domingo, 29 de junho de 2014

Zé Profiro um guerreiro de Goiás desaparecido

Por Fr. Marcos Sassatelli*
1º de abril de 1964 é uma data que não pode ser esquecida. Passaram-se 50 anos do Golpe civil-militar, que deu início no Brasil a um longo período de ditadura, terminado somente em 15 de março de 1985. Fazemos a memória, ou seja, tornamos presente esta data para que os horrores praticados durante a ditadura nunca mais aconteçam na história do Brasil.
No dia 15 do mês corrente, participei - no Auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa de Goiás - da Audiência Pública sobre a Luta Camponesa de Trombas e Formoso, no Norte de Goiás, realizada conjuntamente pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembleia do Estado de Goiás (CDH-Alego), pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) e pela Associação dos Anistiados Políticos de Goiás (Anigo), com o apoio do Comitê Goiano da Verdade, uma organização da sociedade civíl.
Fizeram parte da mesa Maria Rita Kehl (integrante da CNV, que coordena o grupo de trabalho "Graves violações de Direitos Humanos no campo ou contra indígenas"), o deputado Mauro Rubem (presidente da CDH-Alego), Marcantônio Dela Côrte (presidente da Anigo) e Dirce Machado da Silva (representante da Associação de Lavradores de Trombas e Formoso).
Foi uma Audiência, que resgatou a biografia do líder camponês José Porfírio de Souza (ou Zé Profiro, como era chamado pelos posseiros) e nos emocionou a todos e todas. Dirigentes de entidades civis, que conviveram com Porfírio, e seus descendentes nos contaram a história da Luta Camponesa de Trombas e Formoso, exigindo do Governo a localização dos restos mortais de José Porfírio.
Essa Luta começou em 1950. De um lado, estavam camponeses sem terra, apoiados por estudantes, operários e militantes de grupos de esquerda. Do outro, grileiros, apoiados por jagunços e forças policiais.
José Porfírio liderou um movimento camponês de resistência e luta pela reforma agrária, que, após dez anos de conflitos, conseguiu a vitória, conquistando terras devolutas, que os grileiros queriam tomar dos posseiros. Em 1962 - após a vitória dos camponeses - Porfírio elegeu-se deputado estadual, o primeiro do país de origem camponesa.
Com o Golpe civil-militar de 64, os camponeses da região foram perseguidos e torturados. No início dos anos 70, a repressão foi brutal. Porfírio mergulhou na clandestinidade e passou a organizar focos de combate à ditadura. Foi literalmente caçado pelos órgãos de repressão do regime autoritário civil-militar. Foi preso em 1972 no Maranhão - onde tentava articular um movimento de resistência - durante a Operação Mesopotâmia, organizada pelo Exército, que queria eliminá-lo. Foi levado para o Pelotão de Investigações Criminais (PIC) do Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde permaneceu preso até 7 de julho de 1973. Foi torturado e - no dia que foi libertado - deixado na rodoviária da capital federal por sua advogada. Desde então, José Porfírio está desaparecido.
Na época, foram realizadas, no Norte de Goiás, inúmeras prisões. Entre elas, a de Durvalino, de 17 anos, filho de José Porfírio, que foi barbaramente torturado e, depois, internado, com transtornos mentais, num hospital psiquiátrico de Goiânia, onde desapareceu.
A Audiência Pública começou com a exibição de trechos do documentário Cadê Profiro? do cineasta Hélio Brito. Durante a Audiência, a ex-militante comunista Dirce Machado da Silva, presidenta da Associação dos Lavradores de Trombas e Formoso, enviada à região em 1954 pelo PCB para dar orientação política ao líder dos posseiros, afirmou: “José Porfírio foi um líder rural autêntico”. O presidente da Anigo, Marcoantônio Dela Côrte, disse: “os militares tinham muito medo do Porfírio”.
Cláudio Maia, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), lembrou que o Estado, diante do conflito agrário, agiu sempre em defesa do latifúndio e da exploração. Trombas foi um encontro de experiências. Mesmo tendo a presença de um partido de esquerda, o mais importante neste encontro eram os militantes, pessoas que acreditavam “no modelo camponês de fazer as coisas”.
“Trombas - afirmou o professor - ficou na memória do Estado de Goiás como um movimento vitorioso. E a figura de Porfírio se tornou muito conhecida no Estado. Ele espelhava não só sua individualidade, como também a sua luta e a luta de cada posseiro. Porfírio mantinha a característica de uma liderança consolidada. Esta áurea da vitoria de Trombas atravessou 1964?.
No final da Audiência, Sebastião de Abreu, jornalista e militante da luta de Trombas e Formoso, declarou: "não vamos parar de lutar. Queremos que os militares devolvam os restos mortais de José Porfírio".
O que mais me impressionou e me chocou na Audiência Pública foram os relatos de torturas de Dirce Machado da Silva. O requinte de crueldade das torturas do tempo da ditadura civil-militar chega a ser tão sofisticado, diabólico e repugnante, que é assustador. Não dá para acreditar que um ser humano seja capaz de usar sua inteligência para ser tão mau. É realmente uma barbárie!
Fala-se de dez tipos de torturas (com todas as variantes possíveis e imagináveis) praticadas nos “porões da humanidade” da ditadura: cadeira do dragão, pau-de-arara, choques elétricos, espancamentos, cama cirúrgica, afogamentos, soro da verdade, geladeira, arrastamento pela viatura, coroa de Cristo ou capacete. Que mancha indelével! Que vergonha para o Brasil!
Para qualquer pessoa, que tem um mínimo de sensibilidade humana e de senso ético, falar de torturas - seja por motivos políticos ou outros - dá vômito. Além disso, a prática da tortura denota um atraso cultural inconcebível e inadmissível no mundo de hoje. Ditadura, nunca mais! Tortura, nunca mais!
Para os torturadores de ontem e de hoje - que na realidade são verdadeiros monstros humanos - vale a advertência do profeta Isaías: “vocês estão com as mãos sujas de sangue, estão com os dedos manchados de crimes, seus lábios só falam mentira e suas línguas susurram maldade” (Is 59, 3).
Que a memória das torturas da ditadura civil-militar nos coloque, a todos e todas, num estado de silenciosa e profunda meditação sobre o sentido da vida humana e nos leve a um compromisso radical na defesa e promoção dos Direitos Humanos.
Que a justiça seja feita e que todos os torturadores sejam processados, julgados e punidos!
*Fr. Marcos Sassatelli, frade dominicano, doutor em Filosofia (USP) e em Teologia Moral (Assunção - SP), professor aposentado de Filosofia da UFG - E-mail: mpsassatelli@uol.com.br

