pium, em Parnamirim. Uma equipe da Sejuc e da Polícia Civil foram ao local e prenderam a acusada.




CLIENTE RECLAMA DE ATENDIMENTO DE UM MÉDICO NA CLINICA CDM DE CALDAS NOVAS

Venho aqui compartilhar com todos, minha indignação com a atitude de um médico ontem na Clinica CDM. 
A pediatra dos meus bebes pediu que fosse feito um RX, de preferência que fosse no CDM de Caldas Novas (Centro de Diagnósticos Médico) situado à Rua Antonio Coelho De Godoy, S/N Qd 02 Lt 04 - Setor Oeste. Fomos por volta das 17:30 justamente porque sabemos q jamais conseguiríamos fazer com que duas crianças com um ano e 11 meses jamais ficariam quietinhos, sentados e calados como se fossem duas estatuas. 
Ao chegar na clinica fomos muito bem atendidos pela recepcionista, mais de repente, escutamos 3 grandes pancadas dentro da clinica onde ate a funcionaria perguntou o que havia acontecido, respondi a ela que as pancadas tinham vindo de dentro da clinica e que não sabíamos ao certo do que se tratava, mais que parecia pancada em mesa. Logo em seguido o dr. Guilherme Augusto responsável por laudos e Diretor responsável pela clinica liga na recepção e pede q a atendente pedisse que não fosse feito barulhos pois ele estava laudando exames.
Agora! Como você que é pai e mãe de duas crianças abaixo de dois anos faz para fazê-los permanecer em silencio? 
Até tentamos, pedimos , mostramos flores, imagens e explicamos que não poderiam fazer barulho, mais tentativas em vão. Fiquei horrorizada com a atitude do médico que não sei se tem filhos, mais se tiver como ele deve fazer para que fiquem quietinhos, sem nenhum barulho, gostaria muito q ele me ensinasse. 
HORRORIZADA, REVOLTADA, INDIGNADA..... Com a atitude desse médico, dono de uma clínica que para fazer com q as crianças façam silêncio, da pancadas nas coisas para que sua ordem seja cumprida. O restante das funcionárias não posso clamar, um amor de pessoa, todas elas.