UMA TRAFICANTE E MUITAS DROGAS APREENDIDAS EM GOIÁS

18º BPM prende traficante com 2,5 kg de pasta base e arma de fogo

No dia 27/06/14, aproximadamente às 16h00min, no Bairro das Américas em Catalão/GO, policiais militares prenderam em flagrante delito uma traficante que possuía em sua residência 2,5 kg de pasta base comportadas em 982 “dolinhas”, além de 24 pedras de crack, pesando aproximadamente 12 gramas e 01 (uma) arma de fogo calibre 32.
A ocorrência coordenada pelo Grupamento Tático contou com o apoio das demais viaturas ordinárias dos quadrantes.
Mais uma vez a comunidade pode contar, ao menos temporariamente, com a sensação de segurança e paz pública em Catalão e região.

TRAFICANTES SÃO PRESOS

Identificados como Sormany de Oliveira Mota da Silva, de 22 anos, Maycon da Silva Ferreira, de 23 anos e R.W.M.S. de 17 anos, foram presos neste sábado, 28 de junho, por Policiais Militares do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) da 3ªCia do 36°BPM.
Os acusados estavam num Ford Ka Placa LCY 2923, e foram abordados na Rua Odilon Botelho, na CEHAB, em Miracema, por volta das 11h40, sendo flagrados com 14 pedras de crack, pesando juntas cerca de 3,1 gramas e com a quantia de R$ 56,00 (Cinquenta e Seis Reais) em dinheiro. A droga estava escondida debaixo da capa do banco do motorista.
Conduzidos à 137DP-Miracema, os acusados foram autuados de acordo com o Art, 33 (Tráfico de Drogas) e Art. 35 (Associação ao Tráfico), ambos da Lei 11.343/06.
Sormany e Maycon foram transferidos para a Casa de Custódia na cidade de Itaperuna. Já o menor R.W.M.S. foi apreendido e será apresentado ao Ministério Público local em momento oportuno.
Fonte: 

Plantão de Polícia

PM MATA ATRIZ

A atriz Luana Barbosa, de 25 anos, foi morta nessa sexta-feira (27), pelo cabo da Polícia Militar, Marcelo Aparecido Domingos Coelho, em uma blitz de trânsito em Presidente Prudente, no oeste paulista. Ela levou um tiro no tórax. A atriz, que fez aniversário na quinta-feira, estava na garupa da motocicleta do namorado, o músico Felipe Fernandes de Barros, de 29 anos. Ele não parou no bloqueio, segundo a PM. A versão foi desmentida por amigos do músico, garantindo que Barros procurava um lugar para estacionar quando houve o disparo.
Bombeiros socorreram a jovem, que deu entrada no Hospital Regional. Ela não resistiu e morreu pouco depois. O cabo Coelho, de 43 anos, foi preso em flagrante. Ele está no Presídio Romão Gomes, em São Paulo. A arma teria disparado acidentalmente, segundo o cabo, que está há 23 anos na Polícia Militar.
Ouvido pela reportagem, um porta-voz da PM disse que um inquérito foi aberto para apurar o caso em 40 dias. “Pode ser prorrogado por mais 20 dias”, afirmou. Ele não soube dizer se o cabo será expulso da corporação.

Além de atriz, Luana Barbosa também era produtora de espetáculos teatrais. Ela era integrante da Federação Prudentina de Teatro e Artes Integrados. A jovem foi enterrada no começo da tarde deste sábado (28), em Rancharia, onde moram seus pais.
Fonte: http://spagora.com.br/

ESSE MARCONI É UMA PIADA

A Faculdade Alves Faria montou uma turma especial no curso de direito com apenas dois alunos: o senador Marconi Perillo e sua esposa Valéria Perillo.
O Ministério Público Federal em Goiás (MPF) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, emdesfavor da Faculdade Alves Faria (Alfa), Marconi Perillo (senador da República), Valéria Perillo e União Federal, por concessão de tratamento privilegiado a agente político. De acordo com a procuradora da República Mariane Guimarães de Mello Oliveira, a Faculdade Alfa, localizada em Goiânia, sob a justificativa de atender necessidades especiais de Marconi Perillo, montou uma turma especial no cursode direito com apenas dois alunos: o Senador e sua esposa Valéria Perillo.
Para tanto, a instituição de ensino superior organizou sua estrutura física e seus professores, com salade aula exclusiva, apartada do convívio com os demais estudantes. A nova turma conta com horários de aula especiais, exclusivamente às segundas, sextas e sábados pela manhã, para atender a conveniência de Marconi e sua esposa, conferindo-lhes condições privilegiadas de acesso às aulas.
Para o MPF/GO o fato viola os princípios da isonomia e da generalidade na prestação de serviços públicos, configura tratamento seletivo e privilegiado sem previsão constitucional ou legal e viola as diretrizes e bases da educação nacional, previstas na Constituição da República e na Lei n.º 9.394/96.
O MPF/GO pediu a concessão de liminar, para determinar à Alfa que encerre imediatamente a turma especial do curso de direito criada para abrigar Marconi Perillo e Valéria Perillo, transferindo-os para salas de aula comuns. Alternativamente pediu que a faculdade providencie a abertura da turma especial para os demais alunos, de forma a completar o número de estudantes usualmente admitidos em uma sala de aula normal.Pediu também, que a Alfa, Marconi Perillo e Valéria Perillo sejam condenados a pagar indenização, a ser revertida para os alunos daquela faculdade, em valor a ser oportunamente calculado, com base no custo de manutenção da sala de aula especial, durante o período em que foi mantida às custas das mensalidades pagas pelos demais estudantes.
A ação foi distribuída para a 9ª Vara Federal de Goiânia, processo nº 2007.35.00.022088-0.