terça-feira, 3 de março de 2015

JUIZ SÉRGIO MORO É DENUNCIADO PELA PRÁTICA DE TORTURA

Presidente do grupo Tortura Nunca Mais em Goiás, o ex-preso político Waldomiro Baptista denuncia o juiz Sérgio Moro pela prática de tortura. “A ditadura, com o AI-5, acabou com o habeas corpus e estimulou o dedurismo, a delação. O que vejo na ação do juiz Sérgio Moro é algo semelhante: a prisão usada como método de investigação e também de tortura, algo que achava que havia sido enterrado na lata de lixo da história pela Constituição de 1988”, critica.
Waldomiro Baptista, o Mirinho, como é conhecido, é irmão de Marco Antônio Dias Baptista, 15, o mais novo desaparecido político do Brasil, tendo sido visto pela última vez em maio 1970. Sua mãe, Maria de Campos Baptista, morreu em um acidente de carro em 15 de fevereiro de 2006, na BR-060, no retorno de Brasília a Goiânia, após ter se encontrado com vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar (PR), a aquém pediu a elucidação das circunstâncias da morte do filho.
Mirinho diz que ficou revoltado com os maus-tratos a que estão submetidos os empreiteiros encarcerados pela Polícia Federal, em Curitiba-PR, após ler a reportagem da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, que revelou os abusos. “Eles estão em celas escuras, comem carne com as mãos, dividem-se em celas para quatro pessoas, com uma latrina comum, e até recentemente estavam impedidos de ler jornais e revistas”. Para o militante dos direitos humanos, a prisão e humilhação dos acusados reforçam a necessidade de o País rever a Lei de Anistia. “Ao não revisar a Lei da Anistia, o STF permite que se perpetue a tortura no País. As circunstâncias mostram que o juiz Moro pode estar fazendo uso deste método”, avalia.
Empreiteiros
Há três meses os maiores empreiteiros do País, responsáveis diretos por mais de 200 mil empregos, estão encarcerados indevidamente. Para Mirinho, os empreiteiros Leo Pinheiro, presidente da OAS, Ricardo Pessoa, presidente da UTC, Sérgio Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior, Dalto Avancini, presidente da Camargo Corrêa, e Idelfonso Colares Filho, presidente da Queiroz Galvão, são presos políticos. “Não há legalidade na prisão. Os acusados não têm direito ao contraditório, e assim como na ditadura, os delatores têm mais fé pública que os acusados. Assim, o que vemos é que da forma que conduz as apurações, o juiz Sérgio Moro tortura os presos com a prisão, dá como verdadeiras as declarações de ladrões confessos e quer vencer pelo esgotamento emocional os encarcerados, forçando-os a delatar também. Isto, repito, é tortura”, alerta.
Para Waldomiro Baptista, as investigações são importantes, entretanto, ressalta que lei é lei e ninguém está acima da lei ou da Constituição. “Recentemente o ministro Marco Aurélio, do STF, numa crítica à Lava Jato, disse que a prisão passou a ser regra e a liberdade, exceção entre os acusados. Recentemente ao Estadão, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Rogério Schietti, da 6ª Turma da corte, também condenou as prisões esclarecendo que juízes não podem prender cautelarmente antes da sentença final simplesmente levando em conta a gravidade do crime. Como diria o árbitro Arnaldo Cesar Coelho, a regra é clara, quem não está cumprindo é o juiz Moro”, informa.
Chantagem
Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão da Verdade do Rio e ex-presidente da OAB-Rio, o advogado Wadih Damous também criticou a condução das investigações pelo juiz Sérgio Moro. No evento, na ABI, no Rio, em defesa da Petrobras, ele foi claro: “O espetáculo do Dr. Moro não garante o direito de defesa, o contraditório e a presunção de inocência”, frisa. Segundo ele, “desde o mensalão acabou no Brasil a presunção de inocência. Esse juiz ( Moro) é a reprodução daquele que se presume falar pelos brasileiros e brasileiras honestas. Em meu nome ele não fala”, reage.
De acordo com Wadih Damous, a defesa da Petrobras é uma defesa do estado de direito, que está sob ameaça. “Esse juiz e esses procuradores se respondessem ao Exame da Ordem da forma como se comportam na investigação da Lava Jato não seriam aprovados. Delação premiada é chantagem. Delação premiada não é pau de arara, mas é tortura!”, denuncia.
Waldomiro Baptista pretende encaminhar ofício ao ministro da Justiça, José Cardozo, pedindo esclarecimentos sobre os abusos denunciados pela jornalista Mônica Bergamo na carceragem da PF de Curitiba. “Eu e minha família fomos vítimas do arbítrio no passado, não desejo a nenhum ser humano a humilhação, o tratamento desumano e o vilepêndio à honra. Nós que lutamos contra a ditadura, e ainda lutamos pela valorização da vida, temos que nos indignar contra abusos contra quem quer que seja, sendo rico ou pobre, petista ou tucano”, conclui. (Com informações do site Conversa Afiada)

FUNDADOR DO PSDB DIZ QUE CLIMA DE ÓDIO NO BRASIL FOI CRIADO PELOS PERDEDORES NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

A entrevista de Bresser-Pereira à Folha de domingo merece ser lida e provocar reflexões. Fala de uma mudança na conjuntura histórica, para além do curto prazo.
Ele vê a burguesia enfraquecida como classe. Empresários venderam suas empresas para multinacionais e viraram rentistas. Ressalva que há empresários nacionais com ideias, ou seja, podem participar de um novo pacto pelo desenvolvimento. 
Vê dificuldades com a falta de críticas ao imperialismo e ao cambio alto. A maior parte dos empresários se unificou sob a bandeira liberal.

Bresser propõe um pacto entre trabalhadores, empresários do setor produtivo, burocracia pública e a classe C contra o rentismo, os financistas e 80% dos economistas a serviço do setor financeiro e do capital estrangeiro.
Bresser, nos seus 80 anos, disse que preocupa o clima de ódio dos que perderam a eleição (os ricos e os liberais) e antidemocraticamente “não aceitaram e continuaram de armas em punho”. É a volta do udenismo golpista.
Ele foi fundador e dirigente do PSDB, saiu em nome de seus princípios e valores. Defende os ajustes do governo Dilma para corrigir “abusos na previdência” e “subsídios e isenções equivocadas”. Não vê aí desvio do desenvolvimento. Bresser não acredita na vitória do impeachment como coroamento da política do ódio. “A democracia está consolidada e todos ganham com ela, ricos e pobres".
"Surgiu um fenômeno que eu nunca tinha visto no Brasil. De repente, vi um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, contra um partido e uma presidente. Não era preocupação ou medo. Era ódio".
A visão é do economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, 80, que está lançando "A Construção Política do Brasil", livro que percorre a história do país desde a independência. Ministro nos governos José Sarney e FHC, ele avalia que o ódio da burguesia ao PT decorre do fato de o governo defender os pobres.