A resposta da OAB-GO sobre Marconi Perillo

A OAB-GO esclarece que o governador Marconi Perillo nunca esteve inscrito em seus quadros e, portanto, não possui a carteira da OAB. Mesmo porque, nunca prestou o Exame de Ordem. Qualquer interessado pode checar no Cadastro Nacional de Advogados (cna.oab.org.br) se uma pessoa está ou não devidamente inscrita. A OAB-GO esclarece ainda que o Exame de Ordem é realizado pela Fundação Getúlio Vargas, sob supervisão do Conselho Federal da OAB. A secccional goiana da Ordem acrescenta que está e sempre esteve à inteira disposição da imprensa e da sociedade para esclarecer quaisquer assuntos concernentes à advocacia de Goiás.
Fonte: Com Blog do Nassif

SEM EMOÇÃO E BASTANTE DIVIDIDA, CANDIDATURA DE MARCONI É LANÇADA

MARCONI TRISTE, A SITUAÇÃO É DE MEDO
Aconteceu hoje (28) pela manhã o evento de oficialização da candidatura de Marconi Perillo (PSDB) à reeleição ao governo do estado de Goiás. A cerimônia também contou com as presenças do candidato à presidência Aécio Neves e do candidato ao senado Vilmar Rocha (PSD), que também aproveitou a ocasião para se lançar.
Além das várias autoridades políticas e do grande público presente no evento, a cantora Roberta Miranda também marcou presença. Ela cantou o hino nacional e uma das suas músicas de maior sucesso “Vá com Deus”. A convenção contou com uma ótima estrutura e lotou o Ginásio Goiânia Arena.
O atual governador do estado vai contar nesta eleição com o apoio dos senadores Cyro Miranda (PSDB), Lúcia Vânia (PSDB) e Wilder de Morais (DEM), além de dez deputados federais e 25 deputados estaduais. Atualmente, 17 partidos fazem parte da base aliada de Marconi, são eles: PSDB, PP, PSD, PTB, PPS, PMN, PT do B, PR, PV, PEN, PRB, PDT, PTC, PHS, PSL, Pros e PSDC. 

PRÉ CANDIDATURA FRACA DERROTOU MAGDA MOFATTO

A REJEIÇÃO DO NOME DE MAGDA MOFATTO PARA VICE-CANDIDATA A GOVERNADORA NA CHAPA DE MARCONI PERILLO FOI APLAUDIDA PELA MAIORIA ABSOLUTA DOS PARTIDOS ALIADOS DA BASE. PARA ELES, MARCONI SÓ PERDERIA ESPAÇO PERANTE A POPULAÇÃO E PRINCIPALMENTE PERANTE O ELEITORADO MAIS POBRE DE GOIÁS. MAGDA NÃO  É MUITO POPULAR E SEU DISCURSO É CONSIDERADO FRACO. 
NESTA QUEBRA DE BRAÇO, EM QUE SE TENTOU IMPOR O NOME DE MAGADA CONTRA A VONTADE DA MAIORIA DOS ALIADOS, QUEM SAIU FORTE FOI O VICE-GOVERNADOR. SEM MUITO ESFORÇO, MAGDA FOI DERROTADA PELA SUA PRÓPRIA BASE DE APOIO, QUE LHE DEIXOU SOZINHA NA HORA DO PEGA PARA CAPAR,
MAGDA  POLITICAMENTE É MUITO FRACA, MAS ECONOMICAMENTE TEM SUAS VANTAGENS, POIS FOI EXATAMENTE ESSA CONDIÇÃO FINANCEIRA QUE LHE TEM AJUDADO A GANHAR OS CARGOS PÚBLICOS, QUE ALIAS, NÃO REPRESENTOU ATÉ AGORA NADA PARA A POPULAÇÃO EM GERAL!

SERÁ QUE CALDAS NOVAS UM DIA VAI MUDAR REALMENTE?