PETROBRAS RESISTE ATAQUES DE ANTI-NACIONALISTA E AUMENTA SUA PRODUÇÃO

EM LUZIÃNIA, GOIÁS, MP QUER DEMOLIÇÃO FRIGORÍFICO

Os promotores de Justiça de Luziânia Julimar Alexandro da Silva e Jean Cléber Zamperlini propuseram ação civil pública em defesa do meio ambiente contra a Frigocarnes – Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. e seu diretor, Eduardo Felício.
A indústria manteve na cidade atividade altamente poluidora e, mesmo estando interditada, os danos ambientais são graves e sua estrutura física apresenta risco de quedas de materiais e desabamento.
Desta forma, o MP requer a sua condenação para que seja elaborado um projeto de recuperação de área degradada, no prazo de 90 dias e execução em 180 dias, na área ocupada pela empresa nas proximidades do Rio Vermelho e na sede da empresa, às margens da GO-010, km 2, Bairro São Caetano, em Luziânia.

Pede ainda a retirada imediata de animais que estejam no local e que possam trazer riscos ao meio ambiente, sobretudo ao Rio Vermelho. Foi requerida também a construção, em 30 dias, de poços de monitoramento para análise de possível contaminação do lençol freático.
Em relação à desativação e demolição do frigorífico, o MP requer que tais providências sejam feitas em 30 dias, devendo-se retirar toda a parte líquida das lagoas de tratamento e do lodo do fundo das lagoas, reconformar e reflorestar essas áreas.
A poluição
Os promotores relatam que, no final de 2013, foi aberto inquérito para apurar irregularidades nas dependências da empresa, ficando constatada, por meio de vistoria do Corpo de Bombeiros, a existência de um tanque de amônio desativado que, aparentemente, causaria intoxicação atmosférica, sendo o local insalubre e com possíveis riscos biológicos, devido ao armazenamento indevido de bucho de gado, segurança ineficiente, falta de técnico especializado esgoto a céu aberto.
Uma outra visita técnica feita pela antiga Semarh de Luziânia verificou a situação precária de escoamento de efluentes do frigorífico, onde transbordaria e escoaria sangue, vísceras e demais resíduos para o solo, bem como o transbordamento de chorume de uma esterqueira. Na ocasião, o responsável pela indústria foi notificado a fazer as adequações necessárias, em 20 dias.
Após esse prazo, vistoria do órgão atestou que a empresa não estava em atividade no momento da averiguação, sendo que as instalações não apresentavam capacidade e infraestrutura para seu funcionamento, com evidente risco ambiental, ainda que desativadas.
Vistorias, incluindo a do Ibama, concluíram pela interdição do estabelecimento comercial, alertando que a implantação de um plano de recuperação de área degradada é urgente, devendo ser retirada a ETE da área de preservação permanente entre outras medidas.
Em razão desses pareceres, recomendou-se a interdição da empresa, o que foi cumprido. Relatório da Agência Ambiental de Goiás, entretanto, concluiu que o local foi extremamente modificado pelas atividades ali antes desenvolvidas, opinando pela implantação de medidas de controle e manutenção da multa e interdição.
Além de todas essas constatações, o Corpo de Bombeiros apontou que a sede da empresa apresenta problemas estruturais, com risco de queda de materiais e desabamento, devido a grandes aberturas nas paredes feitas por vândalos e moradores de rua, recomendando a demolição do prédio. (Cristiani Honório - Assessoria de Comunicação Social do MP-GO - banco de imagens)
Fonte: MPGO - 02/03/2015 - 13h06 - Meio Ambiente

O QUE EXISTE POR TRÁS DE SÉRGIO MORO? JUIZ DA OPERAÇÃO LAVA JATO


A advogada Rosângela Wolff de Quadros Moro, esposa do implacável Juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Fernando Moro, foi alvo de uma intensa investigação feita pela Assembléia Legislativa do Paraná em 2011, no qual o Casa de Leis descobriu que a advogada, juntamente com os advogados Marcelo Zanon, Fábio Zanon Simão, e Rubens Acléssio Simão, fariam parte de um mega-esquema de falências revelado nas apurações da comissão parlamentar de inquérito.

Na época saiu até um livro sobre o esquema desbaratado pela CPI, no qual o título é: “Poder, Dinheiro e Corrupção: Os Bastidores da CPI das Falências”, obra escrita pelo deputado Fabio Camargo (PTB) autor e presidente da CPI. Inclusive, na obra é anexada cópia de um pedido de prisão feita contra os investigados pela polícia civil. As supostas condutas criminosas apresentadas neste documento foram um dos motivos do pedido de recolhimento de todas as edições do livro.
A banca de advogados é acusada de conduta de desvio de valores na administração de mais de cem falências, segundo apurou a CPI das Falências.