A CAMPANHA ELEITORAL ESTÁ NA PORTA, ABRI O FACEBOOK E VEJO UMA CAMPANHA QUE DIZ: CALDAS NOVAS PRECISA MUDAR!
PORÉM É TRISTE AFIRMAR, MAS CALDAS NOVAS, ASSIM COMO O BRASIL E GOIÁS, NÃO EXISTE COMO TAL ACONTECER. UMA MUDANÇA VERDADEIRA ESTÁ LONGE DE ACONTECER. VAMOS ANALISAR:
QUEM EM CALDAS NOVAS SIGNIFICA REALMENTE UMA MUDANÇA?
QUAL O PARTIDO QUE TEM UM DISCURSO DE MUDANÇAS REAIS?
QUAL O GRUPO QUE NÃO ESTÁ PARTICIPANDO DIRETAMENTE , INDIRETAMENTE OU PERIFERICAMENTE DA ESTRUTURA POLÍTICA QUE COMANDA A POLÍTICA LOCAL?
QUEM TEM UM DISCURSO DE ROMPIMENTO RADICAL COM AS VELHAS E ULTRAPASSADAS PRÁTICAS POLÍTICAS. DE CALDAS NOVAS?
QUEM TEM PROJETOS VIAVÉS  DE MUDANÇAS ESTRUTURAIS PARA A CIDADE DE CALDAS NOVAS, PRINCIPALMENTE PARA AS QUESTÕES URBANAS, QUE DESAFIA A PAZ E A FELICIDADE DO POVO DE CALDAS NOVAS. SÃO PROBLEMAS DE SAÚDE PÚBLICA, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO, AMBIENTAIS E SOCIAIS! QUEM TEM UM PROJETO QUE VENHA AO ENCONTRO DOS PROBLEMAS INTERMINAVÉIS DO NOSSO MUNICÍPIO?
QUEM REALMENTE TEM CORAGEM DE VIM A PÚBLICO E AFIRMAR QUE MAGDA, MAGAL E OS GRUPOS EMPRESARIAIS E HOTELEIROS SÃO OS MAIORES RESPONSAVÉIS PELO CAOS URBANO EM QUE SE ENCONTRA CALDAS NOVAS?
MUDANÇAS NÃO SE FAZ SÓ COM ROSTOS DIFERENTES OU COM DISCURSOS VAZIOS. MUDAR A CARA DO POLÍTICO O ELEITORADO TEM FEITO E SEMPRE DAR NA MESMA.
A MUDANÇA REAL TEM QUE VIM ACOMPANHADA DE PROPOSTA VERDADEIRAS, ROMPIMENTOS ANTECIPADOS COM ESSA ESTRUTURA POLITICA ULTRAPASSADA DE CALDAS NOVAS, ENCARNADA EM FIGURAS POLÍTICA COMO MAGDA, MAGAL, MARQUINHOS E SEUS ALIADOS!
EU CONCORDO QUE SE MUDE O ROSTO DE NOSSOS POLÍTICOS, COMO:
TROCAR MARQUINHOS DO PRIVÉ POR TOMATINHO OU FREDERICO.
TIRAR MAGDA MOFATTO DA CÂMARA  FEDERAL POR OUTRO NOME.
MAS SÓ ISSO NÃO BASTA, TEMOS QUE TER POSTURA E PREPOSIÇÕES REAIS E VIAVÉIS PARA UMA MUDANÇA VERDADEIRAMENTE DIFERENTE, PORÉM A VERDADE É QUE ROTOS QUE SE APRESENTAM COMO UMA MUDANÇA NÃO TEM NADA DE DIFERENTE DESSES PELEGOS QUE DOMINAM A POLÍTICA LOCAL!

DOIS MORREM EM ACIDENTE EM GOIATUBA

Dois irmãos, uma adolescente de 17 anos e um jovem de 19 anos, morreram em um acidente na madrugada deste sábado (28) na GO-515, em Goiatuba, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o motorista de um VW Gol perdeu o controle do veículo e capotou.
Cinco pessoas estavam no carro e, segundo a PRE, não usavam cinto de segurança. Eles voltavam de uma festa em Itumbiara. Além das vítimas fatais, os outros dois ocupantes do carro tiveram ferimentos e foram encaminhados ao Hospital Municipal de Goiatuba. Segundo a unidade, uma jovem foi transferida para um hospital em Goiânia e outro rapaz, com estado regular, também aguarda a transferência.
Fonte: http://g1.globo.com/goias

JUIZ DIZ COMO SE GANHA ELEIÇÃO: QUEM PAGA MAIS LEVA!