**“Poder, Dinheiro e Corrupção: Os Bastidores da CPI das Falências”


O administrador judicial Marcelo Zanon também protocolou uma notícia crime justificando que o deputado, ao publicar algumas informações no livro, teria cometido crime de violação de segredo de justiça, com pena prevista de dois a quatro anos de reclusão e mais multa, segundo a lei 9296/1996, no artigo 10. O MP rejeitou o pedido ao alegar da impossibilidade de cometimento de crime por uma questão de datas. As cópias do inquérito que constavam dados divulgados na obra não estavam sob segredo de justiça pelo período de mais de um mês. Permaneceram disponíveis junto à Vara de Inquéritos para consulta, segundo trechos do parecer. O procedimento contra o deputado no MP é de número 18327/2012.

Desde o começo de CPI, Camargo sofreu diversas ações da família Simão, a maioria buscando censurar seus pronunciamentos ou proibir divulgar informações nos veículos de comunicação. Todas, até o momento, rejeitadas pelo MP e pela Justiça.
De acordo com o deputado “algumas empresas se perpetuam por cerca de 20 anos em processo de falência para deixar de pagar seus impostos, funcionários e credores”. Há indícios de esquema entre proprietários de empresas falidas e os administradores da falência designados pela Justiça.Em apenas uma das quatro varas judiciais que tratam de falência em Curitiba, são movimentados R$ 15 bilhões em processo de falências e concordatas.

segunda-feira, 2 de março de 2015

POLÍCIA DE CALDAS NOVAS PRENDE JOÃO DO PORCO

João Barbosa da Silva, de 35 anos, conhecido como João do Porco, foi preso na madrugada de sábado em um bar no Residencial Brisas da Mata, em Goiânia, por policiais do Grupo Tático 3 (GT3) da Polícia Civil (PC). A ação foi organizada pelo delegado Leylton Barros, da delegacia de Caldas Novas. A PC estava no encalço dele desde agosto de 2014, ao participar de roubo na Fazenda Jenipapo, em Caldas Novas. Antes, participou, em 2013, de uma chacina em que cinco pessoas de uma mesma família morreram em Anápolis.
A prisão do suspeito, que seria especializado em roubos de fazendas e que estuprava as vítimas, se deu na madrugada do último sábado. A equipe de investigadores comandada por Barros verificou que seria a oportunidade ideal da detenção, já que pela primeira vez João do Porco estaria mais relaxado, bebendo com amigos em um bar. Até então, todas as vezes que saia de seus esconderijos havia sido para cometer crimes, segundo a investigação. Ele não resistiu à prisão e estava desarmado. Até a noite de sábado, estava detido na carceragem da Delegacia de Capturas (Decap), no Setor Jaó.
A reportagem conversou com o policial plantonista da Decap na tarde de ontem e foi informada que João do Porco não estava no local, podendo ter siso transferido para a carceragem da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), onde também não estava. Segundo Barros, a última informação que ele tem é de que o criminoso estava sim na Decap. O delegado conta que João do Porco foi monitorado pela PC desde o crime na Fazenda Jenipapo e, neste tempo, ficou morando entre Anápolis e Goiânia.
A detenção de João do Porco é vista pela PC como o fim de uma quadrilha especializada em roubos a fazendas, que cometia crimes cruéis ao torturar suas vítimas por horas e estuprava as mulheres que estivessem no local. Os homicídios não eram a principal atividade do grupo, mas ocorriam em face de reações das vítimas ou acerto de contas com grupos rivais. O grupo era liderado por Valdeli Alves da Silva, conhecido como Raul, preso no final de janeiro. Raul era casado com Sefi da Silva Moura e João do Porco, casado com uma de suas filhas, Derlene da Silva Moura, de 19 anos.
O primeiro grande crime feito pelo grupo foi em setembro de 2013. No Bairro Granville, em Anápolis, cinco pessoas foram mortas a tiros e facadas. Os irmãos Sonildo Sérgio Feitosa, de 35 anos, e Cacildo Sérgio Feitosa, de 37, chegaram a ter uma das orelhas arrancadas. No entanto, até o roubo da Fazenda Jenipapo, não havia provas concretas da participação do grupo, incluindo João do Porco.
O inquérito do roubo na fazenda, em que os reféns, incluindo uma mulher de 80 anos, foram torturados por horas, foi finalizado primeiro e, por isso, o mandado judicial pela prisão temporária mais antigo é por este caso.