No pequeno povoado de Cocos, na zona rural de Benedito Leite (MA), um carente município de um dos mais pobres estados brasileiros, um convênio no valor de R$ 970 mil foi firmado em 2009 com a prefeitura local para a construção de uma pequena escola. Quatro anos depois, a construção, inacabada, ruiu.

O caso verídico é usado pelo juiz maranhense Márlon Reis como exemplo do poder nocivo da corrupção no processo eleitoral e suas nefastas consequências no exercício de mandatos eletivos. Membro do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e um dos articuladores do projeto de autoria popular que resultou na Lei da Ficha Limpa, o magistrado compilou em livro o lado obscuro das campanhas eleitorais. 
Em "O Nobre Deputado - Relato chocante (e verdadeiro) de como nasce, cresce e se perpetua um corrupto na política brasileira", lançado nesta sexta-feira, 27, na Livraria Cultura, em São Paulo, o autor relata práticas nada republicanas do deputado Cândido Peçanha para chegar ao poder. 
O personagem é fictício, mas as práticas descritas por eles são reais. Foram relatadas ao autor por centenas de atores da política brasileira, entre eles detentores de mandato eletivo. "O trabalho de pesquisa foi enriquecido com a análise de provas colhidas em processos judiciais.
Reis realizou entrevistas em diversos Estados brasileiros e concluiu que há um padrão na adoção de certas práticas em todas as regiões do País. Entre suas fontes, cujas identidades ele preserva, há um senador. "Ele me explicou que o resultado de qualquer eleição brasileira já estava definido muito antes do encerramento da votação. Muito antes da abertura das urnas", relata Reis.
Segundo ele, as práticas descritas reduzem a nada a vontade do eleitor individual em uma eleição. "O que conta é a quantidade de dinheiro arrecadado para a campanha vencedora, que usa a verba num infalível esquema de compra de votos. Arrecadou mais, pagou mais. Pagou mais, levou. Simples assim".
O autor divide o livro em duas partes: a corrupção na arrecadação de dinheiro para as campanhas e as artimanhas para converter os recursos arrecadados em votos. 
A arrecadação de irregular de dinheiro, descreve, é feita por meio de doação não declarada de campanha, desvio de dinheiro de emendas parlamentares e convênios, licitações viciadas e agiotagem. A conversão se dá pela compra de apoio e de votos. 
Reis afirma que ouviu relatos em que deputados condicionam a liberação de emendas parlamentares à devolução de 75% do valor liberado. "O deputado propôs que o prefeito ficasse com os 25% restantes. Ou seja, o dinheiro dessa emenda seria literal e integralmente roubado", disse. 
Segundo o juiz, é comum um candidato receber dinheiro, não declarado, para a campanha sob a condição de pagar o valor em parcelas mensais, durante os quatro anos do mandato, com juros mensais que podem ser maiores que 20%. "Existe o agiota bom e o mau. O bom fica com o prejuízo quando o candidato não se elege. Mas o agiota mau cobra o dinheiro com ameaças e pode cometer crimes como sequestro e até assassinato".
O juiz relaciona ainda as eleições à prática de outros crimes. "Em anos de eleição há picos de ocorrências de assaltos a banco. Nos anos sem eleição a incidência é bem menor". 
Márlon Reis diz que sua proposta ao lançar o livro é expor para o grande público os crimes por trás das campanhas eleitorais e, com isso, combatê-las. O livro, no entanto, causou reações negativas na Câmara dos Deputados antes mesmo de seu lançamento. 
No dia 10 de junho, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves afirmou que iria entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça contra o magistrado. Outros parlamentares também fizeram a mesma ameaça, mas ninguém havia efetivado até esta sexta-feira. 
"Escrevi o livro nas minhas horas vagas. O CNJ pode fiscalizar minha atuação como magistrado mas não tem poder sobre meu pensamento e minha atividade intelectual", disse o juiz. 
Valmar Hupsel Filho 
O Estado de S. Paulo

Editado por Folha Política